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Esta manhá era detido um estudante em Compostela em relaçom à visita de Núñez Feijóo á Universidade de Compostela há um par de semanas. Esta é a terceira detençom polo mesmo motivo em menos de dous dias tal e como informamos neste sítio web.

Quando passou a disposiçom judicial várias/os solidárias/os concentrárom-se às portas dos Julgados das Fontinhas em Compostela e passados ums minutos M.S.P era posto em liberdade com os cargos de atentado à autoridade, lesons e danos. O jovem negou-se a declarar ante o juíz.

Desde a detençom até a sua posta liberdade tam só acontecérom duas horas de por médio e durante essa mínima franja horária a solidariedade já estava organizada. Parabéns de novo a todas/os pola demonstraçom de força, unidade e agilidade!

¡BASTA DE REPRESSOM!

 

composNo dia de hoje por volta das três da tarde era detido o militante de Xeira, M. Atanes, em Compostela. Umha hora depois a Policía Nacional atuava do mesmo jeito diante da Facultade de Direito da USC com o militante de Agir, A. Curbeira. Ambos fôrom deslocados até dependências policiais e posteriormente postos a disposiçom judicial nos Julgados das Fontinhas.

Para as 17h já estava convocada umha concentraçom diante dos edifícios judiciais reivindicando a posta em liberdade dos jovens detidos. Mais de médio cento de solidárias/os achegárom-se até as portas por onde iam entrar os processados para dar-lhe ànimos e arroupo. A presença policial foi constante mas comedida.

Passadas as sete da tarde era posto em liberdade o militante de Xeira e poucos minutos depois também o militante de Agir. As acusaçons que se vertem sobre eles estám vinculadas ao protesto estudantil acontecido há duas semanas quando Núñez Feijóo dispunha-se a inaugurar umha conferência de ámbito estatal na facultade de Matemáticas e do que finalmente tivo que sair escoltado sem conseguir o seu objetivo.

Os cargos contra os jovens som de “atentado contra a autoridade” e “lesons” polo que estám em liberdade com cargos. Ambos remitírom um trato correto durante as suas detençons.

Desde o Organismo Popular Anti-repressivo CEIVAR nom podemos deixar de denunciar a repressom à que som submetidos os movimentos populares galegos e as contínuas vinganzas policiais das mobilizaçons sociais e políticas. Pola contra também orgulhamos de ressaltar a grande capacidade deste Povo para reagir rápida e coletivamente ante as represálias políticas e exprememos toda a nossa solidariedade com os dous moços retaliados

 

5167e04e00004-561333_608567955839291_904783798_nNo dia de hoje, quarta feira, terá lugar nos Julgados do Contencioso Administrativo da Corunha a declaraçom das testemunhas correspondentes a umha demanda por vulneraçom de Direitos Fundamentais interposta por Stop Desafiuzamentos da cidade herculina. O objetivo é paralisar umha multa interposta pola Subdelegación del Gobierno no ano 2013 quando o coleitivo anti-despejos secundava a mobilizaçom a nível estatal diante das sedes do Partido Popular.

Dias depois da concentraçom do 9 de Abril de 2013 dous ativistas recebiam umha sançom por parte da Subdelegación del Gobierno acusando-os de ser os “líderes y convocantes” da mobilizaçom. Ambas denúncias som idénticas e assinadas polo mesmo polícia incumplindo o requisito de ser ratificadas por outra testifical.

A começos do ano passado a resposta social conseguira parar em duas ocasions o despejo de Aurélia Rei evidenciando que a solidariedade podia conseguir o seu objetivo. A jeito de represália poucos meses depois já eram 17 as pessoas que acumulavam propostas de sançom baixo os epígrafes de “instigar a las masas”, “alterar la seguridad ciudadana” ou “desobediencia”.

Desde Stop Desafiuzamentos da Corunha reportam que ainda há sete pessoas pendentes dumha sançom que ascende em total a 1.712 euros e, ainda que estám a ser recorridas, o Ministerio del Interior já está a proceder a embargar as quantias correspondentes e com cargos de 150 euros engadidos.

 

0238415001265976103-detalle-do-filme-vilinguismoA causa que se mantinha aberta contra três militantes da Assembleia da Mocidade Independentista (AMI) pola criaçom dos vídeos “Vilingüismo” fôrom arquivadas definitivamente durante estes dias.

No ano 2008 a AMI lançou o audiovisual “Vilingüismo” no que denunciava à por entom incipiente, associaçom galegófoba Galicia Bilingüe. A raíz da difusom deste trabalho, Galicia Bilingüe apresentava umha denúncia na Comisaria de Vigo ao entender que o documentário incitava a agressons contra os membros da associaçom galegófoba.

O Julgado de Instruçom da cidade olívica tramitou o caso e inicialmente imputou a três militantes da AMI tomando-lhes declaraçom. Posteriormente e após várias diligéncias provatórias, o Julgado decidiu sobresser e arquivar a causa mas Galicia Bilingüe elevou o caso ante a Audiência Provincial de Ponte-Vedra.

Finalmente, a Seçom 5ª Audiência de Ponte-Vedra mediante o auto 2310/14 rechaçou o recurso de apelaçom feito por Galicia Bilingüe e da por sobreseido e fechado o caso.

 

novoComo cada trinta dias esta sexta fim de mês a solidariedade voltará sair às ruas do País. Nove som as convocatórias espalhadas pola Galiza para fazer público o nosso respaldo ao jejúm feito pola/os  presa/os independentistas galega/os assim como às suas reivindicaçons:

1- Reconhecimento da sua condiçom de prisioneiras e prisioneiros políticos.
2- Fim da política de dispersom penitenciária.
3- Reagrupamento dos membros do coletivo numha prisom em território galego.
4- Cessamento do regime de reclusom nos centros de menores.
5- Melhora geral das condiçons de vida nas prisóns

Durante a jornada também lembraremos especialmente ao preso independentista Raúl Agulheiro que desde o dia 3 de Outubro permanece em maos da repressom espanhola e quem nunca deixou de monstrar a sua solidariedade com as/os independentistas presas/os. Seguimos o seu ejemplo solidário!

DIA 31 DE OUTUBRO

RIBADEO: Praça do Campo às 21:00
FERROL: Praça Amada Garcia às 21:00
PONTE VEDRA: Praça da Peregrina às 20:00
COMPOSTELA: Praça da Galiza às 20:30
CORUNHA: Cantóm Obelisco ás 20:30
LUGO: Praça Maior às 20:30
OURENSE: Praça do Ferro às 20:30
VIGO:  Marco (Rua Príncipe) às 20:00
NOIA: Praça da Constituçom 20:30h
 

ndiceA continuaçom publicamos o comunicado íntegro emitido polo Centro Social "A Gentalha do Pichel" de Compostela:

Estimada associada, estimado associado

Escrevemos-che porque queremos compartilhar contigo algumhas reflexons logo da recente, e involuntária apariçom nos meios da nossa associaçom. Nom é a primeira vez, mas nom por isso deixaremos de denunciar estas camanhas de descrédito. Sentimo-nos acosadas e queremos convidar-vos a repassar juntas agúns acontecimentos.

Foi lá polo ano 2005 quando um dos colectivos que acolhe o centro social da nossa associaçom foi registado pola polícia espanhola no marco da Operaçom “Castinheiras”, provocando danos materiais e, sobre todo, um grande dano ao trabalho que a Gentalha fazia no bairro desde a sua fundaçom um ano antes. Nom era difícil imaginar os comentários de umha parte da vizinhança. Que farám nesse local?


Aquela operaçom ficou arquivada, e nem a Gentalha nem nengum nem nengumha das suas ativistas fôrom acusadas de nada, mas o dano ficava feito, com a colaboraçom inestimável dos meios de comunicaçom do sistema.
Na altura emitimos um comunicado assinado conjuntamente com outras associaçons e coletivos utentes do nosso centro social, onde afirmávamos que a Gentalha é "un coletivo de caráter cultural que trabalha pola defesa da língua, pola recuperaçom da memória histórica e polo conhecimento e respeito do meio natural e que exerce umha evidente funçom de caráter social no nosso bairro apoiada num capital de máis de 100 sócios e sócias".Denunciávamos os danos provocados no Pichel pola acçom policial e advirtíamos contra "a criminalizaçom e satanizaçom de todo tecido associativo.

Mas nom achantamos e continuamos no nosso caminho de criarmos um espaço galego sem complexos, reintegracionista, com umha clara vontade de interaçom com o bairro e a cidade. Colaborando com a associaçom vizinal e ajudando a organizar as festas do bairro, que levávam anos sem se celebrar, pugémos o nosso grao de areia para vivermos num bairro mais nosso, das vizinhas e vizinhos, e no caminho lográmos que as possíveis dúvidas que tivessem connosco se fossem diluindo. As mentiras tenhem as patas curtas, mesmo quando contam com os altofalantes do Correo Gallego e La Voz.


Ah, mas se todo ficasse aí... Quatro anos depois, um intrépido defraudador de Fazenda e prevaricador, além de outras cousas, tentava ocultar a sua corruta gestom no Concelho de Compostela acusando a nossa associaçom, entre outros coletivos, de sermos responsáveis de querer “convertir Compostela en la zona vieja de San Sebastián” e de "plantar en santa clara el huevo de la serpiente". De novo os meios de comunicaçom (neste caso Onda Cero) dêrom voz ao personagem, sem nem sequer pôr-se em contato com a nossa associaçom para que desse a sua visom, como qualquer código jornalístico que se prezar recolhe. A vontade de Conde Roa, que assim se chama o delinquente comum, era fechar o nosso centro social, e teria-o conseguido se nom for porque associadas e amigas da nossa associaçom por todo a Galiza, se mobilizárom para conseguir os 10.000 euros que nos permitiam regularizar a licenza do local. Mui emocionante foi receber tantas mostras de afeto, mas especialmente as das vizinhas e vizinhos que se achegárom a nos apoiar.


Levávamos 5 anos de trabalho nas ruas, roteiros, conferências, música ao vivo, ediçons, dança. Cinco anos depois, com Conde Roa evacuado do Concelho, continuamos a fazer o mesmo.
Próxima estaçom, maio de 2014. Um colectivo antirepressivo solicita a sala de actos do Pichel para dar umha roda  de imprensa.A militante independentista Maria Osório é declarada em busqueda e captura.O conselho geral da Gentalha do Pichel conheçe através dos meios o sentido aparente do acto,finalmente a militante da explicaçons via conferência online, o acto transcorre sem presenza policial no interior do centro social, mas a legitimidade do mesmo nom impede um novo circo policial e medático, e mais uma vez, a rua onde se ubica O Pichel fica em "estado de excepçom". Registro de carros, identificaçons, nem a vizinhança puido fazer a compra!.

E os meios começarom a sua coreografia: imagens do local, confussons malintencionadas... Todo novamente encaminhado a vincular o nosso Centro Social com um lugar do que desconfiar.
http://www.abc.es/local-galicia/20140607/abci-maria-osorio-acto-santiago-201406071054.html

http://www.lavozdegalicia.es/noticia/galicia/2014/06/07/barrio-santiago-blindado-comparecencia-publico-integrante-resistencia-galega/00031402136708602788921.htm

E chegamos a isso do que queriamos falar-vos, da recente detençom dum vizinho da nossa rua por suposta pertença a banda armada e tença de explosivos.Como outras vezes que nos temos manifestado em casos que nos resultam próximos, pedimos polo estrito respeito dos direitos desta pessoa, e as máximas garantías democráticas. Fazemo-lo porque sabemos de casos onde nom se respeitam, e porque a legislaçom espanhola é especialmente deficitária neste sentido. E estamos contra o linchamento mediático, que nós própias experimentamos em muitas ocasions.
Recentemente, jornais mui diversos informávam do registo da Gentalha pola polícia, paralelamente à detençom. Queremos negá-lo. Com a impunidade de quem se sabe poderoso, esses jornais tirárom de imagens do nosso centro social para ilustrar a nova da detençom. Isso, os que menos; os que mais, afirmárom que tal registo se producira. A intençom, ao nosso ver, mais que clara, é tentar espalhar a dúvida entre as pessoas que conhecem a Gentalha de ouvidas, ou de entrar às vezes; das assistentes aos nossos cursos, de vizinhas e vizinhos mais umha vez (lembrades o do “huevo de la serpiente”?). Mas nom o vam conseguir. Nom, porque nom nos falha o combustível, a nossa vontade de continuar a construir espaços onde normalizar a nossa língua e cultura, onde viví-las plenamente, onde reivindicá-las.


Convidamosvos a ler algúns exemplos dests práticas de manipulaçom informativa:
http://www.lavozdegalicia.es/noticia/santiago/2014/10/03/detenido-santiago-presunto-miembro-resistencia-galega/00031412352258436164127.htm

http://www.elcorreogallego.es/galicia/ecg/guardia-civil-acusa-detenido-santiago-ser-autor-atentado-baralla/idEdicion-2014-10-03/idNoticia-893739/

Que decidimos fazer? Enviar umha carta de protesto aos meios, escrever este comunicado para associadas e estudar a via penal para denunciar as difamaçons.
A sorte de levarmos mais de dez anos de activismo cultural é que podemos dar-nos o luxo de copiar comunicados sem que ninguém se dêconta. Assim, queremos transmitir-vos que “a Gentalha é un coletivo de caráter cultural que trabalha pola defesa da língua, pola recuperaçomda memória histórica e polo conhecimento e respeito do meio natural e que exerce umha evidente funçom de caráter social no nosso bairro apoiada num capital de máis de 300 sócios e sócias". E cotinuamos a denunciar "a criminalizaçom e satanizaçom de todo tecido associativo".


Como sempre, encontraremo-nos na rua, e no Pichel.

 
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