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Mais um mês no interior das cadeias, as presas independentistas passam umha jornada completa de jejum em reclamaçom polos seus direitos. Nas ruas, entre as 20h e as 21h da noite concentraremos-nos as pessoas solidárias, para visibilizar as suas reclamaçons elementares. Desta volta ademais, aproveitamos que para Outubro é o aniversário de Edu, e vamos levar faixas com parabéns, depois imprimiremos as fotos e enviaremo-las à prisom de Ocaña para que cheguem no momento da celebraçom, assim que aproveita para vir também rachar os muros e celebrar a pesar do encerro.

Os pontos que o Coletivo de Presas Independentistas Galegas reclama som: O reconhecimento da sua condiçom de prisioneiras políticas, o fim da política criminal de dispersom penitenciária, o reagrupamento dos membros do coletivo numha mesma prisom em território galego, o cessamento do regime de reclusom nos centros de menores e a melhora geral das condiçons de vida no encerro.

As convocatórias som:

SEXTA-FEIRA 30 DE SETEMBRO

Compostela: 20:30h na praça de Galiza

Burela: 20:30h na praça do Concelho

Vigo: 20h no Marco (rua Principe)

Ourense:20:30h na praça do Ferro

Lugo: 20:30h na Praça Maior

Achega-te à concentraçom mais próxima!

 

Após lucasvokgzser julgado na semana passada denunciado pola organizaçom galegófoba Galicia Bilingue, Volk Gz está à espera da sentença, que sairá nas próximas semanas.

O músico Lucas C. S., aliás Volk Gz e também integrante do duo de rap Tinta Rebelde viu há aproximadamente um ano atrás como censuravam um dos seus temas subidos ao youtube, fruto de umha ordem judicial que ainda desconhecia. A denunciante era a organizaçom espanholista Galicia Bilingue, que pede 2 anos e 5 meses de prisom para o músico de Lugo por esta cançom, por um suposto “delito de ameazas”, que a fiscalia rebaixa a “falta de ameazas” e polo qual pede o pago de umha multa de 300 euros.

“A repressom a músicos no estado espanhol nom é umha novidade” defende o rapeiro “pretendem que se aplique a autocensura, mas estou no meu direito a escrever e com isto só me dam mais motivos para o trabalho musical”.

Lucas, para quem a defesa pede a absoluçom, explicou ante o juiz que o seu trabalho “era umha crítica sociolinguística à situaçom do galego”. Enquanto Gloria Lago, afirmou que era “un vídeo terrorífico que pone los pelos de punta; me sentí amenazada" e engadiu que se “asustó también” já que Volk Gz estaria vinculado com "grupos muy radicales".

Alguns dos versos julgados como provas forom "A todo porco lhe chega o seu Sam Martinho" ou "os que nom toleramos a esses bastardos que se enterem que estamos fartos, fartos de tanta hipocrisia".

De ceivar queremos mostrar a nossa solidariedade com Volk Gz e denunciar a censura e a criminalizaçom de formas artísticas que nom renunciam à defesa dos nossos direitos individuais coletivos.

Contra a repressom, solidariedade imparável!



 

O próximo 30 de Outubro cumpre-se um ano das detençons da Operaçom Jaro, que para além das detençons de nove pessoas, implicou a ilegalizaçom de facto dnomhailegalizaomjaroa organizaçom política Causa Galiza. Na altura o juiz da Audiência Nacional Eloy Belasco impus umha “ suspensom de atividades” de um ano, prorrogável. Pois bem, nas próximas semanas remata este periodo, e resulta provável a aplicaçom da prórroga. Assim que as nove independentistas encausadas vam interpor um recurso contra este esperável alongamento na Audiência Nacional. Segundo informam no portal galizalivre.wordpress.com, no caso do tribunal político nom dar resposta possitiva, recorreram ao Tribunal Constitucional, reclamando “o direito a fazer política independentista na legalidade”, questom que definem como um direito “inviolável e prévio a qualquer ordenamento legal espanhol”.

 

Vários carcereiros malhárom em Antom o ano passado quando solicitou umha bata regulamentária ante o requerimento de lhe realizarem umha inspecçom física integral após umha visita familiar.

O preso independentista denunciou a agressom e o observatório dos direitos e liberdades, Esculca, apresentou umha queixa em Junho do ano passado solicitando que se investigasse esta denúncia. Num primeiro informe de Março deste ano a Defensoria del Pueblo, presidida por Soledad Becerril (durante anos política profissional do PP,  na imagem) reconhecia que Instituiçons Penitenciárias ignorou a primeira solicitude, e procedia de novo a solicitar umha explicaçom. Agora Instituiçons Penitenciárias respondeu enviando a descriçom do procedimento geral, e a Defensoria dá por boa esta resposta. Segundo informa Esculca na sua web, “nom consta que a Defensoria tenha realizado outras actuaçons no expediente além da mera petiçom destes informes a Instituiçons Penitenciárias, nem consta que tenha mantido entrevista reservada com o penado em nenhum momento para conhecer a sua versom dos feitos”.

Aliás, quando Antom solicitou um reconhecimento mdefensoradelpueblo_soledadbecerrilédico para valorar as lesons físicas derivadas da malheira, esta foi em presença dos carcereiros, vulnerando todo direito à confidencialidade clínica. E a justificaçom da prisom é alegar a suposta agressividade das vítimas em estas circunstáncias (!). Agressividade como presunçom de conduta nas pessoas presas em geral, nom demonstrada e tampouco viável já que a exploraçom foi através dumha cancela de segurança, o qual elimina qualquer eventual perigo para o pessoal médico.

O que é explícita é a agressividade e violência dos carcereiros torturadores, de Instituiçons Penitenciárias e da Defensoría del Pueblo. Esta última, e tal e como sinala Esculca “limita-se a despachar a queixa por via do automatismo e com intervençons meramente burocráticas (…) funcionando como legitimadores do Estado”

Os cárceres som centros de extermínio. Antom Liberdade!

 

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Mais um mês no interior das cadeias, as presas independentistas passam umha jornada completa de jejum em reclamaçom polos seus direitos. Nas ruas, entre as 20h e as 21h da noite concentraremos-nos as pessoas solidárias, para visibilizar as suas reclamaçons elementares.

Os pontos que o Coletivo de Presas Independentistas Galegas reclama som: O reconhecimento da sua condiçom de prisioneiras políticas, o fim da política criminal de dispersom penitenciária, o reagrupamento dos membros do coletivo numha mesma prisom em território galego, o cessamento do regime de reclusom nos centros de menores e a melhora geral das condiçons de vida no encerro.

As convocatórias som:

SEXTA-FEIRA 26 DE AGOSTO

Compostela: 20:30h na praça de Galiza

Burela: 20:30h na praça do Concelho

Ferrol: 20h na praça do Concelho

Vigo: 20h no Marco (rua Principe)

Ourense:20:30h na praça do Ferro

Ponte Areias: 21h diante do Concelho

Lugo: 20:30h na Praça Maior

Achega-te à concentraçom mais próxima!

 

Mártires som aquelas que paalexandrebovedadecem grandes sufrimentos a causa da defesa da sua opiniom ou posiçom. As que nom recuam, as que olham de frente à morte. Quando celebramos a Galiza Mártir estamos a homenagear a Galiza resistente e rebelde. Longe da ladaínha do lugar de submissom em que tantas vezes é colocado o nosso povo, a Galiza Mártir é a Galiza que ante a dor e a infâmia, sabe erguer-se na postura da dignidade.

Deforma-se a curva do sorriso, deformam-se as vértebras, escorrega o sangue. Mas a Galiza mantem-se em pé enquanto lateja o corpo frente ao fascismo.

O 17 de Agosto de há 80 anos matarom a Alexandre Bóveda em Poio. Alexandre pagou com a vida, ele e outros e outras: Galiza é o nome dum povo inteiro. Muitas vidas roubou Espanha: a das esquecidas, as despossuídas, as perseguidas, as rapadas, as violadas. As que nom renunciarom, as que nom colaborarom com o inimigo ainda com a vida em jogo. Nunca aguentar em pé tem tanto valor como quando se olha de frente aos lobos da morte. Estar de pé frente um fuzil e dizer Galiza e manter o olhar. Morrer com a terra entre os dentes.

Temos mártires em fossas comuns ou atiradas dentro de sacos no mar e nos rios, polos cantís, polas corredoiras. Temos mártires estercando pampilhos e dente de leom. Temos mártires fazendo crescer novas geraçons de militantes da liberdade. As nossas mártires estám em pé, gozam de boa saúde e de digna raiva. Mantenhem a olhada clara. Os lobos também estám ainda aí.

Que viva a Galiza Mártir!

 

 
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