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0198Segundo denunciou a organizaçom Amnistía Internacional nos últimos dias, a liberdade de expressom está a ver-se cada vez mais reprimida a escala mundial. Igualmente assinala que as pessoas que tratam de exercer este direito som submetidas com maior frequência a sançons e a juízos diante de tribunais.

Respeito ao Estado Espanhol, Amnistía Internacional sublinha que a entrada em vigor da Ley Orgánica de Seguridad Ciudadana (LOSC), também conhecida como Lei Mordaça, e a reforma do Código Penal “están amenazando el ejercicio de derecho de reunión y de expresión”. A isto engadem que a Lei Mordaça “amplía los poderes a la policía sin ofrecer salvaguardias para los ciudadanos y contiene limitaciones a los lugares y a las fechas en las que se pueden celebrar manifestaciones”. Do mesmo jeito mostra a sua preocupaçom polo facto de nom poder gravar em vídeo atuaçons policiais já que entendem que estas imagens som fulcrais para evidenciar o uso excessivo da força mais outros abusos dos polícias.

Do Código Penal salienta que contém “una definición demasiado amplia y vaga sobre algunos delitos de terrorismo”. Finalmente afirma que muitos dos comentários nas redes sociais que fôrom postos baixo sançom judicial, estám socavando os direitos de expressom.

Mais umha organizaçom internacional soma-se às numerosas vozes de coleitivos, organismos, instituçons e demais entes que condenam os enormes saltos qualitativos que está levando a cabo o Estado Espanhol respeito aos recortes de liberdades e de direitos fundamentais e à sua umha única vara de medir, a repressom.

 

20150312_Visita_Colegio_Reyes_Catolicos__56O passado 1 de Abril de 2014 a Comisión de Defensa del Senado instou ao Gobierno de España a introduzir nas aulas matéria referente ao hino espanhol, a bandeira e as Fuerzas Armadas assim como a suposta obriga recolhida no artigo 30 da Constitución de “defender a España”. A poucos dias das eleiçons, os ministérios de Defensa e Educación ratificárom este propósito.

A intençom das carteiras ministeriais é que o alunado de primária e de secundária se “familiaricen” com esta simbologia e com o papel que desempenham as Fuerzas Armadas “el ejercicio de las libertades cívicas” y "garante de la integridad territorial y de la seguridad de sus ciudadanos frente a posibles amenazas externas", segundo remite o documento. O convénio terá vigência durante cinco anos.

Estas medidas nom somentes terám repercussom sobre o alunado se nom que também se insta ao professorado a adquirir estes “conhecimentos” para poder imparti-los las aulas. Ainda assim serám os governos autonómicos os que tenham a última palavra no assunto.

Esta é umha volta mais de porca no “atado y bien atado” que está a promover o Governo de Mariano Rajoy antes das eleiçons comprometendo matérias nos vindouros anos. Após ter recortado na Educaçom e retirado asignaturas promotoras da equidade entre as pessoas agora o interesse radica em adoutrinar desde a infância em valores belicistas e que cada vez se atopam em maior decadência no Estado como é a chamada “unidade territorial”.

 

 

Continuam os episódios de espionagem por parte do Estado espanhol. Um comentário policial durante a operaçom Jaro contra Causa Galiza revelava que há 300 linhas telefónicas (incluido internet) de independentistas galegos submetidas à espionagem legal das forças policiais espanholas. Umha cifra mui alta num movimento pequeno como o nosso, que prova que a invasom da privacidade e a violaçom do direito à intimidade nom se limita a pessoas consideradas "perigosas" ou "suspeitosas", senom a todo um entorno social.

Além dos pinchaços telefónicos legais, os meios da polícia para controlar as nossas vidas som quase ilimitados, havida conta da invasom do nosso dia a dia por trebelhos tecnológico mui invasivos, que deixam registro acessível à polícia de cada um dos nossos movimentos, conversas, compras, etc. É necessário tomar consciência de todos estes meios para nos protegermos o melhor possível, e nesse sentido lembramos-vos que Ceivar tem publicada umha série de vídeo-tutoriaispara securizar, ao menos, os computadores e a conexom à internet. Apesar de que as teconologias da comunicaçom som de seu um buraco para a segurança e a privacidade, é bom saber que há meios para empregá-los com bastantes garantias de segurança, preservando o anonimato e a opocidade frente aos investigadores do regime. Podes consultar os tutoriais aqui:

http://www.ceivar.org/nova/index.php?option=com_content&view=article&id=2022:ceivar-comeca-campanha-de-seguranca-informatica

Além disso, nesta última semana um militante de Ceivar encontrava-se com a surpressa de um aviso de Google numha conta de correio profissional que compartilha com outras pessoas. O aviso é o que aparece na imagem desta nova, e nom merece muito mais comentário. Exceto que Google é conhecida por entregar toda a informaçom que o governo estado-unidense lhe solicita, sem sequer ordem judicial, de maneira que a existência deste aviso nom deveria tranquilizar a aqueles que nom o recebêrom.

 

365, para uns, pode ser um simpres número, umha clave, umha quantidade... A outros, ese número nom lhe dirá nada. Para mim som os días que levo privado de liberdade.

Botando a vista atrás, nestes "365 pasos" que andivem, passarom muitas cousas, boas e malas. A vida pode mudar dráticamente num abrir e fechar de olhos, mas nunca deijam de pasar os días, as horas, os minutos. O cárcere nom é mais que um castigo para aquelas pessoas que eligem rachar cos moldes, coas injustizas, coas imposiçons, mas nunca debe ser, nem significar, tempo perdido. Num cárcere intentaram humilhar-te, que traizoes os teus ideais, convertirtenum mais. Só a coherencia e a entrega militante som garantía para superar o castigo carcerario de umha forma digna e com enteireza, e co tempo poder mirar atrás com orgulho, fazer balance e comprender que, mais cedo que tarde, estaremos do outro lado dos muros, e que os anos invertidos por todo um povo na luita pola sua libertaçom, é umha luita que nom cesa, e nom só isso, senom que é umha luita que estamos a ganhar.

É obvio que a luita nas cadeias nada tem a ver coa luita na rua. Deste lado, mais que resistir com firmeza e determinaçom as condiçons que sofremos, nom podemos fazer demasiado. É na rua, o momento e o lugar de agir. Buesquemos os espaços donde se unem a luita pola libertaçom social e nacional (que, como as meigas, habelos nainos)e lixemos a aqueles que, interesadamente, perfeccionam a técnica de luita, já mítica, de agusrdar a que outr@s creen as condiçons das que mais tarde se aproveitaram.

Ponhamos as cartas acima da mesa. Namentres os "guardiáns do cambio"se unem aos da nova social-democracía, os "pequeño burgueses" nacionalistas (note-se a ironía) som os que mantenhem viava a chama da resistência e a demanda da ruptura.

Agora que o "régimen del 78" paraece desmoronar-se, nom temos duvida de que precisamos percorrer o nosso próprio caminho, sem presas, sem comparaçons, para poder materializar-se em umha ruptura real, donde Galiza sexa um agente político soberano, em vez de encontrarnos coa fraude de umha segunda transiçom de 360 graos.

Dixo Castelao "Nós temo fé no nosso povo e mui logo o nosso povo terá fé em nós"

Esta máxima hoje segue em pé. Nom se pode entender a existencia de pres@s polític@s galeg@s nas cadeias do Estado Espanhol, sem um povo que busque reconquistar a auto-conciência colectiva como tal, em umha terra nossa, socialista, popular e democrática. E nom basta com certificar que os movementos existem, há que crêr, também , que tenhem futuro e que ese futuro é nosso.

AVANTE!

VENCEREMOS NÓS!

 

O passado 27 de novembro, coincidindo coa concentraçom mensal pola liberdade dos e das presas independentistas, organizárom-se ceias em diversos puntos do país em solidariedade com as pessoas detidas recentemente por orde dam Audiência Nacional, e encausadas por "enaltecimento do terrorismo" e "integraçom em banda armada". Entre as ceias e petiscos que se organizárom nos centros sociais, a de Compostela foi especialmente bem sucedida, com muitas dezenas de pessoas a participarem no jantar no centro social O Pichel.

Mas nom foi este tam só o motivo, pois aproveitamos também para conmemorar um ano mais de luita digna nas prisons espanholas, ao se cumprirem quatro anos da detençom de Sánti, Teto, Antom e Maria.

 

A seguir reproduzimos o comunicado realizado polas/os 4 estudantes chamadas a declarar amanhá, 2 de dezembro, acusadas de participar num protesto denunciando as práticas homófobas do professor Domingo Neira.

NOTA INFORMATIVA POLA IMPUTAÇOM DE QUATRO ESTUDANTES POLO ESCRACHO AO HOMÓFOBO DOMINGO NEIRA

O próximo dia 2 de dezembro Antia, Atanes, Felipe e Mario estamos chamadas a declarar pola nossa imputaçom num delito de coaçons polo escracho realizado ao professor de Ciências da Educaçom Domingo Neira. Lá, na faculdade do Cámpus Sul, arredor de 70 pessoas convocadas polo Feche História nos concentramos para exigir a sua imediata expulsom da USC, motivada polos seus persistentes comentários discirminatórios com a diversidade sexual e as mulheres.

O professor Neira destaca desde há anos nas suas aulas polo seu posicionamento heterossexista e machista, com brincadeiras constantes e insultantes, mas também assegurando que quando diz, por exemplo, que “a homossexualidade é contagiosa “ou que é “um vício” se baseia em estudos científicos. Isto levou a que no passado ano académico 2013-14 as e os seus alunos denunciassem publicamente o seu comportamento, com a reaçom do professor reiterando os seus comentários arguindo à sua suposta funçom de “criar consciência crítica no estudantado”. O Decanato, apesar do seu silêncio inicial, consentiu em levar o caso a um tribunal de investigaçom (entendemos que pola ampla repercussom mediática), e o procedemento rematou numha sançom que críamos definitiva. Mas surpreendentemente foi ao ano seguinte quando nos atopamos com que Domingo Neira retomava a sua atividade laboral na USC, já que apenas estivo suspenso durante algo mais dum quadrimestre.

Por todos estes motivos denunciamos a situaçom, levando-a até a mesa de negociaçons com o recém eleito reitor Juan Viaño. Neira continuou no seu posto, fazendo a USC ouvidos xordos ao estudantado. Achamo-nos entom na necessidade de fazer ver nas próprias faculdades que nom íamos aturar mais discriminaçom nas nossas aulas, e foi por isso que em 13 de maio luitamos contra a censura e o esquecemento e acodimos à chamada do Feche História para demonstrar que na Universidade pública nom há espaço para as condutas que querem fazer do seu ódio irracional matéria de exame.

No escracho, as únicas violentadas e coacionadas fomos nós, que em nengum momento agredimos ao susodito professor. Nom renunciamos à nossa legitimidade à hora de denunciar discursos claramente homófobos nas aulas da USC nem à nossa atuaçom aquele dia, que nom foi mais que a consequência da passividade das instituiçons universitárias em torno aos prejuízos do seu professorado.

Agora somos chamadas a declarar por supostas coaçons, o qual é irónico tendo em conta que o comportamento de Domingo Neira, mas também das e dos indivíduos que o tenhem defendido, tem bastante de coacionador e, nom o esqueçamos, de violento. Cabe destacar quem som as duas pessoas que formulam a denúnica: a Secretária Geral da USC, Consuelo Ferreiro Regueiro, e a Vice-decana da Faculdade de Ciências da Educaçom, Maria José Méndez Lois. Isto dá umha ideia do grau de cumplicidade que tem a diretiva da USC com este docente e a sua conduta homófoba, mas também do escasso compromisso no que se acha esta instituiçom com o respeito polas liberdades sexuais e a luita feminista.

 
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