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DSC_1371O passado sábado tinha lugar no bairro de Vallekas, umhas jornadas anti-repressivas galegas organizadas polo comité de solidariedade de Madrid. O centro social ocupado “La Atalaya” foi o cenário de todo o evento que começou desde o meio dia amenizado polo grupo de folk galego “Sessión Vermut”.

Após os primeiros cantos de danças do dia, chegou o momento de desfrutar dum comedor galego composto por empada, bolinhos prenhados, lentelhas e sobremesa. Ao remate, aproveitárom-se os minutos para um convívio e intercámbio de experiências entre as/os galegas/os que acudírom até o lugar e as/os madrilenhas/os.

Aginha chegaria a hora de começar de novo com a música e “Sessión Vermut” subiriam ao palco seguidos dos grupos mostolenhos “Juggernaut”, “Jungle Hood Warriors”, “Escaramuza” e das/os viguesas/es “Liska”.

Antes do remate dos concertos umha componente do Organismo Popular Anti-repressivo CEIVAR subiu ao cenário acompanhada por umha ativista social. A madrilenha foi a primeira em tomar a palavra para ler o seguinte comunicado:

“La crisis del capitalismo, el reventar de un modelo especulativo basado en el parasitismo inmobiliario y la ingeniería financiera, nos ha forzado a escrutar con lupa dicho modelo. Esta democracia tullida tiene como marco referencial un cuerpo legal coronado por la Constitución de 1978, un muñeco de trapo que fue muy útil para transitar sin despeinarse desde la dictadura militar a la dictadura de los mercados. El espejismo de las libertades constitucionales se deshace entre las manos cual papel mojado; el trabajo, la vivienda y la libre asociación política son derechos ilusorios, una declaración de intenciones hipócrita y sometida al arbitrio de los intereses del capital europeo.

La maquinaria represiva siempre está dispuesta a actuar contra quien se rebela, y una forma de rebelión es despreciar ese concepto de una España unida como motor histórico, y entenderla como un ente genocida, construido desde la oligarquía y como herramienta de represión de los pueblos. Nuestra herramienta es la solidaridad y los colectivos de lucha popular de Móstoles hemos tenido la suerte de conocer a compañeras del Organismo Popular Anti-repressivo CEIVAR. Nos sentimos partícipes y solidarios con la lucha por una Galiza independiente y revolucionaria, así como apoyamos la libertad de las y los presos gallegos. Un grupo de mostoleños y mostoleñas viajaron el pasado mes de Julio para celebrar el Día de la Pátria Galega, y hoy intentamos difundir su palabra en esta ciudad donde el silencio y la manipulación mediática quieren crear campos estériles.

No harán de nosotras ni espectadoras silenciosas ni consumidoras adocenadas. Nuestras compañeras gallegas nos recuerdan y reafirman en el sentir de que la lucha no tiene fronteras y la solidaridad es la ternura de los pueblos. Por ello, las y los  activistas de Móstoles enviamos en esta jornada un abrazo fraterno a las compañeras gallegas. Porque a un pueblo digno no se le ponen mordazas. Porque si el techo es de piedra, de acero serán los puños. Porque sólo juntas podremos ponerle fin a este régimen decrépito, corrupto e imperialista.

¡Libertad, Independencia y Revolución!”

A integrante do Organismo Popular Anti-repressivo CEIVAR saudou a mensagem e ofereceu como presente umha bandeira da Pátria com intençom de que fora pendurada no centro social e que a mantiveram como lembrança das jornadas e da Galiza.

Seguidamente a galega tomou a palavra para agradecer a todas as pessoas que se implicárom no trabalho das jornadas assim como a todas as assistentes. Do mesmo jeito explicou qual é a situaçom repressiva no País e como atua o Organismo Popular Anti-repressivo CEIVAR para fazer-lhe fronte. Finalmente fizo um chamado a continuar para que a solidariedade siga sendo a tenrura dos Povos e que esta seja imparável.

Desde o Organismo Popular Anti-repressivo CEIVAR queremos parabenizar e agradecer o enorme apoio e arroupo que levamos sentindo desde há mais de um ano por parte das/os ativistas sociais e políticos de Madrid. Levar a mostra nosso trabalho e rachar com a (des)informaçom que impera sobre a Galiza nesse território é um dos nossos grandes objetivos. Nom obstante sempre voltamos para a Terra com umha grande satisfaçom polo interesse e implicaçom que desde lá recebemos. Muito obrigadas/os umha vez mais e toda a nossa solidariedade com as/os retaliadas/os do povo castellano.  

 

12107983_514776815370365_7638655748826072137_nNicanor Acosta apresentou-se hoje nos julgados de A Corunha para responder polo suposto delito de “provaciones en el público que alteran o pueden alterar la seguridad ciudadana”. Por esta causa, o Estado reclama 600 euros ao vizinho de 76 anos mas Acosta acumula já mais de 2.700 euros de sançons por participar em intentos de frear despejos.

Arroupado por dúzias de pessoas, Nicanor Acosta chegou ao edifício judicial para acudir à vista após o vizinho apresentara vários recursos pola via administrativa contra as sançons que tem impostas. Agora será o juiz quem resolva o procedemento aberto.

O este procedemento nom é o único originado polo despejo de Aurelia em 2013 já que numerosas/os ativistas pagárom já, ou estám pendentes de pagar, multas por este caso. "O que parece non entender nin a Policía Nacional nin a Delegación do Goberno é que as 'reaccións no público' causábaas un grupo de homes armados e uniformados que agrediron a xente para intentar botar da súa casa a unha octoxenaria, e non un home maior cun altofalante", remitírom Stop Desafiuzamentos.

Segundo reportárom desde o ámbito jurídico, observam-se similitudes entre a acusaçom a Nicanor Acosta e a que no seu dia, recebeu Francisco Jorquera que finalmente foi absolto. Em ambos existem ambiguidades no atestado e nom se especificam nem a hora exacta nem as legendas que supostamente lançara Acosta polo que é imputado. Estes factos permitem a sua defesa ser optimistas.

Desde o Organismo Popular Anti-repressivo CEIVAR queremos umha vez mais enviar a nossa solidariedade contra todas/os as/os retaliadas/os em qualquer das suas escalas, por tentar evitar que as pessoas mais vulneráveis e das classes populares fiquem sem fogares.

 

jHwW7JHO Ministro del Interior, Jorge Fernández Díaz, anunciou que a nova Ley de Seguridad Privada que foi enviada polo Congreso ao Senado, permitirá que os vigilantes de segurança privados poidam patrulhar e deter em qualquer espaço da via pública e que na atualidade tinham vetadas essas funçons. De facto, além das detençons, poderám cachear, interrogar e identificar a supostas/os suspeitosas/os em plena via pública.

Segundo remite Fernández Díaz, a nova normativa está apoiada polo sector da segurança privada assim com da Guardia Civil e da Policía Nacional e autonómicas. Ante as críticas que recebeu o Ministro del Interior, este tratou de restar importância alegando que “cualquier ciudadano tiene la obligación de detener a una persona si observa un delito flagrante por la Ley de Enjuiciamiento Criminal de 1882. ¿Cómo no van a tener esa obligación un vigilante de seguridad privada en el ámbito de su protección?”.

Finalmente, o responsável de Interior precisou que no caso de haver um abuso por parte da vigilância privada, as responsabilidades depurarám-se sempre no ámbito individual embora a responsabilidade civil continuará a recair sobre a empresa. Um novo caminho mais aberto cara o controlo social e extralimitaçom de funçons totalmente arbitrários está em andamento.

 

vaiNo dia de hoje o Regime Espanhol desfila polas ruas de Madrid com os seus uniformes militares e rendindo honra a umha bandeira e a umha causa de genocídio e de opressom. Aludem ao 12 de outubro como o “Día de la Hispanidad” mas o que encobrem é a tortura e o extermínio dos Povos originários de América Latina e o Caraíbas.

As galegas e os galegos nada temos que festejar. O nosso País nom celebra as massacres imperialistas, a expoliaçom de recursos naturais nem a dominaçom sobre os Povos que estám resoltos a ser livres. Tal dia coma hoje a Galiza tem um espelho no que olhar-se, tal e como aconteceu há mais de 500 anos no outro lado do Atlántico; Espanha continua a empobrecer o nosso sistema produtivo, provocar emigraçom da nossa juventude, aplastar o nosso idioma e cultura e tratar às mulheres como um objeto doméstico e submisso. Tentar que sejamos umha colónia mais é o seu objetivo e responder com a repressom mais brutal a quem se rebele contra este estatus.

Muito esforço, muito dinheiro e muita opressom tivo que empregar o Regime durante este ano para continuar a dar credibilidade a um projeto que faz augas por todas as esquinas. Centos de anos custou que os Povos de América Latina e o Caraíbsa racharam com as cadeias de escravitude que os atavam a Espanha. Galiza já percorreu também esse caminho temporal e é o momento para no nosso Povo de erguer a bandeira da liberdade e da independência.

O Organismo Popular Anti-repressivo CEIVAR  na sua luita contra a repressom, hoje e umha vez mais denúncia os métodos de genocídio empregados por Espanha mas também ergue a voz no Dia da Resistência Indígena. Lembramos a todas as mulheres e homens que se luitárom por seguir existindo como Povo e que se enfrontárom, numha guerra desigual, contra os invasores. Estar vivas/os e ser livres é a maior das vitórias!

 

 

Cada 11 de Outubro desde o ano 2001, o independentismo galego conmemora o Dia da Galiza Combatente. Nessa data Lola Castro e José Vilar perdiam a vida por luitar contra um dos grandes males que assolou a Galiza e que ainda hoje, 25 anos depois, continua a ser um grave problema: o narcotráfico mais as suas redes.


Estado e criminalidade vam de mãos dadas no narcotráfico, umha atividade mui lucrativa e cujos benefícios circulam entre os narcos e os bancos mas também sobre o Estado que, servindo-se das diferentes polícias, empregam as drogas como uma arma. Somente há uns perdedores, o Povo trabalhador e especialmente a sua mocidade mais combativa. Na Galiza, essa aliança arrasou a mocidade nos anos 80 com a introduçom maciça da heroína.


Para o independentismo o narcotráfico sempre foi um inimigo a bater. Conhecemos os efeitos da drogadiçom que anulam a combatividade da juventude, devastam a saúde e criam relaçons pessoais insanas e destrutivas. Igualmente as drogas som empregadas polas polícias como um arma de guerra já que os “camelhos”, sem importar a sua escala, ainda nos nossos dias som convertidos como “chivatos” ao seu serviço.


O Dia da Galiza Combatente comemora umha grande ofensiva do independentismo contra o narcotráfico. Na noite do 11 de Outubro de 1990, o EGPGC atacava com bombas diversos locais propriedade dos narcotraficantes e dos bancos que lhe branqueavam o dinheiro: Cambados, Vilanova de Arousa e Vilagarcia de Arousa acordárom com as explosons que destruíam os negócios legais dos principais narcos das rias.


Na mesma noite os jovens luitadores Lola Castro e José Vilar colocárom umha bomba na discoteca Clangor, em Compostela, assinalada como o centro de distribuçom de drogas. A explosom acidental do artefacto provocou a morte dos dous membros do EGPGC mais dumha moça viguesa e numerosos feridos. Foi um duro golpe de diversa índole que confirmou que a luita, se vai a sério, nem sae grátis nem está isenta de perigos.


11 de Outubro, Dia da Galiza Combatente, FIRMES NA LUITA!

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desfileEssa será a cifra que o Ejecutivo de Madrid publicou como o orçamento destinado para festejar o vindeiro 12 de Outubro o “Día de la Fiesta Nacional”. Por volta de 3.400 militares e guardas civis assim como 48 carros nom blindados e toda a parafernália que envolve este evento, terá um gasto de tal magnitude. Ainda assim este cómputo nom recolhe o custe que terá a exibiçom aérea das 53 aeronaves que planearám sobre a capital de Espanha já que o Ministerio de Defensa mencionou que essas horas de voo já estavam programadas.

Num ano mais no que se sigue questionando “la unidad de España”, no dia de ontem o monarca Felipe VI acudia por primeira vez à Eurocámara fazer um alegato neste senso. As suas declaraçons, como o artigo 8 da Constitución e a praxe de destino das partidas orçamentais evidenciam a clara vontade de defender essa “unidad” mediante a repressom.

216 milions de euros em quatro drons

Continuando nessa linha, hoje era pública a compra de quatro drons que efetuou Espanha a EE.UU e cujo custe ronda os 216 milions de euros. Segundo informou a estadounidense Agencia de Cooperación en Seguridad del Departamento de Defensa (DSCA), o governo de Rajoy considera imprescindíveis esses aparatos para “seguridad nacional, misiones de mantenimiento de la paz, contrainsurgencia y operaciones antiterroristas”.

Ainda assim nom se trata somentes dos 216 milions de euros já comprometidos se nom que estas quatro máquinas requerirám um investimento a maiores de 171 milions de euros mais nos vindeiros cinco anos segundo o plano plurianual.

A estas alturas cumpre lembrar que namentres se recortam em serviços básicos como a Educaçom, a Sanidade, a pensom das pessoas maiores, Emprego, etc, é em armamento onde gastam o dinheiro. Cada verao o Ministerio de Defensa dirigido por Morenés solicita entre 800 e 1.000 milions de euros de créditos extraordinários para gastar em armas com dévedas que se vam aqumulando cada dia.

 
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