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Poetarras_EDIIMA20151028_0911_18A ridiculez impom-se umha vez mais na realidade. Desta volta, as juventudes do PP, Nuevas Generaciones, emitiam umha denúncia contra Galiza Nova,  porque durante um festejo das mocidades do BNG atuou um grupo “pro-etarra” (sic) em Ponte-Vedra. O grupo musical em questom som os “Poetarras”, três moços que tomando de fundo musical cançons populares, mudam as letras para criticar com retranca as políticas da Xunta contra o nosso País.

Neste contexto Nuevas Generaciones formula a exigência de que o responsável de Galiza Nova dea explicaçons sobre como se financiou o concerto e por que tocou um grupo “pro-etarra” (sic) num espaço público. Quizáis Nuevas Generaciones, após meio ano que se publicara o tema, esteja resentido com umha das cançons de “Poetarras” que alude diretamente a Feijóo.

Nom obstante o ridículo nom pode ser maior e incluso as brincadeiras estám a extender-se na imprensa do Estado. Nuevas Generaciones engadiu um “r” ao nome da composiçom musical para assim justificar que eram “pro-etarras”. Este é mais um intento à desesperada das juventudes do PP de criminalizar a cultura alternativa da Galiza e de pretender que todas/os as/os artistas toquem na sua onda; no espanholismo e no machismo.

 

IMG-20151028-WA0000Esta sexta de fim de mês convocam-se as concentraçons mensais para acompanhar à/aos presa/os independentistas galega/os nas reivindicaçons que demandam ativamente nom ingerindo alimentos da prisom durante este dia:

-Reconhecimento da sua condiçom de prisioneiras e prisioneiros políticos.
-Fim da política de dispersom penitenciária.
-Reagrupamento dos membros do coletivo numha prisom em território galego.
-Cessamento do regime de reclusom nos centros de menores.
-Melhora geral das condiçons de vida nas prisóns.
Nós, desde o outro lado do muro concentraremo-nos nas seguintes cidades:
DIA 30 DE OUTUBRO
BURELA: Praça do Concelho às 20h30
COMPOSTELA: Praça da Galiza às 20h30
FERROL: Praça do Concelho às 20h00
LUGO: Praça Maior às 20h30
OURENSE: Praça do Ferro às 20h30
VIGO: Marco (rua Príncipe) às 20h00
 

269025571621568526_-1526787973A solidariedade nom para de medrar. Nom faltam os pontos desde os que nom se acheguem aportaçons em todas as suas sensibilidades para visibilizar a situaçom repressiva na Galiza. Se nas últimas semanas a “tenrura dos Povos” como a definiu Gioconda Belli, chegava desde Madrid, agora o salto geográfico é até Euskal Herria.

O vindeiro sábado, 7 de Novembro, decorrerá um concerto na vila de Laudio que contará com os grupos galegos “Keltoi” e “Liska” que tocarám junto aos grupos bascos “Gatillazo”, “Josetxu Piperrak”, “Kañeria 13”, e “Últimos Reyes”. Ademais da música também haverá espaço para o convívio entre ambos Povos que demostrará umha vez mais que A NOSSA SOLIDARIEDADE É IMPARÁVEL!!!

Dia: 7 de Novembro
Lugar: Frontom de Areta (Laudio-EH)


 

antiaDecorréram muito poucos minutos desde que a militante da organizaçom independentista AGIR entrara na sala de vistas, quando com um sorriso atravessou de novo a porta. “Já está”, comentou Antia Balseiro às companheiras concentradas nos Julgados das Fontinhas, “a denunciante retirou a denúncia polo que fum absolta e tam siquer chegou a começar o juízo por faltas”.

Assim sucedeu todo, a estudante que denunciara a Balseiro retirara a denúncia e negou-se a seguir o jogo do fiscal que insistia que U.C. continuara com o pleito. Aplausos e satisfaçom entre as/os solidárias/os que estavam apoiando a Antia ao pé dos Julgados de Compostela.

 

2014022018185888765À par que começou o novo curso académico também semelha que começárom as vistas mais os juízos contra o estudantado galego. Amanhá, quinta feira (dia 22) será umha estudante a compareça por umha suposta “falta de maltrato” em Compostela. Antia, além de estudar História, também é militante da organizaçom estudantil Agir desde onde relatam os factos polo que a acusam:

“No dia 26 de fevereiro, na jornada de greve que vaziou as aulas de todo o País, o estudantado mais consciente organizamos, como em todas as convocatórias, dezenas de piquetes nas portas dos centros para garantir o direito à greve do alunado. Os piquetes som um elemento essencial para evitar que todas as estudantes que decidem secundar os paros no ensino nom sejam sancionadas polo professorado que nom respeita a sua eleiçom. Este é um método de proteçom solicitado em multidom de ocasions polo alunado que vê perigar os seus resultados académicos apoiando a greve, já que muitos e muitas docentes consideram falta de assistência nom justificada a ausência nesse dia se apenas um ou umha aluna acode à faculdade, restando pontuaçom ou mesmo chegando a reprovar cadeiras enteiras às pessoas que legitimamente decidem nom ir às aulas numha convocatória de paro no ensino. É por isto que de AGIR defendemos a funçom necessária que tenhem os piquetes para garantir o direito à greve e o seu caráter coletivo.

Nessa jornada, como já se tem passado noutras ocasions, houvo um reduzido grupo de estudantes que, atuando de maneira individualista e insolidária, tentárom entrar nos centros, sem sucesso nem maiores problemas. Mas umha delas foi a denunciante, que a primeira hora da manhá chegou à faculdade de História com a intençom de aceder a ela custasse o que custasse. Fazendo ouvidos xordos às recomendaçons para que abandonasse a sua violenta e provocadora atitude, e num estado de exaltaçom evidente, começou a empurrar às membras do piquete. Umha das que estava à frente era a nossa companheira, que ainda apenas utilizando exclussivamente métodos defensivos para evitar a entrada no centro, foi golpeada até em três ocasions, apesar dos seus reiterados avisos para que frenasse as agressons. Quando por quarta vez UC lhe levantou a mao, Antia escusou seguir sendo humilhada e devolveu-lhe um bofetom. Mas a esquirola nom gostou de ficar sem a impunidade que creu ter e ameaçou com chamar à polícia e denunciar, quando ironicamente devera de ser a nossa companheira a que o figesse. Durante os dias seguintes soubemos que UC afirmava ter posto umha demanda contra a militante de AGIR, mas perguntada por outras membras do piquete negou-no, pedindo que Antia a perdoasse e que esquecesse este “incidente”.

No passado mês a nossa companheira recebeu umha notificaçom na que era citada para um juízo por “falta de maltrato”, com um relato que supera a ficçom. Nele pom-se à agressora como umha vítima que apenas pretende estudar e que é repudiada por um piquete que a ameaça com pegar-lhe, e a nossa companheira é umha violenta independentista que aparece da nada para golpear à inocente UC quando esta solicitava amavelmente entrar na faculdade.”

Desde o Organismo Popular Anti-repressivo CEIVAR chamamos à solidariedade com a militante e estudante e rechaçamos todas as expressons de vitimizaçom das/os agressoras/es e as denúncias gratuitas contra as/os ativistas. Igualmente estaremos presente na concentraçom que há convocada diante dos Julgados das Fontinhas (Compostela) às 10h.

Dia: 22 de Outubro
Hora: 10h
Lugar: Julgados das Fontinhas (Compostela)
 

Após ter atraiçoado ao movimento independentista galegao e acolher-se à via individual, Diego Santim, que entrou em prisom recentemente para cumprir o resto da condeia, publicou umha carta que relata que atuou “de forma indigna diante do juiz da Audiencia Nacional numha declaraçom voluntária em dezembro de 2012” e afirma que “a via individual é egoísta e somente favorece a ao aparato opressos já que tanto o indivíduo e o movemento saem perdendo”. Igualmente afirma que o seu cámbio de atitude deve-se a que em ele “pesárom muito os exemplos atuais dos que atualmente continuam a luita nas prisons espanholas organizados no CPIG”. Carta completa.

 
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