110276-crumpled-paper-icon-social-media-logos-rss-cube

Dous integrantes da penha nacionalista de siareir@s Celtarras eram detidos a semana passada por efectivos da Polícia espanhola e ingressados na prisom da Lama acusados de “agressom” a um názi espanhol na cidade de Vigo. O encarceramento dos dous siareiros deveria-se, segundo afirma o comunicado oficial da penha viguesa aparecido no seu web, à identificaçom que o citado názi espanhol teria feito em dependências policiais dos agora presos como autores da suposta agressom. Segundo a mesma fonte, a Polícia teria mostrado ao denunciante fotografias de membros de Celtarras, assegurando este que os agressores fôrom os dous jovens detidos a posteriori. O caso adopta a apariência dumha montagem policial dado que, tanto superiores laborais quanto companheiros de trabalho dos dous jovens encarcerados, declarárom que os acusados se encontravam nos seus postos de trabalho o dia e hora em que se produziu a suposta agressom polo que a acusaçom policial e o assinalamento realizado polo elemento fascista em questom careceriam de qualquer fundamento. Segundo as mesmas fontes, os detidos ingressárom no macrocárcere da Lama esta fim-de-semana “onde estám incomunicados à espera de juízo e perante a petiçom de mais de três anos de prisom cada um”. O web da penha futebolística define o operativo policial como “umha nova montagem policial contra gente ligada dalgum modo a Celtarras” e declara a “inocência provada” dos dous encarcerados, acusando o elemento názi que apresenta a denúncia de ter assinalado ambos perante a Polícia espanhola por razons ideológicas. @s siareiros galeg@s denunciárom esta “esperpéntica situaçom” colocando umha faixa reivindicativa da liberdade dos dous acusados nas gradas de Balaidos e abandonando maioritariamente o partido que o R. C. Celta jogava ontem no estádio viguês com o Desportivo Alavês. Todo indica que a desvinculaçom dos moços agora presos da agressom ao citado elemento fascista é real, agindo este como coarctada que permite à Polícia espanhola realizar um operativo contra um colectivo muitas vezes criminalizado e particularmente destacado no seu activismo em favor da criaçom dumha selecçom nacional de fútebol e a sua solidariedade com diversas luitas sociais. Pode-se consultar mais informaçom no web www.celtarras.tk
 
José Furelos, coronel chefe da comandáncia da Guardia Civil na Corunha; Manuel Bouzas Canosa, comissário chefe da unidade da Polícia espanhola adscrita à administraçom da CAG; Celso Rodríguez, chefe da secçom corunhesa do Seprona, vinculada ao instituto armado; Carlos Varela González, fiscal chefe do TSJG, e Álvaro García Ortiz, fiscal especializado em delito ambiental, conformárom ontem o plantel de convidados polo Conselho da Cultura Galega numhas jornadas sobre “Os incêndios florestais na Galiza”. Embora o Conselho assegura pretender oferecer à sociedade galega “um foro de reflexom e análise” sobre o desastre ambiental que cada verao arrasa a Galiza, a notória presença de mandos policiais e militares e autoridades judiciais nas jornadas que rematam hoje deixa entrever a continuidade de velhas receitas repressivas para umha problemática que, principalmente, tem umha origem sócio-económica e está ligada à desertizaçom planificada e a desestruturaçom do nosso mundo agrário, sendo portanto inapreensível de umha óptica policial e sancionatória. Com escasso ou nulo conhecimento sobre a temática abordada, parte dos assistentes à mesa redonda repetírom os velhos e declaradamente inúteis leit motiv. Falta de meios e efectivos policiais; coordenaçom insuficiente entre corpos repressivos; umha limitada “cultura de investigaçom de incêndios”, segundo Bouzas Canosa, que aludiu às 43 detençons realizadas em 2005 pola Unidade Adscrita; insuficiente colaboraçom cidadá com o aparelho policial e judicial, etc. fôrom algumhas das ladaínhas com que, desde as instituiçons policiais e judiciais, explicárom as dificuldades para ultrapassar a situaçom actual. Instituto armado responsabiliza à sociedade galega do problema Curando-se em saúde, Bouzas Canosa e Carlos Varela assegurárom que “a luita jurídico-policial nom é suficiente” e que a desapariçom dos incêndios nom pode vir apenas a meio da “sançom e a repressom”, reconhecendo que medidas como a anunciada colocaçom de câmaras de vídeo-vigiláncia nos nossos montes nom evitaria a profusom de incêndios cada verao. Aliás, tanto o fiscal García Ortiz quanto o chefe corunhês do Seprona Celso Rodríguez, acusárom à própria sociedade galega da responsabilidade pola situaçom actual. “Há umha falta de sensibilizaçom por parte da cidadania muito grande”, declarou Ortiz, fiscal especializado em Ambiente, que situou “as queimas negligentes” com um dos principais factores geradores dos incêndios florestais. O guardia civil Celso Rodríguez incidiu na mesma direcçom, colocando “as imprudências à hora de fazer queimas no campo” como motivaçom principal deste desastre ambiental. Frente a esta realidade, o mando do instituto armado demandou colaboraçom cidadá e denúncias.
 
Informavamos o passado dia 3 como o diário La Región denunciara judicialmente quatro militantes da AMI por uns inexistentes “danos” produzidos nas suas instalaçons. A denúncia do diário caciquista local fundava-se na identificaçom policial das pessoas que, faixa em mao –“La Región, inimigos do galego”-, denunciaram pacificamente no passado 16 de Maio o papel espanholizador que joga o jornal ourensano e os subsídios milionários que, no entanto, percebe por um inexistente papel normalizador da língua galega. O juízo dos quatro independentistas teria-se que celebrar ontem. Sem embargo, a direcçom do rotativo optou por nom apresentar-se e deixar sem efeito legal a sua própria denúncia, reconhecendo a insustentabilidade jurídica da mesma. O diário ourensano demonstra assim os objectivos reais da acusaçom apresentada: tratar de atemorizar @s participantes em qualquer protesto perante as suas instalaçons, ameaçar com medidas legais –embora inviáveis e sem fundamento, como neste caso- e fachendear publicamente de beligeráncia anti-independentista, questom sempre bem vista politicamente polas autoridades autonómicas e estatais e um sector significativo da sociedade. De Ceivar queremos apresentar este como mais um caso paradigmático dos muitos processos judiciais em que cada ano militantes galeg@s som denunciados por instituiçons oficiais, corpos repressivos e entidades privadas, argüindo as causas mais inimagináveis apesar de estas acusaçons carecerem em multidom de ocasions da mais insignificante base jurídica. Além de ser objectivamente inimiga do galego, La Región demonstra estar disposta a qualquer preço a fazer pontos perante a Subdelegaçom do Governo em Ourense em furor anti-nacionalista. Se calhar é esta umha maneira de conseguir que as instituiçons sigam injectando no jornal milhares de euros cada ano "para a normalizaçom do galego".
 
O Conselheiro de Presidência, um dos expoentes do 'vazquismo' na Galiza, vem de anunciar que a sua conselharia trabalha já num projecto para a criaçom da Polícia Autonómica, formalmente dependente da Junta da CAG. O novo corpo constituiria umha nova pata do aparelho repressivo espanhol no nosso País, somando-se ao labor desenvolvido pola Polícia espanhola e a Guardia Civil. Também as Polícias locais jogam, nas principais áreas urbanas da Galiza, um importante papel repressivo significado pola perseguiçom da liberdade de expressom. Até o de agora vinha funcionando umha unidade adscrita à Polícia espanhola organicamente dependente do Ministério de Interior e formada por 350 agentes. Entre as suas funçons contava-se a vigiláncia de prédios públicos, escolta de pessoeiros e contra-vigiláncia, além do controlo dos labores de exploraçom de recursos marisqueiros e pesqueiros na costa. Baptizada com o nome de Polícia Autonómica, tratava-se na prática de mais umha unidade da polícia espanhola em versom "regionalista", o que se explicitava nos uniformes dos seus membros: idênticos ao das sinistras unidades de intervençom, e adereçados com o escudo da Junta. Na retina de todos e todas ficam ainda as agressons a manifestantes em plena crise do Prestige às portas do parlamentinho. Os agentes participantes fôrom julgados recentemente por estes factos e condenados polo seu comportamento criminoso. O novo projecto pretende, agora si, dar mais um passo na configuraçom de um corpo repressivo dependente da Junta da CAG, contemplando a ampliaçom do seu número a 2000 agentes com funçons em tránsito, incêndios e delitos contra o património. Como é usual nos Estados ocidentais, nada diz o rascunho de quais serám as funçons do corpo no controlo e perseguiçom da dissidência política, mas antecipam-se poucas novidades: em primeiro lugar, porque os corpos repressivos do Estado som verdadeiros mestres em desenvolver labores à margem da legalidade, como som as torturas, as agressons a manifestantes, a utilizaçom de infiltrados e provocadores e a intervençom de comunicaçons sem permisso judicial. Além disso, e polo que conhecemos das experiências basca e catalá, pode-se supor que o novo corpo trabalhará cotovelo com cotovelo com a Polícia espanhola e a Guardia Civil. Polo que sabemos, os membros destes corpos repressivos e das polícias locais poderám incorporar-se à nova polícia. O projecto, que terá um custo anual de 80 milhons de euros, tampouco diz nada de se o desdobramento da Polícia Autonómica implicará umha retirada e/ou aquartelamento progressivo das forças de ocupaçom na Galiza. A intençom do bipartido é desenvolver umha política integral de segurança que implicará a aprovaçom de umha lei de polícia e a posta em andamento da Academia Galega de Segurança na Estrada como centro de formaçom dos membros do novo corpo. O projecto inspira-se na experiência da Ertzaina e dos Mossos d'Esquadra. Dos primeiros pouco há que dizer que nom se conheça já: agressons indiscriminadas em manifestaçons da esquerda independentista -incluída a utilizaçom de fogo real-, tortura contra militantes detidas e detidos e mesmo mortes de activistas de ETA. O progressivo desdobramento dos Mossos como polícia integral veu acompanhado de denúncias por atitudes e comportamentos dos seus membros; alguns fôrom condenados por torturas e detençom ilegal de imigrantes. Os tristes precedentes de outras latitudes, o entusiasmo com que o PSOE se tem entregado à repressom da dissidência política independentista e o apoio explícito do nacionalismo autonomista às leis de excepçom e ao recorte da liberdade de expressom no ámbito municipal, obriga a nom aguardar de braços cruzados, iniciando umha denúncia temperá. O autonomismo e a 'Espanha plural' também chegam ao ámbito repressivo.
 
A nossa associaçom vem de somar-se à iniciativa do colectivo juvenil antifascista luguês O Piloto para a eliminaçom da numerosa simbologia do genocício e a repressom franquista ainda existente na cidade das muralhas. A plataforma popular criada ao efeito está integrada polo centro social Alto Minho, AMI, Ceivar, Nós-Unidade Popular, FPG, CNT, FAG e Plataforma Alternativa. O objectivo da iniciativa social e política é levar à prática a retirada da iconografia que ensalça o regime fascista imposto na Galiza de 1936 a 1976 e que as instituiçons actuais toleram. A este respeito, queremos denunciar a conivência do alcalde luguês López Orozco (PSOE) com os sectores mais fascistizados da vizinhança local, umha vez que, trás vários anos como regedor local, a sua iniciativa política para retirar a iconografia do fascismo de ruas, praças e edifícios de Lugo foi praticamente nula. A onipresença de escudos, placas, estátuas e nomes de ruas e praças que recordam a ditadura trinta anos após a morte física de Francisco Franco é a prova definitiva do afirmado. Perante a inibiçom e cumplicidade institucional na continuidade desta situaçom, o organismo anti-repressivo dediciu somar-se ao movimento cidadá que visa limpar a cidade da simbologia franquista e abrir um conflito social com os sectores fascistas e filofascistas lugueses, se tal for preciso. O primeiro passo a dar nesta iniciativa global é a concentraçom convocada para o vindouro 19 de Novembro às 20:00 perante o edifício da Subdelegaçom do Governo espanhol em Lugo, umha instituiçom presidida polo responsável policial na “provincia”, Jesús Otero Calvo (PSOE), que, paradoxalmente, nom retirou ainda a simbologia fascista da fachada de tam democrática sede institucional.
 
Hoje sexta-feira 4 de Novembro cumprem-se exactamente 100 dias desde o ingresso em prisom d@s militantes galeg@s Ugio Caamanho e Xiana Rodrigues, detidos na capital galega em 23 de Julho e incomunicados pola Polícia espanhola e ilocalizáveis durante três dias. Como associaçom que vem fazendo o seguimento da situaçom d@s pres@s, a sua defesa política e jurídica e a denúncia social do tratamento penitenciário de que som objecto, a data nom pode passar-nos desapercebida e queremos anotar umha série de questons ao fio da mesma: 1º Xiana Rodrigues e Ugio Caamanho fôrom encarcerad@s no passado 26 de Julho em Soto del Real em prisom preventiva, situaçom que sob a legislaçom actual poderia prolongar-se nos seus casos até dous anos sem a realizaçom do juízo preceptivo. Queremos denunciar que este ingresso preventivo no cárcere nom responde à consistência das acusaçons existentes contra eles, mas ao habitual procedimento repressivo de criar “alarme social” através dos meios por volta de determinados sucessos, favorecendo assim a imposiçom da prisom preventiva aos supostos autores ou autoras dos mesmos. 2º Denunciamos também o tratamento jurídico excepcional de que estám sendo objecto @s militantes retaliad@s. Enquanto nem a Polícia espanhola, nem o próprio juíz do tribunal político especial que conhecemos como Audiência Nacional apreçárom a existência dumha “banda armada” detrás dos factos cuja comissom se lhes atribue, o processo d@s detid@s em Julho nom foi tratado por um tribunal ordinário –como corresponderia às características do suposto delito cometido-, mas polo tribunal especial no que o Estado espanhol julga os membros de “organizaçons terroristas”. Queremos incidir nesta ideia de excepcionalidade, umha vez que factos tipificados como delitivos e de muita maior gravidade que os que aqui se julgarám som tratados habitualmente por tribunais ordinários. No entanto, a condiçom pública de militantes independentistas de Ugio Caamanho e Xiana Rodrigues tem sido mais do que suficiente para a transferência do seu caso à Audiência Nacional. Apontar, por último, que as garantias jurídicas que oferece o tribunal especial que veu substituir o Tribunal de Ordem Pública (TOP) franquista o mesmo dia da extinçom deste som consideravelmente menores. Aliás, temos que assinalar a prolongaçom intencionada durante meses do secreto de sumário, circunstáncia que impediu até há escassos dias os advogados d@s pres@s estudar os seus casos, organizar a sua defesa jurídica e saber, com certeza, quais as acusaçons formais que o Estado espanhol verte sobre o cidadám e a cidadá galegos sequestrados, umha vez que os cargos contra @s independentistas unicamente apareceram até o momento nos media oficiais, possivelmente filtrados pola Polícia espanhola e sem coincidir com os cargos recolhidos no sumário da Audiência Nacional. 3º O Executivo espanhol presidido por Rodríguez Zapatero (PSOE) demonstra a sua verdadeira natureza e a virtualidade das sua proclamas de liberdade, diálogo e toleráncia no tratamento penitenciário de que estám a ser objecto @s noss@s companheir@s. Tratamento que em muitos aspectos é extrapolável à situaçom que suportam desde 1989 e 1991, respectivamente, @s patriotas galeg@s e ex militantes do EGPGC Manuel Quintáns e Alexandra de Queirós, pres@s em Teixeiro e A Corunha, respectivamente. Caamanho e Rodrigues fôrom expuls@s em Julho da sua Terra, deportando-@s a cárceres situados a centos de quilómetros da Galiza onde se encontram actualmente. A deportaçom supom a violaçom polo Governo espanhol da sua própria legislaçom penitenciária e de várias convençons internacionais ao respeito, onde se recolhe o direito de toda pessoa presa a cumprir a condenaçom numha prisom próxima da sua residência habitual. Aliás, a afastamento da Galiza implica que as visitas semanais de 45 minutos e os vises a realizar por familiares, amig@s e companheir@s precisem de viagens quilométricas, um gasto económico engadido à situaçom (advogad@s, procurador@s, manutençom dos pres@s, etc.), a socializaçom do castigo d@s militantes ao seu contorno social e afectivo e um perigo real de acidentes em carretera para as pessoas que se deslocam cada semana a visitar @s pres@s. A autêntica cara do PSOE é esta, a da vulneraçom arbitrária dos direitos na invisibilidade das prisons, a que apresenta perante o nacionalismo que nom se aponta às rebaixas dos “Estatutos de Naçom” e vindica o nosso direito pleno e irrenunciável como povo a decidir o nosso presente e o nosso futuro por meio da Autodeterminaçom. 4º O tratamento penitenciário que Madrid aplica @s noss@s companheir@s nom remata aqui. À deportaçom segue-lhe nos dias 8 e 9 de Setembro dispersom d@s patriotas galeg@s aos centros penitenciários de Brieva e Navalcarnero, o sequestro arbitrário do correio solidário que recevem do exterior e é fundamental para qualquer pessoa presa, a imposiçom de partes de isolamento, as dificuldades impostas para realizar as visitas de amig@s e companheir@s (listas fechadas, desautorizaçom de determinadas pessoas, impedimentos de todo o tipo, etc.), a violência impune de que foi objecto Ugio Caamanho em Soto del Real a maos de vários funcionários, a intervençom sistemática das comunicaçons escritas e orais, os obstáculos colocados ao acesso a actividades a que tod@ pres@ tem direito (biblioteca, obradoiros, instalaçons desportivas, etc.) e um rosário de arbitrariedades e violaçons de direitos que som o pam de cada dia com que Madrid trata @s pres@s independentistas galeg@s. 5º A descriçom panorámica desta situaçom repressiva nom quer ser um chamado ao desánimo e à parálise, mas todo ao contrário: umha denúncia da natureza brutal dum sistema nom democrático como o espanhol, preocupado sempre em legitimar-se interna e externamente, mas incapaz sequer de cumprir os mínimos requisitos exigíveis a umha democracia burguesa formal. A nossa denúncia, companheiro ou companheira, é também um apelo ao teu compromisso individual, um convite a ultrapassar a cómoda condiçom de autista perante a informaçom dessassossegante que nega a “versom oficial dos factos”, um dessafio para rechaçar a nossa reduçom a espectador@s passiv@s e conformistas face umha realidade inaceitável. Cumpridos 100 dias dos seus sequestros, Ceivar manifesta mais umha vez que reconhece nas pessoas de Xiana Rodrigues e Ugio Camaanho umha luitadora e um luitador pola liberdade da Galiza, dous militantes generos@s conhecid@s e respeitad@s por muit@s de nós que estám a ser objecto da repressom espanhola. E frente à repressom, unicamente cabe a solidariedade. Mas nom umha solidariedade de marketing oenegeista, puramente verbal ou postural. A solidariedade à que convocamos é activa e implica compromisso e custos pessoais, achegando recursos económicos, viajando centos de quilómetros para visitar @s retaliad@s nos cárceres, mobilizando-se publicamente em favor d@s pres@s numha sociedade estrangulada pola tirania do pensamento politicamente correcto, participando do organismo anti-repressivo ou desenvolvendo em cada frente de luita as tarefas que cada quem considerar necessárias para a liberdade d@s patriotas pres@s. Trás cem dias de privaçom total de liberdade, renovamos o nosso compromisso com tod@s @s pres@s independentistas galeg@s, declaramos a nossa firme intençom de continuar na luita até que nengum cidadám ou cidadá deste País conheza a prisom por defender o País e reivindicar o seu direito à Autodeterminaçom e chamamos a tod@s @s nacionalistas galeg@s, @s democratas coerentes e as pessoas solidárias a situar a liberdade d@s patriotas pres@s na agenda das reinvindicaçons mínimas desta Terra. Ugio, Xiana, Liberdade!!! Repatriaçom à Galiza d@s pres@s independentistas!!! Defender a Terra nom é delito!!! Direitos humanos dentro das cadeias!!! Ceivar, organismo popular anti-repressivo 4 de Novembro de 2005
 
Mais artigos...
Teimudamente Alçadas!
teimudamente_alzadas
Manual de Segurança para Ativistas
manual_segurana_2015
O Teito é de Pedra
mostra_capa
Lei de Segurança Cidadá
LSC_2014web
Endereços d@s Pres@s

raul_web

edu_web

teto_web

Atópanos nas redes sociais



feisbuk

banner_numero_conta_2014