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IMG-20150305-WA0005Resta menos de um dia para que as diferentes sensibilidades feministas do País ateiguem as ruas de Compostela na efeméride do 8 de Março, Dia Internacional das Mulheres Trabalhadoras. Umha data simbólica para sacar à rua todas as reivindicaçons feministas que permitam construir umha sociedade soberana, equitativa e livre. Um dia para estar juntas mais também para colher folgos nesta batalha permanente contra a repressom que exerce o sistema capitalista patriarcal.

O Organismo Popular Anti-repressivo CEIVAR secundará a mobilizaçom porque nós somos também cada mae que sofre a dispersom,  cada amiga que comparte a dor, cada companheira que sinte a tortura,  cada solidária que luita por derrotar o isolamento imposto. Igualmente estaremos por todas as militantes dos movimentos políticos e sociais que engrossam a dignidade da Galiza e que cada dia afrontam a repressom. Todas elas som o latido do coraçom desta Pátria.

Neste dia tampouco podemos esquecer à trabalhadora e presa independentista Maria Osório porque encarna os valores de umha mulher comprometida com a sua Terra, com a sua classe e com o seu género. Ela hoje está a pagar as consequências de quem impom os anti-valores e reforça a ética da exclusom social que no caso das mulheres como ela gera umha situaçom de triple exploraçom por ser pobre, por ser mulher e por estar presa.

Orgulho de mulheres!
Orgulho de Pátria!
 

1416858649_807812_1416863050_noticia_normalDesde agosto do passado ano a vizinhança de Santa Cruz de Parga está denunciando as práticas castrenses que se desenvolvem no acampamento militar. O presidente da comunidade de montes, Manuel Amil, constata que o gando e a fauna selvagem estám a ver-se prejudicada polos voos rasantes de helicópteros e polos disparos de grande potência. Ademais, engadem que as casas e os cemintérios vem-se afetadas polos constantes tremores das manobras que causam desprendimentos e fendas nas paredes.

O acampamento militar ubicou-se na zona em 1944, ocupa umha superfície de 150 hectáreas e nela chegam a estar até 1.200 militares quanho há manobras. Com a designaçom de novos mandos militares para o lugar aquartelado, também chegárom novas apropriaçons; um valado de pinchos de quatro quilómetros colocado sem nengum tipo de aviso ou consenso. “No terreno militar advirte-se de que nom passemos mas eles entram nas nossas pistas e caminhos, atravessam polo meio dos pastos sem respeitar nada e nom nos deixam durmir polas noites porque andam a patrulhar”, manifesta Manuel Amil.

A vizinhança, que já elevara as suas queixas até o Ministerio de Defensa, nestes dias voltou fazer o mesmo ante o Subdelegado del Gobierno en Lugo, Ramón Carballo, quem alegou que nas vindeiras semanas terám umha resposta. Igualmente as/os vizinhas/os já anunciárom que iam por todo o assunto em maus de advogadas/os com o fim de que se respeitem os montes, os animais, a sua tranquilidade e modo de vida.

 

A continuaçom reproduzimos a nova publicada no diário Sermos Galiza  a respeito do vizinho de Coia, Xurxo Rodríguez, julgado por delitos de “resistência à autoridade” e “lesons” a um polícia local durante os protestos da colocaçom do barco Alfageme na rotunda viguesa.

2015021020503183295“O veciño de Coia prendido o 9 de xaneiro durante as mobilizacións contra a colocación do Bernardo Alfageme na rotonda de Coia foi condenado polo xulgado do penal nº2 de Vigo a 1 ano de cadea. En total, seis meses por cada un dos delitos que se lle imputaban, un de "resistencia" á autoridade e outro de "lesións" a un axente da Policía local. Aliás, condénano a pagar 1.135 euros en concepto de indemnización.

O ditame xudicial foi remitido á avogada da defensa e ao propio Romero na xornada do 2 de marzo.

Desde a Asemblea aberta de Coia veñen de emitir un comunicado de imprensa no que aseguran sentir "decepción" e "rexeitamento" pola decisión xudicial ao seren valorados "única e exclusivamente, a declaración prestada no acto do xuízo polo axente denunciante e os seus compañeiros, considerando ditas testemuñas proba de cargo suficiente, sen entrar a analizar, ne tan sequera mencionar, as múltiples contradicións e ambigüidades vertidas polos axentes no plenario, que foron postas de manifesto pola defensa".

A xuíza responsábel do caso valeuse do principio de veracidade do que contan os atestados policiais para resolver o caso e ditar sentenza, embora --critican desde o movemento veciñal-- "a credibilidade e verosimilitude" dos relatos e informes policiais "quedou desmantelada por medio da proba gráfica e testemuñal practicada a instancias da defensa".

Así as cousas, a sentenza rebaixa a petición inicial do Ministerio Fiscal que demandaba 2 anos e medio de privación de liberdade por un presunto delito de "atentado" á autoridade. Finalmente, a xuíza entende que a "conduta de Xurxo foi consecuencia da previa actuación policial, e froito do desaloxo da rotonda" polo que o considera "resistencia" e "de escasa gravidade", en troca do que aseguraba a policía municipal.

Recurso de apelación

Desde a Asemblea aberta de Coia avanzan que "loxicamente" interporán un recurso de apelación perante a Audiencia provincial de Pontevedra "aportando a gravación do acto da vista co fin de por de manifesto a indefensión que provoca unha resolución xudicial que non entra a valorar a totalidade da proba practicada, cinguíndose a dar por boa, sen máis a testemuña dos axentes, polo mero feito de ser policías".

Aliás, avanzan que de ser obrigado a pagar a indemnización esta será abonada "entre todas compañeiras" porque, reiteraron, "Xurxo somos todas!".”

 

intercambio-datosO Tribunal Europeio de Direitos Humanos (TDEH) na sua sentença do 3 de Fevereiro de 2015 resolveu que as gravaçons telefónicas entre advogada/o e cliente vulnera o artigo 8 da Convençom Europeia de Direitos Humanos devido a que afetam à “confidencialidade”.

O Alto Tribunal Europeio resolveu esta questom após um suposto no que um advogado rumano denunciara que a polícia intervinhera as suas conversas com o seu cliente. A defesa demandou estes factos além de que um juiz autorizara tais escuitas no marco dum processo penal dirigido a perseguir delitos de “delinquência organizada” e “terrorismo”.

Assim, o Alto Tribunal Europeio mencionou que se estava a vulnerar o artigo 8 da Convençom Europeia de Direitos Humanos que faz referência à privacidade da sua vida privada, familiar e do seu domicílio e correspondéncia. A isto engadiu: “nom poderá haver ingerência da autoridade pública no exercício deste Direito, salvo quando esta ingerência estea prevista pola Lei, e constitua umha medida que, numha sociedade democrática, seja necessária para a seguridade nacional, a seguridade pública, o benestar económico, a defesa da ordem e prevençom do delito, a proteçom da saude ou da moral ou a proteçom dos direitos e liberdades dos demais”.

Além disto, a sentença detalha que o artigo 8.2 da Convençom exige em primeiro lugar que a medida impugnada tenha base no Direito Interno do Estado, mas também esta lei interna há de ter umha qualidade que se basea na acessibilidade da pessoa afetada e a sua compatibilidade do Estado de Direito. É dizer, a pessoa tem direito a conhecer previamente as consequências da intervençom.

Finalmente o Tribunal conclue que a intercetaçom entre as conversas entre advogada/o e cliente “danam a confidencialidade que é a base de relaçom de confiança entre estas duas pessoas”.

 

jpg6Várias localidades do País levárom a cabo no dia de hoje umha mobilizaçom em defesa do ensino “público popular, científico, antipatriarcal e galego” e em protesto contra a nova reforma que pretende implementar o Ministro de Educación, José Ignacio Wert. O novo modelo educativo proposto por Wert é a “Estrategia Universitaria 2015” que polo de agora já consiste em reduzir as carreiras universitárias a três anos e dous anos mais complementários de máster. Ademais do sistema privatizador existente a dia de hoje, engadiriam-se maiores custes para acadar o título universitário devido a que os másters tenhem um preço elevado.

Intimidaçons desde primeiras horas

Além ter notificada a convocatória, desde primeiras horas da manhá tanto em Compostela como em Vigo, a presença policial ubicou a ambas cidades num Estado policial. Na cidade olívica fôrom incontáveis o número de grileiras e de efetivos policiais que desde bem cedo sitiárom ao estudantado. As identificaçons, revisons de mochilas, palavras fora de lugar e o permanente seguimento com ameaça de carga policial fôrom umha constante incluso após rematara a mobilizaçom. Também nesta cidade um helicóptero encarregou-se de “vigiar” o percorrido.

Em Compostela o acontecido foi semelhante. Na Porta Fageiras e na zona velha houvo registros e identificaçons no meio dum desmedido despregue policial. Na localidade de Cee igualmente reportárom-se identificaçons diante do Concelho onde estavam concentradas/os as/os estudantes.

“Menos polícia, mais Educaçom”

Este berro puido escuitar-se em muitas das manifestaçons desta manhá. O desproporcionado envio de polícias às ruas galegas é representativo da grave situaçom repressiva na que o Governo Espanhol quere pôr a todas/os aquelas/es que demandam ums direitos legítimos.

Em dias passados durante o juízo a sete estudantes de Ourense, o sistema judicial já pretendeu desmobilizar mediante as sançons e o medo a quem pretendiam secundar no dia de hoje a greve. Igualmente, mediante a repressom, tentárom atemorizar às/aos que decidírom acudir. Nom obstante, braço a braço, as ruas do País voltárom estar ateigadas de dignidade e de futuro.

 

cartaz_02_webEsta sexta de fim de mês de novo voltamos às ruas do País mas com a ilussom engadida de que a localidade de Ponte-Areias soma-se para apoiar ás/aos presas/os independentistas galegas/os no seu jejum. O plante de nom ingerir comida durante 24 horas é um ato reivindicativo coletivo para demandar:

-Reconhecimento da sua condiçom de prisioneiras e prisioneiros políticos.

-Fim da política de dispersom penitenciária.

-Reagrupamento dos membros do coletivo numha prisom em território galego.

-Cessamento do regime de reclusom nos centros de menores.

-Melhora geral das condiçons de vida nas prisóns.

DIA 27 DE FEVEREIRO

PONTE-AREIAS: Diante do Concelho às 20h
BURELA: Praça do Concelho às 20h30 + Ceia vegana anti-repressiva no C.S. Xebra!
COMPOSTELA: Praça da Galiza às 20h30 + Ceia solidária no C.S.A. A Casa do Peixe
CORUNHA: Cantóm Obelisco ás 20h30
FERROL: Praça Amada Garcia às 20h
LUGO: Praça Maior às 20h30
NOIA: Praça da Constituçom às 20h30
OURENSE: Praça do Ferro às 20h30
PONTE VEDRA: Praça da Peregrina às 20h00
VIGO:  Marco (Rua Príncipe) às 20h00
 
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