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269025571621568526_-1526787973A solidariedade nom para de medrar. Nom faltam os pontos desde os que nom se acheguem aportaçons em todas as suas sensibilidades para visibilizar a situaçom repressiva na Galiza. Se nas últimas semanas a “tenrura dos Povos” como a definiu Gioconda Belli, chegava desde Madrid, agora o salto geográfico é até Euskal Herria.

O vindeiro sábado, 7 de Novembro, decorrerá um concerto na vila de Laudio que contará com os grupos galegos “Keltoi” e “Liska” que tocarám junto aos grupos bascos “Gatillazo”, “Josetxu Piperrak”, “Kañeria 13”, e “Últimos Reyes”. Ademais da música também haverá espaço para o convívio entre ambos Povos que demostrará umha vez mais que A NOSSA SOLIDARIEDADE É IMPARÁVEL!!!

Dia: 7 de Novembro
Lugar: Frontom de Areta (Laudio-EH)


 

antiaDecorréram muito poucos minutos desde que a militante da organizaçom independentista AGIR entrara na sala de vistas, quando com um sorriso atravessou de novo a porta. “Já está”, comentou Antia Balseiro às companheiras concentradas nos Julgados das Fontinhas, “a denunciante retirou a denúncia polo que fum absolta e tam siquer chegou a começar o juízo por faltas”.

Assim sucedeu todo, a estudante que denunciara a Balseiro retirara a denúncia e negou-se a seguir o jogo do fiscal que insistia que U.C. continuara com o pleito. Aplausos e satisfaçom entre as/os solidárias/os que estavam apoiando a Antia ao pé dos Julgados de Compostela.

 

2014022018185888765À par que começou o novo curso académico também semelha que começárom as vistas mais os juízos contra o estudantado galego. Amanhá, quinta feira (dia 22) será umha estudante a compareça por umha suposta “falta de maltrato” em Compostela. Antia, além de estudar História, também é militante da organizaçom estudantil Agir desde onde relatam os factos polo que a acusam:

“No dia 26 de fevereiro, na jornada de greve que vaziou as aulas de todo o País, o estudantado mais consciente organizamos, como em todas as convocatórias, dezenas de piquetes nas portas dos centros para garantir o direito à greve do alunado. Os piquetes som um elemento essencial para evitar que todas as estudantes que decidem secundar os paros no ensino nom sejam sancionadas polo professorado que nom respeita a sua eleiçom. Este é um método de proteçom solicitado em multidom de ocasions polo alunado que vê perigar os seus resultados académicos apoiando a greve, já que muitos e muitas docentes consideram falta de assistência nom justificada a ausência nesse dia se apenas um ou umha aluna acode à faculdade, restando pontuaçom ou mesmo chegando a reprovar cadeiras enteiras às pessoas que legitimamente decidem nom ir às aulas numha convocatória de paro no ensino. É por isto que de AGIR defendemos a funçom necessária que tenhem os piquetes para garantir o direito à greve e o seu caráter coletivo.

Nessa jornada, como já se tem passado noutras ocasions, houvo um reduzido grupo de estudantes que, atuando de maneira individualista e insolidária, tentárom entrar nos centros, sem sucesso nem maiores problemas. Mas umha delas foi a denunciante, que a primeira hora da manhá chegou à faculdade de História com a intençom de aceder a ela custasse o que custasse. Fazendo ouvidos xordos às recomendaçons para que abandonasse a sua violenta e provocadora atitude, e num estado de exaltaçom evidente, começou a empurrar às membras do piquete. Umha das que estava à frente era a nossa companheira, que ainda apenas utilizando exclussivamente métodos defensivos para evitar a entrada no centro, foi golpeada até em três ocasions, apesar dos seus reiterados avisos para que frenasse as agressons. Quando por quarta vez UC lhe levantou a mao, Antia escusou seguir sendo humilhada e devolveu-lhe um bofetom. Mas a esquirola nom gostou de ficar sem a impunidade que creu ter e ameaçou com chamar à polícia e denunciar, quando ironicamente devera de ser a nossa companheira a que o figesse. Durante os dias seguintes soubemos que UC afirmava ter posto umha demanda contra a militante de AGIR, mas perguntada por outras membras do piquete negou-no, pedindo que Antia a perdoasse e que esquecesse este “incidente”.

No passado mês a nossa companheira recebeu umha notificaçom na que era citada para um juízo por “falta de maltrato”, com um relato que supera a ficçom. Nele pom-se à agressora como umha vítima que apenas pretende estudar e que é repudiada por um piquete que a ameaça com pegar-lhe, e a nossa companheira é umha violenta independentista que aparece da nada para golpear à inocente UC quando esta solicitava amavelmente entrar na faculdade.”

Desde o Organismo Popular Anti-repressivo CEIVAR chamamos à solidariedade com a militante e estudante e rechaçamos todas as expressons de vitimizaçom das/os agressoras/es e as denúncias gratuitas contra as/os ativistas. Igualmente estaremos presente na concentraçom que há convocada diante dos Julgados das Fontinhas (Compostela) às 10h.

Dia: 22 de Outubro
Hora: 10h
Lugar: Julgados das Fontinhas (Compostela)
 

Após ter atraiçoado ao movimento independentista galegao e acolher-se à via individual, Diego Santim, que entrou em prisom recentemente para cumprir o resto da condeia, publicou umha carta que relata que atuou “de forma indigna diante do juiz da Audiencia Nacional numha declaraçom voluntária em dezembro de 2012” e afirma que “a via individual é egoísta e somente favorece a ao aparato opressos já que tanto o indivíduo e o movemento saem perdendo”. Igualmente afirma que o seu cámbio de atitude deve-se a que em ele “pesárom muito os exemplos atuais dos que atualmente continuam a luita nas prisons espanholas organizados no CPIG”. Carta completa.

 

DSC_1371O passado sábado tinha lugar no bairro de Vallekas, umhas jornadas anti-repressivas galegas organizadas polo comité de solidariedade de Madrid. O centro social ocupado “La Atalaya” foi o cenário de todo o evento que começou desde o meio dia amenizado polo grupo de folk galego “Sessión Vermut”.

Após os primeiros cantos de danças do dia, chegou o momento de desfrutar dum comedor galego composto por empada, bolinhos prenhados, lentelhas e sobremesa. Ao remate, aproveitárom-se os minutos para um convívio e intercámbio de experiências entre as/os galegas/os que acudírom até o lugar e as/os madrilenhas/os.

Aginha chegaria a hora de começar de novo com a música e “Sessión Vermut” subiriam ao palco seguidos dos grupos mostolenhos “Juggernaut”, “Jungle Hood Warriors”, “Escaramuza” e das/os viguesas/es “Liska”.

Antes do remate dos concertos umha componente do Organismo Popular Anti-repressivo CEIVAR subiu ao cenário acompanhada por umha ativista social. A madrilenha foi a primeira em tomar a palavra para ler o seguinte comunicado:

“La crisis del capitalismo, el reventar de un modelo especulativo basado en el parasitismo inmobiliario y la ingeniería financiera, nos ha forzado a escrutar con lupa dicho modelo. Esta democracia tullida tiene como marco referencial un cuerpo legal coronado por la Constitución de 1978, un muñeco de trapo que fue muy útil para transitar sin despeinarse desde la dictadura militar a la dictadura de los mercados. El espejismo de las libertades constitucionales se deshace entre las manos cual papel mojado; el trabajo, la vivienda y la libre asociación política son derechos ilusorios, una declaración de intenciones hipócrita y sometida al arbitrio de los intereses del capital europeo.

La maquinaria represiva siempre está dispuesta a actuar contra quien se rebela, y una forma de rebelión es despreciar ese concepto de una España unida como motor histórico, y entenderla como un ente genocida, construido desde la oligarquía y como herramienta de represión de los pueblos. Nuestra herramienta es la solidaridad y los colectivos de lucha popular de Móstoles hemos tenido la suerte de conocer a compañeras del Organismo Popular Anti-repressivo CEIVAR. Nos sentimos partícipes y solidarios con la lucha por una Galiza independiente y revolucionaria, así como apoyamos la libertad de las y los presos gallegos. Un grupo de mostoleños y mostoleñas viajaron el pasado mes de Julio para celebrar el Día de la Pátria Galega, y hoy intentamos difundir su palabra en esta ciudad donde el silencio y la manipulación mediática quieren crear campos estériles.

No harán de nosotras ni espectadoras silenciosas ni consumidoras adocenadas. Nuestras compañeras gallegas nos recuerdan y reafirman en el sentir de que la lucha no tiene fronteras y la solidaridad es la ternura de los pueblos. Por ello, las y los  activistas de Móstoles enviamos en esta jornada un abrazo fraterno a las compañeras gallegas. Porque a un pueblo digno no se le ponen mordazas. Porque si el techo es de piedra, de acero serán los puños. Porque sólo juntas podremos ponerle fin a este régimen decrépito, corrupto e imperialista.

¡Libertad, Independencia y Revolución!”

A integrante do Organismo Popular Anti-repressivo CEIVAR saudou a mensagem e ofereceu como presente umha bandeira da Pátria com intençom de que fora pendurada no centro social e que a mantiveram como lembrança das jornadas e da Galiza.

Seguidamente a galega tomou a palavra para agradecer a todas as pessoas que se implicárom no trabalho das jornadas assim como a todas as assistentes. Do mesmo jeito explicou qual é a situaçom repressiva no País e como atua o Organismo Popular Anti-repressivo CEIVAR para fazer-lhe fronte. Finalmente fizo um chamado a continuar para que a solidariedade siga sendo a tenrura dos Povos e que esta seja imparável.

Desde o Organismo Popular Anti-repressivo CEIVAR queremos parabenizar e agradecer o enorme apoio e arroupo que levamos sentindo desde há mais de um ano por parte das/os ativistas sociais e políticos de Madrid. Levar a mostra nosso trabalho e rachar com a (des)informaçom que impera sobre a Galiza nesse território é um dos nossos grandes objetivos. Nom obstante sempre voltamos para a Terra com umha grande satisfaçom polo interesse e implicaçom que desde lá recebemos. Muito obrigadas/os umha vez mais e toda a nossa solidariedade com as/os retaliadas/os do povo castellano.  

 

12107983_514776815370365_7638655748826072137_nNicanor Acosta apresentou-se hoje nos julgados de A Corunha para responder polo suposto delito de “provaciones en el público que alteran o pueden alterar la seguridad ciudadana”. Por esta causa, o Estado reclama 600 euros ao vizinho de 76 anos mas Acosta acumula já mais de 2.700 euros de sançons por participar em intentos de frear despejos.

Arroupado por dúzias de pessoas, Nicanor Acosta chegou ao edifício judicial para acudir à vista após o vizinho apresentara vários recursos pola via administrativa contra as sançons que tem impostas. Agora será o juiz quem resolva o procedemento aberto.

O este procedemento nom é o único originado polo despejo de Aurelia em 2013 já que numerosas/os ativistas pagárom já, ou estám pendentes de pagar, multas por este caso. "O que parece non entender nin a Policía Nacional nin a Delegación do Goberno é que as 'reaccións no público' causábaas un grupo de homes armados e uniformados que agrediron a xente para intentar botar da súa casa a unha octoxenaria, e non un home maior cun altofalante", remitírom Stop Desafiuzamentos.

Segundo reportárom desde o ámbito jurídico, observam-se similitudes entre a acusaçom a Nicanor Acosta e a que no seu dia, recebeu Francisco Jorquera que finalmente foi absolto. Em ambos existem ambiguidades no atestado e nom se especificam nem a hora exacta nem as legendas que supostamente lançara Acosta polo que é imputado. Estes factos permitem a sua defesa ser optimistas.

Desde o Organismo Popular Anti-repressivo CEIVAR queremos umha vez mais enviar a nossa solidariedade contra todas/os as/os retaliadas/os em qualquer das suas escalas, por tentar evitar que as pessoas mais vulneráveis e das classes populares fiquem sem fogares.

 
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