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O sábado 3 deCARTEL_EMILIO_CAO Dezembro, às 12h na praça Maior do Carvalhinho, está convocada umha concentraçom solidária em apoio ao vizinho desta localidade que fora detido em 2014 na mobilizaçom das Marchas da Dignidade em Madrid.

Numha jornada de protestos em que foram detidas 31 pessoas, Emilio foi apanhado violentamente por polícias à paisana enquanto caminhava pola rua após manifestar-se. Passou dous dias em comisaria antes de ser posto em liberdade à espera de juizo.

Agora o Ministerio Fiscal solicita para o moço umha pena de cinco anos e oito meses de prisom.

Defender os nossos direitos nom é delito. Frente à repressom, solidariedade! O 3 de Dezembro, vemo-nos no Carvalhinho!

 

Amanhá, sábado dia 19, no Parc del Clot “Mai Soles davant l'Audiència Nacional”; nunca soas frente a Audiência Nacional é o título da jornada de solidariedade organizada polo Ateneu Zitzània del Clot-Camp de l'Arpa.cartazbarna

Começa de manhá, às 11h, com “como sobreviver à Audiência Nacional e nom desmobilizar-se no intento”, troca de experiências e analises em diferentes contextos de luita. Com encausadas pola Audiência Nacioal de diferentes contextos, e onde também participaremos como organismo antirepressivo para expór o caso do independentismo galego.

Às 14:30 haverá jantar popular e a partir das 16h as actuaçons de Títeres e concerto de flamenco.

 

A solidariedade é a tenrura dos povos!

 

Num tempo record naiscontraaimpunidadeditaminarom sentença os Julgados da Corunha. Apenas seis dias após o juizo, quinze pessoas, familiares de Diego Vinha (a sua mae, a sua tia e a sua prima), outras maes de pessoas mortas baixo custódia e várias solidárias resultarom condenadas a um total de 10.800 euros.

720 euros por pessoa mais as custas judiciais, e de nom pagar, a pena multa substitue-se por tres meses de prisom. Eis a condena por umha concentraçom na que nom houvo incidentes e na que nom se identificou a ninguem in situ, por berrar “A Guarda Civil tortura e assassina”, diante dos agentes do quartel de Arteijo, onde apareceu morto Diego aos 22 anos de idade.

A Guarda Civil apresentou-se como vítima de “injúrias” e “obstruida do direito ao culto” num juizo em que às encausadas nom se lhes permitiu nomear a sua necessidade de esclarecer a morte de Diego, “Esa no es la cuestión, aquí estamos para juzgar un delito de injurias a la Guardia Civil”, recalcou o juiz.

Em Setembro de 2004 Diego aparece morto no quartel após ser detido. A inverosímil versom do instituto militar é que se aforcouo nos calabouços com as suas calças. Mas durante a investigaçom o próprio sargento reconheceu que as calças foram deitadas no lixo, e que as câmaras de vigiláncia estavam desligadas. Desde entom família e solidárias concentram-se contra os atrancos à investigaçom e o silêncio mediático, cada 12 de Outubro -dia do Pilar, patroa da Guarda Civil- diante da igreja paroquial onde o corpo armado celebra umha missa católica.

Frente à criminalizaçom da dignidade das famílias e solidárias, solidariedade imparável!

Seguimos queremos saber, como morreu Diego.

 

Hcartazcharlaoje, às 18h na aula 11 da faculdade de Jornalismo da USC, Helena Dominguez apresentará a investigaçom que desenvolveu para a sua tese na que analisa o tratamento mediático da Resistência Galega nos mass media. Organizado entre a organizaçom estudantil Erguer e mais a assembleia local de Ceivar em Compostela.

Achega-te!

 

Desde o Organismo Popular Anti-repressivo Ceivar aderemos à convocatória do próximo 26 de Novembro em Bilbo a favor da Amnistia. Publicamos a continuaçom o nosso manifesto de apoio:

azaroak_26AMNISTIA  é umha palavra maiúscula, encerra em oito letras o reconhecimento dumha injustiza legalizada, e a superaçom deste marco. AMNISTIA é a reclamaçom na postura da dignidade, e explica como acontecerom os feitos: por que há presas políticas nas prisons. Por que esta dor. Porque antes do enfrontamento, já havia umha ferida. E sabemos como aconteceu o primeiro corte, a violaçom ao princípio.

Paradoxalmente, a origem etimológica de AMNISTIA, do grego “oamnestia” significa “esquecemento”. Um esquecemento que só pode acontecer quando há memória. “Esquecemos” o delito, porque entendemos que nom era tal. Desculpas polo incómodo. AMNISTIA é o termo indispensável para comezar a ponher em comum o sentido de outras palavras: direito, justiza, autodeterminaçom. Para poder traduzir-nos e que o entendimento aconteça.

É difícil falar de justiza e paz com Estados. Pouco ou nada sabe disto o Estado Espanhol. Em Galiza também conhecemos a barbárie deste Reino; séculos de humilhaçom, empobrecimento, emigraçom: a ferida. E sobre esta, a repressom golpea, mais ou menos selectivamente, a quem enfrentam um régime de negaçom e violência. As mais golpeadas som sempre as que tiverom o valor e a generosidade de enfrentar o inaceptável, e de lhe chamar às cousas polo nome. Elas, assassinadas, presas e exiliadas, som as que enchem a casa de ar fresco, as que abrem janelas, as que ensancham o prado. As que resistem.

As presas independentistas galegas tenhem encontrado ar fresco cada vez que coincidirom no encerro e na dispersom com companheiras independentistas bascas. Em Galiza, também e a pesar de todo, resiste-se, abrimos janelas. A liberdade só chega quando entra aire.

AMNISTIA OSOA.

 

Stetoem sançons e por periodo indefinido, mas condenado à soidade mais extrema. Assim está o vizinho de Vigo, Roberto Fialhega, Teto, na prisom de Valladolid. A escusa da direcçom é que em esse centro penitenciário nom tenhem módulo de Primeiro Grao. Já no passado ano, Teto permaneceu quase três meses consecutivos sem companhia nenhuma.

Em este momento a situaçom já está em maos do avogado para tentar resolver quanto antes esta tortura engadida ao encerro.

O próximo 30 de Novembro cumprem-se cinco anos da sua detençom em 2011. Cinco anos de resistência em que Teto soubo enfrentar sempre com um sorriso e os punhos fechados o intento de aniquilaçom que o estado Espanhol aplica com sanha contra as independentistas galegas.

Ajuda a rachar os muros, que a solidariedade seja mais forte que nunca! Faz-lhe chegar a tua aperta, escreve-lhe:

Roberto Rodríguez Fialhega

Centro Penitenciario de Valladolid
Carretera del Adanero Gijón, km 94
47071 Villanubla, Valladolid

 

 
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