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A pegada do pavilhom auditivo passará a ser graças a técnicas desenvolvidas pola Polícia Científica espanhola um elemento certo de identificaçom pessoal ao mesmo nível que hoje som as pegadas digitais, o pelo e as células cutáneas. O neologismo otograma –pegada que deixa umha pessoa ao arrimar a sua orelha a um objecto como umha porta ou a culata dum fuzil- é o termo escolhido para designar a citada impressom e foi utilizado por primeira vez no juízo contra o cidadám colombiano O. L. L. G. celebrado na localidade espanhola de Palencia em 2002. Segundo Guillermo Rosewarne, impulsionador desta metodologia de identificaçom, o otograma transmite ainda mais informaçom do que a pegada dactilar, dado que aproxima a altura da pessoa identificada e permite distinguir em determinados casos se o indivíduo porta lentes ou brincos.
 
A Guarda Civil de Tráfico da Corunha rematará coa ‘greve de zelo’ que vem realizando desde primeiros de mês, substituindo-a por umha greve de ‘canetas caídas’. Segundo o secretário geral da ‘Asociación de Gardas Civís de Galicia’, no que vai de mês conseguírom-se duplicar o número de sançons que se faziam até agora, mas a partir do próximo sábado sancionarám-se só as infracçons graves ou muito graves, advertindo verbalmente @s condutor@s das infracçons menores. Lembremos que a greve iniciou-se polo descontentamento dos agentes sobre o reparto do complemento de produtividade, onde se incluem as bonificaçons polo maior número de sançons impostas, assim como polo descontentamento na asignaçom de condecoraçons que segundo eles é “injusta” e “efectuada com favoritismo”. O anterior mostra que questons económicas ou de ‘orgulho profissional’ provocam um tipo de mobilizaçons que agredem directamente a populaçom, quem se vê acossada e tratada como um objecto no que descarregar os problemas e frustraçons “laborais”. Aliás, instala-se a mais absoluta arbitrariedade na aplicaçom da lei, onde infracçons sancionadas um dia nom o som ao dia seguinte, o qual atenta contra um dos fundamentos dos direitos jurídicos que estes agentes dizem defender. Exigência de "rapidez" Outra questom já nom relacionada com a greve, denunciada pola AGC Galicia, é a obrigatoriedade de sancionar @s condutor@s que tardem mais tempo que o ‘prudencial’ em mostrar a documentaçom ao agente. Umha ordem assinada polo teniente chefe do destacamento da Corunha, Jesús del Rio, advirte que a sançom nom poderá ser anulada se @ condutor/a atopa a documentaçom umha vez cuberto o formulário da denúncia. Esta situaçom é de duvidosa legalidade e deixa em situaçom de indefensom @ condutor/a, que poderia ser sancionado sem se produzir infracçom algumha.
 
Amanhá quinta-feira 30 de Março celebrará-se na capital galega umha Gala pola Liberdade de Expressom em solidariedade com o actor Leo Bassi e o Teatro Alfil, recentemente objecto dum atentado terrorista por parte de elementos de ultradireita. O web Indymedia Galiza facilita toda a informaçom ao respeito em http://galiza.indymedia.org/gz/2006/03/6661.shtml. A solidariedade com a pessoa e o colectivo destinatários dumha campanha de desprestígio e ataques de proporçons inusuais, e que tenhem demonstrado aliás em mais de umha ocasiom a sua solidariedade com a Galiza, nom é óbice para denunciarmos a presença entre as entidades colaboradoras com a gala dum corredor de fundo na persecuçom da Liberdade de Expressom: o governo municipal de Compostela. Anexamos na ligaçom inferior a brochura que repartiremos amanhá à entrada da Gala pola Liberdade de Expressom para dar a conhecer o cinismo e o oportunismo de quem, enquanto som capazes de ‘solidarizar-se’ com causas que ocorrem a centos de quilómetros, praticam sistematicamente a persecuçom das ideias e os direitos mais elementares no termo municipal que administram e chegam a enviar cidadáns e cidadás a prisom por exercer estes direitos.
 
A reposiçom da bandeira espanhola chantada polo PSOE na Corunha o passado 12 de Outubro ‘Día de la Hispanidad’ adoptou a categoria de ‘questom de honor’ para o espanholismo local. O novo alcalde Javier Losada assegurava ontem numhas declaraçons inçadas de cinismo que o símbolo imperial espanhol continuará ondeando no passeio marítimo porque “homenageia a Espanha plural e do século XXI e às línguas que fam parte do nosso património quotidiano” (sic). Losada disipava assim as ingénuas esperanças aninhadas em certos sectores progressistas a respeito dumha posiçom alonjada do espanholismo ultra por parte do novo regedor local. Mostra da importáncia que o alcalde corunhês concede à ‘questom da bandeira’ é que realizou estas declaraçons trás reunir-se com Pérez Touriño no escritório deste em Sam Caetano, dotando à polémica da ensenha estrangeira do carácter de ‘problema da cidade’. Segundo Losada, a espanhola reporá-se “em quanto os serviços técnicos tenham outro mastro”. O alcalde ‘socialista’ demonstrava ser, além de um regedor continuista, um autêntico cínico ao afirmar que a bandeira de Espanha é umha “homenagem simbólica” que A Corunha faria à “basca, à catalá e à galega, à castelhana e a todas as bandeiras autonómicas”. Aliás, a máxima autoridade local fijo umha declaraçom de intençons políticas ao afirmar que “quero que (…) A Corunha se sinta dentro da Galiza” (!?), porque, segundo Losada, a cidade que preside é “o espelho do que debe ser a Galiza” (sic). Repressom policial ou nocturnidade Perante a perspectiva de que as autoridades locais reponham na cidade herculina o símbolo por excelência da opressom nacional, diversos colectivos locais iniciárom movimentos para organizar umha resposta colectiva. De diferentes sítios webs anuncia-se a possibilidade de que o PSdeG-PSOE corunhês evite a polémica aberta e pública e ordene a reposiçom da ensenha estrangeira a horas intempestivas para evitar qualquer protesto vicinal. Advirte-se, perante este hipotético cenário, dumha convocatória de urgência via SMS no Orçám. Outra possibilidade a contemplar é que o espanholista Javier Losada aposte, como fijo o seu predecessor no cargo, na via abertamente impositiva e ordene um despregamento maciço de efectivos policiais, única forma de viabilizar umha operaçom que, do mesmo modo que ocorreu em 12 de Outubro, conta com um extendido rechaço social entre a cidadania corunhesa. Em qualquer caso, a simbologia espanhola na Corunha nunca teará a tranquilidade e o reconhecimento social de que desfrutam os símbolos nacionais legítimos. A sua permanência temporal só é viável pola via da imposiçom policial.
 
Finalmente, o vento tivo mais força do que a vigiláncia policial permanente e a capacidade coactiva das severas condenaçons que o Código Penal espanhol reserva para quem combater a presença da simbologia nacional de Espanha na Galiza. A bandeira espanhola imposta o passado 12.10.05 na Corunha caia abatida polo temporal por volta das 13:00 da tarde de ontem. A ‘rojigualda’ ondeava na Corunha desde o 12 de Outubro, data na que um importante cordom policial encorara o protesto de 150 pessoas que exigiam a retirada da bandeira e provocara várias pessoas contusionadas e detençons das que informamos neste portal. A queda do símbolo que representa a vulneraçom do nosso direito de Autodeterminaçom e a imposiçom dum quadro jurídico-político contra a vontade da sociedade galega exprimida no seu dia foi recebida com satisfacçom nos círculos nacionalistas de todo o País tivo um notável protagonismo informativo. A hipotética reposiçom da bandeira de Espanha por parte da 62 municipal que preside Javier Losada (PSOE) testará a vocaçom do novo governo local corunhês de manter umha tensom constante por volta da presença dumha simbologia largamente questionada e trazerá, com certeza, novos protestos e medidas de força para impor o que provoca um considerável rechaço social.
 
A administraçom autonómica renovará o convénio de colaboraçom e coordenaçom que mantém desde 2001 com o Ministério de Interior “para a protecçom ambiental da Comunidade Autónoma”. A notícia fai-se pública hoje trás reunir-se o titular de Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, Manuel Vázquez ‘Pachi’ (PSOE), com o general de brigada Manuel Ferreiro Losada, militar ao mando da “zona” da Galiza. Segundo informa o web da administraçom autonómica, a colaboraçom entre a Junta e a organizaçom armada espanhola fundamenta-se nas responsabilidades partilhadas “em matéria de protecçom do ambiente e conservaçom dos recursos naturais da comunidade autónoma”. Proximamente, responsáveis ‘provinciais’ do Serviço de Protecçom da Natureza (Seprona) do instituto armado e o departamento de Ambiente concretarám os termos da colaboraçom que tratará de que ambos agentes se informem “reciprocamente sobre o exercício das suas respectivas competências em matéria de protecçom da natureza”. Continuismo e legitimaçom O bipartido apresenta portanto umha linha continuista na colaboraçom com o corpo policial espanhol, procurando elementos de legitimaçom para justificar a sua presença no nosso território além dos labores directamente repressivos. Aliás, a citada colaboraçom fundamenta-se num facto paradoxal, umha vez que foi historicamente e é a dia de hoje precisamente a Guarda Civil quem, por meio do emprego da força, fijo possível que multidom de projectos energéticos, infraestruturas viárias e inclusivamente negócios privados claramente agressivos para o ambiente e o território fossem avante frente à oposiçom vicinal e ambientalista.
 
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