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O processo repressivo aberto o passado 14 de Novembro contra a Assembleia da Mocidade Independentista (AMI) tem derivaçons no dia a dia de muit@s militantes nas suas respectivas comarcas. Adriám M. P., membro da organizaçom juvenil independentista na Amaía, é objecto nos últimos meses de diversos incidentes repressivos que tenhem chegado inclusivamente à agressom física por parte dos corpos policiais sobre a sua pessoa. Membro activo da associaçom cultural A Fouce de Ouro, Adriám M. P. era detido o passado dia 14 de Novembro no marco da ‘Operación Castiñeira’, vendo registada a sua casa e requisados diversos objectos pessoais e parte do dinheiro da associaçom em que participa. O moço galego fora também registado por agentes da ‘Guardia Civil’ recentemente quando colava cartazes na paróquia de Bertamiráns, sendo submetido a um registo corporal e apontados por agentes da ‘Guardia Civil’ os telefones da sua agenda pessoal. Aliás, o militante da AMI foi agredido o passado dia 12 de Outubro por efectivos da polícia de choque espanhola, quando, junto a mais dum cento de pessoas, participava na Corunha na mobilizaçom contra a imposiçom da bandeira espanhola. O episódio repressivo está denunciado judicialmente por Ceivar. Pode-se consultar esta última informaçom na página 12 do nosso ‘Noticiário contra a Repressom’. Nom remata aqui a sequência de incidentes repressivos de que é objecto o jovem galego: Adriám M. P. era ontem alvo novamente dum novo caso de pressom repressiva individualizada. Dous agentes da ‘Guardia Civil’ do posto de Milhadoiro retinham o independentista galego quando colava cartazes anunciando umha mobilizaçom ao centro penitenciário de Teixeiro para o próximo sábado e outros em que se denunciava a ‘Operación Castiñeira’. Os números que procedérom à identificaçom de M. P. obrigárom-lhe a tirar parte da sua roupa, registárom-no novamente, requisárom o material informativo, tratárom de intimidar o militante com ameaças e insultos e intentárom que retirasse manualmente os cartazes que estavam colados numha clara tentativa de humilhaçom. O nosso organismo anti-repressivo quer denunciar mais umha vez este tipo de práticas que tem adoptado carta de ‘normalidade’ quando se tratar de militantes independentistas. Queremos denunciar também a posiçom que ao respeito mantenhem a totalidade das forças políticas presentes na câmara municipal de Ames que, enquanto ficam em siléncio perante as práticas do instituto armado espanhol contra a mocidade da Amaía, ‘reivindicam’ o alargamento do quadro de pessoal da ‘Guardia Civil’ e a construçom dum novo quartel na comarca. O próprio BNG tem aderido a esta esta ‘reivindicaçom’ fazendo-a sua. Exigimos por último o cessamento das medidas repressivas excepcionais sobre a mocidade independentista da Amaía e anunciamos medidas de contra-informaçom e mobilizaçom juvenil em caso de a ‘Guardia Civil’ espanhola nom cessar na prática que vem sostendo sobre este e outr@s militantes.
 
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