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santiago maldonadoSantiago Maldonado desapareceu o passado 1 de agosto durante umha protesta da comunidade mapuche. Testemunhas declararom na altura ter visto como a polícia golpeava a Santiago e como o levavam detido depois de um tiroteio.


Ontem aparecia no rio Chubut, dentro do território da comunidade Mapuche um corpo sem vida. A família de Maldonado emitiu um comunicado no que sinalam "En relacion Al cuerpo encontrado em la comunidad Cushamen, la familia quiere destacar q ya se havia rastrillado el lugar En tres oportunidades. Hasta q no se realicen las perícias no se podra estabelecer ni lá identidad, ni las causas de la muerte"


No diário argentino"crônica" sinalam q no mesmo rio estam a buscar o corpo de outro rapaz q se tirou à auga o passado xoves estando bebedo.


Queremos saber onde está Santiago!

 

anti fascismo 0O passado 3 de Outubro o vizinho de Ourense R., argentino afincado na Galiza desde fai anos e conhecido e apreciado polo seu ativismo nos movimentos sociais na cidade das Burgas, foi perseguido e agredido por um facha e posteriormente acossado e criminalizado pola polícia local de Ourense no seu intento de denunciar os feitos.

Todo começou quando R. desde o seu carro berra-lhe “Visca Catalunya” a outro carro que luzia orgulhoso bandeiras espanholas. O condutor espanholista puxo-se a persegui-lo e num momento que estavam detidos, baixou-se e, sem mediar palavra, bateu-lhe na cara. R. defendeu-se ao que o fascista acabou por dizer-lhe que marcha-se ou o “pincha-va”.

R. continuou o seu percurso mas o ultra-dereitista continuou a persegui-lo polo que decidiu chamar a polícia local rematando por presentar-se na comissaria.

A atitude da polícia ao denunciar a agressom é violenta, julgando o independentismo com frases como que “os independentistas som umha bazofia”, além de justificar ao agressor dizindo-lhe “que lhe estava bem por nom ter-se calado”. O agredido tivo que sofrer cacheos e um registro do seu carro ademais de ameaças como a de fazer-lhe um control anti-drogas.

Desde Ceivar queremos denunciar publicamente estes factos que som reflexo do momento político atual no que o estado espanhol mostra abertamente a sua face repressiva contra o independentismo alimentado as atitudes fascistas de umha ultra-direita que se mostra com maior impunidade. Manifestamos o rechaço absoluto do posicionamento político da polícia local de Ourense que defende as agressons fascistas e julga às vitimas.

Solidarizamo-nos com o nosso companheiro e mostramos o nosso apoio nestes momentos de impoténcia e raiva.

NOM NOS CALARAM! NENHUMA AGRESSOM SEM RESPOSTA!

 

Esta images.duckduckgo.comdata celebra-se na Galiza desde o ano 2000; mas resiste-se e combate-se desde vários séculos antes. Depois de quinze anos de celebraçom pública, após a ediçom do 2015 vimos como nove pessoas eram detidas e encausadas por reconhecerem e celebrarem esta jornada de dignificaçom da memória coletiva. A denominada “operación Jaro”, continua aberta na Audiência Nacional e ampliada este ano a mais três pessoas pola sua militáncia no organismo popular anti-repressivo Ceivar.

A história do nosso povo nom encaixa com o discurso oficial espanhol, e contra as descriçons de tinte colonial que apresentam a Galiza submisa, a auto-organizaçom popular vém visibilizando as boas e generosas que se defenderam, que entregaram a vida para a causa do povo.

Na madrugada do 11 de Outubro de 1990 as militantes do Exército Guerrilheiro do Povo Galego Ceive, Lola Castro e José Vilar perdiam a vida ao se acionar accidentalmente um artefacto explossivo destinado à luita contra o narcotráfico. Elas, e muitas outras combaterom pola liberdade. E nom deixarám de ser nomeadas, ainda que a sua lembrança seja empurrada à clandestinidade. Falaram muros e falara-se boca a boca e celebrara-se fora dos focos a saude das nossas mortas.

Sobre os seus leitos mantenhem-se as flores frescas.

11 de outubro é todos os dias.

 

photo5963013919981284048A próxima segunda-feira, 9 de Outubro, há convocada pola CIG umha concentraçom em Lugo às 12:00h diante dos julgados em apoio as 5 pessoas processadas por participar na greve geral do 2010 e contra a repressom sindical.

Como publicamos no seu momento neste portal, a violência policial dessa jornada de greve saldou-se em Lugo com 4 detidas que denunciarom ser agredidas na própria detençom. Paradoxalmente, sete anos depois cinco pessoas estam processadas acusadas dum delito de faltas e atentado a autoridade.

Desde Ceivar queremos mostrar o nosso apoio as militantes repressaliadas e animamos a pessoas e coletivos a participar desta concentraçom.

FRENTE A REPRESSOM, SOLIDARIEDADE ATIVA!

 

que voltemO parlamento europeu vem de aprovar, por vez primeira, um informe nom legislativo no que se rexeita o afastamento dos presos, no qual se manifesta que "hai que elaborar medidas que permitam o achegamento de todos os reclusos que estem lonje dos seus fogares, salvo se a autoridade judiciária se pronuncia em contra por razons justificadas desde o ponto de vista legal" e engade que "constitue um castigo engadido para as famílias dos reclusos" que vulnera o artigo 8 do Convênio para a Protecçom dos Direitos Humanos e das Liberdades Fundamentais (CEDH).

Ao serem um texto nom legislativo os estados manteriam a competência, mas é de grande importância que a Câmara Europeia se pronuncia-se de maneira clara e contundente contra a dispersom penitenciária.

No trascurso do pleno a parlamentar do Sinn Fein Martina Anderson expressou q "as cadeias nunca deveriam ser utilizadas como arma do estado"

 

setembro2017Umha sexta-feira mais, acompanhamos o protesto de intramuros, saimos à rua entre as 20:00h e as 20:30h desta sexta-feira 29 de Setembro para visibilizar as suas reclamaçons elementares.

Os pontos que o Coletivo de Presas Independentistas Galegas reclama som:

O reconhecimento da sua condiçom de prisioneiras políticas, o fim da política criminal de dispersom penitenciária, o reagrupamento dos membros do coletivo numha mesma prisom em território galego, o cessamento do regime de reclusom nos centros de menores e a melhora geral das condiçons de vida no encerro.

As convocatórias teram lugar:

Ponte-Vedra: 20:30h na Praça da Peregrina

Compostela: 20:30h na praça do Toural

Vigo: 20:00h no Marco (rua Principe)

Ourense: 20:00h na praça do Ferro

Lugo: 20:30h na Praça Maior

Burela: 20:30 Praça do Concelho

 
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