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Em estes momentos as tres companheiras estám no quartel da Guarda Civil, no bairro de Sam Lázaro, em Compostela. Para hoje, convocam-se as seguinte concentraçons para exigir a sua liberdade e denunciar a repressom espanhola,

 

Compostela, às 20:30 na praça do Pam

Vigo, às 20:30 no Marco

Ourense, às 20:30 na praça do Ferro

Burela, às 20:30 na praça do Concelho

Ponte Vedra, às 20h na praça da Peregrina

Lugo, às 20:30 na praça Maior

Acode à concentraçom que tenhas mais próxima!

 

ceivar

Em estes momentos estám a realizar-se registros nas casas de tres pessoas, umha em Vilamarim, outra em Vila Boa e mais umha em Compostela. Parece ser que as detençons estám ligadas ao recebemento de Antom Santos no passado mês de Maio. Ao aparecer o motivo do rapto legal das nossas companheiras seria sob acusaçom de “apologia do terrorismo” por celebrarmos a bem-vinda do nosso amigo Antom.

O regime espanhol nom perde oportunidade para monstrar o seu talante fascista, apenas um dia depois de conhecermos que a Audiência Nacional prorroga mais 18 meses o processo contra Causa Galiza, sem mais sustento que a defesa política do independentismo como alternativa. E após, também na jornada de ontem, vivermos umha razzia contra o centro social Escárnio e Maldizer, com ocupaçom policial, identificaçons e ver como ao longo do dia forom levando gente. Hoje outra volta de porca.

Mas a solidariedade nom se sequestra, e ainda medra frente os ataques. Talvez nos entramados do Ministério de Interior e nos Tribunais de excepçom nunca saberám o que é isto.

Para as nossas companheiras, generosas e ativas no soporte de outras, temos hoje os braços abertos cara elas, abraços e um aplauso de orgulho. Temos também os punhos e a raiva para denunciar a quem defendem a infámia, a injustiza e a miséria.

Frente a repressom, solidariedade imparável!

Liberdade detidas!

Em breves informaremos das convocatórias para denunciar este novo abuso nas ruas,

 

escarnio

Perante as detençons que ao longo do dia de hoje tenhem acontecido, ligadas com os protestos derivados do despejo e tapiado do Centro Social do casco velho de Compostela,  Escárnio e Maldizer, convocam-se de urgência as seguintes concentraçons:

Em Corunha às 16:30 nos julgados

Em Compostela, às 20:30h na Praça do Pam

Em Vigo às 20:30 na Praça da Princesa

Em Lugo às 20.30 na praça Maior

Em Ourense às 20:30 na praça do Ferro

Na Guarda às 20:30 na praça do Reló

 

Difunde e participa! Frente a repressom, solidariedade!

Na defesa do comum, dos projetos emancipadores e das fendas ao sistema! dez, cem, mil centros sociais!

 

[atualizaçom 14:53] Nove som as pessoas detidas polo momento, 5 em Compostela, 2 na Corunha e 1 em Ourense. Por agora, apenas o movimento solidário está a difundir informaçom boca a boca e através das redes sociais.

 

 

[12h]Esta manhá polo menos cinco pessoas venhem de ser detidas, tres em Compostela e mais duas em Corunha. Mas o número pode ser maior; segundo informam pessoas solidárias também se estám a produzir identificaçons pola rua. Em estes momentos já há um grupo de pessoas concentrando-se diante dos julgados de Fontinhas pedindo explicaçons sobre a situaçom das detidas.

Frente a repressom, solidariedade!

 

 

salida carmina

O passado 8 de junho recuperaba a liberdade a militante anti-fascista Carminha Cayetano, tras onze anos em distintas cadeias do Estado Espanhol, mais os 17 que já cumplira noutras cinco encarcelaçons anteriores.


Foi recebida às portas da cadeia de Puerto III (Puerto de Santa María, Cádiz) por familiares e amigas/os que se desprazarom desde diferentes pontos do Estado.

Bem-vinda Carminha!!
Liberdade presas e presos políticos!!

 

 

A Coordenadora para a prevençom e denuncia da tortura, da que fam parteCgucWUrWYAA7xps
mais de 50 organizaçons e colectivos, algumhas delas da Galiza; vém de apresentar o informe "A Tortura no Estado español". Nel denuncia-se que um mínimo de 259 pessoas sofrerom torturas por parte das forzas do Estado no 2016, onze destas cidadás som galegas. Mas hai que ter em conta
que este relatorio de torturas nom recolhe todas as denuncias das que se tivo conhecimento, algumhas delas forom excluídas a petiçom das pessoas
afetadas e outras porque a informaçom recebida era insuficiente ou nom estava totalmente contrastada. Também hai que sulinhar que muitas
situaçons de torturas e maus tratos nom se chegam a denuciar nunca.

Em 2016 houvo 34 pessoas mortas baixo custodia policial no Estado espanhol e entre os anos 2001 e 2016 o número ascende a 650.

 
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