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Segundo anunciou hoje o conselheiro de Presidência, Administraçons Públicas e Justiça, José Luis Méndez Romeu, a Lei de Polícia Autonómica da Galiza entrará esta primavera no parlamento da CAG e aprovará-se antes de 2006. As declaraçons do lider 'vazquista' realizavam-se esta manhá na inauguraçom da Jornada sobre Segurança e Polícia Autonómica, celebrada no Centro de Estudos Judiciais e Segurança Pública da Galiza (Cejesga) da Estrada. Paradoxalmente, a denominaçom do departamento presidido por Méndez Romeu nom recolhe a sua responsabilidade em políticas de Interior. A presença do conselheiro na jornada serviu para reiterar alguns dos dados conhecidos a respeito do corpo repressivo em gestaçom cuja posta em andamento fai parte do acordo de governo entre PSOE e BNG. Assim, Romeu remarcou o carácter subsidiário da Polícia Autonómica -centrada particularmente na sinistralidade viária e a vigiláncia das costas e o ambiente- e esclareceu que seriam precisos entre 2000 e 2500 efectivos policiais ao serviço da administraçom da CAG para cumprir as jos_content funçons. Colaboraçom com os corpos policiais do Estado espanhol Méndez Romeu aproveitou a ocasiom para repetir mais umha vez um lugar comum desde os tempos do seu predecessor, Xesús Palmou Lorenzo (PP): o novo corpo policial nom substituirá funcionalmente qualquer dos actualmente destinados na Galiza e o seu papel será “plenamente de colaboraçom com as forças de segurança do Estado”. O conselheiro incidiu em que a Polícia Autonómica será “custosa em termos económicos” e com umha actividade “difícil de lograr em termos de eficácia profissional”. O Cejesga estará destinado no novo desenho policial a ser o centro de formaçom das promoçons policiais autonómicas. O conselheiro assegurou que “gostariamos de que esta polícia do futuro (sic) tivesse a possibilidade de integrar todos os membros da actual unidade adscrita e também um número importante de guardas civis e de polícias nacionais que queram passar ao novo corpo”. Louva integraçom da Polícia e Guarda Civil espanholas na sociedade galega Trás gavar-se de a Galiza administrativa ter uns “níveis de segurança melhores do que a meia do Estado”, Méndez Romeu incidiu na “percepçom favorável” que a cidadania galega teria dos corpos repressivos estatais, assinalou o facto objectivo de que “a maior parte dos guardas civis e polícias nacionais destinados na Galiza sejam da própria comunidade” e assegurou que este favoreceria "esse arreigo e essa convivência doada, e portanto melhores taxas de segurança pública" (sic). A jornada policial continuará esta tarde com a presença do director geral de Segurança e Emergências da administraçom canária, José Andrés García de las Casas, que falará sobre ‘A política de Interior na Comunidade Autónoma das Ilhas Canárias. O desenvolvimento dum modelo policial e de segurança nos seus inícios’. Aliás outro técnico policial catalám, Jesús A. Solares, abordará a criaçom dum novo corpo policial na sua fase de consolidaçom a partir da experiência catalá. A clausura da jornada correrá a cárrego de María Isabel Durántez Gil, directora geral de Interior da CAG e pessoa destinada a jogar um papel fundamental na formaçom do novo corpo repressivo. Mais informaçom na ligaçom anexada
 
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