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Este mês de Janeiro saimos novamente à rua entre as 20:00h e as 20:30h desta sexta-feira, dia 26, em defesa dos direitos das presas independentistas.

Os pontos que o Coletivo de Presas Independentistas Galegas reclama som:

O reconhecimento da sua condiçom de prisioneiras políticas, o fim da política criminal de dispersom penitenciária, o reagrupamento dos membros do coletivo numha mesma prisom em território galego, o cessamento do regime de reclusom nos centros de menores e a melhora geral das condiçons de vida no encerro.

As convocatórias teram lugar em:

Compostela: 20:30h na praça do Toural

Vigo: 20h no Marco (rua Principe)

Ourense: 20:30h na praça do Ferro

Lugo: 20:30h na Praça Maior

Burela: 20:30h na Praça do concelho

Ponte Vedra: 20:30h na Praça da Peregrina

Participa e espalha!

 

O próximo sábado 27 de Janeiro está convocada um ano mais a marcha à cadeia de Teixeiro, cita que se vem celebrando desde o ano 2001 em contra da existéncia das prisóns.

Rejeitar umha sociedade que precisa e defende as prisóns, procurando na opressom a soluçom aos problemas, pretendendo obediéncia cega às normas de convivéncia hipócritas e desiguais. O isolamento, a tortura e o siléncio ao que som sometidas as pessoas presas, nunca poderá ser um jeito de reinserçom, senom umha mostra mais de que vivimos num sistema baseado na jerarquia e a desigualdade.

Os horários da marcha som os seguintes:

12h: Marcha ao cárcere de Teixeiro (saída desde a gasolineira da N634 Km63)

19h: Concentraçom contra das prisons no Obelisco da Corunha

21h: Ceador + Festa surpresa no C.S.O. A insumisa (Avd. Metrosidero, 8, Corunha)

O VINTESETE DE JANEIRO, TODXS A TEIXEIRO!

 

euskal presoakNa tarde de ontem, 95000 pessoas manifestarom-se em Bilbo contra a dispersom penitenciária e polo respeito dos direitos fundamentais dos presos e presas políticas vascas. A iniciativa cidadá Sare valoraba muito positivamente o éxito da convocatória, que nesta nova ediçom foi encabezada polas nenas e nenos da mochila, os 113 filhos dos presos políticos vascos. Seguindo aos cativos, íam os familiares dos presos e presas gravemente enfermos.

O momento é agora

O enorme trabalho feito nos últimos meses obtivo um rotundo éxito ao juntar tanta gente na mobilizaçom, mas esta nom foi a única grata sorpresa do día. Pois sábado de manhá filtrava-se a nova de que o governo francês achegaría aos presos e presas vascas nas próximas semanas, infomaçom que já foi confirmada polos "artesanos da paz" e o Governo de Lakua.

O governo espanhol aínda nom se pronunciou ao respeito.

EUSKAL PRESOAK, EUSKAL HERRIRA!

PRESOS GALEGOS A GALIZA!

 

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Já está chegando à sua fim o 2017, um ano que veu carregado de repressom, mas tambem de logros!

Essas pequenas vitórias que nos sacam o sorriso, quando graças à solidariedade conseguimos que a Teto o transladem de prisom tras vários meses só e em isolamento, a ledicia que nos produz a reduçom de condena de Maria e Antom tras um recurso, a felicidade de têr  a Antom de novo na casa...

Em 2018, cumplimos 15 anos, e festexaremo-lo por todo o alto! 15 anos achegando a nossa solidareidade, dando-lhe a cisalha alí onde é preciso, plantando-lhe cara à repressom mais feroz que mantem a cinco independentistas em prisom e pretende criminalizar a solidariedade com eles. Por este último feito, forom detidos em junho deste ano três companheir@s de Ceivar.

Longe de esconder-nos ou amedrentar-nos, continuamos aquí. Hai Ceivar para longo! hai cisalha para longo! Seguiremos, como em 2017, tecendo solidariedade, cóvado a cóvado, mao a mao, construindo um futuro que de seguro é nosso!

A nossa solidariedade é imparável!!!

Viva Galiza ceive, socialista e feminista!!!

 

feixistas

Fonte: Galizalivre.com//

Las pistolas policíacas no son ningún armamento; pero si yo cojo un palo/ me violentan por violento.

Miren la ley del embudo /que va contra mi conciencia: /Si a mí me matan es orden. /Si me defiendo es violencia.

La ley del embudo, en fin, / así la van componiendo: /Orden es si me dan palos. / Violencia si me defiendo.

Alfonso Sastre.

Cada vez é mais comum ver cabeçalhos nos meios de comunicaçom do poder, a falarem de pessoas imputadas por  “delitos de ódio”. O mais chamativo é que esse presunto “ódio” só se dirige numha direcçom. Os “terríveis separatistas” que adoutrinam meninh@s, os insolidários que querem fugir de Espanha, os que protestam porque a polícia boura neles, os que nom  se anicam perante um rei que lhes é imposto, os que ondeam estreleiras nos campos de futebol; esses, contra os nom nacionalistas que defendem a unidade de Espanha.

21 mestres citados a declarar

12 mestres e o director do centro IES El Palau de Sant Andreu de la Barca, fôrom citados pola Procuradoria por alegadamente  terem feito comentários a alunos filhos de Guardas Civis no que diz respeito à violência policial do  1-O. Terám que declarar em Janeiro perante a organizaçom militar espanhola.

No passado mês de Novembro, já foram citados a declarar  8 mestres da Seu d’Urgell  acusados de um posível delito de “incitaçom ao odio” por falarem do 1 de outubro nas aulas.

14 imputados em Reus por “incitaçom ao ódio”

Dous concelheiros da CUP em Reus tenhem umha orde de detençom enriba da mesa, por nom apresentarem-se a declarar por duas vezes perante a juíza; no momento em que publicamos esta nova, tal detençom estava a consumar-se. 14 é o número de pessoas (incluindo a estes dous concelheiros) imputadas por um presunto delito de incitaçom ao ódio dentro da causa que se instrói a raíz dumha denuncia interposta pola Polícia, por um manifesto no que se condenava a violência da polícia nacional durante as brutais cárregas do 1-O.


“Nom sei se há nacionalismo espanhol. Nós nom o praticamos”

Así se manifestaba Toni Cantó, de Ciudadanos, numha entrevista no jornal eldiario. O nacionalismo, ao igual que o “odio”, é unilateral, e ao que parece os espanhóis desconhecem se o practicam ou nom. Por isso, a eles nom os move o ódio, nim quando uns nazis malham em nacionalistas durante umha manifestaçom em Valência, nem quando um fascista escacha o vidro traseiro de um carro em Compostela e escreve no lateral do mesmo “viva España”, nem quando os nazis da bancada ultra Frente Atlético matam um siareiro dos Riazor Blues em Madrid, nem quando  o grupo de extrema direita España 2000 fai um escrache fronte à casa de Mónica Oltra, nim quando a polícia que ía participar no 1-O é despedida em diferentes municipios espanhois a berros de “A por ellos!”, nem quando dispersam as e os presos políticos a centos de quilómetros obrigando as suas familias a jogar-se a vida nas estradas, nem quando Mariano Rajoy fai apología do franquismo.

A lei do funil da que fala o dramaturgo Alfonso Sastre extende-se perigosamente no Reino de Espanha.

 

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Este mês de Dezembro saimos novamente à rua entre as 20:00h e as 20:30h desta sexta-feira, dia 29, em defesa dos direitos das presas independentistas.

Os pontos que o Coletivo de Presas Independentistas Galegas reclama som:

O reconhecimento da sua condiçom de prisioneiras políticas, o fim da política criminal de dispersom penitenciária, o reagrupamento dos membros do coletivo numha mesma prisom em território galego, o cessamento do regime de reclusom nos centros de menores e a melhora geral das condiçons de vida no encerro.

As convocatórias teram lugar em:

Compostela: 20:30h na praça do Toural

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