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O Coletivo de Presos/as Independentistas Galegas/os (CPIG) vem de fazer público um comunicado no que informa de que o prisioneiro independentista Diego Santim ingressou no coletivo.

Diego Santim entrou na cadeia em outubro de 2015 para acabar de cumprir a sua condena polo seu envolvimento em acçons da resistência galega. Dias antes da sua entrada publicou um comunicado no que fazia autocrítica dalguns aspectos da sua anterior estáncia na prisom, e na que apostava pola luita coletiva dentro das cadeias.

Segundo o Coletivo, o preso independentista cumpriu as dinámicas de luita (jejuns, mobilizaçons, etc.) do CPIG, polo que anunciam o seu reingresso.

https://network23.org/cpig/

 

 

A situaçom do preso independentista Roberto Fialhega está chegando a um ponto insustentável. A Direcçom Geral de Instituiçons Penitenciárias está praticando umha política de extermínio psicológico contra ele, que por sorte o nosso companheiro consegue suportar com a fortaleza de ánimo que o caracteriza, mas que nos deve mobilizar a todas e todos.
Teto leva em isolamento absoluto meses, desde que a meados de 2016 fôrom libertados os dous companheiros bascos com quem compartilhava módulo. 24 hora ao dia sem companhia, sem ouvir mais vozes que os carcereiros por interfone (“Forme para recuento”, “¿Patio?”, etc.). Umha situaçom que mina psicologicamente a qualquer pessoa, e que é denunciada como desumana por todos os organismos de direitos humanos.
Além disso, a situaçom do Teto é ilegal para a própria legislaçom espanhola. Recentemente a presa basca Arantxa Zulueta, quem se encontrava numha situaçom idêntica, obtivo do juiz de vigiláncia penitenciária, José Castro, o reconhecimento da ilegalidade desta situaçom. Paradoxalmente, o mesmo juiz denegava a queixa de Teto.

Explicaçom jurídica
A explicaçom jurídica da situaçom é a seguinte. A legislaçom penitenciária estipula o regime de vida dos presos conforme o grau em que estám classificados. Os presos do CPIG estám em primeiro grau, o mais restritivo de todos, mas à sua vez, o primeiro grau está dividido em duas variantes, o chamado “primeira fase”, regido polo artigo 91.3 do RP, e a “segunda fase”, regida polo 91.2. Todos os presos galegos estám em segunda fase.
Entre outras estipulaçons, o RP prevê para este regime de vida o seguinte:
"El régimen de los módulos o centros cerrados se ajustará a las
siguientes normas:
 0   1.ª Los internos disfrutarán, como mínimo de cuatro horas diarias
de vida en común. Este horario podrá aumentarse hasta tres horas más
para la realización de actividades previamente programadas.
    2.ª El número de internos que, de forma conjunta, podrán realizar
actividades en grupo, será establecido por el Consejo de Dirección,
previo informe de la Junta de Tratamiento, con un mínimo de cinco internos.
    3.ª La Junta de Tratamiento programará detalladamente las distintas
actividades culturales, deportivas, recreativas o formativas, laborales
u ocupacionales que se someterán a la aprobación del Consejo de
Dirección. Estos programas se remitirán al Centro Directivo para su
autorización y seguimiento."


As excusas da DGIP
A prisom, que reconhece que Teto nom deveria viver em isolamento absoluto, alega que o seu centro de cumprimento, Villanubla, nom conta com um módulo de primeiro grau, nem com outros presos na mesma classificaçom que Teto. Portanto, mantém-no no módulo de isolamento. A situaçom é similar à de um preso em segundo grau ao que lhe designassem como centro de cumprimento Puerto 1, umha prisom que só tem módulos de primeiro grau. Logicamente, é contrário ao direito e ao sentido comum que enviem a um preso a um centro no que nom há instalaçons para viver conforme o regime em que foi classificado.

Há soluçons
Ainda que a DGIP alegue estes pretextos, o certo é que há ao menos duas soluçons que evitam a vulneraçom dos direitos humanos do nosso companheiro. Umha é a mais óbvia, o seu traslado a umha prisom com módulos de primeiro grau. A outra é também mui utilizada pola DGIP com os presos políticos: a aplicaçom do artigo 100.2 do RP, que permite a aplicaçom de regimes de vida diferentes à classificaçom. Assim, muitos presos classificados em primeiro grau vivem de facto em módulos de segundo grau (com restriçons, por exemplo, nom poder sair ao pátio às tardes, ou fazer as comidas na cela). Era essa a situaçom dos bascos em Villanubla antes da chegada de Teto.

Que a solidariedade rompa os muros
A prisom tenciona continuar a política de extermínio contra Teto. O juiz avalou-na e nom vai fazer nada por evitá-la. Toca-nos a nós pressionar todo o possível para os obrigar a levantar o isolamento extremo do nosso companheiro.
De Ceivar fazemos um chamado à mobilizaçom solidária, começando por um envio massivo de cartas e postais para lhe fazermos chegar o nosso carinho e a nossa companhia. Nos próximos dias anunciaremos mais medidas de pressom, às que esperamos que contribuades.

 

afiche concentracion XI Marcha as cadeias Mesa de trabajo 2Desde o Organismo Popular Anti-Repressivo Ceivar queremos animar-vos a participar a todas e todos, um ano mais na Marcha às Cadeias que organiza a Asociaçom de Familiares e Amigas/os Que Voltem para a Casa!

A Marcha às Cadeias consiste numha viagem reivindicativa em prol dos direitos das e dos presos independentistas galegos, e como um modo de rachar com a dispersom que mantem retaliados e retaliadas a cidadáns galegos a quilómetros dos seus fogares.  Até onde estem as presas e os presos independentistas chegaremos em autocarros que sairam dende distintos pontos do país e com o objetivo firme de que sintam a solidariedade imparável da que formamos parte.

É por isto, que o OPAR-Ceivar faz um chamamento à solidariedade activa (difussom da Marcha, colaboraçom económica...) a secundar a mobilizaçom que terá lugar o día 4 de fevereiro. Podedes consultar horários e itinerario no web: www.quevoltem.org

Animamos-vos a todas e todos a acudir a umha viagem na que se bem é certo que será longa como também o é a nossa luita, nom faltaram risos, convivio, música, emoçons e por suposto, a SOLIDARIEDADE!

REMATAR COM A DISPERSOM, TRAZE-LAS/OS PARA A CASA!!

ADIANTE A SOLIDARIEDADE GALEGA!!

 

edu webEste sábado passado, o preso independentista Eduardo Vigo, chegaba à cadeia de Aranjuez, em Madrid, onde foi obxeto de um novo abuso intramuros. À sua chegada, obrigarom-lhe a fazer um cacheio integral, durante o qual os carcereiros adoptarom umha actitude provocadora, e nom lhe proporcionarom a bata regulamentaria nim  a folha de serviços.


Mais tarde foi conduzido a umha cela que estava muito suja, e nom lhe facilitarom nada para poder limpala. Tampouco lhe derom mantas para a cama, polo que tivo que durmir vestido; nim os livros da UNED para poder comezar a repasar para os exames, questom pola que foi transladado a Aranjuez.

Nos últimos anos, som várias as denuncias que nos tenhem chegado por parte dos presos independentistas contra a cadeia de Aranjuez,  agressons físicas (um golpe na cara por nom querer borrar o nome da porta do txabolo, umha paliza depois de um vis a vis...) passando pola actitude chulesca, macarra e provocadora dos carcereiros.

De Ceivar, queremos enviar-lhe umha aperta a Eduardo e aproveitamos para lembrarlhe que NOM ESTÁ SÓ!

Animamos-vos a que lhe escrevades e lhe fagades chegar umhas palavras de solidariedade e ánimo a:

EDUARDO VIGO DOMINGUEZ

C.P. MADRID VI

Ctra. Nacional 400 Madrid-Toledo, km28

28300 Madrid

 

celtaNesta fim de semana voltou acontecer o que já comeza a ser habitual nos campos de fútebol, a proibiçom de entrar com bandeiras da patria. Desta volta foi no estadio de Butarque, no partido que celebrarom o Celta e o Leganés.

Siareiras/os da equipa celtista denunciarom que lhes foi retirada a bandeira da patria, coa escusa de "nom ser constitucional" e porque "incitam à violência". Mas também requisarom bufandas,  umha faixa "por conter a palavra "Tropas", segum nos relata um afecionado alí presente (aclarar que  "Tropas de Breogam" é umha penha celtista)  e até camisolas e bandeiras com trisqueis ou com simbologia das naçons celtas, que tampouco devem ser constitucionais.

 

 

 

 

 

 

Sexta-feira chegabam a novos destinos penitenciários tanto Eduardo Vigo como Raul Agulheiro. O primeiro, atopa-se na cadeia de Aranjuez (Madrid), para realizar os exames da UNED, e umha vez finalizados volverá à cadeia de Ocaña (Toledo). Mentras que Raul foi trasladado a Villabona (Asturies) como novo destino.

Os novos endereços aos que podedes escrever-lhe som:

edu webEDUARDO VIGO DOMINGUEZraul web

C.P. MADRID VI

Ctra. Nacional 400 Madrid-Toledo, km28

28300 Madrid

 

RAUL AGULHEIRO CARTOY

C.P. DE VILLABONA

Finca Tabladiello

33480 VILLABONA - LLANERA

                                                       ASTURIES

 
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