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fotonoticia_20151114151045_1280No dia de hoje @s detid@s o  passado 30 de outubro por integrar a formaçom política Causa Galiza fizérom umha rolda de imprensa em Vigo na que detalhárom os pormenores da sua detençom e a sua posta em liberdade o passado 2 de Novembro. Os membros de Causa Galiza defendérom em todo momento a legalidade do seu trabalho político assim como que a sua atividade é realizada publicamente e à luz do dia.

Segundo reportárom, a “Operación Jaro” pola que fôrom detid@s, responde à “profunda crise que vive o Regime de 1978 e que tem umha ampla fenda aberta com o processo catalám” além de “negar o direito de autodeterminaçom dos Povos”. Assim mesmo engadírom que o Estado elege as vias repressivas para cargar contra as formaçons políticas legais e independentistas.

“Nunca se demonstrou que fizéramos atividade ilegal”, mencionárom os membros de Causa Galiza e que “nom existem dados concretos nem objetivos que permitam à Guardia Civil nem à Audiencia Nacional determinar que esta organizaçom política desenvolve atividades ilegais”. Ademais engadírom que “este é um dato fulcral num momento no que que di que pessoas que tenhem umha vida civil absolutamente normal com postos de trabalho e família com umha atividade política pública, som terroristas”.

Durante a rolda de imprensa também se aproveitou para denunciar a tensom psicológica permanente à que fôrom submetidos durante os três dias que permanecèrom nas dependências da Guardia Civil de Tres Cantos (Madrid) e a infra-alimentaçom que recebérom durante esses dias.

Por outra banda os imputados nesta operaçom considerárom que o Delegado del Gobierno na Galiza realizou funçons de juiz quando afirmou que se “descabezara una organización terrorista”. Ante isto os militantes que hoje comparecérom afirmárom que “Villanueva atualmente exerce funçons de juiz e determina a inocência e responsabilidades das pessoas que tenhem um processo aberto”.

A respeito da medida cautelar imposta polo juiz da Audiencia Nacional, Eloy Velasco, de suspender a atividade política de Causa Galiza por dous anos, os comparecentes informárom que já tenhem umha equipa jurídica que se encarregará de levar adiante a causa para abrir outra fronte contra o processo de ilegalizaçom aberto.

Reunions e mobilizaçons

Na meia tarde de hoje está convocada umha reuniom à que acudirám vários partidos políticos, sindicais, ecologistas, etc na que se explicará “o atropelo judicial e policial” ao que se vírom submetidos. Entre as respostas que se baralham e que contarám com o respaldo das organizaçons è umha mobilizaçom a nível nacional para as vindeiras semanas com o objetivo de defender “os direitos civis e políticos d@s galeg@s"

 

Segundo informárom a Asociación de Armadores do Cerco de Galicia, nestes dias varios marinheiros do cerco fôrom identificados e botados do hotel Eurobuilding de Madrid. Os marinheiros acudiram até a conferência na que participava Feijóo para protestar polas atuais cotas impostas por Bruxelas.

Os marinheiros no momento de ser expulsos portavam cartazes nos que se podia ler ““Feijóo traiciona a los gallegos...+ del 60% del pescado de Galicia, + de 100 barcos, + de 36.000 familias, + de 80 puertos afectados”. Os momentos de tensom chegárom quando se acreditava que havia detidos mas os identificados acudírom aos autocarros que os deslocaram a Madrid para participar nas mobilizaçons do seitor a nível estatal.

Lembramos que os marinheiros do cerco continuam acampados diante da Xunta em Compostela até que nom se solucione as cotas pesqueiras do cerco.

 

2015111012302983734Finalmente os três estudantes que hoje comparecérom nos Julgados de As Fontinhas (Compostela) por um escrache a Feijóo, chegárom a um acordo polo que assumem 15 meses de prisom para cada um. A isto engadese-lhe umha multa de 150 euros para Mário e Aarom e outra de 700 euros para Atanes. De igual jeito a medida completa-se com a localizaçom de durante umha semana.

O acordo, segundo relatam os encausados, foi umha decisiom com o objetivo de evitar a entrada em prisiom já que num primeiro momento a Fiscalia solicitara três anos para cada um dos jovens com o que sim entrariam na cadeia. “Nesta Justiça vale mais a palavra dum polícia que as provas que poidamos achegar nós polo que a defesa nom estava em igualdade de condiçons”, referiu um dos estudantes respeito ao acordo.

Desde as dez da manhá um numeroso grupo de solidários estavam concentrados aos pés do edifício judicial no que também estivérom diversas organizaçons estudantis, independentistas, solidárias e partidos políticos.

 
Amanhá em Compostela decorrerá o julgamento contra os estudantes Aarom, Atanes e Mário cuja petiço fiscal eleva-se a 9 anos de prisom, três para cada e que, de manter-se, entrariam na cadeia. 
Desde o Organismo Popular Anti-repressivo CEIVAR fazemos chegar umha vez mais a nossa solidariedade com o estudantado retaliado e aproveitamos a ocasiom para difundir o seu comunicado:
12191003_1778709065682812_4434922905108553096_n“Como já muit@s sabedes esta é a pena que nos querem impor no julgamento ao qual estamos citad@s o 10 de novembro. O nosso delito: protestar por umha educaçom pública, galega e nom patriarcal.
Toda a acusaçom, quer da procuradoria, quer das polícias nacional, local e autonómica, centra-se num protesto contra Feijó e o conselheiro de educaçom que tivo lugar no 23 de outubro de 2014. Nessa data, perante a presença na faculdade de matemáticas do presidente da Junta e o conselheiro, convoca-se umha concentraçom. O protesto centra-se no rejeitamento à LOMCE e aos demais recortes aplicados polo partido que preside no nosso país o senhor Feijó.
Como é habitual, Feijó e o conselheiro fotografárom-se e dérom declaraçons à imprensa ignorando por completo o protesto. Na busca de ser escuitad@s, @s estudantes que acudíramos à concentraçom começamos a caminhar berrando cara aonde estavam os meios de comunicaçom e os políticos. Ante isto, aproximadamente cinco pessoas vestidas de "paisano" e que em nengum momento se identificam, começam a empurrar-nos e golpear-nos, defendendo-nos de tal agressom e ficando todo aí na altura.
Já depois de quase um mês, a inícios de novembro, somos detidos num primeiro momento Aarom e Atanes e ao dia seguinte o Mário. Nas acusaçons judiciais a realidade estava de pernas para o ár: as vítimas resultamos ser agora agressores, e os agressores as vítimas. Todo, com certeza, com umhas exageradas "lesons e traumas". Assim, sob a alegada acusaçom de delitos de "atentado à autoridade", "lesons" e desordens públicas, solicitam para nós entre 7 e 9 anos de prisom em total, e multa económica em conceito de indemnizaçons.
Pola nossa parte temo-lo claro: estas acusaçons som apenas umha pequena parte da repressom que sofre o estudantado reivindicativo e qualquer pessoa que luitar. Querem acalar todo protesto por meio de golpes, multas e prisom, mas nom o vam conseguir.
É por isto que chamamos a toda organizaçom, sindicato, plataforma e movimento social a difundir e assinar este comunicado, assim como a colaborar economicamente para custear o processo e a denúncia do mesmo.
NOM NOS CALARÁM! PROTESTAR NOM É DELITO!
ABSOLVIÇOM PARA AAROM, ATANES E MÁRIO!”
 

Ao meio-dia eram postos em liberdade mas com cargos e retirada do pasaporte assim como a proibiçom de sair do Estado Espanhol, os oito independentistas detidos a passada sexta feira em diversos pontos da Galiza. A novena pessoa que também está processada mas que nom deslocárom até Madrid por problemas de saude terá que comparecer ante a Audiencia Nacional no vindeiro mês de dezembro.

Nestes momentos estám todas/os de caminho a Galiza e nas vindeiras horas sairá à luz informaçom completa das acusaçons e pormenores destes dias.

 

A Guarda Civil, por ordem da Audiência Nacional, detivo na manhá de hoje nove independentistas em Compostela, Boiro, Muros, Ponte Vedra e Vigo. As detençons efectuárom-se com grande despregue de agentes encapuzados e armados com fuzis ametralhadores, seguidos de perto por jornalistas dos meios afins ao regime.

Segundo pudemos saber, os agentes botárom abaixo as portas de algumhas das vivendas e retivérom no seu interior durante horas os militantes, enquanto lhes praticavam registros após os quais lhes roubárom muitas pertenças pessoais.

O Ministério do Interior espanhol explicou num comunicado público (re-escrito sem pudor nem contraste por todos os meios do sistema) que as pessoas fôrom detidas simplesmente por militar na organizaçom política Causa Galiza, e em particular por assistir ou organizar a última ediçom do Dia da Galiza Combatente. Nengumha vinculaçom com a luita armada senom com pura atividade política.

Apelo à solidariedade

De Ceivar chamamos a todas as pessoas com dignidade e consciência democrática a respostar a esta gravíssima violaçom dos direitos políticos do nosso povo, participando nas concentraçons que hoje se celebram em muitas localidades do país. Estas concentraçons, que coincidem com o jejum dos presos independentistas em reivindicaçom dos seus direitos, servirám este mês também para demonstrar que a estratégia do terror do Estado espanhol contra os galegos e galegas nom funciona, que nos mantemos em pé com orgulho e solidariedade.

Nos próximos dias continuaremos a informar da situaçom dos companheiros, assim como das novas iniciativas de resposta que vaiam surgindo.

Novo

As pessoas detidas no dia de ontem atopam-se na Comandancia de Tres Cantos de Madrid. Atopam-se em bom estado e estám a comunicar com as famílias mais com os advogados já que a sua detençom é comunicada.

Ainda que nada se pode afirmar nestas circunstâncias ao 100%, é provável que a segunda feira, após declarar ante o juiz da Audiência Nacional fiquem em liberdade.

Som muitas as mensagens de solidariedade que tenhem chegado à Galiza desde todos os pontos do Estado. Igualmente ontem a resposta nas ruas foi muito boa. Agradecer todas as mostras solidárias. Ademais deixamos o enlace a um video da declaraçom de Salvador Gomes que foi detido no dia de ontem mas conseguiu que nom o baixaram até Madrid devido ao seu delicado estado de saude.

Video Salva

 

 

 

 

 
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