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Embora os dados oficiais citam umha baixa 'taxa de criminalidade' na Galiza, seguem as petiçons de aumento dos efectivos policiais. Se o passado dia 20 a ‘Asociación de Gardas Civís de Galicia’ reclamou maior número de agentes em lugares como As Pontes e Trasancos, onte dia 22 a ‘Asociación Independiente de la Guardia Civil’ (ASIG) reclamou mais efectivos na 'província' de Lugo. Segundo a ASIG as baixas psicológicas som habituais (133 nos últimos 5 anos), o que sumado à falta de efectivos provoca umha falta de presença policial que conlevaria umha “sensaçom de insegurança” e “medo na populaçom”. Aliás, o secretário da ‘Asociación de Gardas Civís de Galicia” mencionou a necessidade de contar com novo armamento e a melhora dos quartéis. O mais preocupante das declaraçons do citado secretário é o reconhecimento das bonificaçons salariais de 200 euros ao mês aos agentes por realizar maior pressom sancionadora. Contrastam estas declaraçons com as declaraçons da ASIG mencionadas anteriormente, pois nom se pode compreender como se pode promover a ‘segurança da populaçom’ quando o aumento de sançons a esta origina melhoras económicas aos agentes. A todos os motivos habituais de controlo social há que engadir um novo: o ganho económico pessoal como estímulo sancionador.
 
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