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Paulo Carril e Ernesto Lopes, secretário comarcal e de Organizaçom da CIG na Corunha, fôrom processados ontem por “injúrias” e “alteraçom da ordem pública” no pleno celebrado em Maria Pita em 7 de Junho de 2004. O governo local apresentou-se como acusaçom particular contra os sindicalistas que participárom no protesto pola aprovaçom dum restritivo regulamento de participaçom cidadá. Francisco Vázquez foi qualificado na altura desde o público como “palhaço”, “ditador”, “mamporreiro” e “fascista”. Os denunciados reconhecérom a sua presença na tribuna pública, mas negárom ter apupado o alcalde e assinalárom os “tintes políticos” do processo. Lopes Rei perguntou-se “por que o fiscal nos pregunta se somos membros da CIG, se aqui nom importa a filiaçom política dos acusados?”. A petiçom é de 450 euros para cada sindicalista, enquanto a acusaçom particular de Francisco Vázquez reclama 900. O servilismo da Polícia Local corunhesa e a sua condiçom de polícia política ficárom mais umha vez em evidência. Cinco agentes presentes no dispositivo do citado pleno declarárom em favor do alcalde. Embora o chefe de Segurança reconhecia nom poder identificar as pessoas implicadas na protesta, um agente assegurou reconhecer um dos processados “por como movia o corpo de costas”. O juízo ficava visto para sentença, demonstrando como o regedor fascista está disposto a utilizar todos os meios judiciais e policiais para silenciar @s opositor@s à sua gestom.
 
Conforme informavamos ontem, a militante da AMI Maria B. F. era novamente detida pola Guardia Civil. As últimas informaçons indicam que se encontraria no quartel da Guardia Civil de Ourense à espera de ser posta hoje a disposiçom judicial. Por parte do organismo anti-repressivo Ceivar, convocárom-se com este motivo três mobilizaçons. A primeira do dia discorrerá perante os julgados de Cela Nova a meia-manhá. Pola tarde, a partir das 20:30 Ceivar convoca umha concentraçom na Praça do Toral de Compostela e perante o Museu de Arte Contemporánea (Marco) de Vigo. Em ambos actos informará-se sobre a situaçom da militante galega.
 
Segundo nos acabam de informar voluntários de Ceivar em Ourense, a Guardia Civil ocupa esta manhá a vila de Cela Nova dentro da parafernália repressiva despregada na operaçom policial contra a AMI e perante a posta a disposiçom policial de Maria B. F., militante da citada formaçom juvenil detida ontem, por segunda vez consecutiva numha semana, e acusada agora de sabotar a construçom dumha minicentral hidroeléctrica na Merca. Militantes do organismo concentrárom-se a meia manhá perante os julgados, despregando umha faixa em que se denuncia a continuidade da montagem policial baptizada pola Guardia Civil como “Operaçom Castinheira” e iniciada a segunda-feira 14 de Novembro. Dizer também que umha trintena dos popularmente conhecidos como “picoletos” e um número incontável de agentes à paisana rodeárom o edifício judicial criando um clima de “alarme social” artificioso, destinado a criminalizar a independentista galega, vulnerar a sua presunçom de inocência apresentado-a com antelaçom à sua declaraçom como “perigosa terrorista” e presionar o juíz que instrue o caso para que, eventualmente, decrete um ingresso em prisom preventiva da patriota galega. De Ceivar queremos denunciar como, por parte da Guardia Civil, se está a criar um clima de insegurança, criminalizaçom permanente e pressom repressiva sobre a militáncia independentista em geral e, particularmente, sobre a militáncia da AMI, através do anúncio de jos_content detençons difundidas desde a mídia. Chamamos todas as pessoas e entidades a denunciar nos seus respectivos círculos o presente processo repressivo e assistir às mobilizaçons convocadas para esta tarde e outros actos que se podam programar e dos que seguiremos dando informaçom nesta página e através de webs amigos como Indymedia Galiza e galizalivre.org. Maria liberdade! Nom som terroristas, som independentistas! Defender a Terra nom é delito! Guardia Civil fora da Galiza!
 
A Guardia Civil volveu demonstrar hoje que o operativo aberto para a detençom de militantes da AMI unicamente pretende conseguir informaçom, repremer e punir militantes polític@s e criminalizar a formaçom juvenil. Maria B. F. saia novamente livre trás 4 horas declarando nos julgados de Cela Nova. Embora, o juíz decreta a liberdade com cargos -“danos”- e apreza a vinculaçom da militante à sabotagem da construçom da mini-central hidroeléctrica de Rubilhós realizada em Outubro de 2004. Reproduzindo o guiom policial, diversos meios acusárom esta manhá a companheira da sua ligaçom com a citada acçom. Ao circo mediático montado por volta da segunda detençom de Maria B. F., atemperado agora pola prevençom que gerou nas redacçons o fiasco policial da posta em liberdade d@s dez independentistas detid@s o dia 14, somou-se o circo policial: Cela Nova aparecia tomada por agentes da Guardia Civil. A ocupaçom policial da vila estivo destinada a criar um clima de excepcionalidade arredor da presença da jovem independentista e presionar policialmente o Julgado, gerando um “alarme social” infundado que favorecesse, eventualmente, o decreto da prisom preventiva para a patriota galega. De Ceivar manteremos com mais motivo se cabe as convocatórias anunciadas para esta tarde. Chamamos a atençom sobre a possibilidade de que se produzam jos_content detençons políticas nas próximas horas e da importáncia de as pessoas vinculadas ao MLNG manterem-se em todo o momento em contacto com companheir@s e familiares em prevençom de tal possibilidade. Da nossa óptica, tanto a prática totalidade da mídia, quanto a força de ocupaçom espanhola, estám a por impudicamente de manifesto perante o conjunto da sociedade galega a sua vocaçom anti-independentista, a motivaçom puramente política que há detrás do presente operativo contra a AMI e a necessidade dumha resposta social forte e ampla frente ao que é já, sem dúvida, um salto qualitativo da repressom espanhola e os seus métodos no nosso País.
 
A permanência da simbologia fascista no nosso País, apesar de proibida por diversos decretos que exigem a sua retirada, é garantida paradoxalmente por instituiçons com a Justiça e a Polícia espanholas. Quatro militantes independentistas eram detidos ontem 20-N por esnaquizar umha placa de homenagem ao general genocida Francisco Franco na sua casa natal de Ferrol e pintar de rosa a fachada do edifício. Os detidos fôrom apoiados por umha trintena de pessoas da formaçom NÓS-Unidade Popular que coreavam palavras de ordem contra a presença da simbologia do genocídio na Galiza e em favor da sua supressom. Detidos pola Polícia espanhola, fôrom deslocados a dependências desta em Esteiro e postos em liberdade com cargos –danos à “Fundación Francisco Franco”, entidade dedicada a exaltar a figura do ditador espanhol- por um valor aproximado de 12.000 euros-. O processo fica pendente dum novo juízo que se somará aos muitos já praticados contra pessoas implicadas na eliminaçom da simbologia fascista na Galiza.
 
Mais de 200 pessoas mobilizárom-se ontem no recebimento d@s dez independentistas detid@s a passada semana pola Guardia Civil. O acto organizado polo nosso organismo constiu numha mobilizaçom que partia às 17:30 da Praça do Toral rematando na Praça de Sam Roque. No percurso da mobilizaçom coreárom-se palavras de ordem denunciando a montagem policial, o carácter político da Audiência Nacional e a prática da tortura pola Guardia Civil. A mobilizaçom rematou com a leitura dum comunicado por parte da AMI agradecendo a solidariedade d@s presentes e manifestando a sua determinaçom a “continuar a luita” apesar da repressom. Trás cantar-se o hino nacional, celebrava-se umha rolda de imprensa aberta ao público no local social O Pichel, assaltado a semana passada pola Guardia Civil. Durante a mesma, dou-se leitura a um comunicado do nosso organismo e @s independentistas detid@s respondérom às perguntas dos meios que dérom um seguimento informativo inabitual à mobilizaçom e posterior rolda de imprensa.
 
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