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Segundo venhem de informar fontes dos familiares, trás o plante mantido polo preso e a presa independentistas em Soto del Real (Madrid)a semana passada para defender a sua dignidade e direitos, a direcçom do centro penitenciário tem mudado de módulo Xiana Rodrigues e Ugio Caamanho. O patriota galego encontra-se agora no módulo 5 de Madrid-5, enquanto Xiana Rodrigues foi conduzida para o módulo 11. As mesmas fontes indicam que a presa galega se encontra numha situaçom excepcional, umha vez que é a única interna que se encontra no módulo 11 e está sem comunicaçom com qualquer outra pessoa agás as funcionárias de prisons. Novo chamamento de urgência A nova situaçom penitenciária de Xiana Rodrigues agrava notavelmente a sua situaçom anterior, deixando incomunicada a presa galega sem levá-la ao módulo de isolamento. Com a excepçom das visitas semanais de familiares e os vis-a-vis, até o momento também reservados a familiares directos, a companheira Xiana Rodrigues carece neste momento de qualquer comunicaçom. Perante esta situaçom fazemos um novo chamamento à solidariedade activa, enviando, tanto à presa quanto à direcçom da prisom -olhar o endereço em informaçons anteriores-, telegramas de solidariedade e apoio, denunciando o tratamento repressivo de que está a ser objecto a independentista galega. Queremos denunciar, aliás, a dureza repressiva com que se está a empregar a direcçom de Soto del Real com os dous patriotas galeg@s durante estas primeiras semanas de reclusom forçosa. De Ceivar comprometemo-nos com firmeza a que todas estas medidas coactivas terám o seu reflexo nas ruas e a comunicaçom pública, impedindo o siléncio em que Soto del Real quer afogar a voz do preso e a presa independentistas.
 
Mais um sítio web vem complementar os espaços que na Internet denunciam a repressom e, especificamente, a repressom suportada pola mocidade galega. A iniciativa corresponde à formaçom juvenil Briga e, baixo o manchete "STOP repressom contra a juventude galega", informa das intervençons repressivas sufridas recentemente por militantes desta organizaçom juvenil e pola AMI. De Briga sostenhem a tese de que a formaçom juvenil independentista se encontra imersa num processo impulsionado desde o Governo espanhol que levaria à sua ilegalizaçom. Tese errónea, na nossa opiniom, e nom partilhada desde Ceivar, à vista da conjuntura política existente na Galiza, as linhas repressivas dominantes no nosso País e o facto de as organizaçons independentistas nom supor, a dia de hoje, qualquer ameaça fáctica para a estabilidade do regime espanhol que o obrigue à aplicaçom de recursos repressivos como os que, por exemplo, sim tivo que empregar num contexto político-social muito diferente do galego como o basco. Contodo, fazemos nossa a denúncia da repressom de que foi objecto a organizaçom juvenil nos últimos meses e do processo político-judicial em que estám imersos vári@s d@s seus militantes. A ligaçom com a página web assinalada é http://briga-galiza.org/especiais/repressom/
 
@s pres@s independentistas galeg@s em Madrid 5 continuam em luita pola defesa dos seus direitos. Hoje, Ugio Caamanho e Xiana Rodrigues negavam-se a saír das suas celas na prisom madrilena para passar as horas preceptivas de pátio. A razom de ser desta medida tomada conjuntamente desde os módulos 2 e 12 de Soto nom é outra que denunciar as agressons de que foi objecto o companheiro Ugio Caamanho, segundo informamos nos últimos dias. A iniciativa de ambos os independentistas galeg@s conta com o apoio das presas e presos políticos de ambos os módulos afectados. A respeito da negativa a cumprir as horas diárias de pátio estipuladas, a presa Xiana Rodrigues foi golpeada no rosto por umha funcionária, sendo conduzida ao módulo de isolamento a posteriori. A decisom de isolar @s independentistas galeg@s é tomada desde a direcçom de Soto del Real como medida punitiva ante a atitude reivindicativa que ambos os sostenhem e poderia prolongar-se durante as próximas 72 horas. Recordamos que Ugio Caamanho lograra a semana passada através desta atitude de firmeza paralisar a mobilidade permanente de companheiros de cela durante 40 dias. Frente à pressom coactiva de que estám a ser objecto os dous cidadáns galegos deportados a Madrid, o nosso organismo antirrepressivo chama tanto a socializar a situaçom que vimos de denunciar através de webs e correios, quanto a aumentar o envio de cartas de solidariedade e telegramas exigindo à direcçom de Soto del Real o respeito íntegro da integridade sicofísica e os direitos do preso e a presa independentistas. Ceivar facilitará informaçom sobre a situaçom dos presos independentistas galegos durante o Festival da Poesia que se celebrará esta fim-de-semana em Salvaterra do Minho.
 
A impunidade repressiva das prisons que temos denunciado mais de umha vez fijo-se hoje muito próxima: o militante galego Ugio Caamanho, ingressado no centro penitenciário madrileno de Soto del Real o passado dia 26, foi objecto esta manhá dumha agressom colectiva por parte de vários funcionários de prisons. Caamanho foi conduzido à força ao módulo de isolamento. Ali, foi levantado em peso polo pescoço e contra a parede por parte dum carcereiro, enquanto outros malhavam colectivamente nele no rosto e o corpo exigindo-lhe que se espisse. Aliás, as escassas pertenças pessoais que o preso independentista galego tem na sua cela fôrom ciscadas e tiradas polo chao num alarde de violência institucionalizada. Caamanho tem cursado umha denúncia contra os funcionários que participárom na malheira ocorrida esta manhá e encontra-se agora mesmo na sua cela do módulo de Preventivos. A agressom colectiva contra o jovem independentista produzia-se trás negar-se este a regressar ao seu quarto depois do tempo de pátio, assim como a espir-se segundo lhe exigiam os funcionários. A negativa a regressar à cela é parte da dinámica reivindicativa que vários presos levam adiante para conseguir partilhar as suas celas unicamente com presos políticos. A política penitenciária da direcçom de Soto del Real consiste neste momento em mudar continuamente os companheiros de cela dos presos, provocando umha instabilidade permanente, além do desconhecimento absoluto por parte dos presos da pessoa com que partilham o seu único espaço individual que, como apontamos, pode ser mudada continuamente. A informaçom sobre os factos ocorridos em Soto del Real vimo-la de receber esta tarde directamente por via telefónica através do preso agredido. De Ceivar queremos denunciar a impunidade absoluta em que se movem estas máfias de carcereiros dentro dos centros penitenciários, aplicando institucionalmente umha violência contra os presos e presas que defendem umhas mínimas condiçons de dignidade e respeito dos direitos humanos nas prisons. Acusamos o Executivo do PSOE que preside Rodríguez Zapatero de tolerar e fomentar estas práticas, deixando em papel molhado a retórica em favor da democracia e a defesa dos direitos humanos. Chamamento e reivindicaçons pendentes Aliás, queremos fazer umha chamamento formal a todas as pessoas realmente democratas, às organizaçons, sindicatos, colectivos e associaçons comprometidas com este País e com a defesa das liberdades democráticas e os direitos humanos, a denunciar publicamente estas práticas e difundir a informaçom que vimos de fazer pública. Estamos convencidas e convencidos de que o siléncio é a melhor garantia para a impunidade repressiva existente nos centros penitenciários, além de umha mostra de cumplicidade. O nosso compromisso é fundamental para rematar com a impunidade. Manifestamos umha solidariedade aberta e incondicional com o preso independentista Ugio Caamanho, assim como com a patriota galega Xiana Rodrigues, também encarcerada em Soto del Real, duas pessoas repressaliadas por luitar pola libertaçom nacional e social da Galiza e cuja trajectória de compromisso com esta País é transparente e inquestionável. Exigimos o respeito integral de todos os direitos que lhes correspondem como pessoas, a começar polo respeito da sua integridade física e síquica. Aliás, queremos reivindicar, por último, como o faremos nas próximas semanas dum modo activo em todo o País, a repatriaçom imediata de Xiana e Ugio e o cumprimento da legislaçom penitenciária espanhola no referente ao direito de toda presa ou preso a cumprir a condenaçom num centro penitenciário próximo ao seu lugar de residência habitual e ao seu contorno social habitual, assim como a inibiçom da Audiência Nacional espanhola no seu processo judicial, despraçando este para um tribunal ordinário instalado na Galiza. POLO RESPEITO DOS DIREITOS HUMANOS DENTRO DAS PRISONS NOM À IMPUNIDADE DOS CARCEREIROS TRANSFERÊNCIA A GALIZA D@S PRES@S INDEPENDENTISTAS XIANA, UGIO: LIBERDADE! A LUITA É O ÚNICO CAMINHO!
 
Os nomes que ocuparám as responsabilidades da nova administraçom autonómica pactada entre o PSOE e o BNG começam fazer-se públicos nestes dias. O governo bipartito saido das eleiçons de 19 de Junho assume entre os pontos do seu programa para a legislatura a criaçom dumha Polícia Autonómica para o território da CAG, um novo corpo repressivo que, de manter-se o projecto apresentado por Xesus Palmou e aprovado por todos os grupos parlamentares, se caracterizaria polo seu esvaziamento competencial e a renúncia, quando menos a curto prazo, a qualquer estratégia substitutiva dos corpos repressivos estatais. A supeditaçom do novo corpo policial à Polícia espanhola e a Guarda Civil seria neste caso quase absoluta, dado que se deposita a centralidade do trabalho policial nestas duas instáncias e perfila-se umha polícia concebida como elemento auxiliar e referente simbólico e aparencial de autogoverno. Assim, por exemplo, o novo corpo policial agiria em casos de violência de gênero, protecçom de menores, vigiláncia costeira –partilhada com a Guarda Civil-, defesa do património cultural (sic), vigiláncia e cumprimento das leis do Estado na CAG, controlo dos espaços públicos e o seu “normal desenvolvimento” –competência que deixa aberta a porta a um corpo autonómico de “antidistúrbios”- e a vigiláncia e protecçom de edifícios e personalidades da CAG. PSOE, BNG e PP pactaram o modelo Segundo o desenho aprovado o ano passado polas três formaçons com representaçom parlamentar, a futura Polícia Autonómica a por em andamento por Durántez Gil assumiria a regulaçom do tránsito rodado em vias interurbanas, enquanto as funçons de Polícia Judicial e “Segurança Cidadá” ficariam em maos dos corpos policiais estatais que se liberam assim de competências policiais menores, quando menos no curto prazo, umha vez que nom se alvisca, como dixemos, umha estratégia substitutiva. O desenho autonómico projecta aliás umha polícia configurada por 1700 agentes no horizonte de 2008, conformando-se a partir da denominada Unidade Adscrita da Polícia espanhola à administraçom da CAG, constituida em 1991, e com a incorporaçom de 680 agentes da Guarda Civil que passarám a desempenhar as mesmas funçons mudando o seu uniforme, liberando-se, segundo reivindicam diversas associaçons corporativas do instituto armado, da disciplina militar actual e supeditando-se funcionalmente ao governo autonómico e organicamente ao departamento de Interior. Perfil de Durántez Gil, responsável da criaçom da Polícia Autonómica A nova directora geral de Interior cujo nomeamento foi aprovado ontem polo Conselho da Junta, María Isabel Durántez Gil (Palencia, 1963), licenciou-se em Direito por Valladolid e incorporou-se à carreira judicial em 1989. Promovida em 1990 à categoria de magistrada-juíza, passa a desenvolver as suas funçons no polémico Julgado de Instruçom nº1 de Bilbo. A posteriori, desempenha a mesma responsabilidade em Ponte Vedra e Vigo. Com certa trajectória docente, Durántez Gil foi nomeada por organismos como a administraçom da Comunidade Autónoma Basca e o CGPJ para ministrar diferentes cursos formativos ligados à instituiçom judicial. A nova directora geral de Interior demonstra grande interesse no sistema penal e judicial estadounidense, um dos mais abertamente classistas, repressivos e segregacionistas do “mundo ocidental”. Assim, participa entre Fevereiro e Março de 1997 no programa “Visitantes Internacionais”, destinado o conhecimento e difusom da realidade penal e judicial norteamericana, graças a umha bolsa concedida pola embaixada USA no Estado espanhol. Prova das óptimas relaçons que a magistrada palentina mantém com o aparelho repressivo estatal e as cúpulas policiais é a concessom em 2004 da “Cruz del Mérito Policial con distintivo blanco” por parte do Ministério de Interior. Durántez está vinculada, aliás, à associaçom “Jueces para la Democracia”, entidade da que provírom no passado alguns dos máximos responsáveis dos Ministérios de Interior e Justiça espanhóis. Contodo, o curriculum da nova directora geral de Interior nomeada polo Conselho da Junta fica imcompleto se omitimos a sua participaçom como umha das principais responsáveis da posta em andamento da Ertzaintza ou Polícia Autónoma Basca, um corpo repressivo que, desde a sua criaçom, estivo caracterizado pola sua vocaçom anti-independentista e viu-se imerso em multidom de ocasions em casos de espionagem à esquerda abertzale, agressons a manifestaçons populares e torturas a militantes basc@s em dependências policiais até o ponto de ser popularmente conhecidos com o qualificativo de “sipaios”. O home de Paco Vázquez e titular de Presidência José Luis Méndez Romeu qualificou recentemente a nova directora geral de Interior como “a pessoa idónea para levar adiante um processo tam complexo como é levar a cabo a elaboraçom dumha nova lei e a planificaçom do despregamento dumha nova polícia autónoma”.
 
A repressom nom entende de férias. A luita iniciada em Junho na USC contra o decreto do Ministério de Educaçom que impede compatibilizar bolsas de estudo com vagas em residência públicas cobra-se o mês de Agosto os primeiros repressaliados. Segundo indicam fontes do Comité de Residentes da USC, cinco estudantes venhem de ser processad@s trás a denúncia apresentada por guardas privados do cámpus compostelano. A acusaçom que pesa sobre três das pessoas processadas é realizar pintadas contra a privatizaçom do Sistema Único de Residências (SUR). Outras duas som assinaladas como supostas responsáveis de “danos” e “agressons” a agentes policiais privados da empresa Prosegur durante um protesto estudantil acontecido o passado dia 1 de Junho. À margem de como evoluir o presente processo, evidencia-se mais umha vez o perfil repressivo e a implicaçom activa dos guardas de segurança de Prosegur nos conflitos universitários do cámpus compostelano. Continuaremos informando sobre o percurso deste processo repressivo.
 
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