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A continuaçom fazemo-nos eco da nova publicada no jornal Sermos Galiza mais em Esculca:

2014100713315899195"A Audiencia Provincial da Coruña emite un auto polo que, segundo o sindicato, dá á razón ao responsábel comarcal da CIG-Ferrol, X.A.L.P., e obriga o xulgado a esgotar a instrución a respecto da denuncia que presentou por tortura e malos tratos sufridos após a súa detención en 2012 nunha protesta sindical diante do local onde o PP daba inicio á campaña electoral.

X.A.L.P., responsñabel comarcal da CIG-Ferrol, presentara en 2012 unha denuncia por un presunto delito de torturas contra un policía, ao que acusaba de golpealo en reiteradas ocasións, de ameazalo e de aldraxalo durante o tempo da súa detención e incomunicación na comisaría da cidade departamental. X.A.L.P. fora detido no marco dunha protesta convocada polos Comités de Navantia e Poligal, coincidindo co acto de inicio da campaña electoral do PP ás autonómicas de 2012.

A Audiencia Provincial da Coruña vén agora de emitir un auto polo que, sinalan desde a central sindical nacionalista, dá a razón a X.A.L.P. e obriga o xulgado a esgotar a instrución con respecto a esa denuncia. Para o responsábel da CIG, o auto é positivo polo que supón de “iniciar unha investigación”. O auto, sostén a CIG, deslexitima as pretensións do xulgado de instrución ferrolá de arquivar a denuncia de Pintos (sen esgotar todas as dilixencias e investigacións oportunas) e tomar unicamente en consideración a denuncia presentada pola policía contra do sindicalista por suposto delito de atentado, altercados públicos e delito electoral). Neste senso, no auto especifícase que “a insistencia da xuíza de instrución e do ministerio fiscal en manter separadas dúas actuacións que derivan dun mesmo inicio e na que hai unha coincidencia parcial dos implicados, rompéndose soamente por unha mera interrupción temporal, non pode ser aceptada”.

Naquel momento, a Fiscalía pediu penas de 2 anos e 9 meses de cadea, con inhabilitación especial para exercicio de dereito de sufraxio pasivo durante o tempo da condena por un delito de atentado e falta de lesións; 20 días de multa, con 7€ diarios, e unha indemnización de 840€ por lesións a un axente de policía."

Desde o Organismo Popular Anti-repressivo CEIVAR queremos novamente emitir a nossa solidariedade com o sindicato assim como o seu responsável em Ferrol e chamamos a atençom sobre as reiteradas denúncias de torturas que se estám saindo à luz no nosso País. Lembramos que nessa mesma comarca há poucas semanas dous marinheiros emitiam outras denúncias por maus tratos físicos por membros da Policía e as provas já se atopam em dependências judiciais. As organizaçons sociais e políticas nom ham de guardar silêncio por mais tempo ante situaçons de vulneraçons de Direitos Humanos e Políticos que vam num aumento progressivo.

 

cartaz06_webDe novo esta sexta feira voltamos sair às ruas seguindo a convocatória em defesa dos direitos das/os presas/os independentistas galegas/os. Além de ser umha data de por sim assinalada no nosso calendário para as/os solidárias/os, o 26 de Junho tem umha conotaçom relevante: comemóra-se o

A Convençom de Viena procura impedir absolutamente o emprego de torturas por parte dos Estados sem admitir excusas nem situaçons extraordinárias. O Tratado referente a “Torturas  ou outros tratos ou penas crueis, inhumanas ou degradantes” foi assinada e ratificada polo Estado Espanhol em 1990 e entrou em vigor em 1991. Pola contra, a praxe torturadora do Estado Espanhol é umha constante que nom se pode ocultar por mais tempo. Numerosas organizaçons galegas e internacionais como Amnistía Internacional ou o Tribunal Europeio de Direitos Humanos alçárom já a sua voz contra a constância mais que provada da tortura em comisarias e centros penitenciários a cargo do Ministerio del Interior.

No caso das/os presas/os independentistas galegas/os há umhas semanas recolhiamos o testemunho do preso independentista Antom Santos que foi golpeado até a saciedade na prisom de Dueñas (Palencia). Mas nom é o único. Durante as últimas detençons a militantes independentistas existírom declaraçons de maus tratos físicos e psíquicos durante os deslocamentos à Audiencia Nacional e nos próprios calabouços.

Chegou a hora de que remate esta prática detestável mas também que a sociedade galega tenha plena consciência dos atentados contra os Direitos Fundamentais que acomete o Estado Espanhol.

DIA 26 DE JUNHO

BURELA: Praça do Concelho às 20h30
COMPOSTELA:  Porta do Caminho às 20h30 + Filme “Ciutat Morta” no C.S A Gentalha do Pichel às 21h30 (organizado por Ceivar)
CORUNHA: Cantóm Obelisco ás 20h30
FERROL: Praça do Concelho às 20h00
LUGO: Praça Maior às 20h30
OURENSE: Praça do Ferro às 20h30
PONTE VEDRA: Praça da Peregrina às 20h00
VIGO: Marco (rua Príncipe) às 20h00 + Mosaico contra a Tortura (organizado por Ceivar)
PONTE-AREIAS: Diante do Concelho às 21h00
RIANXO: Praça de Castelao 20h30
 

mujeres1_smallO Ministerio del Interior está tratando de eludir o pago dos medicamentos contra  a Hepatite C para as/os presas/os infetadas/os por este virus. O Governo de Madrid pretende que seja cada administraçom autonómica a que faga fronte aos tratamentos que rondam entre os 24.000 e 40.000 euros e já levou ante os tribunais às comunidades que se resistem a pagar das suas arcas.

A atençom sanitária às/aos presas/os depende do Governo de Madrid (agás em Catalunya) que mantém nas prisons a um serviço médico equivalente à atençom primária. Quando as/os reclusas/os precisam assistência mais especializada som deslocadas/os a um hospital em virtude dum convénio entre Instituciones Penitenciarias e as Comunidades Autónomas. O acordo contempla que se a/o presa/o precisa ingresso hospitalário seja a Comunidade quem faga fronte ao pagamento mas se os especialistas prescreven fármacos de uso ambulatório (que se poidam tomar na cadeia) é Interior quem os merca e os envia a prisom. Este seria o caso da Hepatite C como também o som os tratamentos contra o VIH.

A relaçom entre as CC.AA e Interior polo custe sanitário sempre foi tensa mas o elevado preço dos medicamentos contra a Hepatite C desatou um conflito que já está nos tribunais. Em Andalucía e Extremadura a Justiça já lhe deu a razom e obriga a Interior a pagar o tratamento mas Interior optou por aguardar que o Tribunal Supremo se pronuncie para começar a efetuar os pagos.

Namentres som as/os reclusas/os as/os que levam a pior parte desta desputa judicial. Ademais os índices de afetadas/os por esta enfermidade som muito elevados, estima-se que mais de 16.000 internas/os estám infetadas/os das/os 65.000 presas/os que há no Estado Espanhol. A Hepatite C é umha enfermidade mortal e que de nom receber tratamento nas suas primeiras fases produz graves deterioros físicos irreversíveis.

Desde o Organismo Popular Anti-repressivo CEIVAR denunciamos esta praxe de “passar-se a pelota” entre CC.AA e Interior namentres as/os presas/os estám falecendo cada dia por enfermidades curáveis e tratáveis e assinalamos ao Estado como responsável de cada morte evitável dentro dos seus muros.  

 

manual_segurana_2015Desde o Organismo Popular Anti-repressivo CEIVAR hoje apresentamos um novo manual  de segurança para ativistas. Trata-se dum breve mas completo resumo de condutas que há que respeitar para continuar mantendo a privacidade nas nossas atividades políticas ou mesmamente de índole pessoal.

Nas 16 páginas abordam-se temas que estám muito relacionados com a nossa vida cotiá, desde os mecanismos de controlo por parte do Estado mediante as Fuerzas de Seguridad del Estado  (FSE) até os intentos de infiltraçom. Igualmente contém as atuaçons que as/os ativistas ham de ter perante umha detençom, os teus direitos e algumhas recomendaçons básicas.

Aginha os manuais também estarám em versom impressa nas ruas mas também podes contribuir difundindo o mesmo no teu círculo de amizades, família ou de militáncia. Aguardamos que vos seja de utilidade e que contribua a continuar formando a galegas/os conscientes.

Podedes descarrega-lo em: http://www.ceivar.org/nova/images/stories/ceivar/documentos/manual_seguranca_ativistas.pdf

E também estará na parte direita do nosso web de forma permanente.

 

11427889_10204306704531307_1072381979_nEsta sexta feira dia 19 terá lugar a palestra “Franquismo e repressom” organizada polo Centro Social Faísca de Vigo. A exposiçom oral estará a cargo do histórico militante independentista Antom Árias Curto quem viveu de primeira mao incontáveis fórmulas repressivas do Estado durante a etapa ditatorial e da falsa transiçom e democracia.

A medida que se acentua a repressom do Estado, assistimos ultimamente a umha nova necessidade de repassar o acontecido em tempos passados para compreender os paralelismos que guardam com as situaçons que vivemos hoje em dia. Ademais, a palestra impartida por Árias Curto oferece um testemunho vivo excecional para todas/os aquelas/es interesadas/os na História e na política do nosso País.

Dia: 19 de Junho
Hora: 20,30
Lugar: Centro Social Faísca (Vigo)
 

Sin_ttuloHá duas semanas umha solidária acudia a umha visita no centro penitenciário de Mansilla de las Mulas (León). Todo decorria com normalidade até que R.L. decatou-se que ao remate do vis a vis os funcionários chamavam por todas as pessoas ubicadas noutras salas menos por ela deixando-a para o final.

Após ums minutos aguardando, dous carcereiros sacárom da sala de visitas a R.L e namentres iam caminhando a sua beira explicárom-lhe que houvera um problema com o seu bilhete de identidade. Como soluçom os funcionários mencionárom que a solidária deveria de acudir com eles à cafetaria da prisom.

Umha vez que R.L. chegou à cafetaria comprovou que ademais dos dous carcereiros, estavam já aguardando dous homens à paisana que se identificárom como membros da Fiscalia. Foi entom quando um dos funcionários da cadeia fechou a porta ficando R.L. com os quatro homens dentro.

Nesse intre R.L perguntou-lhe às pessoas presentes qual era o motivo da situaçom tam extrana e os homens que se identificaram como membros da Fiscalia respondérom-lhe que ela nom poderia estar fazendo visitas porque havia ums papeis que relacionavam o seu nome com Resistência Galega e que tinham que extremar a precauçom. Com estas palavras colocárom por enriba da mesa ums papeis que supostamente eram oficiais insistindo para que R.L os lera porque “te van a interesar”. Intuindo qual ia ser a deriva da conversa, a solidária simplesmente contestou que de ser oficiais tais documentos que se procedera ao envio postal dumha citaçom judicial.

Ante a negativa de R.L. de entrar nos seus enredos, os que se identificaram como membros da Fiscalia, começárom a inquedar-se, alporiçar-se e a pressionar à solidária. R.L. mantivo-se na sua resposta e após 40 minutos de retençom, os carcereiros abrírom a porta da cafetaria para deixa-la sair.

Casos semelhantes a este já nom som novos no independentismo galego. Mediante ameaças, supostos “documentos oficiais”, presons familiares e/ou económicas, benefícios de toda índole e outras praxes que se adequam à pessoa a quem se dirigem, membros policiais procuram persuadir às/aos independentistas com o claro objetivo de tirar informaçom. A mocidade foi sempre o seu foco de atençom e é orgulho da Galiza as moças e moços que dérom e dam um NOM como resposta. Nom à colaboraçom com quem pretende aplastar-nos como Povo e um nom rotundo a quem acha que somos ums/has mercenários/as.

Desde o Organismo Popular Anti-repressivo CEIVAR denunciamos esta política nauseabunda e animamos encarecidamente a todas/os as/os independentistas a pôr em conhecimento social e político situaçons similares acontecidas. Com cada negativa avançamos na nossa força, uniom e solidariedade.

 
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