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O nosso organismo convoca umha concentraçom de urgência para o dia de hoje ante o juízo rápido contra o militante independentista e membro da AMI Joám B. F. O moço foi detido ontem e espancado por vários polícias espanhóis quando tratava de evitar a agressom policial a umha companheira. Trás ser golpeado no chao, algemado e tirado no carro policial, Joám B. era conduzido à esquadra policial que a Polícia espanhola tem nas Lonças. O militante independentista solicitou revisom médica para dar testemunha legal dos golpes recebidos. Apesar de que informantes da Polícia assegurárom a membros do nosso organismo que Joám B. nom seria posto em liberdade até amanhá, o cidadám galego saia à rua a última hora da tarde trás dissolver-se a concentraçom de solidariedade que se realizou durante três horas perante as dependências policiais. A posta em liberdade realiza-se com cargos de “atentado contra agente da autoridade” e “agressom”, seguindo o protocolo habitualmente estipulado dos corpos repressivos espanhóis consistente em denunciar por “agressom” toda aquela pessoa que agridem. Como evidência do interesse político em dar um castigo exemplarizante à manifestaçom realizada esta manhá contra a presença da bandeira de Espanha na Corunha, o processo contra o militante luguês realizará-se amanhá às 13:00 horas nos julgados corunheses através do processo conhecido como “juízo rápido”. Esta modalidade processal implica umha indefensom objectiva da pessoa julgada, umha vez que se reduzem gravemente os tempos para a preparaçom da defesa –menos de 24 horas após os factos- e se produz um maior peso do informe policial no desenvolvimento da causa. A indefensom adquire nesta ocasiom maior gravidade ainda, dado que os delitos de que se acusa Joám B. F. poderiam supor umha condenaçom de vários anos de prisom. É por este motivo que Ceivar convoca todas as pessoas solidárias da Corunha e do País a concentrar-se de urgência amanhá quinta-feira dia 13 de Outubro a partir da hora citada no edifício judicial. Contra a repressom, organiza-te e luita! Fora as forças de ocupaçom! Fora a bandeira espanhola da Corunha!
 
Convocadas polo nosso organismo, vinte pessoas concentravam-se esta manhá nos julgados da Corunha para denunciar o processo judicial aberto contra o militante da AMI Joám B. F., agredido ontem pola Polícia espanhola e acusado de “atentado contra agente da autoridade” e “agressons”. O acto antirrepressivo foi seguido de perto por duas carrinhas policiais e diversos agentes à paisana situados nas imediaçons do edifício judicial. Por parte de Ceivar, despregou-se umha faixa com a legenda “Nom mais juízos políticos a independentistas” e permaneceu-se no local até passadas às 15:00 da tarde, hora à que saiu o encausado. Finalmente, por decisom do juíz, o processo contra Joám B. nom se realizará polo procedimento de “juízo rápido”, como se informara ontem, mas mantivérom-se os cargos imputados inicialmente. Os efectivos policiais nom reconhecérom em qualquer momento a existência dumha agressom na pessoa de Maria Á., também militante da AMI, apesar de ser mostrados os partes médicos correspondentes a esta agressom. As outras três pessoas que se deslocárom ontem ao Hospital Juan Canalejo e à Casa do Mar para ter constáncia legal das lesons sofridas apresentárom as respectivas denúncias por agressom nos julgados. De Ceivar queremos denunciar, mais umha vez, a “anormalidade democrática” que supom que, enquanto os corpos policiais espanhóis permetem e protegem actos filofascistas e @s participantes nos mesmos, como o organizado ontem no Orçám polo governo municipal corunhês, cidadáns e cidadás galegas sejam brutalmente espancados e depois processados por reivindicar um direito democrático básico, como é o direito de Autodeterminaçom para a Galiza. Por último, fazemos um chamado a todas aquelas pessoas que disponham de testemunhas gráficas da carga policial produzida após a protesta para que enviem cópia destas ao organismo, umha vez que poderám servir de prova nas denúncias interpostas contra os polícias espanhóis que impedírom o normal desenvolvimento da manifestaçom nacionalista.
 
Quatro pessoas feridas e umha detida é o balanço da intervençom realizada esta manhá por efectivos da Polícia espanhola contra cidadáns e cidadás galegas que protestavam contra a içada dumha enorme bandeira espanhola no Orçám. A mobilizaçom fora convocada através de mensagens de telemóvel, os portais galizalivre.org, Indymedia Galiza e primeiralinha.org, logrando reunir umhas cento cinquenta pessoas. Desde primeira hora da manhá, o Hotel Riazor, ponto de referência para a concentraçom nacionalista, estava tomado por agentes da Polícia espanhola. Os efectivos cercárom @s manifestantes que se iam concentrando, impedindo a sua livre circulaçom em base ao aspecto externo e a língua utilizada, enquanto @s assistentes ao acto fascista circulavam com total liberdade. Produzírom-se durante hora e meia diversas agressons policiais a manifestantes concret@s e coreárom-se consignas contra a bandeira de Espanha, exigindo a sua retirada e anunciando a sua queima “tarde ou cedo”. Participantes no acto espanholista encarárom-se com @s manifestantes desde detrás do cordom policial. Rematada a protesta, as pessoas concentradas cantárom o hino nacional e deslocárom-se em manifestaçom pola Corunha, momento no que vários polícias de choque cargárom provocando contusons em quatro pessoas e detendo o militante da AMI Joám B. F. @s ferid@s deslocárom-se ao hospital para solicitar os partes de lesons e realizar um TAC por parte do moço que foi golpeado na cabeça. O nosso organismo apresentará várias denúncias contra os efectivos implicados na operaçom repressiva desta manhá. Ceivar convocou concentraçom perante as dependências da Polícia espanhola em Lonças para presionar pola liberdade de Joám B. F. que foi posto em liberdade com cargos a última hora da tarde de hoje. A informaçom sobre a oposiçom dos galegos e galegas à presença da bandeira espanhola foi televisada por Tele5, Euskal Telebista e Televisom Galega.
 
Segundo vimos de ser informad@s, o preso independentista Ugio Caamanho tem restabelecido o envio e receiçom normalizada do correio a partir do dia de ontem. O ex militante da AMI recebia simultaneamente todo o correio retido durante as últimas semanas trás o envio de telegramas à prisom exigindo o respeito para as suas comunicaçons escritas. De Ceivar aproveitamos esta circunstáncia para assinalar, mais umha vez, a importáncia do envio de correios @s pres@s independentistas galeg@s como mais umha via para minimizar os efeitos da deportaçom e a dispersom fora da Galiza. Anexamos a continuaçom os endereços d@s quatro patriotas galeg@s que se encontram actualmente em prisom, fazendo um chamado @s simpatizantes e integrantes do MLNG a implicar-se activamente nesta tarefa colectiva: Xiana Rodríguez Gómez Centro Penitenciario de Ávila Carretera de Vicolozano 05194-Brieva (Ávila) España Uxío Caamaño Santiso Centro Penitenciario Madrid IV-Navalcarnero Carretera N-V. Km. 27.7 28600-Navalcarnero (Madrid) España Manuel Quintáns López Centro Penitenciário de Teixeiro Teixeiro (Cúrtis) As Marinhas Alexandra de Queirós Vaz-Pinheiro Prisom Provincial da Corunha Passeio Marítimo A Corunha
 
Coincidindo com o 11 de Outubro, Dia da Galiza Combatente, dous independentistas eram julgados esta manhá na vila de Ponte Areas. Os processados pertencem à assembleia comarcal de NÓS-UP do Condado e os factos julgados remetem para 24 de Fevereiro passado, quando onze estudantes despregavam umha faixa com a legenda “Nom à promoçom do ensino privado” numha entrega de prémios no Colégio Santiago Apóstolo. O actual responsável da formaçom política, Abraám A. P., fazia parte das pessoas concentradas e foi acusado, junto com o outro independentista processado, de encabeçar a protesta estudantil. A resultas do protesto desenvolvido em Fevereiro, vários agentes da Guardia Civil agrediam @s moç@s independentistas de entre 14 e 19 anos, provocando o ingresso num centro sanitário com contusons no cránio de um dos participantes e tentando dar umha malheira sem testemunhas a outro dos retidos. O processo está visto para sentença.
 
Efectivos da Brigada de Informaçom da Polícia espanhola e a Guardia Civil despregárom ontem e hoje um notório dispositivo de seguimento sobre os actos de celebraçom do Dia da Galiza Combatente organizados em Carral, Vigo e Salvaterra do Minho por NÓS-Unidade Popular e a Assembleia da Mocidade Independentista (AMI). A concentraçom de 40 filiados e filiadas da formaçom patriótica perante a estátua aos Mártires de Carral era vigilada ontem desde carros policiais à paisana situados nas imediaçons do ponto de encontro d@s independentistas. Por sua parte, efectivos policiais à paisana gravárom também @s 40 participantes no acto organizado por AMI no monte do Castro de Vigo. O seguimento e controlo da jornada de homenagem a experiência de luita armada despregada polo LAR há agora 25 anos, nom rematava aqui; presuntamente, agentes policiais rebentavam com umha alavanca o carro dumha militante da AMI para substrazer do seu interior a câmara de vídeo com que se filmara a concentraçom de jovens independentistas. A hipótese do roubo arbitrário fica descartada umha vez que outros elementos de valor presentes no veículo e igualmente acessíveis trás ter rebentado a porta nom fôrom substraidos. Finalmente, a presença policial à paisana e com câmaras também foi percebida no cemitério de Salvaterra do Minho, onde se concentrárom pola tarde militantes da AMI, independentistas e vizinhos do Condado para homenageiar o patriota galego e militante de Loita Armada Revolucionaria Antom Bértolo Losada “O Farma”. De Ceivar queremos socializar estes factos, nom porque neles haja nada novidoso ou extraordinário, mas para dar a conhecer umha realidade manifesta: o estado de excepçom de baixa intensidade e o controlo permanente ou esporádico a que se vem submetidos e submetidas dezenas de militantes independentistas deste País polo mero facto de vindicar a liberaçom nacional e social da Galiza e trabalhar diariamente para conseguir este objectivo. O controlo de pessoas e organizaçons em funçom da sua ideologia e militáncia política pom em evidência, mais umha vez, a farsa democrática em que estamos imers@s, assim como a vulneraçom de direitos básicos como a privacidade, a liberdade de expressom e reuniom, etc. Como organismo antirrepressivo entendemos que esta realidade deve ser difundida de modo extensivo, contribuindo para o desmascaramento social do actual regime espanhol.
 
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