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O operativo repressivo contra o independentismo na Galiza nom descuidou os aspectos informativos. O web de AMI foi clausurado e galizalivre.org, embora aparentemente activa, está bloqueada polos mesmos que ontem assaltárom encarapuçados com armas e cans três locais sociais nacionalistas, registárom umha dezena de domicílios e detivérom 10 militantes cujo único "delito" é luitar pola liberaçom nacional e social da Galiza. A esta hora é absolutamente impossível colocar qualquer informaçom em galizalivre.org e dar um seguimento informativo à vaga repressiva. Enquanto, a militáncia de Ceivar está a convocar concentraçons a nível nacional. Hoje, se a "democracia" espanhola o permete, celebraremos um acto informativo, de solidariedade e denúncia desta vaga repressiva às 20:00 na Praça do Pam (Cervantes) em Compostela e às 9 no Obelisco da Corunha. Fazemos um chamado a webs amigos, listas de correio e pessoas particulares para dar difusom a estas convocatórias com a maior amplitude.
 
Com motivo da montagem policial iniciada ontem, com a invençom dumha imaginária “associaçom ilícita”, o organismo anti-repressivo Ceivar convocou o dia de ontem e convocará hoje actos informativos e de resposta em várias cidades da Galiza. Vigo: colada informativa em toda a cidade. Pregamos as pessoas interesadas por-se em contacto com o organismo nesta cidade através das organizaçons do MLNG. Lugo: concentraçom às 21:00 frente à subdelegaçom do Governo espanhol Compostela: concentraçom às 20:00 na Praça do Pam (Cervantes) A Corunha: concentraçom às 21:00 frente ao Obelisco Ourense: acto pendente de convocatória. Contactar com a militáncia independentista local. jos_content iniciativas de resposta à montagem policial aberta contra o independentismo serám anunciadas nas próximas horas e dias, tratando de ultrapassar a paralisaçom informativa que tem provocado a intervençom dos webs de AMI e o portal galizalivre.org, o qual, apesar de estar aparentemente em activo foi intervido também pola Guardia Civil espanhola modificando todas as chaves de acesso depois de intervir policialmente os nossos domínios. Fazemos umha chamado extenso a todos os e as nacionalistas, a companheiros e familiares d@s detid@s e a todas as organizaçons sinceramente implicadas na defesa das liberdades democráticas. Encontramo-nos perante umha montagem policial, política e mediática que pretende, para justificar a sua própria virtualidade, o encarceramento de militantes. Advertimos contra fantasmagóricas acusaçons sobre a existência de “bandas armadas”, “associaçons ilícitas”, etc. com que o Ministério do Interior pretende encobrer o que nom é mais que um operativo destinado a criminalizar e punir o independentismo em pleno debate sobre a reforma do Estado espanhol. Consideramos que neste momento a solidariedade com @s patriotas repressaliad@s sovarda com muito os limites habituais de filiaçons e ideologias, para converter-se numha autêntica necessidade de parar os pés a umha “democracia” como a de ZP incapaz de respeitar os seus próprios direitos constitucionais formalmente recolhidos. Denunciamos também o assalto de domicílios particulares e locais sociais realizado ontem polo instituto armado espanhol, o saqueio policial de material informativo e propagandístico e a cumplicidade nojenta que a prática totalidade dos meios de comunicaçom estám a exercer hoje, reproduzindo a versom policial, vulnerando a presunçom de inocência dos detidos e detidas e colocando na diana policial e social umha série de organizaçons cujo único delito é perseverar incansavelmente na defesa da nossa Terra e luitar pola libertaçom nacional e social de todos e todas nós. Hoje e nos próximos dias será fundamental sair à rua e encarar a repressom política que Espanha exerce permanentemente sobre o nosso País e sobre as pessoas e organizaçons que, desde o compromisso mais generoso e a dignidade colectiva, luitam para que o nosso País seja algum dia realmente livre. Nom à montagem policial!!! Mass media, lacaios da Guardia Civil!!! Liberdade para @s dez independentistas detid@s!!!
 
Onze militantes independentistas detid@s, três locais sociais assaltados pola Guardia Civil, vários domicílios registados por agentes encarapuçados e páginas web independentistas desactivadas pola Guardia Civil, é o balanço do operativo policial dessatado hoje contra o independentismo nas localidades de Ourense, Lugo, Vigo e Compostela. A acusaçom vertida contra @s detid@s é fazer parte dumha "associaçom ilícita" cujo nome nom foi explicitado em nengures. Aliás, o Julgado de instruçom nº1 da Audiência Nacional atribuiria @s independentistas a participaçom em actos de "enxalçamento do terrorismo", "injúrias contra a monarquia", ataques a entidades bancárias, etc. Ceivar convocará nas próximas horas concentraçons informativas como as realizadas na tarde de hoje. @s detid@s encontram-se actualmente na Comendáncia da GC da Corunha e na sua totalidade ou em parte poderiam ser conduzidos a Madrid para declarar na Audiência Nacional. Do nosso organismo denunciamos a montagem policial aberta nas últimas horas contra o independentismo galego, a vulneraçom absoluta da liberdade de expressom e reuniom e o assalto policial a centros sociais dispersos por todo o País com o intuito de deter militantes e aprofundar na investigaçom aberta. Enquadramos este operativo repressivo na permanente criminalizaçom social e política a que se vem submetidas no Estado espanhol as pessoas, colectivos e organizaçons que adirem a um futuro e um projecto de liberaçom nacional e social para o nosso País e na tentativa de satanizar, perante o debate da reforma autonómica aberto no Estado, as posiçons coerentemente nacionalistas sostidas polas associaçons e entidades que neste momento estám no olho do furacám repressivo. Chamamos, por último, a todas as pessoas e organizaçons sensibilizadas contra a repressom a participar nas mobilizaçons que se podam programar nas próximas horas, tomando como referência o portal de INdymedia Galiza, umha vez que o portal referencial do independentismo, embora aparentemente activo, é inacessível para a inserçom de informaçom.
 
Segundo informa hoje um diário corunhês, efectivos da Polícia municipal impediam ontem a um nutrido grupo de jovens encarapuçad@s a “retirada ou queima” da bandeira espanhola chantada no passeio marítimo herculino. A citada fonte assegura que 20 moços e moças se teriam deslocado até o mastro de que pende a ensenha estrangeira com bandeiras da Pátria –“bandeiras galegas com umha estrela vermelha no seu centro”, segundo o diário- na que seria a primeira tentativa efectiva para eliminar o símbolo espanhol. A dotaçom da Polícia municipal que vela pola segurança da bandeira de Espanha durante as 24 horas do dia desde o 12 de Outubro, teria-se visto rebordada pola situaçom, chamando um outro carro patrulha e umha furgoneta na que se deslocárom um novo grupo de agentes. Segundo a mesma fonte, o efeito dissuassivo da maior presença policial teria impedido a execuçom do “tarde ou cedo vamo-la queimar!” que coerárom há agora um mês dezenas de manifestantes. O fracasso desta primeira tentativa nom deixa de por de relevo umha outra questom: o conflito permanente que traz a presença do símbolo imperialista e o compromisso que a Polícia local corunhesa adopta com a protecçom dum ícone que representa por excelência a opressom e a negaçom da Galiza. O corpo policial municipal adquire assim, somando-o à tradicional funçom de cam de presa contra o exercício da liberdade de expressom que pratica na Corunha, umha posiçom política clara perante um conflito social como o que vive a cidade herculina após a imposiçom da bandeira de Espanha no Orçám. Da nossa óptica, quem apresentando-se como “serviço público” perseguem o exercício de liberdades fundamentais e contribuem manu militari, pola força da violência, a perpetuar a presença dum símbolo rechaçado por milhares de corunheses e corunhesas, devem assumir politicamente a sua condiçom e o facto de serem tratados e assinalados socialmente como o que som: parte dum aparelho repressivo estatal destinado a acoutar e afogar os nossos anceios de liberdade como povo. A Polícia Local corunhesa tem-se posicionado e a cidadania deverá fazer o próprio perante os que, desde os uniformes e o emprego institucionalizado da violência, garantem a permanência da actual situaçom. O debate social nom deveria situar-se agora, na nossa opiniom, apenas sobre o maior ou menor custo económico da protecçom do símbolo re-habilitado por Francisco Franco, as "melhores medidas" para protege-lo, ou a acomplexada patologia espanholista que padece o regedor corunhês, mas, particularmente, sobre o facto de que instituiçons públicas imponham contra a vontade cidadá umha simbologia alheia e opressora e mantenham esta situaçom de imposiçom, unicamente, através da coacçom, a força e a violência, dado que a ensenha espanhola carece, na Corunha e na Galiza, do respeito e a legitimidade social de que goçam os nossos símbolos nacionais, e que som os únicos elementos que podem garantir umha permanência normalizada.
 
A vaga de protesto social dos bairros de várias cidades francesas extende-se a outros Estados da UE e produz as primeiras reacçons no Estado espanhol. O presidente do Executivo espanhol José Luis Rodriguez Zapatero declarava ontem o seu “total apoio” à política de Toleráncia Zero aplicada polo governo francês ao protesto dos sectores mais explorados da sociedade gala. “Quero exprimir a minha condenaçom às violências”, afirmou Zapatero, aprovando a renglom seguido o exercício da violência policial nos bairros marginados porque “a obriga primordial do Executivo francês é manter a ordem e a lei”. Zapatero reunia-se ontem com o presidente francês Jacques Chirac na XVII cimeira franco-espanhola e mostrava a sua “solidariedade” com as medidas repressivas e leis de excepçom aplicadas na França. O presidente espanhol declarou, aliás, que perante a possibilidade de sucessos similares no Estado “confio na profissionalidade das forças de segurança para previr qualquer tipo de acto violento”. O dirigente neofascista do PP Ángel Acebes foi além nas suas afirmaçons, exprimindo a sua “máxima confiança” no ministro francês de Interior Nicolas Sarkozy, assegurando que “sei que se tomarám as melhores decisons que convenham aos interesses gerais da França” e partilhando de modo incondicional as vulneraçons da legislaçom internacional sobre asilo e refúgio, as normativas europeias sobre imigraçom e a própria Convençom Europeia de Direitos Humanos. Polícia espanhola demanda mais “margem de manobra” Segundo fontes oficiais, Madrid tem extremado as medidas de vigiláncia nas áreas da capital espanhola onde residem mais imigrantes. Umha circular interna remitida ontem polo Corpo Nacional de Polícia espanhol ordenava a todas as chefaturas que informem a diário dos incêndios provocados. A ocasiom e o “alarme social” que se cria desde os media também fôrom aproveitados pola Uniom Federal de Polícia espanhola para exigir reformas na normativa sobre “segurança cidadá” que alarguem as margens de manobra dos corpos repressivos e a Justiça e permitam “responder com maior eficácia e rapidez”. Por sua parte, Sarkozy qualificou de “gentalha” e “ínfima minoria” os milhares de pessoas que participam nas jornadas de lulta social dos últimos 15 dias. 2234 cidadáns e cidadás fôrom detidos durante este período, suspendendo-se o exercício das liberdades fundamentais e iniciando-se a deportaçom de centos de detidos e detidas. O entusiasmo do Executivo de Madrid face as medidas de Paris pom de relevo qual o talante real da socialdemocracia espanhola e o que se pode esperar de Madrid no caso hipotético de a protesta social se extender ao Estado espanhol.
 
Segundo vimos comprovando de modo reiterativo, os funcionários do centro penitenciário de Navalcarnero, onde se encontra preso Ugio Caamanho, descolgam sistematicamente o telefone do centro em horário de petiçom de visitas aos presos e presas. Tal prática soma-se à de nom responder durante horas -embora se encontrem em horário administrativo-, ou descolgar o auricular colocando-o imediatamente no seu sítio para evitar que o telefone siga a soar. A prática irregular dos carcereiros madrilenos está a dificultar gravemente a concertaçom das visitas semanais e os vis-a-vis a que tem direito o preso independentista, dado que ambos devem ser solicitados telefonicamente cada semana durante um horário determinado. Tal modo de actuaçom soma-se à contínua mudança de trámites que cada semana se imponhem com o intuito aparente de fazer impossível que o preso desfrute do regime de visitas a que tem direito por lei. Desde Ceivar queremos denunciar esta actividade ilegal e o incumprimento das suas funçons “profissionais” por parte dos carcereiros de Madrid-IV. O regime de visitas de Ugio Caamanho é um direito jurídico que corresponde ao preso independentista, nom qualquer “concessom” que os funcionários deste centro penitenciário podam tolerar ou negar arbitrariamente. Exigimos de aqui, portanto, o respeito por parte dos funcionários do Estado espanhol em Navalcarnero dos direitos de que é sujeito o nosso companheiro Ugio Caamanho e o cumprimento das suas funçons de mediaçom para fazer possíveis as visitas ao patriota galego. O telefone de Navalcarnero é o 918116042.
 
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