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A Assembleia da Mocidade Independentista (AMI) oferecia esta manhá umha rolda de imprensa para valorizar o processo repressivo em que se encontra imersa e a actuaçom dos diferentes agentes que incidem no mesmo. A nota informativa que publicamos na íntegra mais abaixo resalta o papel que estám a jogar os meios de difusom na dinámica aberta em 14 de Novembro, denunciando particularmente o papel parapolicial e parajudicial que desenvolve o rotativo La Voz de Galicia. É o silenciamento absoluto a que será submetida nos jornais e informativos de amanhá que nos leva à sua publicaçom íntegra. Trás assegurar que “nom nos atopamos perante nada novo”, umha vez que a AMI seria “alvo de operaçons repressivas políticas, judiciais e policiais desde o seu nascimento até o dia de hoje”, a organizaçom juvenil independentista denuncia a existência simultánea de três processos contra o independentismo galego na Audiência Nacional de Espanha e assinala que “existe um problema político de fundo”. Denuncia aliás a AMI as irregularidades judiciais do processo em que está imersa, o facto de que @s militantes encausad@s saibam do mesmo pola imprensa e a prolongaçom sine die do secreto do sumário, circunstáncia que facilitaria a prática de jos_content detençons e a indefensom d@s imputad@s, umha vez que os advogados de Ceivar nom tenhem acesso à causa. AMI declara a sua “vontade de seguir trabalhando, como o vimos fazendo desde sempre, por umha Galiza ceive e socialista” ao tempo que admite um facto inerente à actual situaçom de ausência de liberdades democráticas: “a repressom acompanhará a nossa militância política em cada momento, mas nom será porque nós assi o escolhamos. O Estado em que vivemos nom é democrático e pensar por si próprio ou ser independentista parece ser delito. Porém, nada disto nos assusta. Seguiremos trabalhando com a mesma força de sempre”. Comunicado nacional de imprensa da AMI Na manhá de hoje a AMI convocou umha rolda de imprensa para informar das novidades do processo judicial aberto contra a organizaçom. Depois da nova aparecida na semana passada em La Voz em que se dava conta da transferência do caso à Audiencia Nacional mais umha vez, quigemos pontualizar algumhas questons e denunciar o papel que os meios de comunicaçom estám jogando no processo. Reproduzimos na íntegra o comunicado. Ante as últimas notícias aparecidas na imprensa a respeito do processo político-judicial aberto contra militância da nossa organizaçom desde o mês de Novembro queremos manifestar: 1.- A Assembleia da Mocidade Independentista, como já temos declarado noutras ocasions, é umha organizaçom juvenil pública, com um trabalho político conhecido e reconhecido durante os seus já mais de dez anos de existência. As diferentes geraçons de militantes que passárom pola AMI caracterizárom-se unicamente pola sua implicaçom e dedicaçom política num projecto mais extenso, o independentismo galego, do qual a Assembleia fai parte como mais umha organizaçom juvenil.Desde o seu nascimento até o dia de hoje a organizaçom de palestras, actos de protesto, menifestaçons, emisom de comunicados ou coordenaçom de concertos som as actividades que veu desenvolvendo. 2.- Nom nos atopamos perante nada novo.A AMI é alvo de operaçons repressivas políticas, judiciais e policiais desde o seu nascimento até o dia de hoje, dia em que se atopam abertos na Audiencia Nacional de Madrid até três processos contra militância independentista galega. Estes factos evidenciam que no País existe um problema político de fondo que o Estado espanhol decide solucionar, como sempre, com repressom e operaçons policiais como a vivida. 3.- Aproveitamos a ocasiom para denunciar que o processo judicial aberto contra nós, bem dirigido pola Guardia Civil, regista irregularidades de partida. O facto de inteirarmo-nos através da imprensa de qual é a situaçom do mesmo, o facto de que desde o dia 11 de Novembro até o dia de hoje nom se tenha levantado o secreto sumarial ou o facto de que os autos nom nos sejam notificados com normalidade fala respeito das claras intençons do julgado nº 2 de Compostela, que teria decidido instruir o processo desatendendo o nosso direito a defesa. A dia de hoje e a mais de três meses desde as detençons nom sabemos em que julgado ficará o nosso encausamento. 4.- Queremos denunciar a atitude cúmplice dos meios de comunicaçom que em todo momento, também saltando as normas do decoro jornalístico, decidem emitir juízos de valor a respeito da nossa militância política ou das nossas vidas. Aproveitam qualquer umha ocasiom para mesclar os nossos nomes ou siglas na conjuntura que seja com tal de intoxicar, criminalizar ou destruir. Bem acordes com as forças repressivas, parecem gostar do papel que lhes tenhem reservado. 5.- Finalmente, manifestamos a nossa vontade de seguir trabalhando, como o vimos fazendo desde sempre, por umha Galiza ceive e socialista com o intuito de chegar a sermos cidadaos e cidadás verdadeiramente livres. Sabemos que a repressom acompanhará a nossa militância política em cada momento, mas nom será porque nos assi o escolhamos. O Estado em que vivemos nom é democrático e pensar por si próprio ou ser independentista parece ser delito. Porém, nada disto nos assusta. Seguiremos trabalhando com a mesma força de sempre. Estado espanhol, estado repressor! Viva Galiza ceive e socialista! Compostela, Fevereiro 2006
 
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