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tortura-Exposicin-el-13-de-febrero-de-2011-en-Irua-en-el-Da-contra-la-Tortura.-Las-fotos-simulan-torturas-relatadas-por-detenidas-EkinklikA umha resposta no Congreso, o Ejecutivo de Mariano Rajoy negou-se a dar publicamente os dados de quantas denúncias por torturas e maus tratos levam-se produzido no Estado Espanhol nos últimos 35 anos. Igualmente nom tivo vontade de clarificar quantos polícias tenhem sido condenados por estes factos e a quantos se lhes tem indultado após ser condenados.

A resposta do Governo Espanhol limitou-se a dizer que o Sistema Estadístico de Criminalidad recopilou 129 casos de tortura por Fuerzas y Cuerpos de Seguridad del Estado desde o ano 2000 e que estas forças “llevan a cabo sus funciones bajo el más estricto cumplimiento de la legalidad vigente”.

O obscurantismo do Governo Espanhol é realmente grave especialmente ao ter em conta que no último informe da Coordinadora para a Prevençom e Denúncia da Tortura (CPDT) denunciara 6.621 casos nos últimos dez anos. A isto engadiriam-se as seis condenas do Tribunal Europeio de Direitos Humanos (TEDH) ao Estado Espanhol por nom investigar casos de torturas.

Desde o Organismo Popular Anti-repressivo CEIVAR queremos umha vez mais deixar constáncia da existência confirmada desta praxe com as/os ativistas sociais e políticas/os e também com as/os presas/os independentistas galegas/os. Assim mesmo nom podemos sair da nossa indignaçom ante a falta de credibilidade que mostra a Justiça Espanhola ante estes e muitos outros casos de tortura, o que ubica aos magistrados como cúmplices da mesma.

Sistomático é que no Estado Espanhol nom exista por parte do Governo um mínimo seguimento a esta grave vulneraçom de Direitos Humanos e que nom haja comités de investigaçom para a tortura quando Espanha já foi denunciada numerosas vezes por este assunto por organismos internacionais. A clara lógica indica a vontade de perpetuar a tortura e a impunidade de quem a pratica.

 

cartazComo anunciamos há uns meses no Organismo Popular Anti-repressivo CEIVAR estamos sempre prontas/os para responder à repressom e mitigar os seus efeitos pessoais e políticos.

Como resposta à repressom cumpre agir com as devidas precauçons, levando sempre em conta que nom vivemos numha democracia senom num Estado de Exceçom cada vez menos dissimulado. Hoje em dia as ferramentas de Espanha para nos controlar e punir som mais ofegantes que nunca. Felizmente, também temos novos recursos para as combater. Todo consiste em saber empregá-las.

Umha parte da vantagem do Estado é a nossa insuportável transparêcia à sua olhada. Resultado da enorme penetraçom das tecnologias nas nossas relaçons sociais, quase toda a nossa vida pessoal e atividade política pode ser monitorizada por um simples computador. Sabemos que este processo nom tem volta atrás para a maioria de nós: nom vamos deixar de usar Internet, nem os telemóveis, nem as redes sociais. Isso significa que os nossos inimigos vam ter muito mais fácil seguir-nos a pista que aos nossos pais e maes, ou aos nossos avós. Mas há maneiras de contra-restar parcialmente essa “nudez”: meios informáticos que nos restituem algo da opacidade perdida.

Nos últimos anos a espionagem por parte dos Estados tem saído à luz, ao menos em parte. Os programas da NSA para revisar todos os correios eletrónicos e telefonemas, a entrega indiscriminada de dados por parte de Google, Facebook, Microsoft e outras corporaçons... Ninguém pode fingir ignorar que está sendo escuitado cada vez que escreve um correio, fala por telefone ou escreve numha rede social.

Para quem luita, para quem se converte em inimigo dos serviços de inteligência, a necessidade de privacidade é urgente. Dela dependem, muitas vezes, as possibilidades de eludir a repressom. Nom obstante, também é legítimo o nosso direito a que as nossas comunicaçons pessoais nom sejam intervidas e para ambos casos temos ao nosso dispor utilidades e conhecimentos que podemos partilhar com a nossa contorna.

Nesta palestra-talher em Vigo poderedes ir aplicando in situ os conhecimentos que vaiades aprendendo polo que, se o vedes oportuno, podedes trazer os vossos portátiles e telemóveis. No caso de que nom disponhades deles também se poderá fazer noutros computadores.

Data: 10 de Abril
Hora: 19h
Lugar: Café Uf (rua Prazer, 19) VIGO
 

2015032919031167925O Bloco de Esquerdas denunciou ante o parlamento luso a atuaçom policial desenvolta pola Guárdia Nacional Republicana (GNR) o passado 28 de Março contra três concelheiras do BNG durante um protesto em Monção. Mediante o Ministério da Administração Interna o Bloco de Esquerdas dirigiu as seguintes perguntas ao Governo do seu País:

1. Tem o Ministério conhecimento desta situação?
2. Considera o Governo aceitável que eleitas e eleitos do Estado vizinho possam ser alvo de uma intervenção policial manifestamente desproporcionada?
3. Que medidas serão tomadas para averiguar os motivos de uma atuação desta natureza?

Os factos já denunciados polo BNG e aos que agora se soma institucionalmente o Bloco de Esquerdas, decorrérom o passado sábado durante um protesto contra o uso eleitoralista da Plataforma Logística e Industrial (Plisan) polo 20 aniversário da ponte internacional galega-lusa e no que participava o vice-presidente da Junta, Alfonso Rueda.

As concelheiras de Salvaterra do Minho,  Patricia Marinho Rodríguez, Eva González Pérez e Xosé Antón Outeiro González reportárom retençons, identificaçons e agressons polas que tivérom que acudir ao Centro de Saude. “A atuaçom policial foi absolutamente desproporcionada empregando umha violência inecessária contra um protesto pacífico”, assinalou o BNG num comunicado.

 

e4e01f6fdef9e8fded4be6111918d992_62b8ee51c323aa73920df041cc18f4c2.pngDurante estes dias por fim foi notificada a resoluçom do auto no que o independentista Heitor Naia era posto ante a Audiencia Nacional para responder pola Ordem Europeia de Detençom e Entrega. Finalmente decretou-se a prisom preventiva para Naia e a sua defesa já apresentou o recurso contra esta resoluçom.

Paralelamente estima-se que num par de meses saia a sentença do Tribunal Supremo apresentado há já vários meses para que indique se rebaixa a condena de 11 anos de prisom para o independentista.

Desde o Organismo Popular Anti-repressivo CEIVAR umha vez mais manifestamos a nossa solidariedade com Heitor Naia e instamos ao envio de cartas e postais à prisom de Valdemoro:

Héctor José Naya Gil
Centro Penitenciario Madrid III
Ctra. Pinto-San Martín de la Vega, km. 4,5,
28340 Valdemoro (Madrid)

Igualmente adiantamos que a vindeira semana lançaremos umha campanha solidária com todas/os as/os presas/os independentistas galegas/os e na que poderedes fazer envio de diverso material.

 

CBVo03CUcAAGY7ASegundo informa o diário Diagonal, a segunda parte da “Operación Pandora” deu começo esta manhá nas cidades de Madrid, Barcelona, Granada e Palencia. Polo momento as detençons elevam-se a 27, 9 pessoas em Madrid e 4 em Barcelona e Palencia às que a Policía acusa de “organizaçom criminal com fines terroristas” e “sabotagens e colocaçom de artefactos explosivos e incendiários”. A estas detençons engadem-se outras 14 por “resistência à autoridade” durante os registros que se levárom a cabo em 17 pontos das quatro cidades.

Além das detençons também fôrom registrados vários centros sociais ocupados como La Quimera ou o 13-14 do bairro de Vallecas. Desde primeiras horas da manhá as redes sociais davam boa conta da brutalidade com a que os polícias irrumpiram nos locais derrubando portas, pinchando rodas às bicicletas e destroçando todo quanto havia ao seu passo.

A operaçom foi ordenada polo juiz da Audiencia Nacional, Eloy Velasco, e na nota de imprensa refire-se a ir destinada contra os Grupos Anarquistas Coordinados (GAC). A segunda parte da “Operación Pandora” é a continuaçom da produzida três meses atrás e que se saldou com a detençom de 11 pessoas que ficariam em liberdade após pagar umha fiança de 3.000 euros.

Para hoje já há assinaladas concentraçons de solidariedade com as/os anarquistas detidas/os em Madrid, Barcelona, Palencia, Zaragoza, Salamanca, Girona e Clot.

 

B_2gidfWQAEIy1S.jpg_largeHá vários dias que levamos aguardando novidades da situaçom do preso independentista Heitor Naia a respeito da resoluçom do auto judicial. Embora tinha que ter-se resolto no mesmo dia da vista, ainda nom se sabe quando se fará pública polo que nom podemos ficar com os braços cruçados.

Polo de agora temos conhecimento que Heitor Naia atopa-se na prisom de Valdemoro e que está acompanhado por dous presos bascos. Animamos-vos a todas/os a que lhe enviedes umhas linhas, recortes de imprensa, fotos, etc para que Naia vaia sentindo o arroupo da solidariedade.

Héctor Naya Gil
Centro Penitenciario Madrid III
Ctra. Pinto-San Martín de la Vega, km. 4,5,
28340 Valdemoro (Madrid)
 
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