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Nos últimos anos vimos assistindo a diferentes juiços na Audiência Nacional contra pessoas q livremente exercem o seu direito à liberdade de expresom ou de liberdade ideológica.

Esse circo chamado audiência nacional (antigo tribunal de orde público, do qual só mudou o nome), impom penas de cadeia por supostos delitos de incitaçom ao odio, enaltecimiento do terrorismo, injúrias ao rei...

Esta semana, conhecíamos a nova de que o rapeiro Valtonyc terá que ingresar em prisom três anos e seis meses condenado em segunda instância polo Tribunal Supremo polos delitos de enaltecimiento do terrorismo, calumnias e injúrias graves à Corona. Fai uns meses informabamos que varias pessoas de La Insurgência eram condenadas também a 2 anos e um dia polas suas letras.

À democracía espanhola cada dia ve-se-lhe mais a sua verdadeira faciana, até o ponto de que a ONG Amnistía Internacional, vem de denunciar no seu informe anual sobre direitos humanos em 159 países durante o ano 2017, q no Estado Espanhol hai "umha restricçom desproporcionada da liberdade de expresom".

 

 

Este mês de Fevereiro saimos novamente à rua entre as 20:00h e as 20:30h desta sexta-feira, dia 23, em defesa dos direitos das presas independentistas.

Os pontos que o Coletivo de Presas Independentistas Galegas reclama som:

O reconhecimento da sua condiçom de prisioneiras políticas, o fim da política criminal de dispersom penitenciária, o reagrupamento dos membros do coletivo numha mesma prisom em território galego, o cessamento do regime de reclusom nos centros de menores e a melhora geral das condiçons de vida no encerro.

As convocatórias teram lugar em:

Compostela: 20:30h na praça do Toural

Vigo: 20h no Marco (rua Principe)

Ourense: 20:30h na praça do Ferro

Lugo: 20:30h na Praça Maior

Burela: 20:30h na Praça do concelho

Ponte Vedra: 20:30h na Praça da Peregrina

Participa e espalha!

 

BRIGA e Ceivar apresentamos mais outra atividade conjunta, neste caso trazemos a República Catalana a debate onde abordaremos o momento atual desde a ótica do republicanismo anti-capitalista, a auto-organizaçom juvenil e a resposta anti-repressiva.

Na tentativa do feche reacionário da crise que afronta o régime do 78 e o "155" imposto sobre a nossa mentalidade coletiva no tocante ao processo independentista catalám abrimos umha fenda para ofertar umha jornada formativa e de debate, atravessada polo internacionalismo e a solidariedade entre povos.

Ponhentes:

-Mireia Vehí: Socióloga catalana e ex-deputada polas CUP-CC

-Fenan Ocata: Porta-voz de Alerta Solidária.

-Desde o plano juvenil contaremos cumha militante de Arran.

Após o debate que terá lugar o sábado 17 de fevereiro às 19:00h na Gentalha do Pichel teremos umha ceia-convívio cumha ementa galego-catalana (entrantes + cozido/cous cous (opçom vegana) + sobremesa.

Para anotar-se à ceia podedes faze-lo no telefone: 666 247 977

Haverá umha tómbola solidária.

 

A Fiscalía pide para Emilio Cao, moço do Carbalhinho, 5 anos de cadeia e 6.000 euros de multa. Os feitos remontam-se a maio de 2014 quando miles de pessoas chegadas de diferentes pontos do Estado Espanhol se manifestarom em Madrid para exigir direitos fundamentais como som "pam, trabalho e teito"

A chamada Marcha pola Dignidade decorreu sem problema, até que a poícia comezou a carregar contra os manifestantes provocando disturbios e ferindo a várias pessoas. Detiverom a 24 manifestantes, entre eles tres galegas entre os que se atopa Emilio.

Várias das pessoas detidas denunciarom ter sofrido maus tratos na comisaría.

"Hai centos coma mim, xente que por fazer música esta sentada num julgado, outras que por conflitos sindicais pidem-lhes penas de prisom ou multas astronómincas... por nom falar da brutal persecuçom que está a levar em Catalunya", sinala Emilio ao jornal Sermos Galiza.

 

Julen Ibarrola ingresará em prisom por terem realizado umha pintada a rotulador. Parece umha brincadeira mas nom o é. A Audiência Nacional impuxo-lhe a este jovem de Amurrio um ano de prisom que deverá cumplir dado que tinha antecedentes pola okupaçom do Gaztetxe da sua localidade.

"Esta decissom deve-se à sua participaçom no movimento juvenil, é dizer, por ser jover e independentista (...) estamos fartas de ver como se levam a jovens mentras outros estam na rua cos petos cheios à nossa costa e até o pescozo de corrupçom", sinalarom numha rolda de imprensa vizinhas e vizinhos de Amurrio em apoio ao rapaz.

Também, fixerom um chamamento a fazer pintadas com rotulador com a legenda "Julen Libre" e a participar dos diferentes atos que tenhem preparados para protestar contra esta injustiça.

 

 

"Que casualidade que os límites da liberdade de expressom sempre som para os mesmos, sempre somos os anti-fascistas quem somos julgados, perseguidos e condenados", isto dizía o rapeiro Pablo Hassel no juiço que tivo esta semana na Audiência Nacional,  e engadía "por muito menos que isto a mim quere-se-me condenar a prisom (referindo-se a um twit da Polícia Nacional) "entom, se por relatar uns feitos obxetivos quere-se-nos condenar a prisom, que se diga abertamente que ser republicano é ilegal, ser comunista é ilegal, e que esta é outra Inquisiçom na que nom se pode sequer contar umha serie de feitos obxetivos".

A Pablo Hassel pidem-lhe 12 anos de cadeia por publicar twitters e polas suas cançons. Deixamos-vos o enlace do vídeo onde se podem ver as suas declaraçons.

https://www.youtube.com/watch?v=OJYDbDdz0xY

 

 
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