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2014061609031392494Desde as prisons espanholas chegou umha aportaçom muito especial para o Organismo Popular Anti-repressivo CEIVAR. Tratam-se de seis peças feitas a mao pola presa independentista Maria Osório e que em pouco tempo poderám estar ao vosso alcance.

Duas carteiras, dous moedeiros, um pucho e umha saca multi-usos expremem o compromisso solidário da presa independentista Maria Osório e também a sua firme vontade a seguir aportando com trabalho a este Povo. Pontada a pontada e fio a fio, a presa independentista trasmite a ideia de continuar tecendo com agulhas de solidariedade as redes que demonstram que nengumha cárcere poderá dobregar a nossa superaçom coleitiva por derrubar os isolamentos impostos.

Além de todas as limitaçons que implica a prisom, ao Organismo Popular Anti-repressivo CEIVAR, enche-nos de alegria comprovar como cada dia e mediante mil formas de comunicaçom, as/os presas/os independentistas galegas/os continuam a presentes nas nossas realidades, nas ruas, nas nossas conversas e nos nossos fogares.

Para conseguir o material:

  1. Deveredes enviar um correio a Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar solicitando a vossa encomenda assim como o/os número/s de referência e o vosso número de telefone.
  2. Desde CEIVAR enviaremos-vos um correio para confirmar que ainda dispomos da/s unidade/s  demandada/s por estrita ordem de solicitude.
  3. Disporedes um praço de 2 dias para ingressar no número de conta 2080 0395 61 3040001337 de Abanca o importe.
  4. Remitindo umha imagem do comprovante e adjuntando os vosso endereço postal em poucos dias o teredes nas vossas maos. O importe inclue o envio.

Carteira_1Carteira_2

 

 

 

 

 

 

   Pucho_3Moedeiro_ref_4                                                     Moedeiro_ref_5Cesta_Ref_6

 

fotonoticia_20150202182743_800O Presidente do Governo Espanhol e o porta-voz do PSOE assinárom nesta segunda feira o quarto pacto anti-terrorista em 27 anos. O acordo que, supostamente se dirige contra os yihadistas, consta dumha declaraçom de unidade e oito pontos para desenvolver no futuro. O destacável por novidoso para executar na praxe som os dous primeiros pontos:

1) La modificación del Código Penal que esta Proposición recoge tipificará los delitos de terrorismo, con independencia de que se realicen o no en el seno de un grupo u organización terrorista, atendiendo a la finalidad con que se cometen, y cuyo elemento común es la provocación de un estado de terror en la población.

Tipificará, así, como delito de terrorismo el desplazamiento al  extranjero para incorporarse a una organización terrorista o colaborar con ella.  Asimismo contemplará las conductas propias de las nuevas formas de terrorismo, especialmente en aspectos como la captación y el adiestramiento de terroristas, incluido el adiestramiento pasivo, el uso de las redes de comunicación y tecnologías de la información a estos efectos, la financiación de organizaciones terroristas y las distintas formas de colaboración activa con ellas.

2) Acordar que, tal y como ha venido recogiendo nuestro ordenamiento jurídico, a los delitos de terrorismo con resultado de muerte les será siempre aplicable la máxima pena privativa de libertad recogida en el Código Penal.

Dado que a máxima pena prevista no Código Penal que sairá em breves do Senado é a da prisom permante revisável, esta cadeia perpétua será aplicada às pessoas julgadas por terrorismo e que causem danos de morte. O PSOE, que votara em contra da medida, fizo piruetas para justificar a assintura deste pacto fazendo vários rodeios e futuramente comprometendo-se a deroga-la quando governara, mas a conclussom foi que o PSOE consentiu explicitamente a cadeia perpétua.

Além do pacto nesta matéria entre os dous principais partidos em Madrid, e que nom deveu de surpreender a ninguém, a esência volta ser o avanço das restriçons de liberdades sociais e políticas. A subjetividade com a que se abordam permite abrir o abano para qualquer tipo de disidência política com umha Lei suxeita a muitas interpretaçons que variarám a mercê dos juices e políticos institucionais que ostentem o poder.

Novamente estamos ante um pacto no que se pretende o controlo social e incluso da privacidade das pessoas. Pola contra, o que nom se trata nunca é o “estado de terror” que causam entre as pessoas que componhem os tecidos asociativos as cargas policiais ou as torturas nas comisarias por citar dous exemplos próximos. O medo e o pánico da populaçom cingue-se atualmente ao Estado em todas as suas dimensons repressoras mas PP como PSOE pretendem que vejamos ao inimigo no vizinho do lado namentres o que realmente causa um terror geralizado som as suas políticas.

 

vlcsnap-13215628_recortadaDesde o Organismo Popular Anti-repressivo CEIVAR vimos denunciando as constantes práticas de tortura que se levam a cabo diariamente por parte das forças repressoras espanholas. Agora esta teoria também é sostida por Amnistía Internacional mediante a sua Coordinadora para la Prevención de la Tortura e também polo Tribunal Europeo de Derechos Humanos.

Pola sua bada, Amnistía Internacional publicou no dia de hoje um informe no que recolhe 6.621 denúncias de torturas policiais, umha cifra que contrasta com o escasso número de condenas emitidas pola Justiça Espanhola que se elevam a 752 e que, ademais, na sua maioria som por faltas e nom por delitos. “Día a día nos llega información de personas que han sufrido torturas como posturas forzadas, violaciones o agresiones físicas” afirma o porta-voz da Coordinadora para la Prevención de la Tortura de Amnistía Internacional, Jorge del Cura. Esta confirmaçom também é sostida por Pau Pérez, asesor do Mecanismo Nacional de Prevención de la Tortura e perito em tribunais estatais e internacionais: “Hay un sistema torturante que requiere de la impunidad, alguien que autorice, alguien que diseñe, alguien que encubre y alguien que amnistíe”, di. Além destas declaraçons, Pau Pérez também comenta ter a certeza de que as diferentes polícias que operam no Estado Espanhol possuem unidades de elite para este cometido.

Igualmente, o próprio Tribunal Europeo de Derechos Humanos condenou até em seis ocasions a Espanha por nom ter investigado as torturas e o Comité Europeo para la Prevención de la Tortura reagiu do mesmo modo condenando a Espanha polos casos constatados de tortura.

Práticas como os eletrodos, as violaçons, introduçom de armas por diferentes partes do corpo, golpes que aturdem, a asfixia mediante sacas de plástico ou de auga, as pressons psicológicas argumentando que a tua família ou amizades correm perigo, que estám encarceradas ou mortas... formam parte das detençons da militáncia política e social. Umha realidade que já nom se pode agochar mas que tivo que acadar as suas fórmulas mais extremas para conseguir que sairam à luz.

Desde o Organismo Popular Anti-repressivo CEIVAR queremos umha vez mais deixar constáncia da existência confirmada desta praxe incluso com as/os presas/os independentistas galegas/os. Assim mesmo nom podemos sair da nossa indignaçom ante a falta de credibilidade que mostra a Justiça Espanhola ante estes e muitos outros casos de tortura, o que ubica aos magistrados como cúmplices da mesma. Sistomático é que no Estado Espanhol nom haja comités de investigaçom para a tortura quando Espanha já foi denunciada numerosas vezes por este assunto por organismos internacionais, a lógica indica a clara vontade de perpetuar a tortura e a impunidade de quem a pratica.

 

A continuaçom fazemo-nos eco da informaçom facilitada pola organizaçom independentista estudantil AGIR no seu site:

b_450_0_16777215_00_archivos_Administradores_Maurcio_2015-02_020215_agirDurante umha das saídas agitativas na noite prévia ao 25N dentro da campanha “Nos campus e nos liceus, nem uniformados nem machistas: AUTODEFESA FEMINISTA”, duas componentes da Assembleia Local de Compostela, que se atopavam no Campus Sul, fôrom retidas e intimidadas ilegalmente por parte de dous agentes de Prosegur, para ser posteriormente identificadas pola polícia municipal. Menos dum mês depois recebêrom umha notificaçom na que se informava da abertura dum procedimento judicial polos factos acontecidos, mas com a surpresa de que se lhes culpabilizava também de pintadas realizadas no Campus Norte sem qualquer prova nem semelhança. Trás isto, aos poucos dias voltárom ser destinatárias dumha nova carta na que se transmitia a sua implicaçom em outro processo sancionador, desta volta de caráter administrativo, polos mesmos acontecimentos. Na última das missivas comunicava-se a petiçom dum pagamento de mais de 650€ num prazo inferior a trinta dias polos supostos danos causados.

Vemos claramente como este caso repressivo está cimentado em ilegalidades e mentiras. Por umha parte, quer-se-lhes fazer pagar por açons das quais nom existem provas e que tivêrom lugar numha zona da cidade à que nom fôrom e que lhes seria impossível ter chegado tendo em conta o lugar onde fôrom identificadas e os tempos que se indicam. Além disto, a quantidade que exige abonar ao concelho é totalmente desproporcionada a respeito dos desperfeitos dos que se lhes acusa.

Ademais, estám submetidas a dous procedimentos sancionadores paralelos, polo que apresentamos alegaçons pedindo a suspensom do processo administrativo até a finalizaçom do processo judicial. É evidente que todo o entramado deste caso é produto da imaginaçom das comissarias compostelanas. A intençom é clara: desestabilizar-nos economicamente e criminalizar socialmente ao estudantado rebelde, buscando reduzir ao mínimo a nossa atividade para assim poder seguir com a instauraçom deste estado policial governado por umha cámara municipal onde reina a corruçom generalizada.

De AGIR reiteramos o nosso compromisso com a emancipaçom das mulheres, e nom imos renunciar aos nossos métodos de luita e agitaçom tanto nas ruas quanto nas aulas. Nem este nem todos os casos repressivos que carrejamos às costas (denunciados repetidas vezes através da campanha nacional “Nom à repressom contra o estudantado galego”) vam impedir que sigamos combatendo este sistema e continuemos com a construçom do ensino que queremos. Somos conscientes de que este caminho está cheio de obstáculos de todo tipo, e a repressom económica é um deles, mas nós continuaremos repetindo-lhe a quem nos quer silenciar que o estudantado galego das camadas populares nom somos rebeldes sem motivo, senom que eles som a razom e o inimigo. Seguiremos agitando liceus, campus e consciências; formando e informando; e preparando ferramentas para a nossa autodefesa, ideológica e física, mediante próximas atividades nas que podamos apreender umhas das outras.

 

5474bfceedd2f_Imagen32RNo dia de ontem o Tribunal Superior de Justicia del País Vasco plantejou ante o Tribunal Constitucional umha questom de inconstitucionalidade ante os requisitos adicionais para acceder ao paro exigidos às/aos  expresas/os que obtivérom a liberdade após a derogaçom da Doctrina Parot. O órganos superior judicial do País Vasco acredita que existe umha diferença injustificada e desproporcionada entre as/os expresas/os que se desmarcárom de ETA e as/os que nom, polo que a sua consideraçom afirma que o sistema espanhol procura represaliar às/aos que nom o fizérom.

Os requisitos aos que fazia alusom o Partido Popular em Outubro de 2013 som em referência a que as/os retaliadas/os nom poderiam cobrar o subsídio de desemprego até que nom se cumprimentara com os pagos milionários que se lhes imponhem às/os processadas/os por pertença a ETA. Igualmente, também quedavam bloqueadas as indemnizaçons por passar mais tempo dentro da prisom que, por exemplo, no caso de Inés del Río, o Estado adeveda-lhe 30.000 euros por estar presa 5 anos mais do que lhe corresponderia legalmente.

Assim, o Tribunal Superior de Justicia del País Vasco retomou este assunto após lhe fora denegado o subsídio polo Juzgado do Social de Eibar a dous ex presos bascos e estes recurriram ante o TSJPV.

O TSJPV duvida da constitucionalidade dos requisitos adicionais ao entender que se estám vulnerando os direito à reinserçom e às prestaçons sociais ante situaçons de necessidade. Do mesmo modo considera como mui grave a falta de cumprimento do princípio “bis in ídem” (nom penalizar duas vezes polo mesmo).

A todo isto engade-se que é umha lei aprovada após a sua excarceraçom a que imposibilita o aceso ao subsídio e que estes requisitos adicionais em nengum caso se houveram solicitado se nom se houvera recurrido ante o Tribunal Europeio de Direitos Humanos de Estrasburgo polo que trata-se de vingança. O TSJPV conclue o documento aludindo à diferença de trato entre ex presas/os que já cumplírom condena, em funçom do delito cometido. Este caso seria contrário ao princípio de igualdade.

 

Após o grande sucesso da IX ediçom da Marcha às Cadeias onde a solidariedade se deslocou até as prisóns espanholas, é hora de continuar com esta carreira de fundo empreendida há já vários anos para acompanhar o jejúm que realizam cada sexta de fim de mês as/os presas/os independentistas galegas/os para reivindicar:

1- Reconhecimento da sua condiçom de prisioneiras e prisioneiros políticos.

2- Fim da política de dispersom penitenciária.

3- Reagrupamento dos membros do coletivo numha prisom em território galego.

4- Cessamento do regime de reclusom nos centros de menores.

5- Melhora geral das condiçons de vida nas prisóns.

Ademais, em todas as concentraçons tomaram-se imagens para parabenizar ao preso independentista Antom Santos deslocado na cadeia de Dueñas (Palencia) e que no vindeiro mês de Fevereiro estará de aniversário.

cartaz_01fimDIA 30 DE JANEIRO

BURELA: Praça do Concelho às 20:30h

FERROL: Praça do Concelho às 20:00h

PONTE VEDRA: Praça da Peregrina às 20:00h

COMPOSTELA: Praça da Galiza às 20:30h

CORUNHA: Cantóm Obelisco ás 20:30h

LUGO: Praça Maior às 20:30h

OURENSE: Praça do Ferro às 20:30h

VIGO:  Porta do Sol (sereio)  às 20:00h

 
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