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A falta de transparência e o cúmulo de irregularidades com que se está a desenvolver a causa aberta contra a AMI pola Guarda Civil e o Julgado Central de Instruçom nº 1 da Audiência Nacional nom nos permitem dispor de informaçom fidedigna, mas, se os dados aparecidos nos meios até ao momento nom nos enganam, o MLNG teria abertos agora mesmo três sumários judiciais no tribunal político especial de Madrid. O primeiro dos processos quanto a número de pessoas encausadas seria o que procura a declaraçom da AMI como ‘associaçom ilícita’ e a incriminaçom de parte da sua direcçom e militáncia na comissom de factos delitivos. Até o de agora, este sumário permanece sob segredo e portanto desconhece-se a entidade real das acusaçons realizadas pola Guarda Civil. A competência judicial nom está dirimida três meses após as detençons de Novembro e, se nos atemos às informaçons de La Voz de Galicia, aquela estaria fluctuando entre a Audiência Nacional e um tribunal ordinário da CAG. Um segundo sumário afecta @s militantes Giana Rodrigues e Ugio Caamanho, detid@s na capital galega no passado 23 de Julho e actualmente pres@s respectivamente nos cárceres de Brieva (Ávila) e Navalcarnero (Madrid) a mais de 500 quilómetros da Galiza. Rodrigues e Caamanho estám acusados da colocaçom dum artefacto explosivo na sucursal de Caixa Galicia em Compostela. A deflagraçom do citado artefacto causou no seu dia importantes danos na sede financeira. Processo “genérico” contra o independentismo galego Por último, exisitiria, segundo a citada fonte e sem possibilidade de confirmar a informaçom, umha terceira investigaçom genérica que afectaria, sob a denominaçom de investigaçom sobre o “contorno independentista galego” –isto é, potencialmente, todo o MLNG-, um conjunto extenso de organizaçons, colectivos e pessoas. À espera da confirmaçom efectiva, a notícia aparecida no 9 de Fevereiro no diário corunhês assegurava que seria este sumário instruido por Teresa Palacios o processo no que o juíz do Julgado de Instruçom e Primeira Instáncia nº 2 de Compostela trataria de enquadrar o processo aberto contra a AMI. O desconhecimento, a incerteza e a indefensom jurídica que derivam da presente situaçom de imposiçom ou prolongaçom do secreto sumarial estám a derivar num cúmulo de irregularidades jurídicas e na impossibilidade de os advogados realizar umha abordagem efectiva da defesa das pessoas encausadas. De Ceivar queremos denunciar esta situaçom de “limbo legal”, exigir o levantamento do secreto sumarial e o remate da presente situaçom de absoluta indefensom jurídica que se acrescenta ao próprio facto de os processos serem geridos por um tribunal político especial.
 
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