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Esta images.duckduckgo.comdata celebra-se na Galiza desde o ano 2000; mas resiste-se e combate-se desde vários séculos antes. Depois de quinze anos de celebraçom pública, após a ediçom do 2015 vimos como nove pessoas eram detidas e encausadas por reconhecerem e celebrarem esta jornada de dignificaçom da memória coletiva. A denominada “operación Jaro”, continua aberta na Audiência Nacional e ampliada este ano a mais três pessoas pola sua militáncia no organismo popular anti-repressivo Ceivar.

A história do nosso povo nom encaixa com o discurso oficial espanhol, e contra as descriçons de tinte colonial que apresentam a Galiza submisa, a auto-organizaçom popular vém visibilizando as boas e generosas que se defenderam, que entregaram a vida para a causa do povo.

Na madrugada do 11 de Outubro de 1990 as militantes do Exército Guerrilheiro do Povo Galego Ceive, Lola Castro e José Vilar perdiam a vida ao se acionar accidentalmente um artefacto explossivo destinado à luita contra o narcotráfico. Elas, e muitas outras combaterom pola liberdade. E nom deixarám de ser nomeadas, ainda que a sua lembrança seja empurrada à clandestinidade. Falaram muros e falara-se boca a boca e celebrara-se fora dos focos a saude das nossas mortas.

Sobre os seus leitos mantenhem-se as flores frescas.

11 de outubro é todos os dias.

 

photo5963013919981284048A próxima segunda-feira, 9 de Outubro, há convocada pola CIG umha concentraçom em Lugo às 12:00h diante dos julgados em apoio as 5 pessoas processadas por participar na greve geral do 2010 e contra a repressom sindical.

Como publicamos no seu momento neste portal, a violência policial dessa jornada de greve saldou-se em Lugo com 4 detidas que denunciarom ser agredidas na própria detençom. Paradoxalmente, sete anos depois cinco pessoas estam processadas acusadas dum delito de faltas e atentado a autoridade.

Desde Ceivar queremos mostrar o nosso apoio as militantes repressaliadas e animamos a pessoas e coletivos a participar desta concentraçom.

FRENTE A REPRESSOM, SOLIDARIEDADE ATIVA!

 

que voltemO parlamento europeu vem de aprovar, por vez primeira, um informe nom legislativo no que se rexeita o afastamento dos presos, no qual se manifesta que "hai que elaborar medidas que permitam o achegamento de todos os reclusos que estem lonje dos seus fogares, salvo se a autoridade judiciária se pronuncia em contra por razons justificadas desde o ponto de vista legal" e engade que "constitue um castigo engadido para as famílias dos reclusos" que vulnera o artigo 8 do Convênio para a Protecçom dos Direitos Humanos e das Liberdades Fundamentais (CEDH).

Ao serem um texto nom legislativo os estados manteriam a competência, mas é de grande importância que a Câmara Europeia se pronuncia-se de maneira clara e contundente contra a dispersom penitenciária.

No trascurso do pleno a parlamentar do Sinn Fein Martina Anderson expressou q "as cadeias nunca deveriam ser utilizadas como arma do estado"

 

setembro2017Umha sexta-feira mais, acompanhamos o protesto de intramuros, saimos à rua entre as 20:00h e as 20:30h desta sexta-feira 29 de Setembro para visibilizar as suas reclamaçons elementares.

Os pontos que o Coletivo de Presas Independentistas Galegas reclama som:

O reconhecimento da sua condiçom de prisioneiras políticas, o fim da política criminal de dispersom penitenciária, o reagrupamento dos membros do coletivo numha mesma prisom em território galego, o cessamento do regime de reclusom nos centros de menores e a melhora geral das condiçons de vida no encerro.

As convocatórias teram lugar:

Ponte-Vedra: 20:30h na Praça da Peregrina

Compostela: 20:30h na praça do Toural

Vigo: 20:00h no Marco (rua Principe)

Ourense: 20:00h na praça do Ferro

Lugo: 20:30h na Praça Maior

Burela: 20:30 Praça do Concelho

 

conc20170920Perante o golpe de estado em Catalunya, Ceivar quer amosar a sua solidariedade com o povo catalá.

A vaga repressiva iniciada fai semanas contra imprentas e empresas "suspeitosas" de estar relacionadas com o referendo, continuava hoje com a detençom de várias pessoas e assalto a diferentes departamentos da generalitat.

Umha vez mais, como bem sabemos também na Galiza, Espanha vulnera o legítimo direito da liberdade de expresom e viola os direitos democráticos das e dos cidadas.

Ceivar fai um chamamento público a participar das diferentes concentraçons que se celebraram hoje, 20 de Setembro, em diferentes cidades do país, convocadas pola plataforma Galiza con Catalunya.

Ferrol: 20:30 h na praça Amada García Diante do edificio da Xunta

Lugo: 20:00 h diante da Subdelegaçom do Governo

Corunha: 20:00 h diante da Subdelegaçom do Governo

Compostela: 20:30 h na Praça do Toural

Vigo: 20:00 h na Farola de Urzáiz

Pontevedra: 20:00 h diante da Subdelegaçom do Governo

Ourense: 20:30 horas, Subdelegaçom do Governo

A solidariedade é a tenrura dos povos!
Independência Si!

 

cropped cpigA continuaçom publicamos o Comunicado do Colectivo de pres@s independentistas galeg@s que nos chegou ao correio electrónico do Organismo Popular Anti-Repressivo Ceivar:

 

Com motivo da pasada operaçom jurídico-policial contra a solidaderiedade independentista o CPIG manifesta públicamente o seu rexeitamento perante este novo ataque da repressom espanhola e expresa o seu apoio e reconhecemento á generosa tarefa desenvolta pol@s destacad@s militantes da solidariedade detid@s.

Como vimos analisando nestes anos, o Estado espanhol continúa despregando umha intensa repressom política que pretende liquidar a expressom revolucionária do independentismo galego. Cara esse objetivo estratégico, aplica umha repressom integral e específica que abrangue a acçom judicial, policial e carcerária com a impriscindível colaboraçom dos meios de comunicaçom sistémicos no papel de sinaladores e criminalizadores.

A designaçom no ano 2010 de um Fiscal especializado na luita anti-galega na Audiencia Nacional com o firme propósito de destruír a organizaçom do independentismo revolucionário galego, supujo um punto de inflexom com as conseqûencias de sobra conhecidas por tod@s; incrementos qualitativo e quantitativo das penas impostas ás combatentes, intensificaçom da política carcerária de dispersom e isolamento, pressom policial sobre solidari@s com @s represaliad@s, vigilancia intensiva sobre o espaço soberanista, marcagem e intoxicaçom mediática, suspensom de actividades e ameaça de ilegalizaçom de organizaçons políticas, processamento de militantes políticas sem vínculo com a violencia política… Nessa pretensom aniquiladora contextualizamos o último episódio desta vorágine repressiva que seguindo a estela de anteriores operaçons semelhantes, busca disuadir e extender o temor entre o movimiento independentista. Espanha quere que impere o terror, desmoraliçando a auto-organizaçom popular.

Na actual conjuntura producto da crise social e económica, o Estado mergulha-se em umha deriva totalitária e anti-democrática da que abundam exemplos; ái está a policializaçomm das rúas, o controlo social masivo, a omnipresencia do discurso reacciónário e neo-liberal convertido em pensamento único, a hipertrofia legislativa penal que eleva a categoría a desproporçom punitiva e o Dereito Penal do Inimigo, a Lei Mordaça que vulnera dereitos civís básicos e liberdades públicas, a contínua injerencia política nas decissons jurídicas… junto á corrupçom geralizada de um régime que saqueia recursos públicos para o lucro das élites dominantes mentres aumenta a desigualdade social e a pobreça.

A “democracia espanhola” evidencia-se já desvergonhadamente como a decrépita carauta formal da dominaçom fascista. Perante a cojuntura descrita; quem é aquí o terrorista? Como podemos qualificar ,senom, a política sistémica de repressom espanhola? Sigamos falando claro, fieis á nossa tradiçom política; temos enfrente ao novo fascismo espanhol ocupando os resortes de poder dun Estado ao serviço dos interesses oligárquicos.

Nestes tempos dificéis para os dereitos e liberdades cumpre renovar o compromisso adquirido com a luita pola liberaçom nacional. Dispomos da sólidos argumentos políticos, históricos , identitários ou económicos para reivindicar a independencia; mas hoje, antes de máis, o independentismo constitúe umha reivindicaçom democrática, saudável e higiénica ante um poder espanhol destructor e apodrecido que só nos ofrece miseria e degradaçom moral.

Cara esse horizonte emancipador cumpre fortalecer e consolidar amplos espaços comunitarios de apoio mútuo e solidariedadee frente ás gadoupas da repressom espanhola. Chamamos as/aos galeg@s conscientes e demócratas a multiplicar o respaldo e implicaçom nas atividades do Organismo Popular Anti-repressivo Ceivar, que próximamente chegará ao seu 15º aniversario. Da nossa parte, afirmamos umha vez máis, o nosso agredecimento pola enorme assisténcia anti-repressiva sostida incondicionalmente nestes máis de doze anos com pre@s independentistas nas cadeias espanholas.

A nossa solidariedade e imparável !!

Viva Galiza Ceive!!

Denantes mortos que escravos!!

 

 
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