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Desde Ceivar queremos parabenizar ao Diego, a sua família e amizades e a todas as pessoas que coma nos se alegram de que um preso independentista galego acade a liberdade.

Diego Santim, militante independentista viguês, foi posto em liberdade no dia de ontem, 1 de Maio, depois de sofrer os últimos 3 anos de cadeia na prisom de Topas (Salamanca), a centos de quilómetros da sua terra e em regime de FIES-3, castigos engadidos que o estado espanhol lhes receita @s pres@s polític@s.

DIEGO, BEM-VINDO A CASA!

 

O fiscal José Perals mantem a acusaçom por delitos de terrorismo para os 8 moços de Altsatsu acusados de agredir a 2 Guardias Civís e as suas parelhas. A petiçom fiscal é de 12 anos e meio e de 62 anos de prisom por relacionar aos acusados co movimento Ospa (Fora), ao qual a peritagem da Guardia Civil relacionou coa "estrategia de ETA" durante o juiço.

Um vídeo feito público pola ETB e que grabou um dos acusados, demostraría que o que passou aquela noite diante do bar Koxka foi umha trifulca noturna, e nom algo premeditado como sostem a fiscalía.

Oihan, Adur e Jokin levam em prisom 528 días.

 

 

 

Este mês de abril saimos novamente à rua entre as 20:00h e as 20:30h desta sexta-feira, em defesa dos direitos das presas independentistas. Os pontos que o Coletivo de Presas Independentistas Galegas reclama som: O reconhecimento da sua condiçom de prisioneiras políticas, o fim da política criminal de dispersom penitenciária, o reagrupamento dos membros do coletivo numha mesma prisom em território galego, o cessamento do regime de reclusom nos centros de menores e a melhora geral das condiçons de vida no encerro. As convocatórias teram lugar em:

Compostela: 20:30h na praça do Toural

Vigo: 20h no Marco (rua Principe) Ourense: 20:30h na praça do

Ferro Lugo: 20:30h na Praça Maior

Burela: 20:30h na Praça do concelho

Ponte Vedra: 20:30h na Praça da Peregrina

 

Galizalivre/ Fôrom quase 3000 kilómetros, repartidos entre dous autocarros e por volta de setenta solidárias, os que afrontou neste sábado o movimento galego para fazer chegar calor e apoio às e aos presos independentistas ciscados pola geografia espanhola. Um deslocamento comprimido em 24 horas que supom um certo desgaste económico e humano, mas a um tempo demonstra a força da irmandade e a vontade de denunciar o abuso. Que voltem para casa ! convocou a Marcha às Cadeias, que decorreu com sucesso na sua dézimo segunda ediçom.

Por volta das três da manhá do sábado, os primeiros grupos de solidários reuniam-se nas cidades de Vigo e Compostela, pontos de arranque dos autocarros. Umha vez carregados os materiais (bandeiras, faixas e megafonia), a rota começa, com especial preocupaçom pola pontualidade. Nom é doado calcular com exactitude distáncias tam amplas, e mais levando em conta que os controlos da guarda civil adoitam retrasar as mobilizaçons. A preocupaçom é poder fazer-se presentes para os presos e presas numha hora determinada, e aliás fazer coincidir os dous autocarros na prisom de Mansilla a média tarde do sábado.

O autocarro de Compostela sai destino Lugo e a Marinha, comarca aonde chega com as primeiras luzes do mencer ; da Marinha à comarca asturiana de Llanera, onde cumpre a sua condena de sete anos o independentista Raul Agulheiro Cartoi. Um controlo da guarda civil obriga a todas as pessoas presentes a entregar bilhetes de identidade e a arrombar o autocarro bastante longe da cadeia. Lá, pola especial disposiçom da prisom de Villabona, os e as activistas nom podem ver o módulo onde Raul fai a sua vida ordinária.

Na mesma hora, a coluna do sul, trás parar em Ourense, achega-se a terras de Toledo, onde Eduardo Vigo cumpre a sua condena de treze anos e nove meses ; condena em permanente regime de primeiro grau e longas temporadas de isolamento. Do páramo toledano, o autocarro do sul ainda tem que chegar a Dueñas, em Palencia, numha viagem de 300 kilómetros. Lá, favorecidos pola situaçom do módulo onde Roberto Fialhega se atopa, as solidárias deslocadas podem intercambiar com o preso berros e pequenas frases, da rua à janela da cela. Teto topa-se em Dueñas cumprindo a sua condena de treze anos e nove meses, também em regime de 1º grau.

Na coluna norte, nova parada obrigada em Topas (Salamanca) e novo controlo da guarda civil. A muita distáncia da prisom, por exigências das forças policiais, os solidários lançam os seus berros e ponhem por megafonia música patriótica galega, com a esperança de que chegue ao pátio onde passa a sua tarde Diego Santim Monteiro. Diego está a piques de cumprir a sua condena de três anos nessa prisom, e voltará à rua no vindouro 1 de Maio.

Com um certo retraso sobre a hora prevista, os dous autocarros alcançam Mansilla de las Mulas, em Leom, onde Maria Osório cumpre o último tramo da sua condena de cinco anos e cinco meses ; nesta ocasiom, sem nenhuma pressom de controlo policial, as e os solidários podem percorrer todo um lateral da cadeia, recebendo os saúdos dos presos que nessa hora estám encerrados na cela ; o contacto directo com Maria Osório ou as presas políticas bascas que cumprem condena em Leom foi impossível, desde que a essa hora se topavam no pátio.

Remata assim esta nova ediçom da Marcha as Cadeias, mais um exemplo da solidariedade ininterrupta que as e os independentistas presos recebem desde, que neste ciclo histórico de repressom começado em 2005, tenhem que enfrentar regimes de dispersom e soidade. Restam centos de kilómetros para os autocarros chegarem ao seu destino, com umha mestura de esgotamento e sensaçom de dever cumprido.

 

Galizalivre.com/ No 13 de setembro de 2007 a extinta organizaçom juvenil da esquerda independentista catalana Maulets organizava um acto em rejeitamento da presença do por aquel entom rei, juan Carlos I na cidade de Girona. Durante os atos queimara-se umha grande fotografia do monarca, o que supujo a imputaçom e procesamento na Audiência Nacional de dous jovens.

Condenados por queimar a foto do rei

Inicialmente fôrom condenados a 15 meses de cadeia por injurias à coroa, logo substituídos por umha multa de 2.700 euros per cápita. A defesa dos dous moços interpujo um recurso de amparo ao Tribunal Constitucional que ratificou a sentença. Ao terem esgotada a jurisdiçom interna recorrerom ao Tribunal Europeu de Direitos Humanos (TEDH) que lhes deu a razom e sostém por unanimidade que o Estado Espanhol vulnerou o artigo 10 do Convenio de Proteccçom dos Direitos Humanos e de Liberdades Fundamentais, dado que “o acto presuntamente cometido polos demandantes foi parte de umha crítica política da instituiçom da monarquia em geral, e em particular do Reino de Espanha”, e consideram que nom houvo incitaçom ao ódio pois segum di a sentença “nom foi um ataque pessoal contra o rei” senom “umha denúncia do que o rei representava como cabeça e símbolo do aparato estatal e as forças que, segum os solicitantes, ocuparam Catalunha, que se introduzem dentro do ámbito da crítica política ou a dissidência”.

Dous galegos condenados polos mesmos feitos

No 6 de dezembro de 2007 a Plataforma Causa Galiza convocara umha manifestaçom em Vigo pola autodeterminaçom e contra a constituiçom espanhola. Ao rematar o ato duas pessoas queimaram umha efígie do rei Juan Carlos I. Foram detidos o mesmo dia e condenados em 2009 pola Audiência Nacional a pagar umha multa de 2700 e 1800 euros por um delito de injúrias à coroa.

As injúrias à coroa seguirám a ser delito

O moquetazo a Espanha do Tribunal Europeio chega num momento em que diversas pessoas e coletivos estam a ser julgados por exercer o seu direito a expressar a sua opiniom livremente.

A proposta da formaçom política ERC, que plantejava despenalizar as injúrias ao chefe do Estado e aos seus familiares, foi rexeitada no Congreso polo PP, PSOE e Ciudadanos. Gabriel Rufián, portavoz da formaçom, argumentava que “entendo que mesmo o PP e Ciudadanos consideram que este Tribunal (referindo-se ao TEDH) é algo merecedor de respeito. Nom é separatista, adoutrinado, nem boliviarano”.

Marta Sorli, de Compromís, defendeu a despenalizaçom parafraseando ao rapeiro Valtonyc, “em palavras do censurado Valtonyc, som respeitosos com a Constituiçom; em troca, os direitos humanos passam-nos polos colhons”.

 

Este mês de março saimos novamente à rua entre as 20:00h e as 20:30h desta sexta-feira, dia 23, em defesa dos direitos das presas independentistas.

Os pontos que o Coletivo de Presas Independentistas Galegas reclama som:

O reconhecimento da sua condiçom de prisioneiras políticas, o fim da política criminal de dispersom penitenciária, o reagrupamento dos membros do coletivo numha mesma prisom em território galego, o cessamento do regime de reclusom nos centros de menores e a melhora geral das condiçons de vida no encerro.

As convocatórias teram lugar em:

Compostela: 20:30h na praça do Toural

Vigo: 20h no Marco (rua Principe)

Ourense: 20:30h na praça do Ferro

Lugo: 20:30h na Praça Maior

Burela: 20:30h na Praça do concelho

Em Ponte-Vedra a concentraçom será a próxima sexta-feira.

Ponte Vedra: 20:30h na Praça da Peregrina

 
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