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Esta images.duckduckgo.comdata celebra-se na Galiza desde o ano 2000; mas resiste-se e combate-se desde vários séculos antes. Depois de quinze anos de celebraçom pública, após a passada ediçom vimos como nove pessoas eram detidas e encausadas por reconhecerem e celebrarem esta jornada de dignificaçom da memória coletiva. A denominada “operación Jaro”, continua aberta na Audiência Nacional e umha organizaçom política está ilegalizada de facto no nosso pais.

A história do nosso povo nom encaixa com o discurso oficial espanhol, e contra as descriçons de tinte colonial que apresentam a Galiza submisa, a autoorganizaçom popular vém visibilizando as boas e generosas que se defenderam, que entregaram a vida para a causa do povo.

Na madrugada do 11 de Outubro de 1990 as militantes do Exército Guerrilheiro do Povo Galego Ceive, Lola Castro e José Vilar perdiam a vida ao se acionar accidentalmente um artefacto explossivo destinado à luita contra o narcotráfico. Elas, e muitas outras combaterom pola liberdade. E nom deixarám de ser nomeadas, ainda que a sua lembrança seja empurrada à clandestinidade. Falaram muros e falara-se boca a boca e celebrara-se fora dos focos a saude das nossas mortas.

Sobre os seus leitos mantenhem-se as flores frescas.

11 de outubro é todos os dias.

 

salaiago

Esta quarta-feira, às 9h nas portas dos julgados nas Fontinhas. Apenas dous dias depois de que a solidariedade enche-se essas mesmas portas em apoio a Antia, Atanes e Mario, acusadas por defenderem a universidade pública da homofobia do professor Luciano Mendez. Manhá volta convocar-se às pessoas solidárias desta volta para pedir a absoluçom das doze imputadas pola ocupaçom da emblemática e abandonada Sala Yago.

Aqui podes ler a crónica da ocupaçom, que reeencheu por cinco dias de atividades o edifício, em Novembro de 2011. Projeçons, circo, monicreques, debates, jantares, concertos, palestras... até a chegada dos antidistúrbios. Aqui o comunicado que difundirom as imputadas.

 

Absoluçom para as 12 da Yago! Avante os movimentos sociais!

 
antifascistas_fuzilados

Estám ainda frescas as condenas dos últimos anos do franquismo e o sabor amargo da legalidade franquista dumha Espanha a ponto de transitar para Reino. Também o calor e a valentia dos cinco militantes políticos antifascistas que afrontarom a morte diante dum batalhom de mercenários há agora 41 anos. Tal qual deixárom refletidas nas derradeiras palavras escritas às suas famílias José Luis Sánchez-Bravo (21 anos); Ramón García Sanz (27 anos); Xosé Humberto Baena (25 anos); Juan Paredes Manot Txiki (21 anos) e Angel Otaegi (33 anos). Os três primeiros militantes do FRAP (Frente Revolucionario Antifacista y Patriótico); os dous últimos, de ETA. Todos eles fôrom assassinados polo Regime franquista com os primeiros raios de sol do 27 de Setembro de 1975.

Xosé Humberto Baena era originário de Vigo e cursou estudos de Filosofia na USC onde foi detido e julgado por primeira vez quando participava nas greves de estudantes. Embora sair absolto, Umberto passou polos calabouços de Vigo, Compostela e A Corunha, e a partir de ai a polícia política franquista nom deixou de manter sobre ele um estrito controlo. Após cumprir o serviço militar em Madrid, Xosé voltou à cidade olívica onde continuou participando ativamente nas greves de trabalhadores e no ámbito solidário com os retaliados polo Regime. Estando perseguido polas forças repressoras, Baena fuge a Madrid onde seria detido o 22 de julho de 1975 acusado de matar a um polícia.

O Consejo de Ministros do 26 de Setembro confirma as penas de morte além dos numerosos protestos chegados incluso desde o Vaticano. Ao dia seguinte, Txiki foi assassinado em Barcelona, Otaegi em Burgos. Xosé Umberto Baena, José Luis Sánchez Bravo e Ramón García Sanz no Hoyo del Manzanares. Em Madrid destinárom-se três pelotons, cada um composto por dez guardias civís ou polícias, um sargento mais um tenente. Todos voluntários.

Assim, às 9:10h caia sobre terra o corpo de García Sanz, aos vinte minutos fazia o próprio o de Sánchez Bravo e momentos depois o galego Humberto Sánchez Baena. Em menos de umha hora os assassinatos já concluiram e ninguém, mais que os seus assassinos, puideram acudir até o lugar. Os corpos dos antifascistas fôrom devoltos dias depois às suas famílias.

Passado e presente

Quem ainda considere que os derradeiros anos de Franco fôrom umha “ditadura branda”, está num erro. Os quarenta anos que durou a sua pessoa no poder fôrom décadas de terror e de voraz repressom. Igualmente, tal e como mencionara Franco, “todo está atado y bien atado”, esta frase foi o preságio do que aconteceria posteriormente no Estado Espanhol.

Infinitas som as vozes que reclamam que se julguem os crimes cometidos polo franquismo e incluso países como Argentina fam petiçons expressas ao respeito. Pola contra, som grandes e nojentos os interesses de Espanha em ocultar a etapa na que se matou a milhares de pessoas e outras tantas que tivérom que exiliar-se ou fôrom perseguidas. O continuísmo do Regime franquista perpetuado nesta democracia farsa nom permitem julgar ante um tribunal de Justiça com maiúsculas a quem ordenárom todas estas masacres.

Do Organismo Popular Anti-repressivo CEIVAR queremos aproveitar o dia de hoje para lembrar a todas/os as/os antifascistas que pagárom com a sua vida o seu amor pola liberdade. Do mesmo jeito, exigimos que todos os implicados nos crimes franquistas sejam obrigados a rendir contas ante tribunais e à populaçom e a nossa aposta pola rutura com o Regime continuísta.

 

 

image_20160926_150718Encerrado desde 2011, este é o quinto aniversário que Edu passa em prisom. O vizinho da aldeia compostelá de Angrois, faz o próximo 31 de Outubro 31 anos. E a pessar dos muros, dos quilómetros de distáncia da dispersom, e de estar a cumprir umha condena política, a alegria está também do nosso lado, por isso, convidamos-te a que partilhes também sorriso com Eduardo. Que venhas à concentraçom, ou que te fagas umha foto na casa com um cartaz de parabéns. Podes fazer-no-lo chegar polas redes sociais ou ao nosso correio Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar . Encarregaremo-nos de imprimi-lo e enviar-lho.

Também, desde logo, podes aproveitar para escrever-lhe umha carta ou enviar umha postal, ao seu endereço:

Eduardo Vigo Dominguez

Centro Penitenciario Ocaña 1
Mártires de Ocaña, 4

45300 - Ocaña (Toledo)

Rachar os muros é cousa de pequenos golpes, dia a dia, a auga desgasta a pedra.

A nossa solidariedade é imparável!

 
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Mais um mês no interior das cadeias, as presas independentistas passam umha jornada completa de jejum em reclamaçom polos seus direitos. Nas ruas, entre as 20h e as 21h da noite concentraremos-nos as pessoas solidárias, para visibilizar as suas reclamaçons elementares. Desta volta ademais, aproveitamos que para Outubro é o aniversário de Edu, e vamos levar faixas com parabéns, depois imprimiremos as fotos e enviaremo-las à prisom de Ocaña para que cheguem no momento da celebraçom, assim que aproveita para vir também rachar os muros e celebrar a pesar do encerro.

Os pontos que o Coletivo de Presas Independentistas Galegas reclama som: O reconhecimento da sua condiçom de prisioneiras políticas, o fim da política criminal de dispersom penitenciária, o reagrupamento dos membros do coletivo numha mesma prisom em território galego, o cessamento do regime de reclusom nos centros de menores e a melhora geral das condiçons de vida no encerro.

As convocatórias som:

SEXTA-FEIRA 30 DE SETEMBRO

Compostela: 20:30h na praça de Galiza

Burela: 20:30h na praça do Concelho

Vigo: 20h no Marco (rua Principe)

Ourense:20:30h na praça do Ferro

Lugo: 20:30h na Praça Maior

Achega-te à concentraçom mais próxima!

 

Após lucasvokgzser julgado na semana passada denunciado pola organizaçom galegófoba Galicia Bilingue, Volk Gz está à espera da sentença, que sairá nas próximas semanas.

O músico Lucas C. S., aliás Volk Gz e também integrante do duo de rap Tinta Rebelde viu há aproximadamente um ano atrás como censuravam um dos seus temas subidos ao youtube, fruto de umha ordem judicial que ainda desconhecia. A denunciante era a organizaçom espanholista Galicia Bilingue, que pede 2 anos e 5 meses de prisom para o músico de Lugo por esta cançom, por um suposto “delito de ameazas”, que a fiscalia rebaixa a “falta de ameazas” e polo qual pede o pago de umha multa de 300 euros.

“A repressom a músicos no estado espanhol nom é umha novidade” defende o rapeiro “pretendem que se aplique a autocensura, mas estou no meu direito a escrever e com isto só me dam mais motivos para o trabalho musical”.

Lucas, para quem a defesa pede a absoluçom, explicou ante o juiz que o seu trabalho “era umha crítica sociolinguística à situaçom do galego”. Enquanto Gloria Lago, afirmou que era “un vídeo terrorífico que pone los pelos de punta; me sentí amenazada" e engadiu que se “asustó también” já que Volk Gz estaria vinculado com "grupos muy radicales".

Alguns dos versos julgados como provas forom "A todo porco lhe chega o seu Sam Martinho" ou "os que nom toleramos a esses bastardos que se enterem que estamos fartos, fartos de tanta hipocrisia".

De ceivar queremos mostrar a nossa solidariedade com Volk Gz e denunciar a censura e a criminalizaçom de formas artísticas que nom renunciam à defesa dos nossos direitos individuais coletivos.

Contra a repressom, solidariedade imparável!



 
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