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03NPouco depois das 17:00 da tarde a juiça fascista da Audiência Nacional Carmen Lamela decretava prisom incondicional para os nove membros do Govern que foram chamados a declarar na manhã de hoje, o vice-presidente da Generalitat Oriol Junqueras, e os consellers Jordi Turull, Raül Romeva, Josep Rull, Dolors Bassa, Meritxell Borrás, Joaquim Forn e Carles Mundó e prisom baixo fianza para o ex-conselheiro Santi Vila; acusad@s de delitos de sediçom, rebeliom e malversaçom.

Já forom enviados e dispersados nas seguintes prisons madrilenhas: Estremera, Aranjuez, Valdemoro, Navalcarnero e Alcalá-Meco.

Manha, sexta-feira dia 3 as 20:00h hai convocadas concentraçons pola plataforma Galiza com catalunya para denunciar estes feitos:

Vigo. Farola de Urzaiz.

Compostela. Praça do Toural.

Corunha. Subdelegaçom do Goberno

Ferrol. Praça Amada García.

Lugo. Subdelegaçom do goberno

Ponte Vedra. Praça da peregrina,

Ourense. Subdelegaçom do Goberno

De Ceivar unimo-nos a esta convocatória, solidarizamo-nos com as pessoas detidas e encarceradas no dia de hoje. Solidariedade que fazemos estensível a todas e todos os presos políticos que se atopam nas prisons espanholas.

Abaixo a ditadura espanhola!
Independência SI

 

renatoRenato Nunez, membro da executiva nacional da CIG, denunciava o passado mês de agosto a actuaçom totalmente desproporcionada da polícia nacional de Compostela, quando tras umha juntanza com umha membro da executiva comarcal da CIG e delegada de CIG saúde no Hospital Clínico de Compostela "unha patrulha da polícia nacional que passava naquel momento pola zona detivo-se de supeto e dirixiu-se a el para comunicar-lhe q o iam propor para sançom de tráfico" .

A polícia nacional carece de competências nesta matéria, mas continuarom "mantendo em todo momento umha actitude soberbia e prepotente" para finalmente rematar guindando-lhe o telefone, retorcendolhe o braço e atirando-o ao cham.

Montse Prado e Luís Bará, deputados do BNG criticarom a persecuçom à que se vê submetido o sindicalista e manifestarom que "estamos perante a aplicaçom da lei mordaza, polo q demanda à subdelegaçom do governo "abrir umha investigaçom para depurar as responsabilidades pertinentes".

 

erreharria1Alfredo Remírez foi condenado a um ano de prisom e seis anos de inabilitaçom absoluta pola Audiência Nacional espanhola, por exibir no ano 2005, durante o chupinazo das festas do seu povo um boneco de cartom em solidariedade cos presos da sua localidade.

Em fevereiro de 2017 volve ser julgado e de novo condenado também pola Audiência Nacional, desta volta por publicar a sua opiniom em Twitter.

Hoje, está a aguardar a carta com data de Ingresso em prisom por fazer uso desse DIREITO humano que é a liberdade de expresom e que parece ser que no Reino de Espanha só é válido para alguns.

Se no canto de denunciar a dispersom penitenciária (práctica que por certo, é ilegal) Alfredo tivera assegurado que "franco no mataba por capricho"* hoje nom estaria cumha condena em firme para entrar na cadeia e nom teria que padecer el a sua familia o que denunciava com aquele boneco de cartom, a injustiça das prisons e a dispersom.

De Ceivar amosamos o nosso rexeitamento a estas condenas e solidarizamo-nos com Alfredo. Solidariedade q fazemos estensível a todas as pessoas imputadas/condenadas por exercer o seu direito à liberdade de expresom.

Solidariedade imparável!

*Declaraçom feita polo porta-voz da Fundaçom Francisco Franco

 

xeiraOs feitos remontam-se a maio de 2015, quando um grupo de estudantes realizou um escrache a Domingo Neira, profesor da USC na faculdade de Ciências da Educaçom, para protestar pola sua readmissom.

Domingo Neira fora denunciado em diversas ocassons por manter um "descurso de ódio" contra os homosexuais, chegando a assegurar que "as lesbianas tenhem um cromossoma XXX q explica o seu comportamento nom normal" ou que "a homossexualidade é contagiosa".

O passado mês de março, trás um juiço no que estavam imputadas três estudantes, dous forom condenados a três meses de prisom cada um, e o outro foi absolto.

Tras interpor um recurso, na tarde de ontem faziam público a través das redes sociais que os absolveram e "queremos agradecer a solidariedade de todas as que vos preocupastes por nós, nos próximos dias daremos mais informaçom. Seguimos na luita!"

Antia, Mário, parabéns!!

Avante a luita Estudantil galega!!

 

conc outubro 2017Este mês de Outubro saimos novamente à rua entre as 20:00h e as 20:30h desta sexta-feira, dia 27, em defesa dos direitos das presas independentistas.

Os pontos que o Coletivo de Presas Independentistas Galegas reclama som:

O reconhecimento da sua condiçom de prisioneiras políticas, o fim da política criminal de dispersom penitenciária, o reagrupamento dos membros do coletivo numha mesma prisom em território galego, o cessamento do regime de reclusom nos centros de menores e a melhora geral das condiçons de vida no encerro.

As convocatórias teram lugar em:

Compostela: 20:30h na praça do Toural

Vigo: 20h no Marco (rua Principe)

Ourense: 20:30h na praça do Ferro

Lugo: 20:30h na Praça Maior

Burela: 20:30h na Praça do concelho

Ponte Vedra: 20:30h na Praça da Peregrina

Participa e espalha!

 

cropped cpigA continuaçom publicamos o Comunicado do Colectivo de pres@s independentistas galeg@s sobre a conjuntura política atual, que nos chegou ao correio electrónico do Organismo Popular Anti-Repressivo Ceivar:

 

Assistimos à maior crise política do Estado espanhol desde a instauraçom do regime de 1978, xurdido do pacto entre as elites franquistas e as forças da esquerda espanhola reformista, traidora às expetativas de ruptura democrática naquela altura. Aquela reforma meramente cosmética do fascismo golpista e genocida de 36 mantivo incólumes as estruturas de poder políticas, económicas, policiais e judiciais, constitucionalizando um Estado que seguiu sem oferecer umha resposta justa e democrática às legítimas aspiraçons das naçons negadas polo regime espanhol, como acertadamente denunciámos @s independentistas galeg@s naquele momento histórico e sostivémos na luita diária durante 40 anos.

Hoje, o conflito político catalám vive os momentos álgidos do chamado ‘procès’ soberanista e fai abalar os alicerces do quadro jurídico-político vigorante e abre possibilidades para os povos oprimidos polo Estado espanhol. Sem dúvida nenhuma, entramos numha nova fase política na que a Galiza deve de estar presente e fazer-se visível como a naçom que somos.

Polo de agora, Catalunha aponta-nos já várias liçons que avalam as análises sostidas e actualizadas polo independentismo revolucionário nestas décadas.

Primeiro, o Estado espanhol amossa abertamente a sua natureza anti-democrática e autoritária. Enfrentamos um Estado construído polo absolutismo e corrigido polo fascismo. Agora, a ‘democracia espanhola’ evidencia-se já como o que é, a simples carauta formal da dominaçom fascista ao serviço  de interesses oligárquicos. A intensidade do conflito catalám descobre para a maioria social a excepcionalidade que até há pouco vínhamos sofrendo @s militantes revolucionários e revolucionárias e a dissidência política. Onde ficam os direitos fundamentais de cidadania no Reino de Espanha? Os feitos e os dados falam por si sós; substraçom de milhons de papeletas e urnas, proibiçom de actos políticos e palestras, ataques informáticos maciços e fechamento de centos de páginas web, ameaças a centos de alcaldes eleitos conforme a legalidade espanhola, pressons aos meios que nom se pregam ao monolítico discurso do oligopólio mediático, interceptaçom de milheiros de cartas, encarceramentos, suspensom da autonomia catalá, invasom policial e violência generalizada contra a cidadania disposta a exercer o legítimo direito a decidir o seu futuro político, detençons e assalto às instituiçons de autogoverno...abondam exemplos de um Estado que pretende que impere o terror para dissuadir e reprimir um povo digno e livre.

Todo isto tem um nome, terrorismo de Estado. Espanha continua a utilizar a violência dos aparelhos de Estado para manter a integridade territorial.

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