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A nova saltava hoje da mao do Observatorio para a Defensa dos Direitos e Liberdades EsCULcA após este ente apresentara umha denúncia polos factos acontecidos na prisom de Dueñas e dos que o Organismo Popular Anti-repressivo CEIVAR dera a voz de alerta.

 A continuaçom reproduzimos o texto emitido:

acorrentados1"Com data 03/07/3025, a Defensoría del Pueblo remeteu escrito a EsCULcA em resposta à súa denúncia relativa ao incidente acontecido no C.P. de Dueñas o passado 26 de maio em que o preso galego A.S. foi agredido por funcionários prisionais. A Defensoría comunica que se porá em contacto com A.S. para conhecer o interesse do afectado na eventual intervençom da instituiçom.

O 2 de Xunho, EsCULcA dirigira-se ao Mecanismo Nacional de Prevención da Tortura para reclamar umha actuaçom imediata do organismo engastado na Defensoría del Pueblo em relaçom aos possíveis maus tratos infligidos ao preso galego A.S., interno no cárcere de Dueñas. 

No seu escrito, Fernando Blanco Arce, presidente de EsCULcA, lembrava que, segundo a informaçom publicada, funcionários prisionais teriam entrado na sala onde se encontrava A.S., despois de este manter um vis-à-visfamiliar, para lhe practicarem umha revisom de nu integral, ao que o interno nom se negou em nengum momento. Quando A.S. requereu poder vestir a bata, como dita a norma regulamentar, entanto se practicava a inspecçom física, os funcionários responderom agarrando com violência e arrastando A.S. em aplicaçom arbitrária do art. 72 RP, o que provocou ao preso hematomas e equimose em vários pontos do corpo."

 

askapena_brigadak_2015_kartelaNo dia de ontem chegava ao nosso País umha brigada organizada pola organizaçom internacionalista basca Askapena e na que o Organismo Popular Anti-repressivo CEIVAR atua como afitriom.

Como em todas as brigadas que realiza o coleitivo basco no exterior, a sua missom será conhecer a realidade da Galiza e para isso já tenhem concertadas reunions com diferentes partidos políticos, associaçons ecologistas e feministas, defensoras/es de Direitos Humanos, sindicatos, organizaçons juvenis e um longo etcétera. Nesses encontros visitarám umha boa parte na nossa geografia na que, além das entrevistas, também participarám em atividades em centros sociais e por suposto na VIII ediçom da Cadeia Humana pola Liberdade das/os Presas/os Independentistas e nos atos do Dia da Pátria.

Desde o Organismo Popular Anti-repressivo CEIVAR mostramos o nosso orgulho do interese que o nosso País e as bandeiras de dignidade que erguem as/os galegas/os estám despertando noutros países. Nos últimos tempos Askapena já participou em numerosas campanhas de solidariedade com o Povo Galego entre as que se podem salientar adicar o 17 de Abril, Dia Internacional das/os Presas/os Políticas/os, do ano passado às/aos presas/os independentistas galegas/os ou participar ativamente enviando solidariedade na última ediçom da Marcha as Cadeias.

Ademais de reforçar os laços solidários, consideramos que esta é umha excelente oportunidade para partilhar as luitas em comum que mantemos com outros Povos do mundo e é por isso que vos convidamos a participar nos atos que já há programados assim como em encontros informais.

Ourense: Encontro associativo Galiza-Euskal Herria na Praça do Pelourinho (dia 15 de Julho às 20h)

Vigo: Ceia-convívio no C.S. A Revolta do Berbés (dia 17 de Julho às 21h)

Lugo: Palestra sobre a situaçom em Euskal Herria e o movimento internacionalista no C.S Mádia Leva!  (dia 19 de Julho às 19h)

Burela: Palestra sobre a situaçom em Euskal Herria e o movimento internacionalista no C.S. Xebra (dia 20 de Julho às 20h30)

 

CJev97iWwAAq5FrNesta manhá a Plataforma Que voltem para a casa! apresentava numha rolda de imprensa em Vigo o próximo objetivo: Estrasburgo. Trata-se dumha campanha que arrancará este vindeiro sábado e que pretende arrecadar os fundos necessários para sufragar os elevados custes derivados de elevar ante o Tribunal Europeio de Direitos Humanos (TEDH), o caso de quatro presas/os independentistas galegas/os  no que há claras motivaçons jurídicas para afirmar que se vulnerárom vários direitos à Defesa.

Maria Osório, Antom Santos, Eduardo Vigo e Roberto Rodrigues fôrom julgados pola Audiência Nacional no passado mês de Junho de 2013 por suposta relaçons com sabotagens que tiveram lugar na Galiza. Durante o juízo detetárom-se numerosas irregularidades que afeitárom ao próprio príncípio processual de igualdade e o menosacabo ao direito à Defesa. Como exemplos podem-se citar que o juíz deu por rematadas as provas periciais quando os peritos da Defesa ainda nom remataram de expor os seus argumentos ou o impedimento à contradiçom pericial da acusaçom. Igualmente nunca existiu a presunçom de inocência e houvo pressons do Ejecutivo de Madrid sobre o poder judicial.

Estas vulneraçons junto a outras muitas já foram elevadas ante a máxima instância no Estado Espanhol, o Tribunal Supremo que, finalmente, decidiu reduzir as condenas para as/os quatro independentistas mas que nom considerou repetir o juízo que era o solicitado por parte da Defesa.

A Estrasburgo!

Ao estar esgotados os recursos no Estado Espanhol e acreditando firmemente que a sentença contra as/os quatro independentistas é desproporcionada, arbitrária, política e injusta, a Plataforma Que voltem para a Casa! inícia neste sábado umha campanha para sufragar os custes de acudir ante Estrasburgo.

Em menos de 48 horas lançará-se um crowdfunding na que qualquer pessoa poderá mercar diverso material: estância em casas rurais, sessons de peiteado, objetos feitos polas/os presas/os independentistas e por artesáns, cursos de diferentes temáticas, tatuagens, massagens e um longo etcétera. Todos os fundos irám destinados a pagar os elevadíssimos e longos custes que terá este processo na que a estimaçom final será dums 30.000 euros embora o objetivo marcado para esta campanha seja menor. Nom obstante desde a Plataforma Que voltem para a Casa! insistem “nom podemos permitir que por umha questom económica fique sem apresentar este recurso, temos nom somentes direito se nom também a razom”. A campanha terá umha duraçom de 40 dias na que se poderá colaborar mediante um enlace web que será falicitado nos vindeiros dias.

O primeiro passo cara o Tribunal Europeio de Direitos Humanos (TEDH) deu-se já no passado mês de Maio quando se iniciárom os trámites e a partir de ai restam dous passos mais. No primeiro a Comissom Europeia comprova que se cumpram todos os requisitos administrativos e legais para ser admitida a trámite e um segundo passo seria o enjuizamento e deliberaçom por parte do TEDH. Todo o processo estima-se numha duraçom de quatro anos.

Desde o Organismo Popular Anti-repressivo CEIVAR saudamos energicamente esta iniciativa na sua dimensom legal ante a vulneraçom constante de direitos por parte do Estado Espanhol mas também na ótica de dignidade deste País.

 

CadeiaCom o galho dos festejos e das reivindicaçons do Dia da Pátria, o Organismo Popular Anti-repressivo CEIVAR organiza a VIII ediçom da Cadeia Humana pola Liberdade das/os presas/independentistas que terá lugar o dia 24 de Julho às 18:30h na Praça da Galiza (Compostela).

 A Cadeia Humana é por excelência o ato reivindicativo anual no que se exige a repatriaçom das/os independentistas galegas/os presas/os, a suspensom das estratégias de extermínio carcerário e a liberdade de quem se encontram desterradas/os  por participarem no processo de emancipaçom nacional e social da Galiza. Assim mesmo é também o momento no que, mao com mao, se tece a rede de solidariedade que consigue vissibilizar às/aos presas/os independentistas da Galiza e denunciar as ilegalidades e ilegitimidades que estám a sufrir nas prisons espanholas; dispersom, humilhaçons, restriçons, etc.

A aposta pola solidariedade imparável é irreversível

Decorrérom já 365 dias desde a anterior Cadeia Humana e o Povo galego tivo que enfrontar-se de novo a incontáveis processos repressivos em vários Julgados, entre eles, na Audiência Nacional com o saldo de dous presos independentistas mais, Raúl Agulheiro e Heitor Naia, assim como infinitude de sançons em todas as suas vertentes. Igualmente a recente aprovada Lei Mordaça tampouco contribuiu a abrir espaços de liberdade e justiça na Galiza mas é óbvio que no atual regime político a repressom é inerente às reivindicaçons embora a solidariedade também se gera nos momentos mais difíceis.

Durante este ano a repressom chegou até todos os recunchos mas a solidariedade também empapou cada golpe, cada sançom e prisom. Por centos contamos já as pessoas que se implicam nesta luita pola justiça social e pola soberania do País. É o momento de nom cessar no empenho e conseguir que as convocatórias sejam respaldadas por todas/os aquelas/es que procuram viver com liberdade na Terra.

Além da Cadeia Humana o Organismo Popular Anti-repressivo CEIVAR também se fará presente na mobilizaçom juvenil que terá lugar o próprio 24 de Julho como respaldo a todas/os as/os jovens dignas/os que repressentam o futuro da Galiza e que atualmente estám no ponto de mira da repressom.

Do mesmo jeito, o Organismo Popular Anti-repressivo CEIVAR aproveita para saudar a manifestaçom unitária que terá lugar o vindeiro 25 de Julho e declara a satisfaçom polos esforços que permitírom tender pontes para concurrir conjuntamente no Dia da Pátria. Parabeniza-se a iniciativa especialmente pola força e ilusom que conseguiu despertar na sociedade soberanista galega.

Durante os dias prévios à VIII ediçom da Cadeia Humana, CEIVAR estará nas ruas do País mediante umha campanha publicitária de cartazes, faixas, pintadas, colantes e demais ferramentas populares. Igualmente informa-se que durante os dias 24 e 25 em Compostela poderá-se mercar diverso material novo do Organismo Popular Anti-repressivo e enviar ums postais aos/ás presas/os independentistas numha data tam assinalada para todas/os.

 

2011a9_3bf9e5188b044735985ab819ccfa71c8.jpg_srb_p_340_220_75_22_0.50_1.20_0.00_jpg_srbA continuaçom reproduzimos e traduzimos a nova publicada polo coleitivo internacionalista venezuelano Terra Liberada com o galho da solidariedade com as/os presas/os independentistas galegas/os.

Esta segunda feira, 6 de Julho, recebemos com muita alegria umha carta de Eduardo Vigo, militante independentista galego preso desde 2011, onde comunica e agradece a chegada de postais solidários desde a Venezuela anti-imperialista.

Desde o Comité Internacionalista Terra Liberada, começamos neste ano 2015 umha campanha de envio de postais de apoio às/aos presas/os independentistas galegas/os de parte de militantes venezuelanas/os e internacionalistas de Argentina, Chile, Uruguay, Ecuador, Panamá, Guatemala, Galiza, Euskal Herria, Països Catalans, Italia, etc., que participam na Revoluçom Bolivariana.

Na atualidade, Teto, Raúl, Maria, Koala, Antom e Edu estám presas/os e dispersadas/os nos cárceres espanhóis condenados a penas desproporcionadas de 8 a 14 años de prisom, agás Raúl que se atopa em prisom preventiva aguardando juízo. Todas/os som ativas/os militantes do movimento político-cultural galego, com participaçom em numerosas iniciativas do projecto independentista como os centros sociais, médios de comunicaçom ou organizaçons políticas.

Desde o momento das suas detençons, as/os militantes fôrom submetidas/os à Lei Anti-terrorista, ferramenta que permite a aplicaçom de medidas excepcionais que vulneram os Direitos Humanos e fomentam a tortura: detençom e prisom incomunicada, dispersom a centos de quilómetros da sua terra, cumprimento íntegro das condenas, assim como um regime penitenciário especial de máxima seguridade.

Sem dúvida estes postais estám ajudando a romper com os muros das prisons convertendo-se numha janela aberta às luitas dos povos do mundo, onde a solidariedade é umha viagem de ida e volta. Desde Terra Liberada queremos agradecer a todas as pessoas que nom duvidárom em sumar a sua voz à solidariedade colaborando com a campanha no web www.terraliberada.com onde podedes atopar os postais para descarregar junto com os endereços das/os seis militantes independentistas presas/os.

A continuaçom compartilhamos algumhas das palavras de Eduardo Vigo em agradecimento e apoio à Revoluçom Bolivariana.

(17 de Maio de 2015) Neste dia das Letras, aproveito para enviar-vos um saudo agradecido e o reconhecimento pola solidariedade achegada desde essa beira do Atlántico.

Hoje Venezuela é um referente, um motivo de alegria para os que luitamos desde outros lugares do planeta. Necessitamos aos povos, que a Revoluçom Bolivariana resista; sabemos que o imperialismo está a intensificar a súa campanha beligerante contra a Independência e o Socialismo nessas terras. Compre resistir, compre avançar ao Socialismo. Pátria ou morte!!!

Satisfaz-me saber que galegos, dignos e orgulhosos, socializam a realidade social e política de Galiza, a negaçom histórica, a violaçom sistemática do nosso direito a ser nós próprios polo imperialismo espanhol, o mesmo que sofrérom os povos latinoamericanos.

Um abraço patriótico com agradecimento e força combativa!

Viva Galiza Ceive!!!

 

ciberseguridad-seguridad-internet-securityFôrom mais de 400 Gigabytes o que os hacker-ativistas conseguírom até o momento hackear com informaçom de vários pontos do mundo entre o que se atopa o Estado Espanhol. Até o de agora já se desvelou um contrato com o Centro Nacional de Inteligencia (CNI) que data do 02 de Novembro de 2010 quando por entom era presidente José Luis Rodríguez Zapatero.

A empresa que contratou o Ministerio del Interior foi foi Hacking Team que está especializada na espionagem a civis: ativistas, jornalistas, defensoras/es de Direitos Humanos, etc. Em concreto sabe-se que esta empresa lhe vendeu ao CNI a suscriçom ao portal Zero Day polo que se pode aceder aos exploits de qualquer programa. É dizer, pode-se chegar aos pontos fracos de qualquer ponto do computador e criam-se “arquivos maus” que umha vez que som abertos polas/os usuárias/os já se abre a porta à espionagem. Esta venda ascende a 48.000 euros anuais.

Por se nom fora avondo, o portal de Internet complementa-se com o RCS (Revision Control System) que também foi criado por Hacking Team. Este último programa consiste en que cada vez que a/o usuária/o abre qualquer arquivo, enviase-lhe cópia ao CNI neste caso. Este outro contrato eleva 24.000 euros mais o seu custe.

Nom obstante, dentro da informaçom que os hacker-ativistas lográrom recuperar assinala-se que existem contratos assinados polo Gobierno de España com este tipo de empresas que vulneram os direitos à privacidade, até 2016 e que o orçamento destinado supera os 3,4 milhons de euros.

Esta nova já foi levada ante o Congreso de los Diputados na manhá da segunda feira polo deputado de Esquerra Republicana de Catalunya, Joan Tardá. Na pergunta apresentada por Tardá interroga-se sobre o  excesso de intromissom na vida privada das pessoas em relaçom à legalidade.

 
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