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A partir do dia de hoje, www.ceivar.org publicará sem periodicidade pré-fixada e sempre em funçom das eventualidades derivadas da instituiçom carcerária, um blogue político-pessoal realizado por pres@s independentistas galegos recluidos nas prisons do Estado. O objectivo da iniciativa é favorecer a socializaçom dumha realidade pouco conhecida, ou abertamente desconhecida, qual é a da vida diária nos centros penitenciários espanhóis, assim como difundir análises e posicionamentos pontuais que @s patriotas pres@s quigessem fazer públicos em cada momento. A nossa intençom nom desbotada ainda é instalar os blogues numha página específica ligada ao nosso sítio web, de modo que nom “interfira” na secçom específica Noticiário da Repressom, mas dificuldades de carácter técnico aconselham-nos em aras da agilidade esta soluçom transitória: publicar os diários electrónicos na apartado de informaçom do web enquanto nom disponhamos da citada página. Iniciamos a andadura com o texto de Ugio Caamanho que vimos de receber a princípio de semana. A crónica corresponde às semanas passadas polo militante galego em Soto del Real (Madrid) antes da sua dispersom ao centro penitenciário de Navalcarnero. Facilitaremos proximamente o novo endereço electrónico no que colocar este e outros textos elaborados pol@s patriotas galeg@s recluidos nos cárceres do Estado.
 
Iniciamos a publicaçom de blogues d@s pres@s independentistas galeg@s com o texto remitido polo ex militante da AMI Ugio Caamanho, preso actualmente no centro penitenciário de Navalcarnero. O texto remete para a estáncia do independentista na prisom de Soto del Real de 26 de Agosto a 9 de Setembro de 2005, data na que é dispersado ao seu destino actual Segunda-feira, 22 de Agosto de 2005 Entre todos os presos políticos de Soto a Direcçom do cárcere escolheu-me unicamente a mim para gozar da companhia dum preso comum na minha cela. Nom creio que seja por umha aversom pessoal, nem por ser eu umha pessoa sobresaliente. Mais bem, ao sermos Xiana e eu os dous primeiros presos políticos galegos desta jeira, suponho que querem provar-nos, calibrar bem a nossa fogosidade intramuros. Ela tivo a fortuna de que o módulo de mulheres nom está massificado, de forma que nom só nom a “dobram” (acabarei por empregar com naturalidade a gíria carcerária, mas ainda me resisto) com comuns mas mesmo está só na sua cela. Eu, a contrário, caim já de começo na cela de Fernando, um gajo boliviano muito amável e simpático. Tardei em aterrar, e no intervalo houvo tempo para que o boliviano mudasse de cela e me metessem um alemao, Mijail, pendente de extradiçom. À sua vez, o home mais cortês e generoso que cá achei, dito seja de passagem, acaso porque nem se lhe passara pola cabeça dar com os ossos em prisom, e menos em Espanha, quando nom tem mais falta que algum assunto económico (impostos, penso). Pronto, eu já aterrei e ele foi-se embora hoje mesmo, com que agora estou só na cela e assim passarei a noite. Mas desde já vou iniciar a peleja polo direito a nom compartilhar cela com comuns, e imagino que amanhá tratarám de meter-me outro (cá entra gente diariamente). Apenas existe umha possibilidade para adiar um mês o lio, e é que esta fim-de-semana trouxérom um irlandês do IRA, ao que dobrárom com um comum. Como nom fala umha palavra de espanhol nem sequera se achegou os políticos, e até hoje mesmo nós nom soubemos dele. Amanhá proporei-lhe que venha à minha cela e assim, mentres aguarda pola extradiçom, evito o conflito com a prisom. Quarta-feira, 24 de Agosto de 2005 O principal obstáculo para afazer-se à vida carcerária deve ser a total falta de lógica que rege as cousas. Em geral as normas, escritas ou tácitas, nom tenhem valor nenhum, e o determinante acaba sendo o carácter do carcereiro de turno. Ontem, por exemplo, estavam de turno dous cabrons cheios de ódio polos presos, e mais polos políticos. Fomos Leonard Hardy (o do IRA) e eu falar com eles para a mudança de cela, e com maus modos respondêrom que nom, quando todos os presos o fam habitualmente. Nom argumentárom nada: nom é nom, sem motivo nem lógica. O qual é incompreensível, porque aos políticos classificam-nos como FIES-3, e está escrito que os FIES apenas podem compartilhar cela com pessoas da mesma classificaçom. Mas isso é umha lógica e cá dentro está desterrada. Quando subimos às celas depois de jantar comprovei que me meteram um comum, um marroquino de nome Ismail, de modo que apanhei as minhas cousas com ajuda dos bascos, que levárom a maioria dos vultos às suas celas, e saim ao corredor. Fechárom as portas e neguei-me a entrar. Em resumo: “plantei-me”. Seguindo o curso normal das cousas, os dous tipos conduzírom-me a isolamento, um módulo onde se juntam presos “problemáticos” a que se aplica o artigo 75 com outros que se acabam de meter em lios, como eu, sob o artigo 72. Os primeiros vivem lá, com três horas de pátio e todas as suas pertenças. Os segundos nunca botam mais de dous ou três dias, sem pátio nem cousas, nem que seja umha caneta e um fólio. Antes de entrar, os carcereiros já somavam quatro ou cinco contando os de isolamento, e rodeando-me figérom-me um cacheio integral. Duvidei em permiti-lo, mas parece que todos os políticos acedem quando de isolamento se tratar, assim que tirei toda a roupa. Depois, já vestido, um dos carcereiros do módulo, sem meia palabra, arreou-me um ostiom na face, eu fiquei de pedra mais pola surpresa do que por outra cousa, começou a insultar-me –“Ya no eres tan valiente, en el fondo eres un cobarde”-, apanhou-me polo pescoço e entom deveu-se recriar umha cena quase engraçada dalguns filmes, porque me empurrou contra a parede e, mentres apertava a garganta, obrigava-me a por-me de pontas em pés. Eu nom reagim e afinal duns segundos soltou-me; agora acho que deveria ter-lhe devolto o golpe embora me custasse umha paliça das boas, ao menos teria um parte médico para a denúncia (se acaso o médico da prisom…). As vinte e quatro horas de isolamento passei-nas como todas as vezes que me detivérom e me levárom aos calabouços: dormindo dum tirom onze ou doze horas, e depois durmindo mais ainda. Ao saír, conduzírom-me outra vez ao módulo 2, contra toda expectativa, com a intençom de meter-me novamente com Ismail. Mas as cousas nom seguem lógica nenhuma, também nom para os carcereiros, e resultou que mudara o turno e agora estavam uns mais estritos com os regulamentos. Total, que trouxérom Leonard à minha cela; cá está ao meu carom. Sei bem que isto nom passa de um adiamento de trinta ou quarenta dias, porque em quanto o extraditem vai recomeçar a festa, mas alegro-me de atingir algo de estabilidade. Sexta-feira, 26 de Agosto Agora os políticos completamos já as duas mesas: seis bascos, o irlandês e eu. Os bascos parecem-se com a sua imagem tópica: extrovertidos, festeiros, tenazes. Principalmente Igor, alcumado “Enfermo”, e Karmelo, “Elkiza”, que aliás som os dous únicos membros de comandos, os únicos propriamente militares. Sabem que os condenarám a quarenta anos (efectivos), e nom lhe dam muitas voltas à cabeça. Depois está Ibon Arbulu, que nom milita em ETA mas em Ekin: um político, mas isso nom faz diferença para os juízes espanhóis. Txapi tem o juízo em Setembro e talvez saia já de prisom, absolto (mas os três anos que leva preventivo já estám pagados). De Arkaitz recordava ter ouvido algo, porque o detivérom por colaboraçom quando trabalhava como polícia municipal: um escándalo. O mais novo é Beñat, também por colaboraçom. A vida com eles passa entre risos, vaciles, jogos de pelota basca e partidas de mus. E conversas políticas, naturalmente. Leonard tem o duplo problema de nom falar espanhol e nom falamos nós inglês. Apenas o Txapi se defende um bocado, e eu o justo para perceber dificultosamente que o procuram por acçons contra bases militares británicas na Alemanha no 1979, que tem quatro filhos, um de só cinco semanas, e que confia no processo de paz, embora “we never said war is over”. Em qualquer caso conviver com ele ajuda-me a refrescar o inglês, olvidado desde há quase dez anos. Quando o levem já deveria falar com algo de soltura. Domingo, 28 de Agosto de 2005 Começárom chegar as primeiras cartas, um mês depois de serem enviadas. Por suposto a demora deve-se a que me intervenhem o correio (igual que gravam as chamadas e as comunicaçons de loqutório), já me avisárom por escrito. Mas chegar, chegam igual, e entom é umha festa. Por agora dérom-me sete, quatro delas de pessoas que nom conheço mas que me dam ánimos e abraços. A solidariedade com os presos políticos quase se dá por suposta, mas comprová-la em primeira pessoa levanta a moral de qualquer um, agradecem-se sinceiramente. Apressurei-me a contestá-las, pensando na demora que os carcereiros e polícias acrescentarám à minha.
 
Dous integrantes da penha nacionalista de siareir@s Celtarras eram detidos a semana passada por efectivos da Polícia espanhola e ingressados na prisom da Lama acusados de “agressom” a um názi espanhol na cidade de Vigo. O encarceramento dos dous siareiros deveria-se, segundo afirma o comunicado oficial da penha viguesa aparecido no seu web, à identificaçom que o citado názi espanhol teria feito em dependências policiais dos agora presos como autores da suposta agressom. Segundo a mesma fonte, a Polícia teria mostrado ao denunciante fotografias de membros de Celtarras, assegurando este que os agressores fôrom os dous jovens detidos a posteriori. O caso adopta a apariência dumha montagem policial dado que, tanto superiores laborais quanto companheiros de trabalho dos dous jovens encarcerados, declarárom que os acusados se encontravam nos seus postos de trabalho o dia e hora em que se produziu a suposta agressom polo que a acusaçom policial e o assinalamento realizado polo elemento fascista em questom careceriam de qualquer fundamento. Segundo as mesmas fontes, os detidos ingressárom no macrocárcere da Lama esta fim-de-semana “onde estám incomunicados à espera de juízo e perante a petiçom de mais de três anos de prisom cada um”. O web da penha futebolística define o operativo policial como “umha nova montagem policial contra gente ligada dalgum modo a Celtarras” e declara a “inocência provada” dos dous encarcerados, acusando o elemento názi que apresenta a denúncia de ter assinalado ambos perante a Polícia espanhola por razons ideológicas. @s siareiros galeg@s denunciárom esta “esperpéntica situaçom” colocando umha faixa reivindicativa da liberdade dos dous acusados nas gradas de Balaidos e abandonando maioritariamente o partido que o R. C. Celta jogava ontem no estádio viguês com o Desportivo Alavês. Todo indica que a desvinculaçom dos moços agora presos da agressom ao citado elemento fascista é real, agindo este como coarctada que permite à Polícia espanhola realizar um operativo contra um colectivo muitas vezes criminalizado e particularmente destacado no seu activismo em favor da criaçom dumha selecçom nacional de fútebol e a sua solidariedade com diversas luitas sociais. Pode-se consultar mais informaçom no web www.celtarras.tk
 
José Furelos, coronel chefe da comandáncia da Guardia Civil na Corunha; Manuel Bouzas Canosa, comissário chefe da unidade da Polícia espanhola adscrita à administraçom da CAG; Celso Rodríguez, chefe da secçom corunhesa do Seprona, vinculada ao instituto armado; Carlos Varela González, fiscal chefe do TSJG, e Álvaro García Ortiz, fiscal especializado em delito ambiental, conformárom ontem o plantel de convidados polo Conselho da Cultura Galega numhas jornadas sobre “Os incêndios florestais na Galiza”. Embora o Conselho assegura pretender oferecer à sociedade galega “um foro de reflexom e análise” sobre o desastre ambiental que cada verao arrasa a Galiza, a notória presença de mandos policiais e militares e autoridades judiciais nas jornadas que rematam hoje deixa entrever a continuidade de velhas receitas repressivas para umha problemática que, principalmente, tem umha origem sócio-económica e está ligada à desertizaçom planificada e a desestruturaçom do nosso mundo agrário, sendo portanto inapreensível de umha óptica policial e sancionatória. Com escasso ou nulo conhecimento sobre a temática abordada, parte dos assistentes à mesa redonda repetírom os velhos e declaradamente inúteis leit motiv. Falta de meios e efectivos policiais; coordenaçom insuficiente entre corpos repressivos; umha limitada “cultura de investigaçom de incêndios”, segundo Bouzas Canosa, que aludiu às 43 detençons realizadas em 2005 pola Unidade Adscrita; insuficiente colaboraçom cidadá com o aparelho policial e judicial, etc. fôrom algumhas das ladaínhas com que, desde as instituiçons policiais e judiciais, explicárom as dificuldades para ultrapassar a situaçom actual. Instituto armado responsabiliza à sociedade galega do problema Curando-se em saúde, Bouzas Canosa e Carlos Varela assegurárom que “a luita jurídico-policial nom é suficiente” e que a desapariçom dos incêndios nom pode vir apenas a meio da “sançom e a repressom”, reconhecendo que medidas como a anunciada colocaçom de câmaras de vídeo-vigiláncia nos nossos montes nom evitaria a profusom de incêndios cada verao. Aliás, tanto o fiscal García Ortiz quanto o chefe corunhês do Seprona Celso Rodríguez, acusárom à própria sociedade galega da responsabilidade pola situaçom actual. “Há umha falta de sensibilizaçom por parte da cidadania muito grande”, declarou Ortiz, fiscal especializado em Ambiente, que situou “as queimas negligentes” com um dos principais factores geradores dos incêndios florestais. O guardia civil Celso Rodríguez incidiu na mesma direcçom, colocando “as imprudências à hora de fazer queimas no campo” como motivaçom principal deste desastre ambiental. Frente a esta realidade, o mando do instituto armado demandou colaboraçom cidadá e denúncias.
 
Informavamos o passado dia 3 como o diário La Región denunciara judicialmente quatro militantes da AMI por uns inexistentes “danos” produzidos nas suas instalaçons. A denúncia do diário caciquista local fundava-se na identificaçom policial das pessoas que, faixa em mao –“La Región, inimigos do galego”-, denunciaram pacificamente no passado 16 de Maio o papel espanholizador que joga o jornal ourensano e os subsídios milionários que, no entanto, percebe por um inexistente papel normalizador da língua galega. O juízo dos quatro independentistas teria-se que celebrar ontem. Sem embargo, a direcçom do rotativo optou por nom apresentar-se e deixar sem efeito legal a sua própria denúncia, reconhecendo a insustentabilidade jurídica da mesma. O diário ourensano demonstra assim os objectivos reais da acusaçom apresentada: tratar de atemorizar @s participantes em qualquer protesto perante as suas instalaçons, ameaçar com medidas legais –embora inviáveis e sem fundamento, como neste caso- e fachendear publicamente de beligeráncia anti-independentista, questom sempre bem vista politicamente polas autoridades autonómicas e estatais e um sector significativo da sociedade. De Ceivar queremos apresentar este como mais um caso paradigmático dos muitos processos judiciais em que cada ano militantes galeg@s som denunciados por instituiçons oficiais, corpos repressivos e entidades privadas, argüindo as causas mais inimagináveis apesar de estas acusaçons carecerem em multidom de ocasions da mais insignificante base jurídica. Além de ser objectivamente inimiga do galego, La Región demonstra estar disposta a qualquer preço a fazer pontos perante a Subdelegaçom do Governo em Ourense em furor anti-nacionalista. Se calhar é esta umha maneira de conseguir que as instituiçons sigam injectando no jornal milhares de euros cada ano "para a normalizaçom do galego".
 
O Conselheiro de Presidência, um dos expoentes do 'vazquismo' na Galiza, vem de anunciar que a sua conselharia trabalha já num projecto para a criaçom da Polícia Autonómica, formalmente dependente da Junta da CAG. O novo corpo constituiria umha nova pata do aparelho repressivo espanhol no nosso País, somando-se ao labor desenvolvido pola Polícia espanhola e a Guardia Civil. Também as Polícias locais jogam, nas principais áreas urbanas da Galiza, um importante papel repressivo significado pola perseguiçom da liberdade de expressom. Até o de agora vinha funcionando umha unidade adscrita à Polícia espanhola organicamente dependente do Ministério de Interior e formada por 350 agentes. Entre as suas funçons contava-se a vigiláncia de prédios públicos, escolta de pessoeiros e contra-vigiláncia, além do controlo dos labores de exploraçom de recursos marisqueiros e pesqueiros na costa. Baptizada com o nome de Polícia Autonómica, tratava-se na prática de mais umha unidade da polícia espanhola em versom "regionalista", o que se explicitava nos uniformes dos seus membros: idênticos ao das sinistras unidades de intervençom, e adereçados com o escudo da Junta. Na retina de todos e todas ficam ainda as agressons a manifestantes em plena crise do Prestige às portas do parlamentinho. Os agentes participantes fôrom julgados recentemente por estes factos e condenados polo seu comportamento criminoso. O novo projecto pretende, agora si, dar mais um passo na configuraçom de um corpo repressivo dependente da Junta da CAG, contemplando a ampliaçom do seu número a 2000 agentes com funçons em tránsito, incêndios e delitos contra o património. Como é usual nos Estados ocidentais, nada diz o rascunho de quais serám as funçons do corpo no controlo e perseguiçom da dissidência política, mas antecipam-se poucas novidades: em primeiro lugar, porque os corpos repressivos do Estado som verdadeiros mestres em desenvolver labores à margem da legalidade, como som as torturas, as agressons a manifestantes, a utilizaçom de infiltrados e provocadores e a intervençom de comunicaçons sem permisso judicial. Além disso, e polo que conhecemos das experiências basca e catalá, pode-se supor que o novo corpo trabalhará cotovelo com cotovelo com a Polícia espanhola e a Guardia Civil. Polo que sabemos, os membros destes corpos repressivos e das polícias locais poderám incorporar-se à nova polícia. O projecto, que terá um custo anual de 80 milhons de euros, tampouco diz nada de se o desdobramento da Polícia Autonómica implicará umha retirada e/ou aquartelamento progressivo das forças de ocupaçom na Galiza. A intençom do bipartido é desenvolver umha política integral de segurança que implicará a aprovaçom de umha lei de polícia e a posta em andamento da Academia Galega de Segurança na Estrada como centro de formaçom dos membros do novo corpo. O projecto inspira-se na experiência da Ertzaina e dos Mossos d'Esquadra. Dos primeiros pouco há que dizer que nom se conheça já: agressons indiscriminadas em manifestaçons da esquerda independentista -incluída a utilizaçom de fogo real-, tortura contra militantes detidas e detidos e mesmo mortes de activistas de ETA. O progressivo desdobramento dos Mossos como polícia integral veu acompanhado de denúncias por atitudes e comportamentos dos seus membros; alguns fôrom condenados por torturas e detençom ilegal de imigrantes. Os tristes precedentes de outras latitudes, o entusiasmo com que o PSOE se tem entregado à repressom da dissidência política independentista e o apoio explícito do nacionalismo autonomista às leis de excepçom e ao recorte da liberdade de expressom no ámbito municipal, obriga a nom aguardar de braços cruzados, iniciando umha denúncia temperá. O autonomismo e a 'Espanha plural' também chegam ao ámbito repressivo.
 
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