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 coia com diego lores semana8 14O próximo 17 de Janeiro terá lugar o juízo-farsa a Diego Lores, umha das pessoas represaliadas pola luita contra a instalaçom do barco Bernardo Alfageme numha rotunda do bairro viguês de Coia. A acusaçom particular dum polícia local acusa a Diego de atentado com resultado de lesons, e pede três anos e meio de prisom e 30.000 euros de responsabilidade civil.

Para denunciar o caso e recolher apoios a Diego e às mobilizaçons vizinhais na defesa do bem comúm, a Asembleia de Coia, Baladre (Coordinaçom de luitas contra a precariedade, o empobrecimento e a exclusom social) e gente solidária esta-se a desenvolver umha semana de palestras e projeçons em solidariedade com a luita na rotunda de Coia que leva por título: "Quérennos en soidade, téñennos en común".


Do domingo 8 até o sábado 14 de Janeiro, haverá atividades em diferentes localidades paras as quais a vizinhança de Coia estará acompanhada de pessoas que participaram em diferentes luitas com o objetivo de partilhar experiências e tecer redes solidárias.
Este ciclo de palestras, irá acompanhado da projeçom da curta Moito Peixe Rompe A Rede que repassa os meses de conflito > https://www.youtube.com/watch?

Também está disponível um comunicado a pedir a absoluçom de Diego: https://www.change.org/p/

Calendario de atividades:

PONFERRADA
Domingo 8 Janeiro às 15h00. Magaz de Arriba (Ponferrada)

FERROL
Segunda-feira 9 Janeiro às 19h00. Ateneo Ferrolán (r/Magdalena 202-204)

SABARÍS
Terça-feira 10 Janeiro às 20h00. Casino de Sabarís (r/Julián Álvarez 33)

OURENSE
Quarta-feira 11 às 20h00. A Galleira (Praça de Sam Cosme)

NIGRÁN
Quinta-feira 12 Janeiro às 20h00. A Casa Colorida (r/Rosalía de Castro 16)

PONTEVEDRA
Sexta-feira 12 às 20h00. Casa das campás (r/Don Filberto 9)

VIGO
Sábado 14 às 19h00. CS Faísca (r/Toledo 9)

Participa! A nossa solidariedade é imparável!

 

 

1 920422340620189774De novo, acompanhando o protesto de intramuros, saimos à rua entre as 20h e as 21h desta sexta-feira 30 de Dezembro para visibilizar as suas reclamaçons elementares. Os pontos que o Coletivo de Presas Independentistas Galegas reclama som: O reconhecimento da sua condiçom de prisioneiras políticas, o fim da política criminal de dispersom penitenciária, o reagrupamento dos membros do coletivo numha mesma prisom em território galego, o cessamento do regime de reclusom nos centros de menores e a melhora geral das condiçons de vida no encerro.

As convocatórias som: QUINTA-FEIRA 30 DE DEZEMBRO

Compostela: 20:30h na praça do Toural

Burela: 20:30h na praça do Concelho

Vigo: 20h no Marco (rua Principe)

Ourense:20:30h na praça do Ferro

Lugo: 20:30h na Praça Maior

 

calendario2017Mais um ano o Organismo Popular Anti-repressivo CEIVAR tem o orgulho de apresentar-vos o calendário solidário de 2017 do punho do preso independentista galego Antom Santos Peres.

O almanaque que ides ter entre as maos é o fruto dum bonito trabalho realizado coleitivamente desde dentro e fora dos muros das prisons, umha tarefa que nom sempre resultou ser doada e que a achegamos às/aos solidárias/os com muita alegria e ilusom. Aguardamos que seja do agrado de todas/os e que, desde os nossos fogares, lugares de trabalho ou encontro, lembremos cada dia o compromisso com a solidariedade e a fermosura que nom poderá barrer nemgum muro de formigom.

Finalmente queremos agradecer especialmente a Antom Santos a sua importante contribuçom assim como a todas as pessoas que se implicárom neste projeto que tem como objetivo dotar de recursos económicos a luita diária contra a repressom que leva desenvolvendo o Organismo Popular Anti-repressivo CEIVAR desde há mais de umha década.

Podede-los atopar nos seguintes pontos do País ao preço de 10 euros:

COMPOSTELA

Centro Social A Gentalha do Pichel: Rua de Santa Clara, 21

Livraria Ciranda-Lila de Lilith: Rua Travessa, 7

Livraria Couceiro: Praça do Pam

Livraria Pedreira: Rua do Homem Santo, 55

FERROL:

Fundaçom Artábria: Travessa de Batalhons nº 7 rés-do-chao

Bar Chimarrao: Rua Sartanha, 61

OURENSE:

Centro Social A Galheira: Rua Pena Vixia, 67

Bar Lusco-Fusco: Rua da Liberdade, 9

LUGO:

Centro Social Mádia Leva!: Rua Serra dos Ancares, 18

BURELA:

Xebra Associaçom: Rua Leando Cucurny, 19

VIGO:

Centro Social A Revolta: Rua Real, 12

Local Social Faíscas: Rua Toledo, 9 (Calvário)

Bar O Batalhom: Rua Martín Códax 17b

 
 
afiche concentracion XI Marcha as cadeias Mesa de trabajo 2
A Asociaçom de familiares e amigas/os das presas/os vem de anunciar a XI MARCHA ÀS CADEIAS. A continuaçom reproducimos a nova que nos encaminharom:
 
Mais um ano, em Que Voltem Para a Casa já estamos a aquecer motores, preparando-nos para levar-lhes a Antom, Teto, Eduardo, María e Raúl toda a nossa força e carinho; para ir berrar, bem alto e claro, às prisons onde as mantenhem afastadas que as queremos na casa.
Vamos deixar-lhes bem claro que nom há distância nem muro que poida parar a nossa solidariedade.
 
Os próximos 3 e 4 de fevereiro decorrerá esta Onceava Marcha às Cadeias; iremos dando mais informaçom sobre horários, itinerários e atividades solidárias q se vam desenvolver para que, de novo, a Marcha às Cadeias tenha um grande sucesso.
 
Mais um ano vamos rachar com os muros das prisons!!
 
Que Voltem para a Casa!!!!
 
 
 
 

Reproducimos a continuaçom o comunicado que recebimos no nosso correio eletrónico do Coletivo de Presos/as Independentistas Galegos/as perante o falecimento do Comandante Fidel Castro Ruz. este comunicado também se pode consultar na pagina web do CPIG.

cpigSe bem o Coletivo de Presos/as Independentistas Galegos/as nom costuma manifestar-se publicamente perante acontecimentos semelhantes ao que motiva esta breve comunicaçom, consideramos que nesta jornada histórica e trascendental o nosso Coletivo deve expressar a nossa consternaçom e profundo pesar polo falecimento do Comandante Fidel Castro Ruz, dirigente revolucionário cubano e filho também da nossa Terra.

Sabemos que esta humilde mensagem chegará dias depois de que a notícia percorra o mundo e seja respondida com milhares de expressons individuais e coletivas de reconhecimento à figura de Fidel e de solidariedade com o povo cubano, mas superando as dificuldades e restriçons impostas polo regime carcerário espanhol, queremos unir a nossa voz à de todos os revolucionários/as do mundo que nestas datas nos juntamos por volta da grandeza imbatível do Comandante.

Nom vamos reiterar no que tanto se levará insistido nestes dias; na sua trajetória política e guerrilheira, nas suas brilhantes contribuiçons teóricas e analíticas, nas conquistas sociais da Revoluçom, na digna Soberania anti-imperialista de Cuba, no internacionalismo revolucionário praticado sempre pola República cubana... Hoje, os presos e presas independentistas galegas queremos salientar os imprescindíveis valores revolucionários que Fidel nos deixa com o seu exemplo permanente. Falamos da dignidade inquebrantável diante de adversidades e agressons do inimigo, da rectitude e a coerência pessoal e política, da valentia no combate, da capacidade de resistência diante da repressom, da generosidade com o povo e com outros povos, da sinceridade na expressom política mesmo nas etapas mais difíceis.

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jexuxmari1
Jexuxmari Zalakain é professor na faculdade de Ciências Sociais e da Comunicaçom da Universidade do País Basco. Com uma petiçom fiscal inicial de 48 anos de prisom, que sofreu diferentes variaçons e reduçons, acabou cumprindo 8 anos de cárcere por fazer parte do Conselho de Administraçom do diário EGIN, que foi clausurado pelo juiz Baltasar Garzón no ano 1998.

Ceivar: Por fazer jornalismo acabas com teus pés numa cela. Conta-nos, que era Egin e por que acaba "ilegalizado".
J.Z: EGIN foi um jornal abertzale de esquerda, criado e mantido pela contribuiçom de pequenas quantidades da gente durante 20 anos, um diário popular, nom elitista, que se denominou a si mesmo “a voz dos sem voz”, no sentido de que tratava de refletir as aspiraçons e combates dos sectores mais esquecidos pela grande imprensa, e também dos mais ativos politicamente. Com o tempo converteu-se na besta negra do estado espanhol e de quem sustentavam seus interesses dentro e fora de Euskal Herria. A seu fechamento o inefável e grotesco presidente Aznar disse: “Achavam que não nos íamos atrever”. Efetivamente, atreveram-se com toda a impunidade, acusando a seus gestores e jornalistas de pertence a banda armada”. Em 2009, com todos seus gestores, o diretor e a subdiretora no cárcere, fechada também a emissora RÁDIO EGIN, o Tribunal Supremo espanhol sentenciou que seu fechamento tinha sido “ilegal”; mas ninguém devolveu os bens apreendidos.

Ceivar: Em todos estes anos que estiveste preso, notaste uma grande diferença na luita na rua?
Durante esses anos a esquerda abertzale deu uma grande viragem, apostando por vias “exclusivamente democráticas”, ETA deixou as armas “definitivamente”, e toda a militância ficou moi tocada, quase em choque durante vários anos, sem poder levar à prática as formas de luita que tinha adoptado para a nova etapa que se abria a continuaçom. A mim e aos meus companheir@s de prisom parecia-nos que nossa gente tinha perdido punch, que nom tinha frescura, que já nom tinha chispa”; era também o que nos iam transmitindo @s companheir@s que saíam em liberdade. Dava-nos a impressão de que nom se sabia moi bem como atuar, ou que se fazia moi torpemente. Depois surgiu o 15M, Podemos e as confluências e parecia que tinham descoberto o mediterrâneo: há que lutar pela gente, a confluência da luta nacional e social; ou seja, justamente as senhas de identidade da esquerda abertzale de toda a vida. Agora, após nom poucos desencontros, acho que o pessoal se recuperou desse trauma inicial e está de novo com as pilhas carregadas, uma direçom renovada e uma ingente tarefa por diante: queremos ser independentes, ativando o direito a decidir, sem tentar previamente adobregar ao estado com as armas.
A mim me tocou viver uma época muito tranquila, ao menos comparado com a que me contavam os colegas que viveram e sobreviveram aos combates dos 80-90: contínuos confrontos, greve de fome prolongadas, a morte em algumas ocasions, chapeos, etc. O confronto com a instituiçom carcerária foi quase uma forma de vida. O nosso foi mais suave. Após ouvir os relatos de tempos passados, comecei a dizer que eu estava num “balneário”. Temos feito de todo o anterior, mas com outra intensidade, a outro ritmo. A instituiçom segue mantendo a muitos d@s pres@s polític@s em isolamento e em condiçons pouco dignas, mas digamos que o assanhamento é mais seletivo. Ademais, tinha-se decidido que a luta se transladasse basicamente à rua, que o peso da repressom nom devia de cair principalmente n@s prisioneir@s. Nom sei se com muito sucesso.

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