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teto webNa manha de ontem, Roberto Rodríguez, comunicaba que era trasladado a Dueñas (Palencia), para poder fazer os exames da UNED. Segum comentou o proprio Teto, a cunda tería lugar no manha de onte sobre as onze, e contaba que arredor de umha hora depois já estaría instalado na nova prisom.

Este traslado será só durante o tempo que durem os exames, e depois será cundado de novo a Villanubla, mas se houver algum cambio a este respeito publicaremos novas informaçons.

De momento, podedes escrever-lhe a Teto a este novo endereço:

ROBERTO RODRIGUEZ FIALHEGA

C.P. LA MORALEJA

Carretera P-120

34210 DUEÑAS

PALENCIA

 

 

Umha sexta-feira mais, acoconcempanhamos o protesto de intramuros, saimos à rua entre as 20h e as 21h desta sexta-feira 27 de Janeiro para visibilizar as suas reclamaçons elementares.

Os pontos que o Coletivo de Presas Independentistas Galegas reclama som:

O reconhecimento da sua condiçom de prisioneiras políticas, o fim da política criminal de dispersom penitenciária, o reagrupamento dos membros do coletivo numha mesma prisom em território galego, o cessamento do regime de reclusom nos centros de menores e a melhora geral das condiçons de vida no encerro.

As convocatórias teram lugar:

Compostela: 20:30h na praça do Toural

Burela: 20:30h na praça do Concelho

Vigo: 20h no Marco (rua Principe)

Ourense: 20:00h na praça do Ferro

Lugo: 20:30h na Praça Maior

 

 

 IMG 20170123 224139Hai perto de dous anos era assassinado em Madrid o siareiro do Deportivo da Corunha Francisco Romero Taboada, Jimmy, a mans de ultras do Frente Atlético. Fai umhas semanas fazía-se pública a nova de que a causa na que se investigaba um delito de homicidio e de lessóns era arquivada, isto a pesar de que vários ultras neonazis foram detidos tras a investigaçom policial, e que se conta com umha testemunha protexida.

Falamos com um membro de Riazor Blues, bancada da que também fazía parte Jimmy.

Ceivar: Conta-nos, que passou aquel día em Madrid?

RB: Aquel día sucederom-se muitas cousas, algumhas bastante curiosas, que mesmo se lhe escapam aos alí presentes. Viaxábamos para presenciar o encontro da nossa equipa fronte ao Atlético de Madrid. Aos poucos minutos de chegar aos arredores do Calderón fomos atacados por arredor de 300 neonazis, a mayoría deles membros do “Frente Atlético”. O sucedido desde esse momento em diante é por tod@s conhecido.

Nesse mesmo intre a maquinaria escura do Estado comezou a funcionar, tinham que justificar de algumha maneira ante a sociedade o alí acontecido. Foi um trabalho fácil , e mais se podem manexar os meios de comunicaçom ao seu antolho para assím aleccionar à povoaçom. A escusa principal foi que se realizou umha quedada por meio de WhatsApp, entre ambos grupos para enfrontarse, algo doado de entender,. Como íamos evitar o sucedido se se citarom de forma anónima por meio de mensagería instantánea? Lógico que ninguém se decatase, os grupos quedaram de maneira segreda.

A quedada por WhatsApp é umha escusa recorrente quando quedam em evidencia, já a usarom em mais ocassóns. Essa escusa foi usada dende o primeiro momento para poder salvar as súas cabezas. Como som capazes de asegurar isso se naquel momento todos tinhamos os nossos telefones nos petos? Sorprendente verdade? A maquinaria estava já em pleno funcionamento e imposível de parar. Quedaramos por WhatsApp si ou si. O curioso é que os telefones nom pintarom nada na investigaçom, mesmo a muitos dos detidos nom lhes foi intervido, nim solicitado a posteriori polo juiz. Umha prova mais de que foi umha cortina de fume para poder manter os seus cus nas cadeiras que ocupavam. Todas as miradas dirixirom-se cara A Corunha montando umha película que fixese todo crível. Atreverom-se a dizer que saimos de Lugo para evitar ser controlados, quando na realidade saimos do centro da Corunha; que usáramos estradas secundarias para evitar controis policiais, umha mentira fabricada polo estado para que osucedido lhes tocase de raspalhom. Fundamentalmente, enviar esta mensagem nos primeiros instantes para que cale na sociedade. A jogada saiu-lhe redonda.

O seguinte paso foi criminalizar a Jimmy sacando a relucir o seu historial policial no plan de que “nom era um anxinho”, que el mesmo buscou o que lhe passou, justificando desta maneira um assassinato.

O problema principal durante os primeiros días foi saber como conseguiramos as entradas, deixando em segundo ou terceiro plano que umha legiom de neonazis assassinara a umha pessoa. Apenas sofrerom acoso ou persecuçom por parte dos meios, nim eles, nim o clube que os ampara e subvenciona, todo o sucedido xestou-se na Corunha, essa foi a premisa lanzada; podíamos dizer que se passarom de sixilo sobre os neonazis madrilenhos.

Os meios de comunicaçom alinharom-se co ditado desde Madrid, mesmo ofrecerom dinheiro a gente anónima para que inventase historietas e supostas conversaçons com Jimmy para poder assím fazer mais sangue e dano, se cabe.

Ceivar: Como foi o trato que recebestes por parte da policía?

RB: Nom tivemos muito trato coa policía durante esse día já que estivemos retidos dentro dos autocarros um lote de horas dende que fomos identificados ao redor das 9:45 da manhá em Madrid Río, até que partimos de volta àpara A Corunha às primeiras horas da noite. Levarom-nos à Casa de Campo mentres decidiam que fazer com nós. Alí, é onde mais rozamento tivemos com eles, e tivemos que suportar o trato habitual da UIP.

Pessoalmente quedaron-me gravadas umhas palabras do jefe do dispositivo, o qual levava no seu telemóvel umha diana coas cores de Espanha, assím que já podedes imaginar de que pé coxeava o individuo (había mais “superespanhois” a primeira olhada entre os antidisturbios alí presentes). Num dos seus paseios polo interior dos autocarros, mentres vixiaba o que fazíamos, um companheiro do grupo quedou durmido.; pois este policía tivo o valor de dizer: “ este también está muerto, ¿o que?”.

Também foi sorprendente a nossa chegada a Corunha, já que nos estavam aguardando vários carros patrulha e vários carros camuflados que se cruzarom na rua ao chegar nós ao nosso destino. Nom sabemos bem com que intençom , nim a conto de que. Alí quedarom, fazendo o ridículo.

Desde aquel día o acoso é constante no día a día aos membros de Riazor Blues, especialmente em días de fútebol. Tenhem orde de faze-nos a vida imposível e de intentar rematar com nós, a parte de provocar momentos de tensom co fim de poder ter umha escusa para actuar e criminalizar-nos.

Ceivar: E aos neonazis do Frente Atlético, como os trataron?

RB: Desconhezo o trato da policía cara o Frente Atllético naquel momento, e também nom quero IMG 20170123 224215falar deles. O único , assinalar que entre os componentes do FA hai bastantes membros que formam parte das forzas de seguridade do Estado (polícias, guarda civil, militares). Entre eles chamam-se “compañeros”. Nada mais que engadir.

Ceivar.: A dia de hoje hai varias pessoas de Riazor Blues pendentes de sançom administrativa e outras à espera de juiço. Tedes algumha novidade ao respeito destas duas causas?

RB: Em quanto aos sancionados administrativamente hai diferentes situaçons. Uns estam aguardando a resoluçom do seu recurso ante a Audiência Nacional, e a outros já se lhes rematou esse processo e estam a piques de ser embargados, já que como é lógico ninguém pode fazer fronte a 72.000€ de multa. A maioría é gente moça com trabalhos precarios ou estudantes. .

Destas sançons administrativas destacar a celeridade coa que se trataron. Os primeiros recursos forom rexeitados em tempo record, foi algo sorprendente. Estas sançons nom se sostenhem de ningún xeito , a UIP, que som os que abrirom a acta, reconhecerom durante o procesoque nom estavam preentes quando sucederom os feitos. As mais ou menos 90 sançons administrativas que se levantarom aquel día forom impostas polo mesmo policía, a pesar de que o grupo estaba partido em duas com várias ruas de diferência. Mas este policía, tem a faculdade de poder estar em dous sitios à vez, ademais de poder dar parte de feitos que nom presenciou. Todas estas realidades, obviando incluso algum que outro detalhe, nom servirom de nada até o momento.

As pessoas que a parte de estar sancionadas administrativamente tenhem aberta umha causa penal, seguem à espera de juizo.

Ceivar: Credes que hai umha persecuçom cara as bancadas antifascistas? E mais concretamente, credes que se criminaliza às bancadas independentistas?

RB: A día de hoje todas as bancadas de carácter antifascista , independentemente de que se considerem independentistas ou nom, som perseguidas de igual forma. No seu momento Resaka Castellana foi declarada “ilegal” depois dum acoso sistemático. Os bukaneros (Rayo Vallecano) tenhem aberta umha causa penal por “banda criminal”; similar acusaçons pesam sobre Indar Gorri (Osasuna) e na Corunha a situaçom está como está. Mas em Sevilha, Cádiz… a causa nom pinta muito milhor.

Nom existe ningumha bancada pertencente à extrema direita que recibise tales acusaçons nim persecuçom.

Ceivar: Que leitura fazedes de todo o ocorrido?

RB: Uns neonazis assassinarom ao nosso amigo Jimmy e o estado está-os a protexer de forma descarada, sem cortarse o mais mínimo. Com todo, a nós, aos seus amigos estam-nos a criminalizar e a arruinar o nosso futuro porque nom esquecemos, nim muito menos perdoamos o sucedido aquel día.

Aproveitamos esta oportunidade para lembrar-lhe a esta broza que nos sobram forzas para seguir luitando, que seguiremos lembrando a Jimmy pese-lhe a quem lhe pese, e custe o que custe. Se crem que coas suas artimanhas , multas e repressom vam conseguir que nos esquezamos ou que abandonemos a luita atoparom-se cum gran muro de aceiro. O recordo do nosso irmao, é algo que nom nos vam poder quitar nunca, luitaremos día tras día para que isto nom se esqueza e para desenmascarar a todos aqueles que tentarom manchar o seu nome justificando o seu assassinato e amparando aos seus assassinos.

Quixerom acabar com nós utilizando todo aquilo que tinham ao seu alcance, deixando num segundo plano aos assassinos que a día de hoje podemos dizer que sairom indemnes do sucedido. Falharom. Resistimos todos e cada um dos seus ataques e nom descansaremos até que se faga justiza. Jimmy sempre será lembrado custe o que custe, e a pesar de que lhes pese a muitos. Os seus familiares, amigos e a Corunha, nom deixaram que a sua pessoa quede no esquecemento. JIMMY VIVE!!

 

IMG 20170117 134929Sara Majarenas, presa política vasca natural do bairro donostiarra de Intxaurrondo, convive coa sua filha Izar, de dous anos, na cadeia de Picassent, Valencia (a 540 km da sua terra). Esta passada fim de semana, Izar saiu à rua, para passar umha fim de semana de permiso co seu pai, ex-preso social, do qual Sara está a separarse. O domingo pola manhá, éste, acoitelou várias vezes à sua propria filha, para logo entregarse no quartel da Polícia Local dizendo que a matara.
Izar foi operada duas vezes e permanece estável dentro da gravidade, na UCI do Hospital de la Fe, em Valência.
Para hoje, hai convocada umha concentraçom no Boulevard donostiarra, em contra das agressóns machistas e em solidariedade com Sara e a sua filha.

De Ceivar queremos sumar-nos, enviando a nossa solidariedade, apoio e forza a Sara, Izar e a sua familia. E aproveitamos para exigirlhe ao governo espanhol que ponha de inmediato em liberdade a Sara. É o seu direito!


CONTRA AS AGRESSONS MACHISTAS, RESPOSTA FEMINISTA!!
POR JUSTIZA, POR IZAR, SARA MAJARENAS LIBERDADE!!

 

Castelhano// HERIDA GRAVE LA HIJA DE UNA PRESA POLÍTICA VASCA


Sara Majarenas, presa política vasca natural del barrio donostiarra de Intxaurrondo, convive con su hija Izar, de dos años, en la cárcel de Picassent, Valencia (a 540 km de su tierra). Este pasado fin de semana, Izar salió a la calle, para pasar un fin de semana de permiso con su padre, ex-preso social, del que Sara se está separando. El domingo por la mañana, éste, acuchilló varias veces a su propia hija, y luego se entregó en el cuartel de la Policía Local diciendo que la había matado.
Izar ha sido operada dos veces y permanece estable dentro de la gravedad, en la UCI del Hospital de la Fe, en Valencia.
Para hoy, hay convocada una concentración en el boulevard donostiarra, en contra de las agresiones machistas y en solidaridad con Sara y su hija.

De Ceivar queremos sumarnos, enviando nuestra solidaridad, apoyo y fuerza a Sara, Izar y su familia. Y aprovechamos para exigirle al gobierno español que ponga de inmediato en libertad a Sara. Es su derecho!


CONTRA LAS AGRESIONES MACHISTAS, RESPUESTA FEMINISTA!!
POR JUSTICIA, POR IZAR, SARA MAJARENAS LIBERTAD!!

Achega-lhe a tua solidariedade a Sara, escreve-lhe a:

Sara Majarenas Ibarreta

C.P. Valencia III

N-340, km. 225

46220 Picassent

Valencia

 

O próximo dconcentraloislolamigueldefiia 20, às 12:15, diante dos julgados de Lugo. Convoca a plataforma “Lugo de cara o Miño” em apoio às tres vizinhas denunciadas pola empresa INCA, adjudicatária da exploraçom hidroeléctrica da Fábrica da Luz, por um suposto delito leve de coacçom.

Segundo a denúncia apresentada pola empresa, Lois, Miguel e Lola teriam coaccionado aos trabalhadores das obras do dique ilegal durante a concentraçom espontánea do passado 15 de Dezembro de 2015, ao pé do rio, alertadas polo reinício das obras que a Confederaçom Hidrográfica Minho-Sil tinha paralisadas.

Num primeiro momento a empresa INCA dirigiu a denúncia penal contra o coletivo ecologista ADEGA e a plataforma “Lugo de cara o Minho”, mas o julgado arquivou-a por falta de fundamento. Entom, mudou a estrategia, dirigindo os mesmos ataques contra pessoas particulares.

Nom é a primeira vez que INCA pretende afogar os protestos contra as suas desfeitas ambientais. Segundo denúncia “Lugo de cara o Miño” em nota de imprensa, em 2016 também apresentou demanda contra algúns membros da plataforma por supostas injúrias e calúnias nas redes sociais, polo que reclamarom ao coletivo umha indemnizaçom de 50.000 euros, mas ficou arquivada.

Da mesma plataforma também sinalam o curioso de que “INCA se afane tanto em arremeter contra este movimento social se, como afirma, tem todas as autorizaçons e cumpre com todas as exigéncias legais”, também valorizam com “lamentável e imoral” que persista na denúncia penal contra as tres vizinhas, quando o Ministério de Meio Ambiente já ratificou a ilegalidade das obras do dique executado por esta empresa, em connivência com o Concelho de Lugo, e que forom denunciadas reiteradamente por esta plataforma. Ilegalidade que a vizinhança de Lugo tem que pagar em forma de multa de mais de 200.000 euros a cargo das arcas municipais.

Da plataforma consideram “insultante e injusto que a vizinhança tenha que pagar as consequências do malfazer de outros” e chamam a toda a cidade a participar na concentraçom como repulsa frente a “repressom que exercem os poderosos sobre os nossos direitos básicos de liberdade de expresom, de manifestaçom e de denúncia.” E aclaram que seguiram defendendo o rio Minho frente as agressons.

Defender a terra nom é delito!

Lois, Lola, Miguel, absolviçom!

 

teixeiroiixxxultimoEste sábado, dia 14, está convocada a marcha anarquista até a macroprisom de Teixeiro. Às 12h da manhá está marcada a saída da gasolineira do polígono de Teixeiro (N634 km63).

Pola tarde as atividades continuarám na cidade da Corunha, com umha concentraçom às 17h no Obelisco, e um ceador e concerto de Folkólikos no C.S.O. A Insumisa (Avd/ Metrosidero, frente a porta do Cuartel de Atochas).

Abaixo os muros das prisons!

 
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