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reciclagemDesde o dia de hoje no Organismo Popular Anti-repressivo CEIVAR iniciamos umha campanha de recolhida de material electrónico aproveitável com o fim de ponhe-lo ao serviço do trabalho anti-repressivo que desenvolvemos diariamente. Telemóveis, computadores, cámaras fotográficas, pen drives, discos duros, etc... som ferramentas fulcrais para as tarefas cotiás do Organismo para a divulgaçom e para a autogestom na luita contra a repressom.

Com tal motivo desde o Organismo Popular Anti-repressivo CEIVAR queremos fazer-vos um chamamento para que achegades todo esse tipo de utensílios que já nom empregades porque ficárom obsoletos ou porque tenhem pequenos problemas. Com todos eles poderemos continuar ampliando a nossa capacidade de trabalho e extendendo as redes de solidariedade.

O procedimento a seguir é singelo, somentes deveredes enviar um correio electrónico a Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar indicando o material do que dispodes e umha pessoa do Organismo procederá a sua recolhida.

A tua solidariedade é a nossa solidariedade!

Toma parte da campanha de reciclagem!

 

DSC00793A operaçom policial levada a cabo há já mais de quatro anos contra a organizaçom internacionalista basca Askapena acaba de dar os seus primeiros passos judiciais. No dia de ontem a militáncia internacionalista conhecia a decisom da Fiscalía da Audiencia Nacional na que reclama seis anos de prisom para Walter Wendelin, Gabi Basañez, David Soto, Aritz Ganboa e Unai Vazquez  assim como a petiçom de ilegalizaçom e disoluçom de Askapena, da comparsa de Bilbo Askapeña e de outros dous coleitivos do mesmo ámbito, Herriak Aske e Elkar Truke.

Os factos remontam-se a 2010 quando o por entom Ministro del Interior, Alfredo Pérez Rubalcaba, ordenava o arresto de sete pessoas da organizaçom internacionalista criada em 1987 baixo a acusaçom de ser o “aparato internacional de ETA” e que “ETA utilizaba a Askapena para difundir su propaganda y mantener contacto con otras organizaciones en el ámbito internacional”.

Rolda de imprensa

Para este sábado Askapena convoca umha rolda de imprensa na que se fará alusom às acusaçons da Fiscalía. A cita será no donostiarra Kafe Antzoki de Doka a partir das dez e meia da manhá.

Solidariedade

Desde o Organismo Popular Anti-repressivo CEIVAR ratificamos toda a nossa solidariedade internacionalista com as/os companheiras/os de Askapena em estes complicados momentos onde a repressom umha vez mais pretende criminalizar umha expressom política legítima e comprometida com a libertaçom dos Povos.

Nas circunstáncias nas que a repressom ultrapassa fronteiras é também a oportunidade de unificar os compromissos e de elevar umha soa voz contra os que pretendem arrebatar a tenrura dos Povos.

 

UIPA logística repressiva é um negócio rentável para o Estado Espanhol. Aos ingentes e opacos gastos em Defensa postos sobre a mesa nos últimos dias, agora há que engadir-lhe os destinados à Policía Nacional.

Durante estes dias o Ministerio del Interior após reunir-se com os sindicatos policiais confirmava a dotaçom de “sprays de defesa” para todos os agentes que patrulhem as ruas. Até o momento somentes as Unidades de Intervención Policial (UIP) dispunham deste material e que assim era contemplado na sua regulaçom interna. Agora com o novo acordo, todas as unidades da Comisaría General de Seguridad Ciudadana contarám com um “spray” individual para cada agente embora nom há prazo concreto acordado para a sua entrega.

Ás demandas feitas polos sindicatos policiais nas que se incluiam chalecos anti-balas e os “sprays”, também se lhe engade umha nova petiçom de dotar aos polícias de “pistolas táser”, um material que emite descargas elétricas e que paraliza contra quem é dirigida. Polo momento o Director General da Policía, Ignacio Cosidó, ainda nom se pronunciou sobre os “táser” mas sim que o fizo Amnistía Internacional quem já advertiu da sua perigosidade.

Desde o Organismo Popular Anti-repressivo CEIVAR alertamos novamente do avanço das condiçons materiais da repressom dirigidos contra as mobilizaçons sociais e políticas. O constante goteio da militarizaçom dos polícias é a expressom dum regime na sua deriva mais autoritária que o único que procura é democratizar o medo nas suas vertentes repressivas físicas e económicas. Nom ostante, a auto-organizaçom contra estas medidas de excepçom estám a dar os seus frutos nas que a repressom é afrontada desde a solidariedade coleitiva.

 

unnamedDesde o passado dia 5 de Fevereiro a  Asamblea Aberta de Coia leva convocando umha série de atividades que terám como ponto álgido o vindeiro dia 11 quando às dez e meia da manhá será julgado um dos seus ativistas. Xurxo está imputado por mor da montagem ordenada polo alcalde de Vigo, Abel Caballero, quem segundo denunciam desde a Asamblea, pretende acalar a luita vizinhal pola rotunda.

O passado 7 de Janeiro mais de 40 polícias locais da cidade olívica pretendérom despejar às/aos ativistas que se negavam à malversaçom de dinheiro público na rotunda de Coia. Nesses factos um polícia local sinalou a Xurxo como responsável dumhas lessons das que os próprios testemunhas vizinhais negárom. Novamente, a Asamblea Aberta de Coia denunciam a violência policial com a que se atuou e as extra-limitaçons dos funcionários ao serviço do alcalde.

Desde o Organismo Popular Anti-repressivo CEIVAR fazemos um chamamento para acudir à concentraçom a vindeira quarta feira em sinal de solidariedade com a repressom social da que som objeto a vizinhança de Coia e suscribimos às denúncias da Asamblea Aberta de Coia.

Data: 11 de Fevereiro
Hora: 09:30
Lugar: Julgados de Vigo (rua Lalim, 4)
 

Escucha_telefonicaNo dia de hoje o Ministerio de Interior mais o Ministerio de Justicia anunciárom a eliminaçom das escuitas telefónicas sem autorizaçom judicial que se pretendiam levar a cabo polas forças repressoras do Estado mediante a nova Ley de Enjuiciamiento Criminal.

Pola contra há umhas emendas sugeridas por “expertos” dos Ministerios de Justicia e Interior das que o único que se sabe polo momento é que rechaçam esta nova modalidade de controlo social e político devido a que tenhem “difícil encaje constitucional” tal e como mencionou o Consejo General del Poder Judicial. Igualmente a Fiscalía também monstrara a sua disconformidade.

Como informamos em ocasions anteriores neste site, o texto original permitia que o Ministro del Interior ou o Secretario de Estado de Seguridad ordenaram as escuitas sem aviso a um juíz por 24 horas e posteriormente um juíz poderia validar ou anular a intervençom num praço de 72 horas. No caso de denegar tal intervençom umha pessoa poderia estar sendo intervida nas suas comunicaçons até um praço de quatro dias.  

 

IMG-20150206-WA0006Quinze pessoas concentrárom-se hoje às portas dos julgados das Fontinhas em Compostela em solidariedade com o independentista Santiago Mendes, processado por “atentado” e “desordens públicas” em relaçom à resposta dada em 2009 a umha mobilizaçom em favor do extermínio do Galego convocada por Galicia Bilingüe. Um amplo dispositivo de antidistúrbios controlou desde primeira o acesso ao imóvel judicial e vigilou o grupo de solidárias/os.

De modo excecional, as pessoas que acompanhárom Mendes à sala de vistas fôrom registadas e os seus bilhetes de identidade anotados por funcionários civis à vista do grupo de guardias civiles que a diário tenhem como funçom a regulaçom do acesso ao edifício público. Já na sala, também a Polícia espanhola destinou de maneira inusual umha parelha de agentes para, supostamente, evitar “incidentes”.

Testemunhas policiais esqueceram o caso

A fiscalia solicitava 4 anos de prisom para Mendes polos dous delitos resenhados embora, afinal, retirou o segundo dada a incapacidade das 4 testemunhas policiais para argumentarem com fatos a acusaçom. Assim, um agente apenas aludiu ao conhecimento dum genérico lançamento de “pedras e garrafas”, admitindo a impossibilidade de individualizar o delito em Mendes. Recordar que várias das pessoas já condenadas a prisom neste processo 8F numha sentença que está recorrida tampouco vírom individualizadas as suas acusaçons.

Por sua parte, o chefe da Unidad de Intervención Policial destinada em 2009 na Alameda de Compostela admitiu a respeito de Mendes que “nom sei nem se estivo” (sic) e afirmou, ante a demanda de que concretasse a acusaçom, que “o que fijo em concreto este senhor eu nom o sei”. No entanto, o mesmo mando policial sim se atreveu assegurar sem prova algumha que “há algo de doutrina (sic) entre eles”, que “funcionavam organizadamente” e que as dezenas de pessoas que fugiam das cargas em 2009 eram “um grupo organizado”.

Fichas políticas

O inspetor policial que instruiu o informe sobre os enfrontamentos de 2009 declarou por video-conferência, referindo-se a Mendes como “pessoa já conhecida previamente como militante”. Este agente, que a respeito da acusaçom a dirimir dixo “eu nom recordo” e “o que sei é o que os companheiros relatárom no atestado”, asseverou no entanto que o acusado “fai parte dum dos coletivos que preparárom a manifestaçom” evidenciando a existência de pescudas político-policiais prévias sobre a sua pessoa.

A defesa de Mendes solicitou a livre absolviçom e incidiu no seu alegato final sobre o processado, contra o que apenas existe a “palavra” dum antidisturbios sem qualquer tipo de prova gráfica, que nas cargas “colhérom o primeiro [manifestante] que encontrárom” e destacou a inexistência de qualquer evidência solvente que cimentasse a petiçom de 4 anos de cárcere.

Governo Espanhol pretende que alguém “pague” polo 8F

O decurso de todo este processo evidenciou hoje, mais umha vez, o fortíssimo impulso político existente trás este juízo e o interesse da Delegación del Gobierno de España na Galiza administrativa, que é quem envia dezenas de testemunhas policiais insolventes aos juízos, para que alguém remate em prisom e “pague” assim o exercício de dignidade coletiva de 2009. Ficamos à espera das sentenças definitivas.

 
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