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"Que casualidade que os límites da liberdade de expressom sempre som para os mesmos, sempre somos os anti-fascistas quem somos julgados, perseguidos e condenados", isto dizía o rapeiro Pablo Hassel no juiço que tivo esta semana na Audiência Nacional,  e engadía "por muito menos que isto a mim quere-se-me condenar a prisom (referindo-se a um twit da Polícia Nacional) "entom, se por relatar uns feitos obxetivos quere-se-nos condenar a prisom, que se diga abertamente que ser republicano é ilegal, ser comunista é ilegal, e que esta é outra Inquisiçom na que nom se pode sequer contar umha serie de feitos obxetivos".

A Pablo Hassel pidem-lhe 12 anos de cadeia por publicar twitters e polas suas cançons. Deixamos-vos o enlace do vídeo onde se podem ver as suas declaraçons.

https://www.youtube.com/watch?v=OJYDbDdz0xY

 

 

Em março de 2015 eram detidas 38 pessoas no Estado Espanhol na chamada Operaçom Pinhata, ordenada polo julgado de instrucçom número 6 da Audiência Nacional, e que se saldou com 11 pessoas acusadas de usurpaçom, 14 acusadas de desobediência e 13 de pertenza a "organizaçom criminal com fins terroristas". A Polícia Nacional afirmava que pertenciam aos Grupos Anarquistas Coordinados (GAC).

Operaçom Pandora

Meses antes detinham a outras 28 pessoas noutro gram operativo policial contra o movimento anarquista, chamado Operaçom Pandora, que se desenvolveu em duas fases.

Prisom e dispersom

Várias das pessoas detidas nas duas operaçons forom encarceradas, aplicando-lhes a prisom preventiva, o régime FIES e a dispersom penitenciária.

Nesta semana foi arquivada a Operaçom PInhata, a Pandora já o fora meses antes.

De Ceivar queremos parabenizar às pessoas que foram encausadas e que se mantiverom firmes durante todos estes anos. Ante a sua repressom a nossa solidariedade, ante a sua miséria a nossa justiça, ante o seu fascismo a nossa generosidade.  Pretendem instaurar o medo, a escuridade, o individualismo, e sempre é motivo de ledicia quando triunfa a razom fronte a ignominia. De Ceivar só vos podemos dizer:

PARABÉNS COMPANHEIRAS! A VOSSA GENEROSIDADE É UM EJEMPLO!

MAO A MAO, CÓVADO A CÓVADO, ADIANTE A SOLIDARIEDADE!

 

 

 

Galizalivre.com// Se há dous dias informávamos das pesadas sançons económicas a quatro activistas lucenses pola sua implicaçom numha greve geral em 2010, hoje temos que dar notícia de mais umha tentativa judicial por desmobilizar e dissuadir da participaçom política.

No vindouro 31 de Janeiro, os julgados da Corunha acolherám o juízo contra Aida Vasques, activista do Centro Social Gomes Gaioso, acusada de « atentado à autoridade ». Baixo esta acusaçom genérica, a polícia espanhola imputa habitualmente manifestantes de acçons violentas contra as forças repressivas, cuidando-se assim as costas ante as denúncias que derivam das próprias agressons dos uniformados. O caso que nos ocupa segue os ditados do manual de mentiras policiais : em Outubro de 2015, umha concentraçom em PALEXCO era dissolta a paus pola UIP , impedindo assim que corunhesas e corunheses exprimissem o seu rechaço ao monarca espanhol, que visitava naquele dia a cidade herculina.

Apesar de Aida nom ser retida nem detida naquela ocasiom, recebeu umha citaçom judicial meses depois ; foi chamada a declarar e iniciou-se assim um processo que -segundo denunciam as suas companheiras solidárias -evidencia a existência de listas negras policiais, às que a brigada de informaçom recorre arbitrariamente quando os seus amos pedem castigo. As fotos de facebook e do jornal do regime « La Voz de Galicia » fôrom utilizadas pola polícia como material incriminatório.

Da Corunha a Ferrol, passando por Lugo: juízos que nom cessam.

O caso de Aida Vasques enquadra-se na linha de puniçom directa de todo protesto popular, nomeadamente quando participado por sectores sócio-políticos rupturistas como o próprio independentismo. Há poucos dias era também julgado em Ferrol o trabalhador da estiva Santi Vidueira, acusado de participar dum protesto da CIG contra a conselheira de sanidade em 2014. Mais umha vez, a acusaçom era a recorrida de « atentado à autoridade » ; Santi enfrenta umha petiçom fiscal de 7000 euros.

Concentraçom.

Companheiros e companheiras de Aida Vasques chamam a concentrar-se diante dos julgados da Corunha na vindoura quinta às 9,30 baixo a legenda « Stop montagens policiais ». Convocantes afirmam que « hoje é Aida, e amanhá pode ser qualquer de nós ».

 

Este mês de Janeiro saimos novamente à rua entre as 20:00h e as 20:30h desta sexta-feira, dia 26, em defesa dos direitos das presas independentistas.

Os pontos que o Coletivo de Presas Independentistas Galegas reclama som:

O reconhecimento da sua condiçom de prisioneiras políticas, o fim da política criminal de dispersom penitenciária, o reagrupamento dos membros do coletivo numha mesma prisom em território galego, o cessamento do regime de reclusom nos centros de menores e a melhora geral das condiçons de vida no encerro.

As convocatórias teram lugar em:

Compostela: 20:30h na praça do Toural

Vigo: 20h no Marco (rua Principe)

Ourense: 20:30h na praça do Ferro

Lugo: 20:30h na Praça Maior

Burela: 20:30h na Praça do concelho

Ponte Vedra: 20:30h na Praça da Peregrina

Participa e espalha!

 

O próximo sábado 27 de Janeiro está convocada um ano mais a marcha à cadeia de Teixeiro, cita que se vem celebrando desde o ano 2001 em contra da existéncia das prisóns.

Rejeitar umha sociedade que precisa e defende as prisóns, procurando na opressom a soluçom aos problemas, pretendendo obediéncia cega às normas de convivéncia hipócritas e desiguais. O isolamento, a tortura e o siléncio ao que som sometidas as pessoas presas, nunca poderá ser um jeito de reinserçom, senom umha mostra mais de que vivimos num sistema baseado na jerarquia e a desigualdade.

Os horários da marcha som os seguintes:

12h: Marcha ao cárcere de Teixeiro (saída desde a gasolineira da N634 Km63)

19h: Concentraçom contra das prisons no Obelisco da Corunha

21h: Ceador + Festa surpresa no C.S.O. A insumisa (Avd. Metrosidero, 8, Corunha)

O VINTESETE DE JANEIRO, TODXS A TEIXEIRO!

 

euskal presoakNa tarde de ontem, 95000 pessoas manifestarom-se em Bilbo contra a dispersom penitenciária e polo respeito dos direitos fundamentais dos presos e presas políticas vascas. A iniciativa cidadá Sare valoraba muito positivamente o éxito da convocatória, que nesta nova ediçom foi encabezada polas nenas e nenos da mochila, os 113 filhos dos presos políticos vascos. Seguindo aos cativos, íam os familiares dos presos e presas gravemente enfermos.

O momento é agora

O enorme trabalho feito nos últimos meses obtivo um rotundo éxito ao juntar tanta gente na mobilizaçom, mas esta nom foi a única grata sorpresa do día. Pois sábado de manhá filtrava-se a nova de que o governo francês achegaría aos presos e presas vascas nas próximas semanas, infomaçom que já foi confirmada polos "artesanos da paz" e o Governo de Lakua.

O governo espanhol aínda nom se pronunciou ao respeito.

EUSKAL PRESOAK, EUSKAL HERRIRA!

PRESOS GALEGOS A GALIZA!

 
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