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Às pessoas e colectivos mais do que polas palavras conhecemo-los polas suas acçons. A posiçom do nacionalismo institucional perante o Plano Estratégico de Resposta Policial desenhado por Madrid evidencia até que ponto chega a sua colaboraçom com as forças repressivas do Estado. O alcalde do BNG no Porrinho, Raul Francés, reunia-se ontem com a Guarda Civil para aplicar nesta vila o plano de Interior que visa o incremento da vigiláncia e a pressom policial sobre a mocidade. “Com a criaçom da Junta Local de Segurança conseguimos um âmbito mais no que juntar esforços e agir de jeito coordenado”, afirmava optimista o regedor porrinhês trás umha reuniom com mandos da Guarda Civil para acrescentar a vigiláncia do instituto armado sobre centros educativos e locais de ócio de jovens e adolescentes. A excusa para o despregamento policial é, segundo vimos informando nas últimas semanas, o controlo do tráfico e consumo minorista de drogas ilegalizadas na mocidade. Guarda Civil assumirá o controlo da mocidade na vila do Porrinho A aplicaçom do plano correrá a cárrego da Polícia local e o quartel da Guarda Civil. Francês reunia-se ontem com o capitám da organizaçom armada espanhola Jesús García e o tenente Antonio Porto. Aliás, assistiam a concelheira de Segurança Cidadá Obdulia Diniz e o chefe da Polícia local Álvaro Cunqueiro. Francés nom tinha reparo em afirmar que o plano policial enquadra-se na “línea de cooperaçom entre a Guarda Civil e a Polícia local, que se concretou na criaçom da Junta Local de Segurança do Porrinho”. Tal cooperaçom é embora meramente subsidiária, umha vez que coloca a Polícia local como corpo auxiliar do instituto armado, único depositário de competências exclusivas na matéria. A colaboraçom da direcçom do nacionalismo maioritário com as forças policiais espanholas nom é de agora. Contodo, aprofunda-se ano após ano. A participaçom acrítica e seguidista do BNG na aplicaçom dumha estratégia que unicamente visa o controlo da mocidade galega e a sua socializaçom no temor e a obediência às forças de ocupaçom, desbotando contrapor medidas sócio-educativas e de carácter comunitário à intervençom repressiva generalizada, é, sem rasto de dúvida, umha contribuiçom à legitimaçom social da presença e funçons duns corpos repressivos desenhados para combater a construçom nacional da Galiza que conta no 'deve' do BNG .
 
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