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lasjdfolA continuaçom fazemo-nos eco da informaçom chegada até o Organismo Popular Anti-repressivo CEIVAR em relaçom ao acontecido a passada quarta feira em Ferrol antes do encontro entre o o R.C. Ferrol e o R.C. Celta de Vigo.

Siareiros do Celta fôrom intercetados pola Policía Nacional quando se dirigiam ao estádio de Ferrol. Ums metros antes de chegar ao campo de futebol umha grileira atravessou-se no caminho dos siareiros a quem obrigárom, entre insultos e ameaças, a colocar-se contra umha parede. Mais polícias continuárom chegando até reunir-se um total de doze carros policiais.

Olhando cara a parede e com os braços em alto, aos siareiros foi-lhes solicitada a documentaçom namentres continuavam os maus modos. Sete dos siareiros deixaram as carteiras com os correspondentes bilhetes de identidade nos carros particulares que estavam aparcados a menos de cem metros mas nom lhes permitírom ir na sua procura para poder dar a documentaçom requerida. Nesse momento às sete pessoas comunicouse-lhes que iam leva-las à comissaria para proceder à sua identificaçom. Embora havia carros suficientes para o deslocamento dos sete indocumentados dumha única vez, só se empregou um carro policial polo que o traslado demorou muito tempo namentres os forçavam a permanecer numha postura muito incómoda.

Umha vez em comissaria fôrom registrados e, umha vez mais, o papel que certificava a sua identificaçom demorou umha hora mais. O resto de siareiros que nom foram conduzidos à comissaria, estivérom duas horas mais com os braços em alto contra a parede.

Quando os siareiros que estivérom na comissaria voltárom à rua, fôrom advertidos de que a Polícia Nacional registrara todos os carros dos identificados, incluindo um no que o seu propietário nom estava presente mas que, por erro, deixara-o sem fechar com a chave.

Quando o propietário do carro se dirigiu a comprovar o acontecido atopou-se com todas as suas pertenças revoltas, nas carteiras o bilhete de identidade movido de lugar e o roubo do dinheiro com o que contavam, tanto ele como os seus acompanhantes.

Finalmente os siareiros do Celta fôrom obrigados a abandonar a cidade sendo escoltados por dous carros policiais até vários quilómetros pola autoestrada.

 

DGC-150408-mde-libano-02-gSegundo os orçamentos previstos para 2016, o Ministerio que dirige Pedro Morenés teria umha asignaçom de 5.787,87 milhons de euros. Esta cifra, mediante diferentes estratagemas empregadas polo Gobierno de España, elevarám-se finalmente até 24.489,96 milhons de euros.

Ocultar o gasto militar

Além do Ministerio de Defensa, som doze mais os Ministerios que contam com gasto militar do que somentes Justicia se livra desta designaçom. O Ministerio del Interior copa umha destas grandes partidas já que a Guardia Civil é um corpo militarizado. Igualmente podem-se comprovar outros exemplos como Industria na sua rama de I+D militarizada, também Presidencia polo corpo do CNI de espionagem ou Exteriores para o apoio à OTAN, OSCE ou à UEO. Assim mesmo, oculta-se este gasto noutros capítulos que nom som estritamente ministeriais como os Centros Universitarios de la Defensa ou a Casa del Rey.

Os “extras” e a déveda militar

Por se este ocultismo nom fora suficiente, ao Gobierno espanhol nom lhe treme o pulso em destinar ingentes partidas ao que eles qualificam como “operaciones militares en el exterior” e “Programas Especiales de Armamento” que nom se contemplam nos orçamentos aprovados em Madrid anualmente.

Com este conjunto de medidas o gasto militar final será quase um 70% mais do publicitado e aumenta-se a déveda militar que cada ano vai-se incrementando, já nom só polos euros que se adevedam, se nom também polos interesses que geram as dévedas anteriores.

Os orçamentos como política

Os orçamentos que os governos adicam às diferentes matérias é um dos síntomas mais evidentes dos seus interesses políticos. No presidido por Mariano Rajoy é óbvio que a repressom é um factor dos que prima durante sua legislatura namentres assistimos a um brutal recorte de liberdades e de direitos sociais conseguidos com muito sacrifício anos atrás.

O ocultismo e as infinitas trampas nos orçamentos som empregados como umha dinámica habitual desde Madrid, mentiras permanentes às que o povo galego também tem que fazer fronte economicamente para subvencionar intervençons militares absurdas no exterior mas também na Galiza.

 

10985414_738115062966721_3566681161452414604_nEste sábado na cidade de Vigo rendirá-se umha homenagem a Manuel Vilaboa Toucedo após ums dias do seu passamento. Vila-boa, como era conhecido entre as/os ativistas de diferentes sensibilidades políticas, será lembrado num ato no mirador do parque da Madroa que dará começo desde a meia tarde.

Manuel Vilaboa, destacado militante das luitas operárias, conheceu a repressom polas suas conviçons. Deste jeito passou nove anos encarcerado na Modelo de Barcelona por um conflito laboral com os linotipistas e dous meses mais na cadeia de Vigo polos protestos en ASCON. Nom obstante, nem esta repressom nem os paus recebidos ao longo da vida, fizérom que baixara a guárdia. Era habitual atopar-te com a sua pessoa em numerosas mobilizaçons populares assim como nas concentraçons de fim de mês apoiando as reivindicaçons das/os presas/os independentistas galegas/os.

O seu compromisso mantivo-se intacto até que a sua saude lho permitiu. O seu exemplo nom é um ponto e final se nom um ponto e seguido na História que se escreve cada dia na Galiza com figuras como a sua.

 

20150825Esta sexta de fim de mês voltam-se convocar as concentraçons mensais para acompanhar à/aos presa/os independentistas galega/os no jejum que realizam nesse dia. O plante de nom ingerir comida durante 24 horas é um ato reivindicativo coletivo para demandar:

-Reconhecimento da sua condiçom de prisioneiras e prisioneiros políticos.
-Fim da política de dispersom penitenciária.
-Reagrupamento dos membros do coletivo numha prisom em território galego.
-Cessamento do regime de reclusom nos centros de menores.
-Melhora geral das condiçons de vida nas prisóns.

Ademais de ser um dia de reivindicaçom dentro da cadeia é também o dia em que muitas das famílias e das amizades da/os presa/os independentistas galega/os emprendem longas horas de caminho para combater a dispersom. Nós, desde o outro lado do muro concentraremo-nos nas seguintes cidades:

28 DE AGOSTO
BURELA: Praça do Concelho às 20h30
COMPOSTELA: Praça da Galiza às 20h30
CORUNHA: Cantóm Obelisco ás 20h30
FERROL: Praça do Concelho às 20h00
LUGO: Praça Maior às 20h30
OURENSE: Praça do Ferro às 20h30
PONTE VEDRA: Praça da Peregrina às 20h00
VIGO: Marco (rua Príncipe) às 20h00
PONTE-AREIAS: Praça Maior às 21h00
 

jpgDesde que em 1936 o fascismo se ergueu em armas contra a vontade popular, regueiros de sangue galego derramárom-se polo País. Se há três dias lembrava-se a figura de Alexandre Bóveda, ontem foi a turma em Compostela de honrar a Ángel Casal.

O ato começou na rua do Vilar onde estava ubicada a imprenta “Nós” na que Casal estava plenamente comprometido e da que saiam à luz a “Revista Nós” e “A Nosa Terra”. O fio das intervençons foi um desenho realizado por Castelao na sua obra “Galiza Mártir”, concretamente o que leva por legenda “non enterran cadáveres, enterran sementes”. Com esse ponto de partida abordou-se a vida pessoal e militante do que fora alcalde da capital do País desde Fevereiro de 1936 até a sua detençom e posterior assassinato o 19 de Agosto do mesmo ano.

Casal, homem involucrado com o nacionalismo galego, participou ativamente no eixo da difusom das ideias mediante as publicaçons de corte soberanista mas também foi dos primeiros em reivindicar a “República da Galiza”. Igualmente militou nas filas do Partido Galeguista e previamente unira-se às Irmandades da Fala da Corunha. Anterior a esta etapa estável na Terra, Casal tivera que emigrar a Buenos Aires e a Burdeos pola precariedade laboral, umha história que se repite para milhares de galegas/os cada dia.

A homenagem a Casal em Compostela concluiu na Praça do Obradoiro onde se pendurou do Concelho a bandeira desenhada por Castelao com umha sereia e o gravado no escudo “denantes mortos que escravos”. Durante a sua colocaçom as/os assistentes berrárom vários “Galiza ceives” e fechou-se entoando o hino nacional.

 

recebimento_koala_20150822Neste sábado terá lugar a bem-vinda do ex preso independentista Heitor Naia, "Koala", em Vigo. O recibimento decorrerá a partir das 19h no Centro Social A Revolta do Berbés ubicado na zona velha da cidade olívica. Ademais da música haverá umha ceia (com opçom vegetariana) ao preço de cinco euros.

Heitor Naia saiu da prisom o passado 24 de Julho após ser absolto polo Tribunal Supremo de todos os cargos polos que fora imputado pola Audiência Nacional e cuja sentença o condenara a onze anos de cárcere.

Dia: sábado 22 de Agosto
Hora: 19h
Lugar: Centro Social A Revolta do Berbés (Rua Real 12)
 
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