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Segundo a informaçom recebida esta tarde através dumha chamada particular realizada por Xiana Rodrigues, a presa independentista galega foi transferida a primeira hora da manhá ao centro penitenciário de Brieva (Ávila). A transferência à prisom abulense fizo-se por parte da direcçom de Soto del Real sem informar das causas que motivariam esta, e dando apenas à presa o tempo suficiente para recolher os seus efeitos pessoais. Nom dispomos de mais informaçons à hora de colocar-se a notícia, nem temos conhecimento das condiçons em que se poda ter realizado a transferência da cidadá galega. Com independência desta situaçom transitória, queremos denunciar, mais umha vez, a violaçom dos direitos d@s pres@s recolhidos na legislaçom penitenciária espanhola, que reconhece o direito de @s reclus@s cumprir a condenaçom num centro penitenciário próximo do seu lugar de origem. Exigimos também a repatriaçom imediata, tanto de Xiana Rodrigues quanto de Ugio Caamanho. De Ceivar analisamos que a presa independentista é objecto dumha tentativa de desestabilizaçom, aplicada em Soto del Real com a imposiçom dum regime de isolamento de facto e, agora, com a transferência a outro centro penitenciário separando-a do módulo de presas políticas em que se encontrava inicialmente. Exigimos aliás a transferência do seu processo judicial a um tribunal ordinário, retirando a causa do tribunal político especial que é a Audiencia Nacional. Telegramas de solidariedade Convidamos todas as pessoas solidárias a enviar telegramas e cartas de apoio à presa independentista galega. O destino penitenciário em que se encontra actualmente é: Xiana Rodrigues Gomes Centro Penitenciário de Ávila Carretera de Vicolozano 05194-Brieva (Ávila) Espanha
 
Organizar umha solidariedade activa com @s patriotas galeg@s em prisom e dar projecçom social e política à sua/nossa luita som eixos sobre os que pivotará o nosso trabalho antirrepressivo actual e futuro. Respondendo solidariamente a esta iniciativa, o portal internacional de informaçom sobre pres@s polític@s www.kalera.org recolhe hoje a informaçom enviada por Ceivar dando conta da situaçom de Xiana Rodrigues e Ugio Caamanho em Soto del Real. Pode-se consultar em língua espanhola no endereço electrónico http://kalera.org/modules.php?op=modload&name=News&file=article&sid=25&mode=thread&order=0&thold=0 De Ceivar anunciamos a nossa intençom de manter umha presença regular sobre a luita dos pres@s independentistas galeg@s em www.kalera.org e projectar esta também fora das fronteiras da Galiza.
 
Segundo venhem de informar fontes dos familiares, trás o plante mantido polo preso e a presa independentistas em Soto del Real (Madrid)a semana passada para defender a sua dignidade e direitos, a direcçom do centro penitenciário tem mudado de módulo Xiana Rodrigues e Ugio Caamanho. O patriota galego encontra-se agora no módulo 5 de Madrid-5, enquanto Xiana Rodrigues foi conduzida para o módulo 11. As mesmas fontes indicam que a presa galega se encontra numha situaçom excepcional, umha vez que é a única interna que se encontra no módulo 11 e está sem comunicaçom com qualquer outra pessoa agás as funcionárias de prisons. Novo chamamento de urgência A nova situaçom penitenciária de Xiana Rodrigues agrava notavelmente a sua situaçom anterior, deixando incomunicada a presa galega sem levá-la ao módulo de isolamento. Com a excepçom das visitas semanais de familiares e os vis-a-vis, até o momento também reservados a familiares directos, a companheira Xiana Rodrigues carece neste momento de qualquer comunicaçom. Perante esta situaçom fazemos um novo chamamento à solidariedade activa, enviando, tanto à presa quanto à direcçom da prisom -olhar o endereço em informaçons anteriores-, telegramas de solidariedade e apoio, denunciando o tratamento repressivo de que está a ser objecto a independentista galega. Queremos denunciar, aliás, a dureza repressiva com que se está a empregar a direcçom de Soto del Real com os dous patriotas galeg@s durante estas primeiras semanas de reclusom forçosa. De Ceivar comprometemo-nos com firmeza a que todas estas medidas coactivas terám o seu reflexo nas ruas e a comunicaçom pública, impedindo o siléncio em que Soto del Real quer afogar a voz do preso e a presa independentistas.
 
Mais um sítio web vem complementar os espaços que na Internet denunciam a repressom e, especificamente, a repressom suportada pola mocidade galega. A iniciativa corresponde à formaçom juvenil Briga e, baixo o manchete "STOP repressom contra a juventude galega", informa das intervençons repressivas sufridas recentemente por militantes desta organizaçom juvenil e pola AMI. De Briga sostenhem a tese de que a formaçom juvenil independentista se encontra imersa num processo impulsionado desde o Governo espanhol que levaria à sua ilegalizaçom. Tese errónea, na nossa opiniom, e nom partilhada desde Ceivar, à vista da conjuntura política existente na Galiza, as linhas repressivas dominantes no nosso País e o facto de as organizaçons independentistas nom supor, a dia de hoje, qualquer ameaça fáctica para a estabilidade do regime espanhol que o obrigue à aplicaçom de recursos repressivos como os que, por exemplo, sim tivo que empregar num contexto político-social muito diferente do galego como o basco. Contodo, fazemos nossa a denúncia da repressom de que foi objecto a organizaçom juvenil nos últimos meses e do processo político-judicial em que estám imersos vári@s d@s seus militantes. A ligaçom com a página web assinalada é http://briga-galiza.org/especiais/repressom/
 
@s pres@s independentistas galeg@s em Madrid 5 continuam em luita pola defesa dos seus direitos. Hoje, Ugio Caamanho e Xiana Rodrigues negavam-se a saír das suas celas na prisom madrilena para passar as horas preceptivas de pátio. A razom de ser desta medida tomada conjuntamente desde os módulos 2 e 12 de Soto nom é outra que denunciar as agressons de que foi objecto o companheiro Ugio Caamanho, segundo informamos nos últimos dias. A iniciativa de ambos os independentistas galeg@s conta com o apoio das presas e presos políticos de ambos os módulos afectados. A respeito da negativa a cumprir as horas diárias de pátio estipuladas, a presa Xiana Rodrigues foi golpeada no rosto por umha funcionária, sendo conduzida ao módulo de isolamento a posteriori. A decisom de isolar @s independentistas galeg@s é tomada desde a direcçom de Soto del Real como medida punitiva ante a atitude reivindicativa que ambos os sostenhem e poderia prolongar-se durante as próximas 72 horas. Recordamos que Ugio Caamanho lograra a semana passada através desta atitude de firmeza paralisar a mobilidade permanente de companheiros de cela durante 40 dias. Frente à pressom coactiva de que estám a ser objecto os dous cidadáns galegos deportados a Madrid, o nosso organismo antirrepressivo chama tanto a socializar a situaçom que vimos de denunciar através de webs e correios, quanto a aumentar o envio de cartas de solidariedade e telegramas exigindo à direcçom de Soto del Real o respeito íntegro da integridade sicofísica e os direitos do preso e a presa independentistas. Ceivar facilitará informaçom sobre a situaçom dos presos independentistas galegos durante o Festival da Poesia que se celebrará esta fim-de-semana em Salvaterra do Minho.
 
A impunidade repressiva das prisons que temos denunciado mais de umha vez fijo-se hoje muito próxima: o militante galego Ugio Caamanho, ingressado no centro penitenciário madrileno de Soto del Real o passado dia 26, foi objecto esta manhá dumha agressom colectiva por parte de vários funcionários de prisons. Caamanho foi conduzido à força ao módulo de isolamento. Ali, foi levantado em peso polo pescoço e contra a parede por parte dum carcereiro, enquanto outros malhavam colectivamente nele no rosto e o corpo exigindo-lhe que se espisse. Aliás, as escassas pertenças pessoais que o preso independentista galego tem na sua cela fôrom ciscadas e tiradas polo chao num alarde de violência institucionalizada. Caamanho tem cursado umha denúncia contra os funcionários que participárom na malheira ocorrida esta manhá e encontra-se agora mesmo na sua cela do módulo de Preventivos. A agressom colectiva contra o jovem independentista produzia-se trás negar-se este a regressar ao seu quarto depois do tempo de pátio, assim como a espir-se segundo lhe exigiam os funcionários. A negativa a regressar à cela é parte da dinámica reivindicativa que vários presos levam adiante para conseguir partilhar as suas celas unicamente com presos políticos. A política penitenciária da direcçom de Soto del Real consiste neste momento em mudar continuamente os companheiros de cela dos presos, provocando umha instabilidade permanente, além do desconhecimento absoluto por parte dos presos da pessoa com que partilham o seu único espaço individual que, como apontamos, pode ser mudada continuamente. A informaçom sobre os factos ocorridos em Soto del Real vimo-la de receber esta tarde directamente por via telefónica através do preso agredido. De Ceivar queremos denunciar a impunidade absoluta em que se movem estas máfias de carcereiros dentro dos centros penitenciários, aplicando institucionalmente umha violência contra os presos e presas que defendem umhas mínimas condiçons de dignidade e respeito dos direitos humanos nas prisons. Acusamos o Executivo do PSOE que preside Rodríguez Zapatero de tolerar e fomentar estas práticas, deixando em papel molhado a retórica em favor da democracia e a defesa dos direitos humanos. Chamamento e reivindicaçons pendentes Aliás, queremos fazer umha chamamento formal a todas as pessoas realmente democratas, às organizaçons, sindicatos, colectivos e associaçons comprometidas com este País e com a defesa das liberdades democráticas e os direitos humanos, a denunciar publicamente estas práticas e difundir a informaçom que vimos de fazer pública. Estamos convencidas e convencidos de que o siléncio é a melhor garantia para a impunidade repressiva existente nos centros penitenciários, além de umha mostra de cumplicidade. O nosso compromisso é fundamental para rematar com a impunidade. Manifestamos umha solidariedade aberta e incondicional com o preso independentista Ugio Caamanho, assim como com a patriota galega Xiana Rodrigues, também encarcerada em Soto del Real, duas pessoas repressaliadas por luitar pola libertaçom nacional e social da Galiza e cuja trajectória de compromisso com esta País é transparente e inquestionável. Exigimos o respeito integral de todos os direitos que lhes correspondem como pessoas, a começar polo respeito da sua integridade física e síquica. Aliás, queremos reivindicar, por último, como o faremos nas próximas semanas dum modo activo em todo o País, a repatriaçom imediata de Xiana e Ugio e o cumprimento da legislaçom penitenciária espanhola no referente ao direito de toda presa ou preso a cumprir a condenaçom num centro penitenciário próximo ao seu lugar de residência habitual e ao seu contorno social habitual, assim como a inibiçom da Audiência Nacional espanhola no seu processo judicial, despraçando este para um tribunal ordinário instalado na Galiza. POLO RESPEITO DOS DIREITOS HUMANOS DENTRO DAS PRISONS NOM À IMPUNIDADE DOS CARCEREIROS TRANSFERÊNCIA A GALIZA D@S PRES@S INDEPENDENTISTAS XIANA, UGIO: LIBERDADE! A LUITA É O ÚNICO CAMINHO!
 
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