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IMG-20150921-WA00011A solidariedade contra a repressom na Galiza umha vez mais volta ultrapassar as fronteiras. Desta volta duas jornadas anti-repressivas terám lugar em Madrid concretamente nos bairros de Alcorcón e Vallecas.

Sábado 3 de Outubro (Ateneo Popular de Alcorcón)

Para este dia a partir das 19h está organizada umha palestra na que se projetará um vídeo sobre as luitas populares na Galiza. Ao seu remate apresentará-se o livro “O teito é de pedra” escrito por ex-presas/os independentistas galegas/os e editado polo Organismo Popular Anti-repressivo CEIVAR. Para concluir a jornada oferecerá-se umha ceia convívio para as/os assistentes.

17 de Outubro (CSOJ Atalaya de Vallecas)

Desde o meio dia haverá um Festival da Solidariedade que começará com a banda de folk galego Sesión Vermú  até o momento de jantar no que haverá um comedor popular com gastronomia da Galiza. A partir das 19h serám os grupos de Móstoles, Jungle Hoos Warriors, Escaramuza e Chimpancé os que ponham a música acompanhados do grupo vigués Liska.

Desde o Organismo Popular Anti-repressivo CEIVAR queremos umha vez mais saudar estas iniciativas que fam realidade que a nossa solidariedade seja imparável cada dia. Igualmente parabenizamos às organizadoras e animamos a todas/os as/os que tenhades a oportunidade, a acudir ao evento.

 

CPiirUiWcAEOl3fEsta sexta de fim de mês voltam às ruas as concentraçons mensais para acompanhar à/aos presa/os independentistas galega/os no jejum que realizam nesse dia. O plante de nom ingerir comida durante 24 horas é um ato reivindicativo coletivo para demandar:

-Reconhecimento da sua condiçom de prisioneiras e prisioneiros políticos.
-Fim da política de dispersom penitenciária.
-Reagrupamento dos membros do coletivo numha prisom em território galego.
-Cessamento do regime de reclusom nos centros de menores.
-Melhora geral das condiçons de vida nas prisóns.

Ademais de ser um dia de reivindicaçom dentro da cadeia é também o dia em que muitas das famílias e das amizades da/os presa/os independentistas galega/os emprendem longas horas de caminho para combater a dispersom. Igualmente aproveitará-se a ocasiom para tirar umha foto e dar os parabéns a Eduardo Vigo que está de aniversário no mês de Outubro. Nós, desde o outro lado do muro concentraremo-nos nas seguintes cidades:

25 DE SETEMBRO
BURELA: Praça do Concelho às 20h30
COMPOSTELA: Praça da Galiza às 20h30
CORUNHA: Cantóm Obelisco ás 20h30
FERROL: Praça do Concelho às 20h00
LUGO: Praça Maior às 20h30
OURENSE: Praça do Ferro às 20h30
PONTE VEDRA: Praça da Peregrina às 20h00
VIGO: Marco (rua Príncipe) às 20h00
PONTE-AREIAS: Diante do Concelho às 20h30
 

imagen-sin-tituloAos serviços de comida e limpeza subcontratados e ao trabalho escravo de reclusas/os em empresas privadas exteriores às prisons, o passado mês de outubro de 2013 o Ministerio del Interior anunciava um novo negócio derivado dos centros penitenciários. Tratava-se dos 48 milhons de euros que se destinavam para a privatizaçom da segurança do perímetro das prisons e que, mediante a Ley de Seguridad Privada, promovia a contrataçom de pessoal diretamente de empresas privadas.

O departamento que gestiona Jorge Fernández Díaz punha em andamento esta nova política de privatizaçom que se iria implementando nos centros penitenciários do Estado Espanhol (agás em Catalunya) em três fases. Neste mês de outubro teria que ter-se iniciado a última fase na que agentes da Policía Nacional e da Guardia Civil abandonariam os recintos penitenciários sendo substituidos por segurança privada. Os objetivos supostamente respondiam a interesses económicos já que os cálculos feitos polo Ministerio del Interior afirmavam que os custes seriam menores. Igualmente pretendia-se ubicar aos escoltas que perdérom o seu trabalho após o cessamento da atividade armada em Euskal Herria.

Nada mais afastado da realidade. Os agentes da Policía Nacional e da Guardia Civil continuam com as suas funçons nas prisons compartilhando as mesmas com os membros da segurança das empresas privadas. Igualmente, somentes o 10% dos escoltas destinados anteriormente em Hego Euskal Herria estám desempenhando ocupaçom de segurança nas prisons. Pola contra, o Ministerio del Interior nunca informou publicamente do desenvolvimento e das avaliaçons deste programa que leva em andamento um tempo muito considerável.

Rede de negócio

A proximidade das eleiçons gerais é um dos fatores que está paralisando a implementaçom desta terceira fase já que desde as agrupaçons de polícias e de funcionários de prisons nom estám satisfeitos com esta medida do Ministro e o Partido Popular  teme a perda de votos deste seitor. Mas esta nom é a única razom. Desde há ums meses as mesmas agrupaçons de polícias e funcionários estám denunciando as constantes pelejas e agressons entre os próprios membros da segurança privada a causa de desputas polas funçons a desenvolver.

Por outra banda, lonje de ser rentável economicamente, os gastos com a externalizaçom da segurança nom param de incrementar-se. Aos salários dos agentes da Polícia Nacional e da Guardia Civil, há que engadir agora os da segurança privada que se estimam nesta segunda fase em 2.200 euros ao mês por vigilante privado. Bem é certo que estes nom perceberám tais salários mas sim que permite clarificar as suculentas cifras de ganáncias que lhe reportarám à empresa privada para a que trabalham assim como a mentira que alega o Gobierno de España em quanto à eficiência económica.  

Finalmente caberia destacar que quem mais sofre com estas externalizaçons é a populaçom reclusa que dia a dia padece a massificaçom carcelária e a baixada de qualidade na alimentaçom, serviços médicos e condiçons de higiene. Igualmente a respeito da privatizaçom da segurança privada é de sublinhar a maior impunidade com a que podem operar as empresas a respeito de um ente público.

 

tanqueta_horiQuem tenha percorrido os arredores de Compostela durante os dias nos que decorrem mobilizaçons populares, bem de certo que terá observado o amplo despregue de grileiras policiais. Igualmente, quem tenha reparado neste facto comprovaria que um novo carro engrossa este despregue, é o camiom de canhom de auga destinado pola Unidad de Intervención Policial (UIP) para cargar contra as/os gandeiras/os galegas/os que protestam nestas jornadas para conseguir um preço digno no leite.

Tal e como se informara neste web, a tanqueta foi adjudicada o passado 23 de abril de 2014 à empresa espanhola  Quatripole Ingeniería e à sionista Beit Alpha Technologies  com um custe elevado a 348.480 euros. O projeto já tornou realidade desde o mês de maio deste ano e, após passar por Madrid e València, agora está ubicado na capital da Galiza.

Múltiples perigos da nova arma

Esta nova ferramenta repressora está pronta para o seu emprego iminente mas, segundo denúnciam desde os próprios sindicatos policiais, nom se proporcionou nengum tipo de formaçom para o seu uso. Este despropósito repercutirá incluso na vida das pessoas contra as que se empregue já que está demonstrada que a sua potência é capaz de causar maiores danos que as pelotas de goma que em várias ocasions saldárom-se com mortes. Do mesmo jeito, a pressom da tanqueta acada os 16 bares (as anteriores chegavam a um máximo de 4 bares) polo que o impacto permitirá derribar a qualquer pessoa e arroja-la a vários metros.

Desde há mais de duas décadas nom se empregavam os camions de auga no Estado Espanhol que ademais lembram aos anos mais duros e sanguentos das ditaduras. Ainda assim hoje esses carros voltam estar nas ruas para amedrentar e submeter à populaçom, umha decisom do Ministerio del Interior rodeada de negligências que permitirám, em maior medida, que as atuaçons policiais fiquem totalmente impunes.

 

2015090921494837994Um vizinho de Gondomar junto com a Mesa pola Normalización Lingüística recebérom resposta nestes dias sobre a denúncia interposta contra a Guardia Civil no passado mês de agosto quando se negárom a receber umha petiçom de X.L.A por comunicar-se em galego.

Os factos começárom quando o gondomarenho ligou para o quartel da Guardia Civil para fazer umha consulta, desde esse mesmo intreo agente manda-me que falara espanhol, a continuaçom de mandar-me que nom falara galego e, a seguir, que, por favor, lhe falara em espanhol", lembra X.L.A.

Ante a negativa da Benemérita de escuitar a sua petiçom, o vizinho deslocou-se até o quartel mas a resposta que recebeu foi a mesma, "tanto o comandante como a pessoa que me atendeu insistiam en que devia dirigir-me e a eles e fazer a solicitude en espanhol". Comprovando que nom ia conseguir nada desse jeito, X.L.A. demandou umha folha de reclamaçons “namentres a cumprimentava a cara dos agentes era de ‘tu, rapaz, nom sabes onde te estás metendo’”, mencionou o vizinho.

Além da queixa já interposta, X.L.A. contactou com a Mesa pola Normalización Lingüística para que tramitara a denúncia ante o Valedor do Pobo mais à Secretaría Xeral de Política Lingüística.

Foi assim como a Comandancia Provincial de la Guardia Civil em Ponte-vedra emitiu umhas meras desculpas assinadas polo Teniente Coronel. Nelas justificou-se a incompetência lingüística do agente pola sua origem foránea e reconheceu a vulneraçons de direitos a X.L.A. Igualmente alegou que os agentes tenhem a obriga de realizar a gestom necessária para poder atender à cidadania em galego.

Além de reconhecer por parte da Guardia Civil esta vulneraçons de direitos, os factos ficarám umha vez mais impunes. Este somentes é um exemplo mais das forças de ocupaçom extrangeiras assentadas na Galiza que, ademais de ser agentes ativos da repressom, violam constantemente os Direitos Fundamentais das/os galegas/os como pessoas e como Povo.

 

lasjdfolA continuaçom fazemo-nos eco da informaçom chegada até o Organismo Popular Anti-repressivo CEIVAR em relaçom ao acontecido a passada quarta feira em Ferrol antes do encontro entre o o R.C. Ferrol e o R.C. Celta de Vigo.

Siareiros do Celta fôrom intercetados pola Policía Nacional quando se dirigiam ao estádio de Ferrol. Ums metros antes de chegar ao campo de futebol umha grileira atravessou-se no caminho dos siareiros a quem obrigárom, entre insultos e ameaças, a colocar-se contra umha parede. Mais polícias continuárom chegando até reunir-se um total de doze carros policiais.

Olhando cara a parede e com os braços em alto, aos siareiros foi-lhes solicitada a documentaçom namentres continuavam os maus modos. Sete dos siareiros deixaram as carteiras com os correspondentes bilhetes de identidade nos carros particulares que estavam aparcados a menos de cem metros mas nom lhes permitírom ir na sua procura para poder dar a documentaçom requerida. Nesse momento às sete pessoas comunicouse-lhes que iam leva-las à comissaria para proceder à sua identificaçom. Embora havia carros suficientes para o deslocamento dos sete indocumentados dumha única vez, só se empregou um carro policial polo que o traslado demorou muito tempo namentres os forçavam a permanecer numha postura muito incómoda.

Umha vez em comissaria fôrom registrados e, umha vez mais, o papel que certificava a sua identificaçom demorou umha hora mais. O resto de siareiros que nom foram conduzidos à comissaria, estivérom duas horas mais com os braços em alto contra a parede.

Quando os siareiros que estivérom na comissaria voltárom à rua, fôrom advertidos de que a Polícia Nacional registrara todos os carros dos identificados, incluindo um no que o seu propietário nom estava presente mas que, por erro, deixara-o sem fechar com a chave.

Quando o propietário do carro se dirigiu a comprovar o acontecido atopou-se com todas as suas pertenças revoltas, nas carteiras o bilhete de identidade movido de lugar e o roubo do dinheiro com o que contavam, tanto ele como os seus acompanhantes.

Finalmente os siareiros do Celta fôrom obrigados a abandonar a cidade sendo escoltados por dous carros policiais até vários quilómetros pola autoestrada.

 
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