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17972321 1252012101563720 108956504886724248 oO 9 de Janeiro celebra-se umha concentraçom em Compostela para denunciar a detençom, a aplicaçom da lei anti-terrorista e o encarceramento dum independentista o dia anterior reclamando a sua liberdade.

Ao rematar o acto a gente decide sair em manifestaçom espontànea que remata em cargas e enfrontamentos coa policia na que resultam danadas varias lunas de bancos, caixeiros e incluso um 4×4 da policia coas lunas rotas.

Nahuel é detido 3 meses despois ao sair da sua casa num operativo policial e mediático que inclue polícias armados e encarapuzados como os que estam na moda, produze-se o registro e saqueio da sua morada da que levam livros, documentos, roupa, computadores…

Irati é-lhe notificada a sua imputaçom 6 meses depois.

Enfrontam-se a umha petiçom fiscal de:

  • 2 anos e 6 meses para Nahuel por desordes públicas.

  • 2 anos e 6 meses para Irati por desordes públicas e perto de 8000 euros por danos.

QUINTA 20 DE ABRIL

11 H Apoia às companheiras durante o juizo  (Fontinhas)
  Ao rematar o juizo haverá jantar no Escarnio e Maldizer (R/ ALGALIA DE ARRIBA Nº 11, CASCO VELHO)
20 H CONCENTRAÇOM NA PRAÇA DO PAM (CERVANTES)

A LUITA É O UNICO CAMINHO!

 

presospalestinianosgreveOs prisioneiros retiraram todos os produtos alimentários das suas celas e raparam a cabeça. Un gesto, rasurar a cabeça, que já está a ser imitado em campos de refugiados palestinianos como mostra de solidariedade com as pessoas presas.

Coincidindo com o dia internacional das presas políticas, o 17 de Abril, começa esta campanha dentro das prisons israelitas de Gilboa, Hadarim, Ashkelon e Neguev, e também de Ofra, na zona ocupada de Cisjordania. Marwan Barghuti, militante de Al Fatah encerrado desde 2002 realizou um chamamento à solidariedade, instando à sociedade a manifestar-se com o fim de acadar a liberdade dos prisioneiros políticos.

Com esta luita esigem o fim do isolamento e as detençons sem cargos nem juízos, mas também atençom sanitária e outras reivindicaçons. “Lançamos esta batalha pola liberdade e dignidade como parte da luita do nosso povo”, declarou Barghuti, quem denuncia que perto dum milhom de palestinianos foram detidos, torturados, aldrajados física e psicologicamente, e submetidos a condiçons duras e degradantes” por parte do “bárbaro colonialismo sionista”, nunha mensagem entregada á agencia de notícias Maan por Fadwa, a sua companheira.

Segundo cifras da ANP, 6.500 palestinianos estám detidos por Israel, incluídos 300 menores, 12 parlamentarios e 28 jornalistas.

De ceivar mostramos a nossa repulsa ao Estado de Israel e a nossa solidariedade com a luita do povo palestiniano.

Palestina vencerá!

 

 

Confinados/as em celas de isolamento, afastados/as da sua terra centos de quilómetros, submetidos/as a um acosso terrível com o fim de derrumbar as suas convicçons independentistas, os/as nossos/as companheiros/as do Coletivo de Presos/as Independentistas Galegos/as padecem a diário umha soidade que nos custa imaginar. Depois de anos mantendo a cabeça alta, às vezes com longas condenas à frente, mantenhem-se firmes na sua condiçom de presos e presas políticas.
Por vezes a propaganda do regime provoca a sensaçom de que os/as presos/as galegos/as estám sós, de que som pouco mais que umha exceçom rebelde mas extemporánea, num mundo em que a subversom aos Estados já nom tem lugar.
O Dia Internacional do/a Preso/a Político/a, instaurado em 2005 por organizaçons solidárias de muitos países (entre eles o nosso) num encontro em Euskal Herria, quer ajudar a rachar essa propaganda desmobilizadora, lembrando-nos que em todo lugar onde reina a injustiça se levantam rebeldes para a combatir, e que muitos/as deles/as som apresados/as em cárceres. Ao longo de todos os continentes, centos de milhares de ativistas cavam as suas trincheiras nas celas e pátios carcerários, fazendo das prisons umha ponta de lança da dignidade dos povos.
A resistência dos/as nossos/as irmaos e irmás do CPIG seria muito mais difícil sem essa digna companhia. Nom estám sós. Na soidade da sua cela, cada combatente galego/a está acompanhado/a por militantes bascos/as, negros/as, árabes, mapuches, corsos/as, indígenas americanos/as... militantes comunistas, anarquistas, antifascistas, feministas... que passeiam polos mesmos pátios e dormem nos mesmos camastros. Fam umha formosa comunidade que se remonta a muitos anos de luita, que se estende por todo o planeta e inclui entre os seus membros a muitos dos mais dignos homens e mulheres que tenhem existido.
O 17 de Abril é um bom dia para lembrarmos esta realidade, silenciada e escondida implacavelmente polos Estados. E para unirmos também as nossas luitas solidárias, porque somos multitude.
Vivam os/as presos/as políticos/as!
Viva a solidariedade internacionalista!
Abaixo os muros das prisons!

 

A continuacropped cpigçom publicamos o Comunicado do Colectivo de pres@s independentistas galeg@s que nos chegou ao correio electrónico do Organismo Popular Anti-Repressivo Ceivar:

O Colectivo de Pres@s Independentistas Galeg@s comparece públicamente um 17 de abril máis, ante o espaço social, político e solidario independentista e nacionalista para achegar a nossa tradicional mensagem nesta jornada internacional de apoio as pres@s polític@s.

Se bem no ano transcorrido desde o anterior comunicado editado nesta jornada, nom se produzirom cambios relevantes na nossa situaçom penitenciária, si podemos afirmar que a fim do ciclo eleitoral culminado com as eleiçons de Setembro, nos apresentam um próximo período político caracterizado pro um Governo espanhol continuista na súa ofensiva neoliberal e espanholista contra a maioría social e contra a nossa Naçom junto a um Governo autonómico subsidiario da Moncloa disposto a cumprir sem reparo algum as diretrizes anti-galegas desenhadas por Madrid. Com toda probabilidade, o Estado perseverará no recorte de dereitos e liberdades e na represom da contestaçom social ao amparo da agenda e do discurso securocráta em que vive inmersa Europa. Nesta cojuntura nom se percibem condiçons favoráveis a mudanças sustanciais na política carcerária que vimos sofrendo @s militantes galeg@s encarcerad@s.

Aínda assim, entendemos que a prorroga estéril desta dinámica de castigo imposta nas cadeias está esgotada em atençom ás motivaçons que se atopam na génese da dispersom penitenciaria desenhada polo Estado nos anos 80.

Sendo consciente da difícil cojuntura actual, meramente esboçada; o nosso Colectivo acordou enfrentar a adversidade dando passos para abrir fendas na política da excepçom denunciada; assim a começar polas solicitudes de traslado e agrupamento do nosso Coletivo na cadeia de Teixeiro, tramitadas desde Novembro de 2016, que se atopam em curso. Assim mesmo, mantemos as medidas reivindicativas mensais e vimos de dirigir escritos a algumhas instituiçons reclamando o respeito dos nossos dereitos como cidadáns encarcerad@s. Nesta mesma linha, decidimos oferecer aos militantes sometid@s ao régime pechado, a possibilidade de iniciar os recursos pertinentes para a progressom ao régime ordinário, o que suporía flexibiliçar as actuais condiçons de encarceramento.

Com as solicitudes de traslado em marcha, o nosso Colectivo pretende um punto de inflexom na luita pola volta á Galiza, para o que consideramos imprescindível actuar um amplo espaço social na defessa dos dereitos que nos correspondem como prisioneir@s e polo cesse da política penitenciária vigente. Desde o reconhecimento á valiossa assistência despregada, desde hai máis de umha década polas ferramentas anti-repressivas e solidarias operativas e sabendo do seu necessário papel político, que lhe segue correspondendo; consideramos vigente multiplicar o espaço hoje movilizado polos dereitos d@s pres@s e abrir vías que nos permitam achegarnos á Terra e ás rúas.

Nesta direcçom, o nosso Colectivo adoptará as iniciativas necessárias para contribuír a impulsar umha dinámica social, ampla e plural polo traslado.

Chamamos ao espaço indepentista e nacionalista, a todas as pessoas demócratas e sensíveis aos dereitos humanos a manterse atent@s ás iniciativas polo traslado, solicitando a vossa implicaçom activa para conseguirmos entre tod@s a voltar a Galiza e o agrupamento do CPIG como primeiro passo cara a liberade d@s pres@s independentistas galeg@s.

Queremos culminar esta comunicaçom manifestando o nosso agradecemento as pessoas solidarias que com o seu esforço e trabalho diario nos ajudam a resistir nsa cadeias espanholas. A tod@s vós, que com visitas e cartas, coidados e atençoms, com denuncias e mobilizaçons… dotades de sentido esta jornada anti-represiva solidaria. Ánimo e força! Adiante a solidariedade!

Viva Galza ceive!!

Denantes mort@s que escrav@s!!>

 

antomsantosNo Código Penal de 2015 um artigo permite revisar as sentenças de pessoas condenadas por terrorismo. Daquela, apresentou-se um recurso perante o Tribunal Supremo solicitando o rebaixamento das condenas de Roberto Fialhega, Eduardo Vigo, Maria Osório e Antom Santos. E vimos de saber que se aceitou umha reduçom para as penas contra Maria e Antom, que passam da sua condena inicial de sete anos e nove meses, a umha de cinco anos de quatro meses. Assim é que Antom ficará em liberdade em algo menos de um mês, o próximo dous de Maio.

Para o caso da Maria, dado que estivo um periodo em liberdade condicional antes do juizo, tem algo mais de um ano ainda até dar por finalizados os cinco anos e quatro meses. Infelizmente, para os casos de Teto e mais de Edu nom se aplicou esta reduçom.

Alegramo-nos pola próxima volta à terra de Antom, entretanto, continuaremos transpassando os muros com atividade solidária dia a dia.

Liberdade independentistas!

 

 

images M images teto 367x253Hoje pola manhá, o preso independentista Roberto Rodríguez, Teto, dava-nos a boa nova de que lhe acabavam de notificar o seu translado à prisom de Dueñas (Palencia), depois de seis longos meses em isolamento e soidade absoluta.

De momento, nom lhe comunicarom quando se fará efetivo o traslado, mas iremos informando nos próximos dias.

Desde o Organismo Popular Anti-Repressivo Ceivar queremos parabenizar-vos a todas e todos os que participastes na campanha para visibilizar e mudar a situaçom de Teto, colaborando nas coladas que fixemos em diferentes cidades e vilas galegas, repartindo brochuras e volantinas, assinando os faxes que lhe fixemos chegar à direçom da cadeia de Villanubla (410 em total em 4 semanas!)... em definitiva, às que demostrastes que o movimento anti-repressivo está mais vivo que nunca e que a solidariedade deste país É IMPARÁVEL!

Aproveitamos também para lembrar-vos que no próximo mês de abril está Teto de aniversário, e gostaríamos de enviar-lhe um moreia de fotos com diferentes pessoas parabenizando-lhe a data. É doado, só tedes que tirar umha foto com um cartazinho com a legenda "Parabéns Teto" e fazer-no-la chegar por correio eletrónico ( Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar ) ou ao Twitter de Ceivar.

LONGE NA DISTÂNCIA PERTO NO CORAÇOM! LIBERDADE INDEPENDENTISTAS!

 
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